Elegante, econômico, o Citroën C3 PureTech 1,2
Automóvel de entrada na marca, hábil no fugir à tentação do emprego de motor 1,0, nova geração do Citroën C3, dita PureTech, desprezou o motor 1,45 litros, quatro cilindros, nacional, por importado 1,2 tri cilíndrico. Conseguiu o melhor da sociedade de consumo, ser chique e econômico.
Mostrando postagens com marcador Nasser. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nasser. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
De Carro por Aí com Roberto Nasser
109 cv no Uno 1,3 GSE!
FCA, por sua marca Fiat corre nos últimos retoques na evolução do Uno, a versão GSE. Sigla de Global Small Engine, nova geração mundial de motores de pequena cilindrada. Começa com duas versões: 3 cilindros, 1,0, e projetados 80 cv, e curva de melhor torque na categoria – a grosso modo torque move o carro nas cidades; e 4 cilindros, 1,3 e a surpreendente potência de 109 cavalos vapor – novo GM Onix com motor 1,4 gera 106 cv, e VW Gol 1,6 104 cv. Para comparar motores, veja quantos cv produz por 1.000 cm3 de cilindrada. Quantidade maior indica modernidade.
Marcadores:
BMW,
Chery,
De Carro por Aí,
FCA,
GM,
GSE,
L200 Triton Sport,
Mercedes,
Mitsubishi,
Nasser,
Pebble Beach,
SelecTrucks,
Uno,
VW
terça-feira, 2 de agosto de 2016
De Carro por Aí com Roberto Nasser
Honda Civic, nova geração
Honda fez redesenho geral do Civic marcando sua décima edição. Esticou, alargou, baixou o teto do automóvel, aumentou distância entre eixos, e amarrou tudo com linha mais fluidas, juntando teto à extremidade do ampliado porta malas. Cuidado especial no afinar colunas frontais. Segue tendência mundial de sedãs acupezados.
Levou o redesenho para a parte comercial por versões bem caracterizadas, em vez do caminho comum de partir da básica, mudar letrinhas e
segunda-feira, 25 de julho de 2016
De Carro por Aí com Roberto Nasser
Caro Kicks
Nissan mostrou seu próximo produto, o Kicks. Segue
o rito usual no processo: apresentação à imprensa, mídia sem custos; pausa para
divulgação entre leitores; após, anúncios pagos e promoções. Até março será
importado. Aí, quando iniciar ser produzido na fábrica de Resende, RJ, será o
primeiro Nissan atualizado. March e Versa, atualmente lá feitos existiam há tempos.
Por atualizado projeto inclui demandas de estilo, habitabilidade, uso de
materiais para reduzir peso e aumento da rigidez estrutural, itens de
segurança.
Vendas começam com
sexta-feira, 15 de julho de 2016
De Carro por Aí com Roberto Nasser
Automóvel: Canela, RS,
ganha o Museu dos Azambuja
Conhecidos pela melhor
coleção de automóveis nacionais, os irmãos Rogério e Róberson Azambuja,
empresário e advogado, tomaram coragem e instalaram o Museu do Automóvel no
limite entre as turísticas Gramado e Canela. Noticiou a Coluna em 01.outubro.2014, adquiriram o
fechado Museu do Automóvel, Arte e Cultura, do também gaúcho Carlos Eduardo
Warlich, ampliaram o espaço museal a 1.700 m2 para exposição.
Proposta é exibir acervo
próprio, alternando com estoque mantido em Passo Fundo no Museu do Transporte
Nacional; fomentar o interesse e o
segunda-feira, 4 de julho de 2016
De Carro por aí com Roberto Nasser
Bom, bonito, o Kia Sportage
Quarta edição, sucesso de vendas crescente, projeto
premiado, Kia Sportage inicia ser vendido no Brasil e, com esperanças de José
Luiz Gandini, importador, de retomar a posição de mais vendido da marca.
Mudou tudo, incluindo design atualizado
e conteúdo. Terá sido o último Sportage sob o lápis de Peter Schreyer,
festejado designer, presidente da Kia. Deve se aposentar em
dois anos e próxima geração surgirá em 2021. Embute muita dedicação para se
tornar referência, linhas agradáveis, grade e frontal inconfundíveis,
sábado, 25 de junho de 2016
De Carro por Aí com Roberto Nasser
Jipinho Fiat, projeto grande
Coluna informou a corrida pela FCA em novos
projetos para substituir seus produtos mais antigos. E juntou, como antecipação
nacional, outro dado: ordem para criar um jipinho, Junior, como
tratado internamente. Há dias noticiou novamente: direção teria dado meia-trava
nesta versão; e comentou sobre o perigo de freadas em projetos, exemplificando
com o VW Taigun, mostrado, anunciado, mas freado – e esquecido.
É mais
No caso FCA, fonte da Coluna esclareceu,
projeto ora sobrestado em muito supera a primeira informação: é independente,
não será versão dos modelos de substituição atualmente finalizando testes.
Projeto grande, mundial, de novo modelo,
segunda-feira, 20 de junho de 2016
De carro por aí com Roberto Nasser
Nissan automatiza March e Versa
March e Versa com opção da caixa CVT
Leitor atento, como
os da coluna De Carro por Aí, devem
ter-se perguntado o porquê de dedicar espaço desmesurado a uma simples caixa de
transmissão, coisa simples, uns 5% do valor de um automóvel barato. Questão
pertinente. Uma das grandes dificuldades nesta escultura semanal não está no
levantar informações, conferir fatos e fontes, entender razões e consequências,
coisas usuais à função dos jornalistas, mas no filtrar a enorme massa de
informações, de acordo com o variado interesse dos leitores – e faze-las caber
neste espaço.
Mas justifico.
Caixas automáticas – sejam automatizadas, hidráulicas ou por polias variáveis
-, são os equipamentos
Marcadores:
BMW M2,
CVT,
De Carro por Aí,
FCA,
Indústria Automotiva,
Jeep,
Mercedes,
Nasser,
Nissan,
Pé na Tábua,
Troller,
UberCopter,
Willys
segunda-feira, 13 de junho de 2016
De Carro por Aí com Roberto Nasser
Prius, em híbridos Toyota aponta o
futuro
Lançamento do híbrido Prius sinaliza
não ser apenas mais um automóvel no caminho tecnológico do futuro. Ao contrário
a Toyota, pelo produto e pela moldagem da apresentação, o quer como o veículo
para tal destino. A empresa assumiu trilha corajosa: até 2050 100% dos Toyota
elétricos, híbridos elétricos ou por célula de combustível. Para caracterizar a
pretensão de liderança tecnológica nipônica, fez apresentação em Brasília, na
Embaixada do Japão, envolvendo o corpo diplomático, executivos públicos, alguns
jornalistas especializados e, para dar certeza da importância do produto, o
peso da estrutura diretiva da empresa. Mark Hogan, único não japonês no board mundial; Steve St Angelo, CEO para a América Latina, Koji Kondo,
e Miguel Fonseca, presidente e vice da Toyota no Brasil.
Prius é o mais vendido híbrido do
mundo, em quarta geração, superando 5,7 milhões de unidades entregues. Emprega
motor elétrico gerando 72 cv e outro a gasolina, 1,8 de restritos 98 cv para
faze-lo mover-se na arrancada. Para recarregar a bateria, colocada sob o banco,
o sistema de desaceleração e freios se encarrega de gerar energia. Ou ligação
em tomada de parede.
Modelo atual é feito sobre a nova
plataforma TNGA, com ela conseguindo menor altura, mais largura e espaço
interno, num desenho eficiente: com CX de 0,24 é o sedã mais aerodinâmico do
mundo. O pacote o rotula com o mais econômico no mercado brasileiro, fazendo
próximo a 20 km/litro.
Visual intencionalmente
futurista, grupo óptico em LEDs espraiando-se pelos para lamas, interior com
instrumentação central, tela de 17,5 cm, multi mídia, GPS, câmera de ré, som. Head
up display, o projetor de informações no para brisas, facilita a condução.
Confortos à altura, como volante multi função, ar condicionado com duas zonas e
sensor para concentrar fluxo nos lugares ocupados. Sete almofadas de ar –
frontais, laterais, joelho -, sensor para abertura de portas. Enfim o pacote de
confortos a cada dia mais rico.
Preço incentivado, sem correção de
dólar, R$ 119,950 pretende conseguir 600 clientes com espírito ecológico neste
ano.
Prius
Puma Alface (...), o carro do Mohammad Ali
Conta simples, some o fato insólito, o
descompromisso nacional em buscar informações, seu disseminar como se tivesse
fé pública. O resultado sempre dará em estórias, versões, trocando a falta de
essência histórica pelo ágil inventar. O Puma Alface é uma delas.
Conto. É confusão fonética. Referido Alface é o modelo
Al Fassi, criado em 1987 sobre o Puma-018 para ser vendido na Arábia Saudita.
Amarração do desenvolvimento do produto, desenho comercial e exportação
liderada pelo festejado e nascido Cassius Clay, 1942, e ora desaparecido sob o
nome muçulmano de Muhammad Ali. Aventura automobilística triangular, ligando
Curitiba, Pr, Brasil; Houston, Texas; e a Arábia Saudita.
Operação fugaz, mais lembrada pela confusão
iletrada.
Como
Lembrar-se-ão interessados na história dos
veículos, o Brasil sempre aplicou, sem imaginação, um cadeado aos portos,
inibindo importações, em especial de automóveis – a ideia vesga continua,
desprezando a competição do mercado e a competitividade nos custos. Tal muro
fez surgir fórmula de juntar carroceria de uma empresa; plataforma mecânica de
outra; e produto final como veículo especial, de nicho. A Puma era referência
neste caminho. Atrevida, exportou para os EUA, Europa, teve linha de montagem
na África do Sul, fez-se conhecida como produtora de esportivo charmoso e
barato. Mas na década de ’80 inviabilizou-se, saindo do negócio, cedendo o de
fazer, direitos e nome a empresa paranaense, a Araucária, conduzida por Rubens
Maluf. O corcoveio da economia nacional, os seguidos planos econômicos, o
governo Sarney à base do deixa rolar para o tempo decidir, levaram quase todos
os empreendedores ao fim. A Puma tomava este caminho triste.
Entretanto Kevin Haynes, seu representante nos EUA,
preocupado com o fenecer do negócio, era amigo do advogado de Muhammad Ali,
aposentado como pugilista vencedor, e interessado em aumentar sua renda. Com
alguns contatos montaram a fórmula: Ali viria ao Brasil; combinaria o negócio
com a Puma; criariam versão a partir do existente. Seria exportado aos EUA onde
receberia motor, transmissão e freios do Porsche 911 e, de lá, mandado à Arábia
Saudita.
O novo Puma teve sobrenome adicional: seria Puma
Al Fassi – de Muhammad Al Fassi, dito Sheik sem sê-lo, controvertido
bilionário marroco-saudita e destinatário final dos carros exportados,
administrador da fortuna do cunhado, o Príncipe Turkin bin Abdul Aziz, irmão do
Rei Saudita Fahd al Saud. E outro pedúnculo: by Mohammad Ali, aval
do pugilista com renome mundial.
Para frente
Felipe Nicoliello, editor do bom sítio Pumaclassic,
confirma a operação. Muçulmano Ali, então aos 45, veio ao Brasil com seu
advogado judeu Richard Hirschfield, um consultor de negócios, e um engenheiro
de automóveis. Parte legal, moldaram uma companhia, The Ali Vehicle
Industry, para formar joint venture com a fabricante do
Puma, a Araucária Veículos, e uma importadora dos EUA, a Inter American Ltd.
Quanto ao produto, em corrida de 21 dias grupo
decidiu e criou restrita pré série de duas unidades sobre o modelo P-018
conversível: desenhos, projetos, moldes, ferramentas, adaptações, foram
desenvolvidos e viabilizados para atender ao cliente capaz de garantir sua
sobrevivência econômica. Um recorde para pequena empresa em dificuldade.
Mudanças foram sutil alargamento na carroceria; para lamas frontais com faróis
retangulares, e na tampa traseira. Internamente re arranjo buscando mais
espaço; aposição de painéis de madeira para valorizá-lo.
Conta a paranaense Gazeta do Povo Ali
dispendeu o período em Curitiba, dando expediente na fábrica, sugestões,
acompanhando até exportá-las à Arabia Saudita.
A Araucária respirou esperança ante o traçado
inicial de vendas – entre 400 a 1440 unidades – para esse, faturamento de US$
36M, - US$ 25 mil/cada.
Para trás
O tempo drenou expectativas. Polêmico Mohammad Al
Fassi, residindo na Arábia Saudita, além de comportamento anti social, gastando
US$ 2M anuais apenas em roupas, sustentando uma assessoria com 75 pessoas,
cometeu a impropriedade de apoiar o ditador Sadam Hussein, sendo obrigado a
correr para os EUA com suas quatro mulheres, filhos e boa parte de bens móveis,
incluindo dois Boeing 707. Teve vida curta, morreu aos 50 anos, em 2002.
A tentativa de trabalhar para ganhar dinheiro
perdeu fôlego e interesse, e a desistência abalou o trêfego caixa da Araucária,
já penalizada pelo mercado ruim, descapitalizada pelos investimentos para
modificar o produto, no investir em estrutura e estoque para atender à
encomenda. Tropicou e foi comprada pelo fabricante de auto peças Nívio de Lima
transformando-a em Alfa Metais, reatando produção. Faleceu precocemente,
cessando a produção do Puma.
Com a mudança de vida de Mohammad Al Fassi, feneceu
o ponto terminal, Ali refluiu, incluindo outra vertente tentada, com a gaúcha
Aldo Auto Capas, fabricante do também pretensamente esportivo Miura.
Último
Da contida pré série, derradeira carroceria Puma Al
Fassi 003, então preparada por precaução, relata Nicoliello, ficou guardada de
1987 até 2009, quando Rubem Rossato, diretor da Araucária ao tempo do negócio
com Ali, decidiu completá-la. Com auxílio de ex-funcionários do projeto,
finalizaram-na, como foram as duas primeiras e exclusivas unidades exportadas
para a Arábia Saudita, transformando-a em raridade. Dos Al Fassi exportados,
supõe-se existir um remanescente.
Puma Al Fassi – aqui dito
Alface
Identificação
Interior refinado, com madeira
Roda-a-Roda
Aqui – Renault quer aproveitar surgimento de serviços de
transporte individual, como o Uber, para mostrar as vantagens do Logan – espaço
interno, resistência, baixa manutenção. Iniciará movimento em breve.
PSA – Carlos Tavares, número 1 da PSA – Peugeot, Citroën,
DS, disse a jornalistas argentinos lançar no Mercosul 17 novos produtos das
três marcas. DS é a marca de luxo e terá lojas no Brasil.
Lucros – E informou ter revertido a posição de
prejuízo, operando com lucro.
Atrativo – No pacote de incentivo às vendas de seu
utilitário esportivo F-Pace, Jaguar criou facilidades: recompra em 24 meses;
seguros a 3,88% do valor; pacote de revisões à base de R$ 1 mil/ano.
Dúvidas – Em recente e privada reunião Ford apresentou seu
novo motor 1,0 3-cilindros, turbo – o Ecoboost -, 125 cv e 173 Nm de torque,
mais potente 1,0 na área do Mercosul. Outros 1,0 Turbo, o Hyundai e VW fornecem
105 cv.
Equação - Entretanto não será nem o mais rápido ou
reativo. Ford diz, Fiesta acelera de 0 a 100 km/h em 9,6s. Apesar de menor
potência e torque, mais leve, o up! vai da imobilidade aos 100 km/h em 9,5s.
Comparativo – Apresentando seu picape S10, GM
fez comparação direta. Começou com o líder HI-LUX Toyota em filmagem de
capacidade de ultrapassagem realizada no autódromo Velo Citá em Mogi Guaçu.
Mais uma – Jaguar Land Rover ajustou data de inauguração de
fábrica em Itatiaia, RJ: 17, sexta. Não informou a extensão das intervenções
industriais. Fábrica pequena, dentro do programa Inovar-Auto, para 18 mil
unidades/ano.
Queda – Atualizando testes de impactos e danos a ocupantes,
LatinNCAP submeteu Kia Picanto e Peugeot 208. Kia em versão não vendida no
Brasil, sem almofadas de ar. Levou nota Zero. Peugeot 208, aqui feito, versão
básica, decresceu.
Economia - Em 2014 obteve 4 estrelas para proteção de
adultos e 3 para crianças. Novo teste incluiu impacto lateral e resultado
piorou pois as barras de proteção foram suprimidas. Entidade não governamental
quer padronização internacional dos itens de segurança para reduzir danos
físicos em batidas.
Láurea – Prêmio Consumidor Moderno indicou
Mercedes-Benz pelo 15o ano como melhor central de relacionamento com
cliente de automóveis. Para caminhões, sétima vez. Em 2016 inovou: diretores em
rodízio no telemarketing para ouvir clientes, projeto do presidente Philipp
Schiemer de integrar a empresa aos usuários.
Solução – Ante queda de vendas do mercado de carros
novos, CAOA, revendedora de Hyundai, Ford e Subaru, criou lojas para semi
novos. Goiânia, Campinas, S Paulo e pretensões de inaugurar mais 12 em 2016,
intenta superar 24 mil vendas. Diz garantir melhor preço, qualidade e
procedência.
Festa – Gostas do clima de convívio com
outros aficionados, e do friozinho colonial de Tiradentes em julho? Vá
ao XXIV Bikefest, 22 e 26 de junho. Aguardam-se 18 mil pessoas em torno de
motos clássicas e off road. Mais ? www.productioneventos.com.br
Antigos – Foi-se Jarbas Passarinho, coronel, ex-governador,
ministro, senador. Para antigomobilistas, figura importante. Ministro da
Justiça, entendeu impossibilidade de o Contran, Conselho Nacional de Trânsito,
criar o requerido conceito de Veículo de Coleção, avalizou-o ao
Presidente da República. Deu certo.
Estratégia – 18 e 19 de junho Porsche levará pela 3a
vez seu modelo 919 às 24 Horas de Le Mans, mais charmosa da provas de
resistência. Quer defender título de campeã, fazer pontos para o campeonato de
Endurance FIA.
Por dentro - Disputa de engenharia e pilotagem para
atingir resultado de marketing, tem ingrediente importante: planejamento.
Levantar cenários de disputa, resultados parciais e opções, paradas de
reabastecimento, volume, consumo, distâncias.
Gente – André Barros e Marcos Rozen, jornalistas, deixaram
a agência AutoData. OOOO
Competentes, premiados, Barros quer ficar no setor. Rozen, tocar seu MIAU,
digital Museu da Indústria Automobilística. OOOO Matheus Barral,
universitário, 19, premiado. OOOO Vencedor do Alan Mullaly
Liderança em Engenharia, certame internacional bancado pela Ford com o nome do
presidente que anteviu e criou solução para sobreviver à crise de 2009. OOOO Barral
levou US$ 10 mil para auxiliar seus estudos. OOOO Juan Carlos Rodrigues,
argentino, engenheiro agrônomo, reconhecido. OOOO Terceiro filho do
penta campeão Juan Manuel Fangio. OOOO Sentença judicial, por
recentes exames de DNA. OOOO Patrimônio material vem sendo reduzido
pelos sobrinhos, incluindo venda de veículos históricos. OOOO
sábado, 23 de abril de 2016
De carro por aí com Roberto Nasser
Etios 2017 e seu pacote quase
adequado
Toyota
deu um bom trato no Etios, produto de entrada no mercado. Ultrapassou mudanças
cosméticas e maquiagem para assinalar nova modelia ou criar ocasião para
divulgar o produto. Fez ação muito maior, a de elevar o Etios para ampliar a
fatia de clientes – e conquistar os em descenso pela situação econômica. A
estes migrantes, o atrativo de encontrar produto com bom recheio. Quer vender
mais ampliando a faixa de compradores. Tropeços com a série atual do Etios fez
a matriz perceber dificuldades na filial brasileira, desde definição do produto
até o relacionamento com a imprensa. Isto gerou silenciosa revolução, esvaziando
poderes de executivos, dispensa de outros, mudanças na diretoria. Cúpula da
empresa entende ter chegado ao piso ideal. Ainda faltam mudanças.
No
produto, intervenções amplas. Motores 1,3 e 1,5 litros agora nacionais,
Marcadores:
2017,
6 marchas,
Cadillac,
Coluna do Nasser,
Conectividade,
De Carro por Aí,
Etios,
Ford GT,
Mercedes,
Nasser,
Picape Jeep,
Rio,
Toyota,
WR-V
sexta-feira, 8 de abril de 2016
De carro por aí com Roberto Nasser
Novos Peugeot 208. Oportunidade e coragem
Festa e conteúdo para recomeçar. Peugeot resolveu
encarar imprevista queda de vendas – 50% maior à perda do mercado –, revendo
leque de produtos.
Em todos aplicou atualizações estéticas europeias;
a nova filosofia de ser os melhor equipados do segmento; e, na faixa superior,
criou duas versões. Uma, Sport, distinta por decoração, com mecânica conhecida,
motor 1,6, 16V e 122 cv. Outra, GT, superior, motor THP 1,6 turbo e 173 cv.
Direção oposta, primeiro degrau de vendas, centrou
esforços trocando motor 4 cilindros, 1,4 por um novo, o Puretech, 1,2, com 3 e
iniciais 90 cv – na Europa seu turbo faz iniciais 120 cv.
Diz, será o motor mais econômico do país, afirmação
a ser aferida ante o up! tsi e o novo Hyundai 1,0 turbo a ser lançado próxima
semana.
Coisa fácil
Como produto é fácil puxar o 208 a melhores vendas.
Basta fazer o interessado dirigi-lo. O automóvel, apesar de alguns juízos
desconsideráveis, tem o melhor comportamento de direção, suspensão e freios, e
é o mais agradável de condução de sua categoria. Quem gosta de dirigir, nele se
encontra. O GT promete exponenciar isto, com ótima relação entre a potência
gerada pelo motor e o peso do carro a deslocar, em comportamento remunerador
aos sentidos, acelerar de 0 aos 100 km/h em apenas 7,6s, com velocidade final
de 220 km/h reais – a álcool.
Complementa com detalhes visuais, mudança do
desenho da tomada de ar frontal, o espaço da antiga grade, e para choques,
rodas com 17” em alumínio polido, assinatura óptica por luzes diurnas em LED, e
novas e curiosas lanternas tripartidas traseiras. Dentro, inescapável couro
negro com pesponto vermelho. Central multimídia, com tela de 17,5 cm.
Para entregar melhor rendimento com o motor turbo, novos
ajustes de suspensão, pneus Michelin 204x45x17, com baixo atrito ao rolamento -
não é boa altura para convívio com os mal-educados e anti tecnológicos buracos
nacionais. E sistema ESP de controle de estabilidade, anti bloqueio,
assistência a frenagens de emergência, função antiderrapante, controle dinâmico
de estabilidade.
No outro extremo, versão de entrada aplica o novo
motor tri cilíndrico, 1,2, 90 cv, com modernidades, como abertura variável de
válvulas, pistões leves resfriados por jato de óleo. Usa câmbio mecânico com 5
velocidades.
Intermediária, o conhecido motor 1,6, 122 cv,
permite uso de transmissão automática com 4 velocidades – coisa antiga.
Na prática, três opções de motores, três de câmbio,
seis de decoração.
Quanto custa
|
Peugeot 208
|
|
|
Versões
|
R$
|
|
1.2 Active
1.2 Active Pack
1.2 Allure
1.6 Allure Auto
1.6 Sport
1.6 Griffe AT
1.6 THP GT
|
48.190
51.690 54.990 59.090 60.990 64.590 78.990 |
Novo Peugeot 208.
Atraente
Ford melhora Ranger mirando em Toyota Hilux
Semana
passada, quem viu TV em Buenos Aires, Ar, terá assistido anúncio simpático,
provocativo. Da Ford, com o novo picape Ranger 2017. Dizia, em resgate
histórico, Quando não havia picapes, nós
as inventamos. E ao final encerrava: Tudo
se pode superar.
Aos ligados
no mercado, verdadeira declaração. Anúncios bons são como música do Dorival
Caymi, texto do Rubem Braga, filme do John Ford: sem palavras vãs. E, aos
interessados, explicação era resposta aos anúncios dos picapes Toyota, também recém
lançados e superando em venda Fords na Argentina e no Brasil. Dizem eles, Só uma Hilux pode superar outra Hilux.
Foco
Aqui campanha
de anúncios pagos não começou, e para a imprensa, mídia sem custo, Ford dividiu
o lançamento. Alguns jornalistas uma semana antes, os restantes, nesta. Linha
2117 marca-se por seguir a Toyota: pequenas alterações estéticas, e maior
incremento em conteúdo da versão de topo, mais próximo do automóvel, mais
distante do veículo de carga.
Alteração –
leia atualização –, assistência hidráulica para direção trocada por elétrica –
não furta disposição do motor, nem cobra por isto. Itens de automóvel na superior
versão Limited – alarme de mudança de faixa e correção automática, piloto
automático, alerta de perigo de colisão, sete almofadas de ar, incluindo – para
os joelhos do motorista. Engates Isofix para cadeira de crianças, apoios de
cabeça e cintos com ancoragem de três pontos aos cinco ocupantes. E interior
com novo painel com similaridade ao sedã Fusion quanto aos instrumentos e tela
com 20 cm, no sistema Sync MyFordTouch. No caminho toyotista, rodas aro 18”em
liga leve, pneus ditos como ecológicos de menor consumo, e garantia de 5 anos.
Pelos
equipamentos eletrônicos, aparentemente a versão de topo não se destina a uso
em estrada de terra, costelas-de-vaca,
buracos, desníveis, imprevistos atemorizadores das frágeis ligações dos itens
eletrônicos.
Abertura de
leque a outros clientes, por maior rendimento ao motor diesel de entrada, 2,2
turbo, evoluindo de 150 cv e 375 Nm de torque, a 160 cv e 385 Nm. Muitas
opções: tração 4x2 ou 4x4 com redução, caixa mecânica ou automática com seis
velocidades. Cabine apenas dupla. Versão superior, motor maior, intocado, 3,2
turbo diesel, 200 cv e 490 Nm.
Não há mais
versões com motor Otto, gasálcool ou flex.
Quanto custa
Ampla gradação de preços. Abre na versão mais
simples, 2,2 tração traseira, câmbio mecânico, R$ 129.900. Versão de topo, mais
R$ 50 mil, motor 3,2, tração nas 4 rodas e reduzida, transmissão automática 6M.
Novidade maior do Ranger 2017 é versão 2.2 mais
palatável
Iniciativa do grupo
Reimpex, instalações em Luque, lindeira a Assunção, onde monta motos e
caminhões, desde início de abril abriga montagem dos pequenos automóveis J2 da
chinesa JAC Motors.
É o ex-quase, aqui indicado
pela representação local da JAC como sendo o futuro produto de fábrica não
erigida na Bahia, motor frontal, transversal, porém com três cilindros, 1,0
litro, 67 cv, e caixa de transmissão mecânica com 5 marchas. Direção assistida,
ar condicionado, duas almofadas de ar, vidros elétricos, fecham a aura chinesa
de carros bem equipados – e baratos.
Responsável pela operação,
titular do grupo, Jorge Samaniego, disse ao lançamento cumprir compromisso
assumido com Horácio Cartes, presidente da República, de ter fábrica de
automóveis equipados e acessíveis ao público. Paraguai, país de economia plana
e previsível, em três anos atraiu sensível quantidade de fábricas de autopeças
para lá produzir e exportar ao Brasil, gerando 6.000 empregos. Instalações
elétricas dos Volkswagen, por exemplo, são paraguaias.
Ter fábrica de automóveis,
mesmo com primária montagem de partes importadas, é fator de prestígio político
às autoridades e indicador econômico. Mercado local é pequeno, e os J2 inicialmente
nãoserão exportados aos colegas de Mercosul, pois não atinge o percentual de
regionalização.
Mercado pequeno, importa em
média 4.000 carros O Km/mês, e volume maior de carros usados, descartados
japoneses, europeus e norte-americanos, mandados ao Chile via Zona Franca de
Iquique, e de lá migrando ao Paraguai. Nos carros orientais magarefes mecânicos
operam, mudando para a esquerda os comandos originalmente à direita. Governo
quer apagar a exceção, fomentando compra de carro novo, gerando emprego e
impostos, em lugar dos estrangeiros barrados na inspeção veicular e mandados a
países pobres.
Estatal Banco Nacional de
Fomento abriu crédito a compradores, financiando preço final de 47.000.000
Guaranis – uns R$ 31.000 -, em 48 vezes de aproximados R$ 850, por automóvel licenciado,
segurado, e primeira prestação em maio.
Entusiasmado Samaniego
disse, JAC atesta sua empresa como a melhor extra China, e repetiu, como os
cartazes, ser o J2 el primer auto
paraguayo. (leia mais)
JAC J2, o primeiro paraguaio ? ..... Não.
Memória. Quem
diria, primeiro carro paraguaio era Alfa Romeo
Foi em 1967, governo do Marechal Stroessner (1954 -1989), a instalação
da primeira montagem de automóveis no Paraguai. Na mesma Luque, o piloto-industrial
ítalo-argentino Giuseppe Vianini, importador de Moto Guzzi para a Argentina,
implantou instalações para montar automóveis Alfa Romeo por sua IAPSA –
Industrias Automotoras de Paraguay SA.
Processo próximo ao praticado quase cinco décadas após pela Reimpex nos
JAC: recebia carroceria em partes, alinhava, gabaritava, soldava, pintava e
agregava mecânica, elétrica e decoração – desta, revestimento e bancos locais.
Boa gama – superior à do Brasil, de monoproduto superado, o FNM 2000, o JK,
licença Alfa Romeo, antigo Berlina 2.000 do fim dos anos ’50 -, fazia Berlinas
Giulia 1.300; 1600; e os então novos 1.750 e 2.000. GTVs e conversíveis, não.
Durou tempo indeterminado, entre dois e cinco anos e, por razões nunca
tornadas públicas – nem no livro de seu
filho Andrea sobre sua carreira de piloto -, a operação Alfa deu lugar a
uma Renault, montando-se R4.
IAPSA 2.000,
licença Alfa Romeo. Agora carro de coleção
Roda-a-Roda
Surpresa – Tesla Motors,
fabricante de carros elétricos nos EUA exibiu modelo 3. Menor ante o luxuoso S,
autonomia de 500 km, e a partir de US$ 35 mil. Surpreendentes 115 mil pedidos sinalizados
com US$ 1 mil no primeiro dia, para entrega em 2017. Carro rápido: 0 a 92 km/h
em 6s.
Razões – Porque vendem tanto ? São bonitos, performáticos e com grande autonomia.
Concorrentes não juntam as três características.
Mudança – Empresas Peugeot, Citroën e DS sob a marca
PSA, novas razão social e logo. Integra início do segundo ciclo da gestão de
Carlos Tavares. Primeiro, esforço de salvação, o Back in the Race. Agora, respirando, o tema é Push to Pass. Desnecessário dizer, corrida de automóveis é o
esporte do CEO.
Planos – Quer ser vista globalmente por eficiência
na produção de veículos e fiel fornecedor de serviços de mobilidade. Novo nome
é PSA Groupe. No logo feito em casa, fundo azul profundo simboliza sobriedade.
Nova logo PSA
Acelerador – Com pressa, Tavares surpreendeu acionistas:
anunciou planos de retorno aos EUA após 25 anos de saída traumática. Nada de
abrir distribuidora, mas devagar, com veículos para uso compartilhado. Segunda
etapa, com seus próprios produtos elétricos, como a linha DS.
Nada – Imprensa
veiculou ações da Fiat para produzir jipinho
– termo larga e erroneamente empregado para descrever SUV, SAV, crossover, versões aventureiras.
Verbete generoso e ocioso - a todos acolhe e a nenhum serve.
Perguntada, FCA negou. Diz, não terá concorrente ao primo Jeep Renegade.
Lá – Anunciou
investir US$ 500M atualizando mundialmente processo industrial da fábrica
argentina em Ferreyra. Fará o Projeto X6S, em alterada plataforma do Palio.
Substituto de Grand Siena e Linea e, em versão hatch, do Punto.
Mais – Motorização 4
cilindros: 1,8 EtorQ, 16 válvulas, 128 cv – menos ante versões hoje utilizadas
no Brasil -, e 1.3 GSE, 105 cv. Neste, transmissão mecânica 5 M. No 1,8
automática com meia dúzia.
Novo - GSE será primeiro desdobramento da família
a iniciar-se com o três cilindros 1.0. Diz-se, família GSE se curva às duas
válvulas por cilindro. 2017.
Dúvida - Jaguar Land
Rover na reta final para inaugurar fábrica em Itatiaia, RJ. Projeto de baixa
nacionalização, enquadrado no regime oficial Inovar-Auto. Enfrenta situação
política, retrato do momento.
E ? - Quem
convidar à inauguração, logo após o julgamento do Impeachment da Presidente
pela Câmara dos Deputados? Se
aprovado, ela se afasta e quem assumirá? O vice Temer? Eduardo Cunha, presidente
da Câmara? Renan Calheiros, do Senado, todos às voltas com questionamentos
judiciais?
E.2 ? - Espera clarear?
Convida apenas o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio? Inicia a
produção e faz festa posterior, com cenário menos turvo? Mico é explicar aos controladores
indianos e à gerência inglesa.
Flex – Mercedes marca produção nacional com motor flex
no modelo C 180. Tecnologia da marca, não alterou sistemas, nem ganhos em
torque e potência relativamente ao uso do gasálcool. C 180 vende 43% na classe.
Versões 200 e 250 mantém-se não-flex.
Mercado – Mitsubishi ASX
Oudoor em nova versão: 4x2 para reduzir preço e ampliar clientes. Bem dotado de
equipamentos, entre eixos grande, pneus mistos. Iniciais R$ 108 mil – iniciais,
pois hoje toda compra permite conversas.
Posição – Fechado primeiro
mês cheio de vendas, picape Toro é terceiro mais vendido, seguindo Strada e
Toyota HiLux. 3.080 unidades. Quer 4.000/mês
Mercado – Citroën cerca clientes com argumento importante:
serviço bom e barato. Recém lançado Novo
Aircross tem plano de manutenção à base de R$ 1 ao dia. As revisões, com
intervalo de 10.000 km, custam R$ 365,00 em 4x. Não é promoção, diz Dercyde
Gomes, novo diretor de pós venda.
Oscar – Fiat Toro ganhou o Red Dot Design Award, o Oscar do design. Equipe liderada pelo abrasileirado Peter Fassbender criou produto
adequado ao mercado e demandas dos consumidores. Design da FCA Brasil saiu da engenharia e se reporta a Stefan
Ketter, no. 1 continental e ao designer
chefe Ralph Gilles.
Registro – Keko Acessórios, do
interior do RS, festeja 30 anos de fundação. Case de sucesso, é líder em personalização automotiva, fornece a
nove montadoras, exporta a 40 países.
Elétrico – Correios testarão,
por três meses, furgão elétrico chinês BYD. Capaz a 800 kg, tocado por baterias
de lítio-fosfato de ferro, autonomia de 200 km, superior à média das entregas
postais.
Meta - Aferirá resultados
de custos no transporte de cartas e encomendas, e na difícil meta de reduzir,
até 2020, de 20% nas emissões poluentes.
Ação – Proteste,
Associação de Consumidores, e Consumers
International, reunindo consumidores de 140 países, levaram jornalistas ao
Autódromo de Interlagos para demonstrar eficiência do controle eletrônico de
estabilidade.
Pressão – Querem apoio
institucional para pressionar o Conselho Nacional de Trânsito, a antecipar ao
segundo semestre de 2017 a obrigatoriedade de veículos nacionais portarem tal
equipamento. Pelo Contran obrigação é 2022.
Passado – Scorro, uma das
pioneiras na produção de rodas em liga leve, fará série especial do modelo Cruz
de Malta, utilizada nos GM Opala dos anos ’70. Apenas 250 unidades. Sem outras
informações. Scorro não respondeu.
Cultura – Da Editora Alaúde
novo título histórico automobilístico: Austin-Healey, esportivo criado pelo engenheiro-piloto
Donald Healey e viabilizado industrialmente pela também inglesa Austin. Autoria
de Bill Piggott, advogado de texto fluído, 160 páginas, muitas informações. R$
82.
Livro sobre o mítico
Austin-Healey. Pela Alaúde
Clássicos – Projeto em curso com
fazer, quase à mão, nove unidades do Jaguar XKSS vendidas a US$ 1,5M cada, e do
acionista maior, indiano Ratan Tata colecionar provectos Rolls-Royces, Jaguar
Land Rover mudou nome do Heritage. Agora é Jaguar
Land Rover Classic.
Negócio – Ampliou espectro:
além de peças e conselhos, restauração. Segue caminho aberto pela Mercedes,
trilhado pela Ferrari.
Texto
sobre operação XKSS: http://www.autoentusiastas.com.br/2016/04/fenix-ingles-jaguar-xkss-ressurge-das-cinzas/
Gente – Paulo
Cézar da Silva Nunes, administrador, ascensão. OOOO Membro, agora preside Conselho de Administração da Marcopolo.
OOOO Mauro Bellini, ex, mantém-se na
companhia, na holding Davos e
presidirá o Conselho de Administração do Banco Moneo. OOOO Criação de Nissans na Argentina e Chile mudou estrutura da marca.
OOOO José Roman é novo VP da N-Latam;
Pós Venda com Daniel Pelayo; José Vendramini incorpora Qualidade ao Consumidor
e Expansão da rede; Hitoshi Mano, VP de manufatura Brasil, diretor de
Monozukuri - como chama o fazer carros. OOOO
Assinar:
Postagens (Atom)












