quinta-feira, 26 de maio de 2016

MOTORES



Alta Roda nº 890 — Fernando Calmon — 24/5/16

ESTATÍSTICAS FURADAS

No momento em que o Brasil se volta, finalmente, a investir em parcerias público-privadas para desatar o nó de uma infraestrutura de altíssima deficiência cabem analisar alguns aspectos. Nada menos de 80% das estradas brasileiras (cerca de 1,3 milhão de quilômetros no total) não são pavimentadas. Essa proporção só se encontra em países muito pobres.
Trata-se de referência bastante desfavorável para uma nação que tem a quarta a maior superfície terrestre contínua do planeta (quinta, com Alasca incluído como área descontínua dos EUA), a quinta população, um PIB que o coloca em sétimo (tendência de cair) e um mercado interno de veículos que já foi o quarto do mundo (hoje em sétimo e em queda). Nada justifica uma rede asfaltada tão ridiculamente baixa dentro do conceito “rodoviarista” de transporte de bens. Cerca de 60% das cargas viajam por caminhão e esse percentual não é muito acima de alguns países europeus e mesmo dos EUA.
Só mais recentemente se abriu a possibilidade de, além de conservação do piso, as concessionárias duplicarem as pistas e mesmo construir novas vias. Outra realidade é a incapacidade do Contran de controlar a frota real circulante. Se esse número fosse pelo menos próximo do real, os interessados em infraestrutura estariam em condições de estimar o crescimento do tráfego ao longo do tempo pois os contratos estabelecem, em geral, 30 ou mais anos de concessão.
Essa falha de planejamento ocorre por exigências exageradas para que motoristas deem baixa no veículo ao fim de sua vida. Então são abandonados nas ruas (há multa de R$ 16.000 na cidade de São Paulo, mas provavelmente ninguém a pagou até hoje), em galpões, deixados ao relento no campo ou mesmo jogados em rios e represas.
Saber, porém, quantos modelos, de que marca e tipo ainda circulam são tarefas essenciais para produção de componentes de reposição. Por isso tanto o Sindipeças quanto a Anfavea publicam estudos há mais de 10 anos. Em 2015, a primeira entidade estimou a frota brasileira (sem contar motos) em 42.587.250 unidades. A segunda chegou a números bem próximos. Algo como 35% abaixo do total divulgado pelo Contran e Detrans. Refletem apenas emplacamentos originais (via Renavam) e um número quase irrelevante de baixas espontâneas de registros: apenas 1,8 milhão de unidades entre 1990 e 2015. A maioria, certamente, de seguradoras com PT (perda total) em acidentes.
Agora uma terceira fonte também estuda a frota. A filial brasileira da consultoria Jato desenvolveu processo para cálculo de veículos em circulação dividindo o mercado em 15 segmentos e analisando, caso a caso, cada um deles. Estabeleceu curvas específicas de descarte de produtos por impossibilidade mecânica de rodar ou consertar, roubos (com desmanches) e PT. A empresa estima, em 2014, 38.564.843 veículos, uns 9% abaixo das referências Sindipeças e Anfavea.
Em razão dos maus resultados de vendas desde 2015 é provável a frota brasileira real diminuir, pois entrariam no mercado menos carros e veículos pesados do que os que deixam de circular. As futuras concessionárias de estradas que fiquem de olhos abertos.

RODA VIVA

NISSAN deu boa arrumada no meio ciclo de vida do Sentra 2017. Frente modernizada e adição de itens de conforto e conveniência já na versão de entrada somam-se a comando elétrico no banco de motorista e alto-falantes Bose. Agora deixou de existir câmbio manual: todos têm o automático CVT. Melhorou economia de combustível e a 120 km/h motor sussurra a 2.000 rpm.
QUANDO se exige mais do acelerador, mesmo na posição “L” do CVT, resposta é um pouco lenta: rotação de torque máximo (20 kgfm) fica apenas 300 rpm abaixo da de potência máxima (140 cv, pouco para um 2-litros aspirado). Turbo seria ideal. Os preços aumentaram 7%, justificados por mais equipamentos, e são competitivos: R$ 79.990 a R$ 95.990.
SOFISTICAÇÃO e equipamentos exclusivos estão no novo BMW 740 Li M Sport, sedã de alta gama e referencial da marca alemã. Pretende vender até 100 unidades/ano ao preço único de R$ 709.950. Nível de conforto para o passageiro do lado direito do banco traseiro é ímpar. Alguns itens, de tão avançados, exigem homologação específica no Brasil e não vêm agora.
VOYAGE 2017 não arrancou tão bem como o Gol em vendas. Mas a repaginada na parte frontal e o novo painel interno (laterais continuam iguais e também a parte traseira do sedã compacto) podem lhe dar mais fôlego. Impressiona bem o desempenho do motor 3-cilindros/1 litro. No uso em cidade o deixa bem próximo ao 4-cilindros e com vantagem em economia.
OBSTÁCULOS no asfalto para sinalizar vias, como os temidos tachões ou “tartarugas” e mesmo inocentes “sonorizadores”, estão proibidos por resolução do Contran desde 2009. Mas, ainda se podem ver nas cidades e estradas em desacordo com a lei. Afora os danos em pneus e suspensões dos veículos, essas protuberâncias são muitas vezes causas de acidentes e danos no asfalto.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


terça-feira, 24 de maio de 2016

"DE CARRO POR AÍ





Coluna 2116    18.Maio.2016                                 edita@rnasser.com.br       
O que ? Quid, aliás Kwid
Renault e sua aliada Nissan sugerem estar inspiradas em criadores de animais, batizando cada geração ou família com letra inicial comum. Na Nissan próximo SAV, moda mundial, será o Kicks, trocadilho com o significado inglês deRápido. Na Renault, de raízes latinas, Kwid. Sonoramente Quid é O Que em latim.
Em exíguo comunicado a Renault confirmou o sabido aos do ramo: o pequeno SAV – Sport Athletic Vehicle -, virá. Acróstico indica ser veículo para aventuras urbanas, com jeito de utilitário e implícita posição superior de dirigir, tão ao agrado dos compradores atuais – e tração em apenas um eixo.
Renault utilizou como referência o parente do Kwid, em produção e vendas iniciais pela marca na Índia. Produto nacional terá parte da essência e da morfologia, entretanto com muitas diferenças. Primeira, por enquadramento legal, portará almofadas de ar e freios com ABS. Depois, por características de uso, e submissão a regras bio dinâmicas, sofrerá sensível aposição de reforços estruturais para resistir às tentativas de deformações impostas pelos buracos nacionais, e aos testes de impacto, como o consumo oficial, crescente argumento de vendas. Terceiro, motor será maior e, nas mudanças, o tanque de combustível com maior capacidade – e autonomia. No carro indiano, 28 litros. Aqui, entre 45 e 50. E, justificativa maior, Renault criou área de engenharia e pesquisa na América do Sul: 1050 engenheiros distribuídos entre Brasil, Argentina, Chile e Colômbia para fazer adequações aos meio ambiente e consumidores da região. 
Na prática
Deve-se imaginar o Kwid a ser feito no Brasil seja uns 200 quilos mais pesado sobre a versão de origem, cujo mercado dispensa testes de impacto, almofadas de ar, e ABS nos freios. Aqui, reforços, equipamentos, acessórios, tanque de combustível e motor maior serão mandatórios e autores do ganho de peso, imaginando-se tê-lo em condições de marcha, com 800 kg. Na Índia 600 kg. Lá concorre com o VW up!:

                     VW up!
Renault Kwid
Comprimento
3,605m
3,679m
Largura
1,645m
1,579m
Altura
1,504m
1,478m
Entre eixos
2,421m
2,422m
Peso
médios   900 kg
projetados   800 kg




Motor será novo. Indiano se desloca com 800 cm3 de cilindrada. Aqui as distâncias continentais e os compradores exigem maior rendimento. Assim, por razões fiscais, arranhará os 1.000 cm3 deslocados em três cilindros, duplo comando com 12 válvulas, bloco, carter e cabeçote em alumínio.
Diferenças
Fonte acreditada diz, apesar de ser produto da Aliança Renault-Nissan, nada aproveita ao recém apresentado Nissan Kicks. A plataforma é de nova geração, e o motor, dito SCe, de projeto posterior ao trazido do México para o Nissan.
Projeto mais recente, apesar de genericamente assemelhados em material, número de cilindros e deslocamento, sendo geração mais evoluída deve oferecer mais potência, torque e menor consumo relativamente ao motor 1.0 aqui aplicados nos Nissan March e Versa, com 77 cv e 10 m.kgf de torque.
Novidade no cenário, aclarado pela mesma fonte, respeita à motorização: serão Renault. Marca irá substituir os atuais motores 1,0 e 1,6 por outros de tecnologia atualizada, e desta forma, quando a Nissan iniciar produzir o Kicks brasileiro trocará os motores pelos novos Renault. Ossatura mecânica quase padrão: suspensão frontal Mc Pherson, traseira por eixo torcional; câmbio mecânico de 5 velocidades. Freios a discos frontais e por tambor no eixo posterior.
Lançamento sem pressa. Apresentação no Salão do Automóvel, 10 a 20.novembro, e expectativa de vende-lo sob pressão de demanda para garantir volume e fluxo de vendas como o principal produto da empresa – hoje é o Sandero. Com a mudança de Governo, há esperanças de estabilização, e consequentemente a confiança fará crescer vendas. Resultados inicialmente mensuráveis pelas medidas para acertar a economia, daqui a uns 60 dias.
Dúvida a ser respondida pelo mercado é o convívio entre Kwid e Clio, o mais barato dos Renault, dependerá de preço. Não haverá disputa de espaço industrial. O Clio é feito na Argentina e o Kwid será paranaense.
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 Renault Kwid indiano. Aqui, mudanças e novo motor mais forte
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De novo, Araxá, o pico do antigomobilismo
Próximo e longo final de semana, dias 25 a 29, incluindo o feriado de Corpus Christi, o XXII Encontro Nacional de Automóveis Antigos na estância termal de Araxá, Triângulo Mineiro. A disposição dos veículos à frente do monumental Grande Hotel é espetáculo cênico.
Mais refinado destes eventos, marca-se pela qualidade e raridade dos veículos expostos. Dentre as atrações do evento, alguns automóveis pouco conhecidos, como o anteriormente desaparecido e ora restaurado Packard com carroceria especial da francesa Sautchik produzido em 1931; raro e extenso Lincoln Coupé com motor V 12, carroceria especial Le Baron, de 1936; raridade dentre os Rolls-Royce, Phanton V de 1965 do colecionador de Mercedes Nelson Rigotto, e ampla coleção de Porsches do paulista Sérgio Magalhães, com ênfase nos modelos 356; e grupo de Alfas comandado pelo Alfa Romeo Club/MG, e no grupo duas estrelas raras, os modelos 33 e Alfetta.
Insólito, o único exemplar no Brasil de Vanden Plas – a grosso modo dito o Rolls-Royce da Jaguar. Marca é paralela à Daimler (a da Jaguar, não a ligada à Mercedes-Benz) e se distingue pelos refinamentos mecânicos, como a suspensão hidro pneumática, e de decoração. Epicurismo vai ao ponto de mãos e braços dos usuários não tocar em plástico ou vinil, mas apenas em madeira raiz de nogueira e couro Connolly. Este, considerado o mais fino do mundo, provém de gado suíço Fleckvieh, criado especialmente para fornecê-lo. Tapetes em pelos longos de carneiro, e bancos em forma de poltrona para quatro ocupantes.
Atração paralela, a ser apresentado como Barn Find, termo universal para carros encontrados em galpão. No caso, um Lancia Asturia, do pós II Guerra, resgatado à coleção do pioneiro antigomobilista Angelo Bonomi, e levado pelos paulistanos irmãos Marx, agitados no meio. Maurício, um dos Marx, pilotará a parte histórica do leilão.
Otávio Carvalho, um dos organizadores, acredita, a importância do evento releva a crise de imobilidade do país. Informação se baseia no fato de 10 dias antes do evento, 300 veículos ter sido inscritos. A capacidade, sempre selecionando os melhores, é pouco superior a este número.
Neste ano a Mercedes-Benz será co patrocinadora, projetando-se um núcleo de estelar – sem trocadilho - qualidade a representantes da marca.
E sorteio de passagem aos expositores para ida à Autoclasica, Buenos Aires, outubro, maior evento do segmento na América do Sul.
No evento, feira de peças e acessórios, e o único leilão de veículos antigos
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 O pouco – ou desconhecido - Vanden Plas
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Roda-a-Roda
Fila – Abriu-se lista de encomendas para o novo Giulia, da ressurgente Alfa Romeo. Principia com a First Edition, assim rotulada para dar mais charme à novidade. Versões Giulia, Super, Business, Business Sport e a Quadrifoglio, com mais de 500 cv. Tema, a emoção volta à estradaE vero. Sem previsão de vinda ao Brasil.
Bom gosto – Início da aragem de abertura em Cuba permitiu feito importante para a Mercedes-Benz. Delegação comercial foi à ilha e vendeu 199 unidades de automóveis da marca: 135 Classe C 200 e 64 Classe E 200 CGI, nova geração lá estreando. Serão utilizados em turismo e locação.
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-  O boxer Subaru
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Cinquentão – Motor boxer da Subaru festeja 50 anos de produção. Bom em potência, torque, consumo e equilíbrio, colocação baixa, alinha o virabrequim com o eixo de engrenagens da caixa de marchas e, com a tração nas quatro rodas, distribuindo forças igualmente, tem resultado de excepcional estabilidade, equilíbrio e reduzido gastos em pneus.
Mais – Atualmente a configuração Boxer, de cilindros horizontais e contrapostos, é utilizada apenas por Porsche e Subaru. Dela é o único diesel Boxer. A corporação Fuji, de amplo espectro, produzindo de navios a aviões, adotará o nome Subaru, de expressão mundial.
Ocasião – Única dentre as dezenas de marcas de veículos operando no Brasil a se manifestar saudando o novo governo federal foi a Kia – a importadora de maiores perdas volumétricas no mercado.
Na veia - Domingo passado, anúncio de página dupla nos jornais paulistanos – com certeza lidos pelo Presidente Temer – e página inteira nos das maiores capitais. Mensagem no tema do discurso de posse: trabalho. Kia e importadores precisam abrir necessário e democrático canal de diálogo com o governo.
Foco – Governos anteriores tinham muita intimidade com a CAOA Montadora, vendedora de Hyundais, concorrentes diretos da Kia. Assim não havia diálogo e a imposição do programa Inovar-Auto segregou os carros importados e não os utilizou como parâmetro de conteúdo e preço para o consumidor.
Dança – A intimidade entre os ex ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel e Mauro Borges com a CAOA Montadora, é descrita pela Operação Acrônimo, e dentre os acusados, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, o dr CAOA, dono do negócio, e Antônio Maciel Neto, presidente.
Ciclo – Passou o general Adelbert de Queiroz, 93. Ex-diretor da Mercedes, e último remanescente da pioneira turma de engenheiros automobilísticos formados pela ETE, a Escola Técnica do Exército, no distante 1955.
Insólito -Incrível iniciativa, formar engenheiros de automóveis em país onde meia dúzia de empresas apenas agregava partes importadas das matrizes. Coisas do Brasil, um sonho para o futuro.
Importância – Entretanto, com a chegada da indústria automobilística, quase todos os formandos foram contratados como interface com gentes com outras formações e informações, necessitados de conhecimento do tema, e da ordem dos fundamentos militares.
Desafio - Fazer o correto, a tempo, dar exemplo e colocar ordem na multi variada feição da mão de obra sem vivência ou experiência, integram o desafio de construir carros sem existir auto peças. Mais, ajudar viabilizar o sonho nacionalista de implantar a indústria da mobilidade no país.
Nacionalidade – Todas as fabricantes tinham um engenheiro militar da ETE, de fundamental importância no desenvolver fornecedores, ante a dificuldade monumental de cumprir índices de nacionalização em apenas três anos.
Base – Muitas pequenas oficinas e fundições receberam visão de negócios, orientações técnicas, funcionais, de lay out operacional para dar um salto: deixar, por exemplo, de ser torneiro para ser fornecedor de auto peças.
Queiroz – Foi contratado pela Mercedes nos primeiros anos e, com a Revolução em 1964, quase todos os ex-ETE se transformaram em diretores, ampliando funções para incluir o relacionamento com os colegas militares exercendo comando, burocracia do país, e falando verde-oliva.
Aula – Casual, didático, Luiz Alberto Veiga, 63, diretor de Design da Volkswagen falou a lotado e atento auditório no II Mopar, encontro de Dodges em Brasília, último final de semana. Contou casos, exibiu propostas de modelos nunca adotados, mostrou exemplos e tirou numerosas dúvidas. Larga experiência em Chrysler, VW Caminhões e de automóveis, falou por duas horas, instruiu e fez amigos.
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Legenda 04: Veiga, designer
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Fé – Nem a chuva, responsável por duas transferências de data, inibiu participantes e visitantes à Expo Auto Argentino, Moreno, beiradas de Buenos Aires, domingo passado.
Encontro – É para festejar e manter vivo o orgulho pelos veículos argentinos, e neste ano comemorava meio século do Ika Torino, melhor carro do continente à época – e assim eleito na exposição, em votação popular. Foco cultural, educativo, cresce de importância a cada ano.
Gente – Richard Christian Schwarzwald, 47, carioca, engenheiro, novo diretor de qualidade da FCA – Fiat Chrysler Automobile América Latina. OOOO Larga experiência no Brasil, na Fiat SpA e amizade com o CEO da empresa. OOOO Trabalharam juntos na VW do Brasil na fase Demel e na Fiat Itália.   OOOO Fama de detalhista o precede. OOOO Rodrigo Borer, CEO do Buscapé, sítio de comparação de preços, mudança. OOOO Idêntica função no Webmotors, maior sítio de classificados de veículos do país. OOOO
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Actros, o caminhão-do-patrão,
Melhor dotado em evolução, tecnologia e confortos, o Actros é chamado Caminhão-do-Patrão, um reconhecimento não apenas às suas características e conteúdo, mas ao fato de as grandes transportadoras nacionais terem começado e crescido com motoristas que se tornaram empresários. Bem dotado, o Actros é para condutores no topo da escala profissional.
Habilidades tem ganho novos operadores, e sua característica de ambientar-se às estradas permite uso em asfalto e nas vias de terra do agro negócio.
Transportadoras de referencia, como a Budel Transportes, Grupo Cereal e Lontano Transportes, passaram a utilizar o extra pesado em versão 2651, no topo da linha de produtos Mercedes-Benz, todas ligadas ao agro negócio, onde se demanda estiradas de grandes distâncias, oferecendo excelente desempenho e produtividade, aliado a elevado conforto e segurança para o motorista.
Roberto Leoncini, Vice Presidente de Vendas, trata o Actros como Gigante de Tecnologia, e explica, “o Actros foi desenvolvido para enfrentar as características das estradas brasileiras e atender ao atual perfil do transporte, o mais preparado para enfrentar qualquer percurso”. Philipp Schiemer, presidente da Mercedes no Brasil e CEO para a América Latina, conduzindo a companhia com forte dedicação a alterar os produtos a partir da indicação dos clientes, sintetiza as boas vendas em meio à pior crise já vista no setor: “As estradas falam, a Mercedes-Benz ouve.“
Clientes Budel, Cereal e Lontano veem características comuns: confiança na marca; robustez e conforto; tecnologia; redução de consumo.
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 Tecnologia, conforto, economia e habilidades de andar em estradas variadas incentivam as vendas do Actros.
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quinta-feira, 19 de maio de 2016

Cursos Gratuitos de Pilotagem Avançada de Moto

logos ficha inscricao

Piracicaba será a primeira cidade a receber os Cursos de Pilotagem gratuitos
A Prefeitura de Piracicaba, por meio da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes – Semuttran, com o apoio daFundação Municipal de Ensino e da Aversa Motos, realizarão, em conjunto com o Centro de Treinamento de Pilotos Suzane Carvalho, uma Palestra Motivacional para 250 pessoas e dois Cursos Avançados de Pilotagem de Moto para 40 motociclistas, cada. Todos gratuitos para os pilotos desta região do interior de São Paulo. Ao final de cada evento, ainda serão sorteados capacetes, oferecidos pela Aversa Motos.
O objetivo do evento é proporcionar maior conhecimento e prática para quem pilota motocicletas, dentro das inúmeras campanhas de conscientização já realizadas pela Semuttran.
O prefeito Gabriel Ferrato destaca a importância da prevenção e orientação: “Nosso governo tem trabalhado para tornar a cidade de Piracicaba mais humana, com mais segurança para pedestres e maior conforto para motoristas e motociclistas, por meio de ações de orientação que conscientizem a importância de dirigir defensivamente.”
Campanhas de conscientização, juntamente com engenharia e fiscalização, têm trazido grande diminuição no índice de acidentes de trânsito na malha viária urbana de Piracicaba”, comenta o secretário da Semuttran Jorge Akira. “Com o trabalho que fazemos com os motociclistas, mesmo com o aumento da frota, houve uma redução de 8% no índice de acidentes”.
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A Aversa Motos, concessionária Honda da cidade, tem um programa de prevenção de acidentes de trânsito e ministra, através do instrutor João Mário, ao menos duas palestras por mês. Seu diretor, Agnaldo Lopes, disse que o importante não é somente vender as motocicletas, mas zelar pelos motociclistas.
A palestra e os cursos serão ministrados pela piloto Bi-Campeã Brasileira de Motovelocidade Suzane Carvalho, que é motociclista há 41 anos e jornalista especializada em duas rodas. “Meu objetivo é passar adiante o conhecimento e a experiência de pilotagem. O curso é importante mesmo para motociclistas experientes, pois a prática focada nas técnicas é que fará com que se evite um acidente em um momento de emergência. Até eu, aproveito os cursos dos colegas, para praticar.”
Sobre o Projeto dos Cursos Gratuitos de Pilotagem Avançada de Motos em cidades do interior do país, que está desenvolvendo junto às Prefeituras, declarou: “Fiquei feliz em saber que Piracicaba se preocupa com o trânsito e com os motociclistas. Que a cidade seja exemplo para que as outras prefeituras também abracem nosso projeto. Amo motocicleta e precisamos acabar com a imagem de que é perigosa. Com consciência e técnica, é um veículo que traz prazer e melhora a mobilidade".
O objetivo é que cada participante seja um disseminador das técnicas e da conscientização de que o trânsito é um lugar para ser compartilhado, e não disputado.
Ao todos, serão 330 contemplados: 250 com a palestra e 80 com os cursos práticos.
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O evento acontecerá nas dependências da Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba e tem o apoio institucional da ABRACICLO – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares.
A palestra será aberta a todos, motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. Para participar do curso prático é preciso ter a motocicleta e equipamento pessoal de segurança completo: capacete (com fivela), jaqueta (de preferência com proteções), calça comprida (de preferência com proteções), luvas, sapato fechado (de preferência sem cadarços).
Todos os estilos de motocicleta, de qualquer cilindrada, são aceitas.
Não habilitados são aceitos, contando que comprovem larga experiência em pilotagem (caso de pilotos de competição, menores de idade).
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PALESTRASEXTA-FEIRA, 03 de junho
Horário: 20:00 às 21:50 hs
Local: ANFITEATRO DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ENSINO
         AV. MONSENHOR MARTINHO SALGOT, 560
AULAS PRÁTICAS E TEÓRICAS:SÁBADO E DOMINGO, DIAS 04 e 05 de junho
Horário: 8:00 às 17:00 hs
Local: ESTACIONAMENTO DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ENSINO
TURMAS DE 40 ALUNOS POR DIA
Inscrições: AVERSA MOTOS – Av. Comendador Luciano Guidottin° 1.439.   Tel - (19) 3401-2222
REALIZAÇÃO – PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRACICABA
APOIO – FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE ENSINO DE PIRACICABA / AVERSA MOTOS
Sobre a piloto Suzane Carvalho
Campeã Brasileira de Kart, Campeã Brasileira e Sul Americana de Fórmula 3, Bi-Campeã Brasileira da Copa Honda CBR 500R, única brasileira a ter tido convites para correr na Fórmula 1, correu na Indy Lights, México, Estados Unidos, Itália, Inglaterra, Argentina e Uruguai. Entrou para o Guinness Book e para a Enciclopédia Barsa como a primeira e única mulher no mundo a conquistar títulos na Förmula 3. É proprietária e Diretora Técnica do Centro de Treinamento de Pilotos Suzane Carvalho.
Site: http://suzane.com

Sobre o Centro de Treinamento de Pilotos Suzane Carvalho
Fundado em 2003 pela piloto campeã em diversas categorias do Automobilismo e Motociclismo Suzane Carvalho, o CTPSC atua em todo o país e atende crianças a partir de quatro anos de idade até motoristas profissionais, oferecendo cursos práticos focados na segurança do trânsito. O Centro também ministra cursos de Pilotagem de Competição em Kart, carros do tipo Turismo e Fórmula, além de dedicar parte de seu calendário aos cursos práticos e palestras sobre Direção Defensiva, tanto para carros quanto para motocicletas.
Site: http://CentroDePilotos.com.br
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