terça-feira, 5 de maio de 2015

KEN BLOVK EM SAN FRANCISCO


Quatro dias em San Francisco brincando nas suas famosas ladeiras e no porto. Como será que conseguiram esvaziar as rusas assim? Atente para a aparição rápida de Travis Pastrana na moto.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

YENKO CORVAIR BY LENO

Uma versão muito especial do carro que Ed Cole bolou quando era chefe da Chevrolet, depois de ter feto o V8 Small Block há 60,anos. Era um flat six  preparado por Don  Yenko ma Flórida com quatro carburadores, comando bravo, 190 CV com mais freios e suspensão reforçados como ele fez com o Camaro e vários outros Chevies. Preste atenção ao som .

MG´S IN EXTREMIS



sábado, 2 de maio de 2015

HONDA CB 750 CAFE RACER

Uma das derradeiraas versões da cb750 é esta F2R dos anos 8- e poucos, montada no mais puro etilo cafe racer por uma preparadora de Londres, a DeBolex. Equipada  com uma frente de Yamaha FZR invertida e despida de qualquer peso desnecessário, a CB racer teve até a bateria minimizada e o filtro de ar gigante para abafar o ruido de indução foi trocado por outros mais leves e menores. Pneus Dunlop Sportmax para andar na chuva inglesa, um guidon Manx e um tanque de CB650 e completou-se uma moto que não engana ninguém: é para acelerar mesmo...







OPINIÃO COM BORIS FELDMAN

OPINIÃO DE BORIS FELDMAN

por Boris Feldman - 02/05/2015
boris

 

Mehr Licht…


Alguém é capaz de explicar o que vem a ser uma “recomendação”, como a que existe no nosso código de trânsito?

DRL
Luzes de uso diurno mesmo com faróis desligados (foto benzworld.org)

Estas foram (ou devem ter sido…) as últimas palavras do famoso poeta alemão Johann Goethe, que significam “Mais Luz” em português. Ele clamava, no leito de morte, que o homem tivesse sua alma mais iluminada….
“Mais luz” é o que pedem também, em outro contexto, especialistas de segurança veicular. E defendem que no Brasil seja exigida a obrigatoriedade dos faróis nas rodovias durante o dia.
Nosso código de trânsito menciona o assunto de forma muito simplória, ao “recomendar”, ao invés de exigir a utilização dos faróis baixos durante o dia nas rodovias. Dá para entender uma legislação que “recomende” alguma coisa? Ou é lei e o motorista tem que respeitá-la para evitar multa e pontos no prontuário, ou não existe a obrigação…
Enquanto o Brasil discute esta obrigatoriedade, no Canadá e em países escandinavos (onde a visibilidade diurna é precária em alguns períodos do ano), as autoridades de trânsito confirmam a redução de acidentes rodoviários depois que se estabeleceu esta exigência. E explicam que, com as luzes acesas, o automóvel é percebido com maior antecedência por outros motoristas e pedestres.
Implementada inicialmente em países de precária iluminação natural, a exigência se estendeu para vários outros. Porém, no Brasil, ela se restringe aos automóveis nos túneis e aos ônibus quando trafegam em faixas próprias. Motos e ciclomotores são obrigados a circular com faróis acesos à luz do dia.
Segundo a NHTSA, instituto de segurança rodoviária nos EUA, faróis ligados durante o dia reduziram em 5% os acidentes entre automóveis.
Já se tentou estabelecer mesma exigência no Brasil, com projetos de lei em níveis federal e estadual. Mas há argumentos contrários, entre eles o do aumento do consumo de combustível e de emissão de gases. São projetos mais antigos que erraram ao propor “faróis baixos acesos durante o dia”, pois já se desenvolveu um controle automático de iluminação para acionar outro tipo de faróis durante o dia, além dos baixos e altos. É chamado DRL, iniciais de Daytime Running Light, ou seja, luzes acesas de dia. Funciona com lâmpadas tipo LED, pode ter seu brilho regulado de acordo com a intensidade da luz natural e o consumo de energia é mínimo, bem menor que o dos faróis altos ou baixos. Nos EUA, foram questionados outros pontos como o estresse gerado nos motoristas pela agressão da luz artificial sobreposta à do sol, a visibilidade prejudicada de outras luzes, como as direcionais (setas), a percepção de distância e o estímulo ao motorista desprezar os faróis principais à noite, entre outros.
No Brasil, um projeto de lei foi encaminhado no ano passado à Câmara e aprovado por unanimidade pela Comissão de Viação e Transportes. Mas já existe outro contra a medida, sob a alegação de “alterar os elementos naturais de percepção e de poder desencadear situações de stress no condutor”.
Legislação estadual com esta exigência foi aprovada em alguns estados brasileiros como o Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais. Mas se questiona a validade jurídica de ela se sobrepor à competência federal e só se tornou obrigatória de fato no Rio Grande do Sul.
Apesar de correntes contrárias, as estatísticas são objetivas e não deixam margem a dúvidas: faróis acesos durante o dia nas rodovias reduzem o índice de acidentes e já passou da hora de uma legislação federal exigir que os automóveis sejam equipados com o DRL no Brasil.
BF

SENNA, A CARREIRA

Todos os grandes momentos da carreira que só durou dez anos: o GP de Portugal, o GP do Japão na chuva...amanhã tem o meu momento inesquecivel Senna.





sexta-feira, 1 de maio de 2015

ALTA RODA COM FENANDO CALMON



Alta Roda nº 834 — Fernando Calmon — 28/4/15





TENTATIVA VÁLIDA






Com a perspectiva de aprofundamento da crise de vendas neste ano, várias ações criativas estão em curso. Todo o elenco de estratégias – desde a “troca com troco” até os intermináveis feirões – foi sacado numa tentativa de animar o comprador a entrar na loja e sair com um carro zero-quilômetro.
Apenas o mercado de veículos usados conseguiu uma reação – previsível – depois de anos de apatia e queda de preços. Há clara tendência de valorização do usado e movimentação de trocar um modelo mais antigo por um menos antigo ou mesmo seminovo (até cinco anos de fabricação pelo entendimento geral). A maioria das concessionárias vem tomando ações proativas para ter mais relevância neste mercado. Em suas entrevistas coletivas mensais a Anfavea tem citado com frequência as estatísticas da Fenauto, associação dos lojistas independentes que tem forte presença na compra e venda de veículos usados inclusive na formação de preços.
Agora as atenções se voltam ao consórcio, por duplo motivo: oferta menor (e a juros maiores) de crédito e estoque de cotas contempladas que não se transformaram em vendas efetivas. A indústria automobilística sempre viu com bons olhos o crescimento desta modalidade ao garantir uma demanda fixa por seus produtos. Segundo a Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), o número de consorciados aumentou 8% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado.
Embora não existam estatísticas precisas – só o Banco Central tem controle efetivo sobre cartas de crédito em circulação –, o sistema de consórcio responde em média por 10% das vendas de veículos leves, podendo dobrar essa participação em períodos de crise como o de hoje. A situação atual está mais delicada porque 8% dos três milhões de consorciados de veículos leves e pesados (sem contar motocicletas) foram contemplados em sorteio e decidiram não usar o seu crédito. São 240.000 compradores que simplesmente preferiram sentar em cima do dinheiro (que continua aplicado pelas administradoras) e não adquirir nenhum veículo.
Esse cenário motivou Anfavea, Fenabrave e Abac a lançarem, em conjunto, uma promoção, inicialmente por 45 dias, para tentar convencer as pessoas a usar imediatamente suas cartas de crédito. Sempre há um percentual de compradores que adiam compras por motivos variados, como aguardar um lançamento, mudança de ano de fabricação e até a contemplação por sorteio antes do período planejado. De início, 16 fabricantes aderiram e prometem oferecer condições especiais (descontos e opcionais e IPVA grátis).
Todos os tipos de ações promocionais são válidos, mas essa em especial talvez obtenha alcance limitado. O contemplado pode simplesmente estar se sentido inseguro em retirar o carro no momento em que a falta de confiança permeia a economia brasileira. Afinal, tem de enfrentar despesas correntes de uso (combustível, manutenção, impostos, estacionamento, multas injustas), além de se sentir perseguido só por usar um automóvel.
A Abac afirma que os 8% de contemplados sem uso imediato do seu crédito estão dentro da média histórica. Se for isso mesmo, poucos estariam à espera de dias melhores para efetuar sua compra, o que não parece refletir a realidade atual.

RODA VIVA

DECISÃO pragmática e elogiável do governo, publicada em 26 de março, estimulará adoção de novos recursos para aumentar eficiência energética (economia de combustível) dentro do programa Inovar-Auto. Estão contemplados sistema desliga-liga o motor de forma automática, monitor de pressão dos pneus, indicador de troca de marcha e ajuste aerodinâmico de grades frontais.
SUZUKI S-Cross é novo contendor interessante na faixa de SUVs e crossover compactos que oferece, além de bom acabamento, a racionalidade de aliar um motor de 1,6L/120 cv a peso contido (1.125 kg com câmbio automático CVT). Oferece versões 4x2 e 4x4 (com controle eletrônico sofisticado), além de porta-malas de 440 litros. Preço começa em R$ 74.900 e vai a R$ 105.900.
TOUAREG na versão de topo agora inclui acabamentos antes cobrados à parte na versão R-Line. Preço é alto – R$ 298.800 –, porém mais em conta que um Porsche Cayenne com o qual divide o projeto. Destaques: posição de dirigir, suave motor V-8 de 360 cv, câmbio automático de oito marchas e consumo de combustível razoável para o alto desempenho oferecido.
ANTECIPAR a venda do subcompacto QQ reestilizado, antes de sua produção nacional no segundo semestre, ajuda a Chery a enfrentar a greve que paralisa a fábrica onde produz o Celer. Agora partindo de R$ 31.990 – 25% mais caro que a versão básica anterior montada no Uruguai – já embute, além das melhorias técnicas e de acabamento, as dores do chamado Custo Brasil.

SMART Light Evolucar, lanterna extra vendida como acessório com sensor que detecta movimentos do veículo para indicar mudança de direção pode exacerbar o pouco uso  convencionais, sem contar o mau hábito de esquecer de consultar os espelhos. Outros acham que ligar a seta é suficiente, sem ter certeza se a manobra foi consentida ou percebida.