quarta-feira, 26 de agosto de 2015

LIRA DO DELIRIO: VALANT COM 2.500 HP



UM HEMI  DE 7,6 8,6 LITROS COMPRIMIDO NO ALCOOL COM 2.500 CV: PURA INSANIDADE AMERICANA8,7 LITROS E UNS SEIS SEGUNDOS NO QUARTO DE MILHA. SÃO 15 MINUTOS  DEE CAR PORN PURO...

BUGATTI P '00, O AVIÃO DE ETTORE


RÉPLICA PERFEITA DO AVIÃO QUE ETTORE FÉZ JUNTO COM LOUIS DÉMANGE PARA DISPUTAR A COUPE SCHNEIDER, UMA CORRIDA DE AVIÕES NA FRANÇA.
TINHA DOIS MOTORES CENTRAIS DE BUGATTI E DUAS HÉLICES CONTRA ROTANTES, CADA UMA TOCADA EM UM SENTIDO POR UM DOS MOTORES. A REPLICA DE HOJE, QUE REPRODUZ FIELMENTE O ORIGINAL DE MADEIRA QUE NÃO VOA MAS , POIS FEITO RM 1936, POR RAZÕES DE CUSTO  FORAM USADOS AGORA DOIS MOTORES DE HAYABUSA COM 180 CV. O AVIÃO MAIS LINDO DO MUNDO ERA BEM BUGAATTI MESMO, POIS FICOU SEM FREIOS NO PRIMEIRO VOO...



MAZDA ROTARY BY JAY KENO


400 CV A 9.000 RPM  COM 15 LIBRAS DE PRESSÃO NO  TURBO E 1000 QUILOS DE PESO, INJEÇÃO DE METANO E ADMISSÃO DE AR FRIO NO LUGAR DE UM DOS FARÓIS: A FORMULA PERFEITA DE UMA CADEEIRA ELÉTRICA.  E O SOM, MISTURA DE TZ 750 E FORMULA UM...

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

CINQUENTINHA AGORA TERA´PLACA E CNH



[News] Finalmente mudou: É obrigatório o emplacamento da Cinquentinha
São Paulo, 24 de agosto de 2015 -  Em 30 de julho a Presidente Dilma sancionou a Lei 13.154/2015 que altera o inciso XVII do artigo 24 do Código de Trânsito Brasileiro – CTB.
Mudança há muito tempo pleiteada por especialistas de trânsito, já que a grande maioria dos municípios, especialmente no Nordeste, faziam “vista grossa” para tal problema
Sim, problema!
Explico: como a competência para documentar os ciclomotores, veículos de até 50cc, era municipal e os prefeitos não exerciam tal competência, criou-se uma lacuna onde cidadãos sem habilitação em tese podiam pilotar esses veículos, bem como, na falta de placa as infrações de trânsito eram inúmeras diante da impossibilidade de autuar o infrator.
Com isso, a competência passa para os Estados via DETRAN´s e desde 31 de julho é obrigatório o emplacamento desses ciclomotores.
Agora, não há mais discussões, é necessário o condutor ser habilitado na categoria A da CNH ou portar a ACC – Autorização para Conduzir Ciclomotor, que no Brasil não tem razão de existir, já que a ACC deveria permitir idade de no mínimo 14 ou 16 anos de idade, como ocorre na Itália e Espanha. Como aqui, é necessário a idade de 18 anos, vale a pena o cidadão tirar diretamente a CNH.
Com a necessidade de emplacamento dos ciclomotores, ficará possível a fiscalização destes veículos em vias rápidas como rodovias.
É terminantemente proibido o tráfego de ciclomotores em rodovias, salvo em acostamentos ou faixa de rolamento própria, nos termos dos §§ 1º e 2º do artigo 244, do CTB.
Se o Poder Fiscalizador dava como causa a impossibilidade de autuar os usuários de ciclomotores, agora não mais terá essa “desculpa”.
É fiscalizar para diminuir as infrações de trânsito que quase sempre resultam em graves acidentes de trânsito.
Que o trabalho seja feito para diminuir mortos e sequelados, especialmente no Nordeste, onde há uma verdadeira epidemia de acidentes com esses veículos.
Motociclismo com segurança. Pilote essa ideia. 
N DA R.; O SONHO ACABOU...



O KART INFERNAL



MOTOR E CAIXA DE  Honda CBR 900rr. 


PROVOCANDO A LEI NAS RUAS:


MonsterKart 6 - 1/4 mile kart vs. ktm x bow and yamaha Vmax


OPINIÃO COM BORIS FELDMAN

Porque não gosto de “jipinhos”


É irracional pagar por um utilitário esportivo sem tração integral muito mais que por um sedã ou perua….
Como justificar a súbita preferência nacional pelo utilitário esportivo (SUV)? Racionalmente, nenhum argumento. Mas compra racional é de ônibus e caminhão, onde tudo é preto no branco, na ponta do lápis. Quanto custa, qual a capacidade de carga e o custo do quilômetro rodado. E o retorno: quanto sobra no fim do mês? Não importa ser bonitinho ou feinho.
No automóvel, a razão dá lugar à emoção. O design fala mais alto: “adorei aquele vermelhinho! Vamos levá-lo, amor?” E o casal fecha negócio na gracinha do SUV vermelho, sem se preocupar com aspectos racionais como valor de revenda, consumo, custos de manutenção, seguro e revisões.
O brasileiro já teve outras irracionalidades. Foi único no mundo a preferir carro de duas portas. Modelos europeus tiveram seu projeto original (de quatro portas) adaptado para ser produzido aqui. Madames chiquerésimas faziam ginástica para se acomodar no banco traseiro do Opala cupê com motorista. Não se vendia modelo de quatro portas no Brasil porque “vão confundir meu carro com táxi” ou “é perigoso para as crianças”. Este argumento, aliás, sem nenhum sentido, pois as maçanetas traseiras podiam ser bloqueadas…
Existem alguns (poucos) argumentos em favor do utilitário esportivo. O motorista tem melhor visibilidade por ser alguns centímetros mais alto. Passa a impressão de maior segurança (mas fica na impressão mesmo…). No Brasil, enfrenta melhor nossas crateras asfálticas graças às rodas e pneus maiores.
Entretanto, são muitos os pontos negativos dos SUV´s. Seu centro de gravidade elevado prejudica a estabilidade. Quanto mais alto, maior propensão a se inclinar nas curvas e torná-las mais perigosas. Existe uma parafernália de dispositivos eletrônicos para atenuar este efeito maléfico. Mas ainda não se descobriu como mudar o imutável princípio da física que rege o comportamento do automóvel em função da altura do centro de gravidade. Os sistemas de controle resolvem ou atenuam o problema, mas dentro de determinados limites.
Outro ponto negativo do SUV é seu peso, dezenas de quilogramas superior ao do sedã ou perua. Conta que se paga no posto e no ar que respiramos, pois aumenta consumo de combustível e emissões.
A maioria dos jipinhos, jipões e congêneres são dotados de dimensões avantajadas, o que dificulta manobras, principalmente em vagas mais apertadas. Encostar um paquiderme destes numa vaga de shopping pode ser um exercício de talento e paciência.
Não bastasse, ainda são muitos os utilitários esportivos que carregam o famigerado pneu sobressalente na tampa traseira. As mulheres costumam a-do-rar a solução, pois é prova cabal de estarem ao volante de um jipe. Confere indiscutível aspecto de veículo “macho”, mas já aborreceu donos de automóveis que tiveram o capô amassado ao estacionar inadvertidamente atrás de um SUV. O estepe lá atrás aumenta ainda mais seu peso em função do reforço estrutural para seu suporte. É também um complicador para a abertura da tampa e sua articulação acaba se tornando uma irritante fonte de ruídos. Além de alvo fácil dos ladrões.
A rigor, qualquer sedã, perua ou hatch vence os “obstáculos” a que são submetidos “jipinhos e jipões” utilizados por madames para irem às compras ou à manicure. “E nem pensar em botar minha gracinha na lama”…
Finalmente, é irracional pagar por um utilitário esportivo sem nenhum dispositivo adicional de tração muito mais que por um sedã ou perua. Pois as fábricas enfiaram a mão ao perceber a atração exercida por esta nova espécie sobre rodas…
BF