Mostrando postagens com marcador Ferrari. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ferrari. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de julho de 2016

De Carro por Aí com Roberto Nasser


Automóvel: Canela, RS, ganha o Museu dos Azambuja

Conhecidos pela melhor coleção de automóveis nacionais, os irmãos Rogério e Róberson Azambuja, empresário e advogado, tomaram coragem e instalaram o Museu do Automóvel no limite entre as turísticas Gramado e Canela. Noticiou a Coluna  em 01.outubro.2014, adquiriram o fechado Museu do Automóvel, Arte e Cultura, do também gaúcho Carlos Eduardo Warlich, ampliaram o espaço museal a 1.700 m2 para exposição.

Proposta é exibir acervo próprio, alternando com estoque mantido em Passo Fundo no Museu do Transporte Nacional; fomentar o interesse e o

quinta-feira, 16 de junho de 2016

José Rezende-Mahar (1951-2016)

O jornalista que descrevia porcas e parafusos em textos cheios de emoção
por Jason Vogel


Devoto de Nossa Senhora da Combustão Interna, ele nunca se conformou em transcrever releases ou se ater aos números da ficha técnica. José Rezende-Mahar punha emoção em qualquer tema que envolvesse porcas e parafusos. Loquaz e bem-humorado, o jornalista automotivo dirigiu de tudo, até o Rolls-Royce presidencial, e conquistou muitos fãs com seus textos publicados em revistas como “Vela & Motor”, “Motor 3”, “Ele Ela” e “Manchete”. Por mais de dez anos, ele colaborou com o CarroEtc, escrevendo, fotografando ou, simplesmente, com papos intermináveis ao telefone (em geral, na hora do fechamento).

— Os textos dele eram uma bagunça, palavras despejadas caudalosamente. Lá ia o repórter novato desembaraçar linha por linha, incluir o como, o quando, o onde, o por quê. Do original, sobrava uma frase. A frase que eu jamais seria e serei capaz de escrever, como “A Ferrari tão preciosa que estava condenada a viver numa garagem, qual uma borboleta presa por alfinete a uma caixa de veludo” — lembra o jornalista e discípulo Marcelo Moura.

Na quinta-feira, o hedonista e desregrado Mahar foi acelerar em outras estradas. Ficam seus escritos, dos quais selecionamos amostras do que foi publicado no GLOBO:

Alfa Romeo 147 (26/06/2002)


Não faz muito sentido gastar US$ 35 mil num carro do tamanho de um Astra. E daí? Pela lógica econômica, todos andariam de trem. (...) Ela é amiga em todos os momentos. Não balança, permanece sob controle e nunca ameaça quem a domina. Só para os casos finais de masoquismo poderia ser feita alguma crítica a esse comportamento, por aqueles que precisam sofrer para curtir um carro.

Celta (10/07/2002)

Quando o Celta chegou ao mercado, há dois anos, seu acabamento de cela de convento desagradava aos olhos. O tão aguardado lançamento da General Motors era, na verdade, uma variação franciscana do velho Corsa.

Polo 1.0 16v (7/08/2002)

O motorzinho cresce frenético, como se não houvesse amanhã, chegando a astronômicas 7.400rpm. (...) A Volks deve ter feito um acordo com a Loctite: os pneus parecem ter cola-tudo na banda de rodagem.

Audi S3 (21/08/2002)


Quem acha que tração nas quatro rodas é coisa de jipe, prepare-se: vamos ter momentos de intimidade beirando o erótico com um dos mais fortes automóveis que CarroEtc já analisou. É o S3, versão vitaminada do Audi A3. O “S” deve vir de super, de sensual, de superior, sei lá. (...) Parece inacreditável que o motor do S3, capaz de rugir como um leão enfurecido, seja primo em primeiro grau do nosso VW 1,8 litro, que até hoje move o Santana. O cabeçote é totalmente outro, com dois comandos e cinco válvulas por cilindro, além de um gordo turbocompressor, digno de um Scania. (...) É só ligar e ouvir o “Vruum”, assim meio baixo, contido mas revoltoso. Isto é um sinal de que o buraco ali é mais embaixo, e que os usuários fracos de emoções devem procurar outra praia. (...) Vem a sensação de ser piloto de um Spitfire na 2ª Guerra. A alavanca de marchas transforma-se num manche com um botão que faz desaparecerem os lerdos caminhões que ocupam a estrada. Num crescendo de som e aceleração, outros carros somem da mira, perdão, da frente, e o S3 conduz ao Nirvana automotivo.

Stilo Abarth (18/12/2002)

Ao se ligar o motor 2.4, os cinco cilindros zumbem como um vespeiro agitado. As marchas se encadeiam rápidas e o zumbido torna-se um grito que vai aumentando de tom, fazendo verdadeiras árias de loucura. (...) O difícil é andar com aquele motor insidioso convidando a indecências rodoviárias.

Norton 500 de Che Guevara (5/05/2004)

Os freios eram, na melhor das hipóteses, aproximativos — mais retardadores do que freios de verdade. (...) E a eletricidade era um pesadelo. Joseph Lucas, o fabricante das partes elétricas, não ficou conhecido como The Prince of Darkness sem motivo. (...) Sem freios, sem luz, sem suspensão, sem confiança de chegar... É isso que mostra que o importante é ir, não só alcançar o destino. Esses caras eram heróis de um tempo que passou.

Fiesta 1.0 (6/10/2004)

O motorista pisava no acelerador e só ouvia gargalhadas. (...) Agora, o carrinho reage com uma energia mais condizente com outros modelos “mil” e não deixa o motorista com ódio ao precisar de potência. (...) Pode não ser o sonho de quem ama dirigir, mas, ao menos, deixou de ser um pesadelo.

Siena a Diesel (5/01/2005)

Pela manhã, a máquina acorda ruidosamente. Há batidas e reclamações como se o mundo estivesse vindo abaixo. (...) Momento de grande prazer, só o do reabastecimento.

Chrysler 300C Touring (29/03/2006)

Apesar de ser baseada na plataforma dos Mercedes Classe E, o 300C tem aparência bem americana. Talvez com um pouco de rímel e purpurina demais. (...) É como uma perua texana que pratica boxe tailandês.

O centenário do Ford T (1/10/2008)

Há cem anos, 90% da humanidade nunca tinha se afastado mais de 30km de casa. Com o barato Ford Modelo T, homens comuns puderam comprar um carro e ver o outro lado da montanha.

Toni Bianco (20/10/2010)


Se trabalhasse em mármore, Toni Bianco teria o porte de um Michelangelo.

Ferrari 612 Scaglietti (2/02/2011)


Acelera com uma trilha sonora que é o caos e a glória ao mesmo tempo. Uma música inacreditável de uma máquina briosa e veloz. (...) Uma 612 em mãos erradas leva a atos antissociais. Dentro do túnel, as pessoas ficam apavoradas com o urro da besta-fera saindo pelo escapamento especial. (...) É uma exaltação ao automóvel em uma forma que pode estar desaparecendo. Em alguns anos, o politicamente correto forçará esses supercarros ao limbo, em nome de um mundo alegadamente mais limpo. E menos emocionante. (...) É como diz o provérbio, “Donne e motori, gioie e dolori”. (...) Um carro para amar a estrada, para rodar mil quilômetros sem parar, em busca do pôr do sol.

sábado, 13 de setembro de 2014

De carro por Aí com o Nasser 2014


Coluna 3714    10.Setembro.2014

Anti Porsche, AMG GT lança modelo, marca e fábrica.

Na mesma Afallterbach, cidadezinha a meia hora de Sttutgart, Alemanha, onde surgiu como oficina há 47 anos, e no novo prédio abrindo a série de 20 galpões, a AMG, assimilada e divisão da Mercedes-Benz, lançou-se o AMG GT. Automóvel de rendimento esportivo, foca no mítico Porsche 911 S, para ocupar lugar de destaque no mercado dos carros de atitude. É um Superesportivo.
Produto inteiramente novo, sucede o SLS e suas portas abrindo para cima, exibindo credenciais como o chassi e carroceria em alumínio - nesta se excetua a tampa traseira, em aço, material para dar rigidez e estrutura anti torcional.
Não é apenas mais um. Alarga a trilha aberta com o SLS para declarar ser agora fabricante, evolução do trabalho de desenvolver Mercedes-Benz, e após ter vendido 32 mil veículos em 2013. A aparência, o novo motor, a disposição esportiva e a capacidade de ser aplicado como carro de corridas servirão como imagem aos automóveis Mercedes. Tobias Moers, condutor da AMG, foi sintético: o GT será o embaixador da marca.

Muda tudo

Chassi, interior cuidado demonstrando evolução visual, casamento com a carroceria curvácea, dimensões e conceitos do mítico SL 300 Asa de Gaivota, incluindo o longo capô, o motor recuado, entre eixos, e a exclusividade mecânica da marca ao juntar caixa de marchas e diferencial numa só peça, o transeixo, na traseira, tudo se integra em nome de criar bandeira tecnológica. Tudo feito na AMG.
As linhas se marcam pelas superfícies lisas, pela aparência musculosa oferecida pela frente baixa, os largos para lamas, as grandes tomadas de ar frontais para arrefecer líquidos como a água de refrigeração e o óleo do motor, e a baixa altura permitida pelo novo motor V8, a 90 graus, 4,0 litros, feito sem carter de lubrificante, usando depósito externo. Isto permitiu ser rebaixado 5,5 mm.
Formas tem indubitável caráter esportivo e a distribuição de volumes criou traseira mesclando linhas do referencial Asa de Gaivota, e as do seu mirado concorrente 911S Porsche. Famosa estilista de moda Coco Chanel dizia, elegância era se produzir simplesmente e depois tirar 50% do conjunto. Parece, os designers, time próprio e novo arrebanhado pela AMG, sabiam disto. O GT dispensa riscos, rasgos, reentrâncias, dobras. As formas são limpas, lisas, sem adereços ou frescuras. Transforma os naturalmente comparados Ferraris e Lamborghinis em coisas barrocas perto de sua limpeza. Um belo design.
Interior segue a filosofia. Não é espartano com o Ford GT, de fugaz porém marcante passagem. É cuidado, harmonioso, rico em materiais e cuidada combinação, incluindo as linhas de harmonização do painel e a centralização dos comandos no largo, alto e estrutural console sobre o tubo de torque, ligando o motor à transmissão. Mudanças de marcha por alavanca no console ou pelas borboletas sob o volante.

Futuro

Dieter Zettsche, CEO da Mercedes automóveis, responsável pela renovação de modelos em nome da reconquista da liderança do mercado Premium, em conversa com os jornalistas brasileiros, e com saudação em português, concordou com a postura não exposta nas apresentações, quanto ao nascimento de outra marca para a Mercedes e, também, que a iniciativa não se resumirá ao novo GT, desdobrando-se em outros produtos. Passo corajoso.
Não se falou de capacidade industrial produtiva. Construir em alumínio, buscando compatibilizar baixo peso com resistência estrutural exige muitas intervenções e muitos elementos, processo muito distante do fazer uma plataforma convencional com meia dúzia de solenes porradas por prensas e linhas de solda. É um limitador quantitativo.
Oficialmente não se falou em preço. Crê-se, seja anunciado no Salão de Paris, neste mês, mas as especulações projetam-no superior aos US$ 90 mil do visado Porsche 911S. Projeções entre material, mão de obra, o delta valorativo de ser um Mercedes, e o objetivo de concorrer com o 911S o detenha entre US$ 100 mil e US$ 120 mil. No Brasil, sem prazo para chegar, o modelo anterior SLS, de aquecimento industrial para chegar aos atuais produto e postura da AMG, foi vendido inicialmente a R$ 700 mil. Chegará à Europa em dezembro, aos EUA em março, pós Salão de Detroit e na China, maior mercado do mundo, em abril.
Informação atribuída a fontes da Mercedes diziam ser maior: em 115 mil e 130 mil - Euros.
Mercedes não quer pagar pela nova imagem. Quer, com o GT, a divisão AMG sustentável e lucrativa.

Resumo

Motor V8, novo, 32 válvulas, injeção direta, dois turbos no vale do V, 462 cv na versão de entrada e 510 na S, torque de 650 Nm entre 1.750 e 4.500 rpm, pressão dos turbos entre 1,2 e 2,0 bar. Versão S acelera de 0 a 100 km/h em 3.8s e final de 310 km/h. Transmissão com sete marchas no eixo traseiro, controle eletrônico na versão S. 1540 kg e consumo com motor 462 cv, ciclo europeu, quase 11 km/litro, baixas emissões. E um som grave e viril.


Ferrari: crise com Fiat. E venda ?

Ao fim do Grand Prix da Fórmula 1 em Monza, Itália, domingo passado, após outra dupla vitória da até agora imbatida Mercedes, Sérgio Marchionne, CEO – o executivo no. 1 - da Fiat Chrysler, perguntado sobre mais uma derrota da Ferrari, e em sua terra, cobrou publicamente ações de Luca de Montezemolo, presidente da companhia. E, instigado, sobre a possibilidade do executivo, de carreira brilhante, deixar a empresa, disse que ninguém é insubstituível.
Definição, parecendo recado, foi vista pelo sistema bancário italiano como a abertura da possibilidade de venda da Ferrari, pertencente à Fiat, e hoje avaliada em US$ 5 Bilhões, em especial pelo fato das derrotas da empresa diminuírem o valor de suas cotas. Tal montante, pela parte pertencente à Fiat, é ansiado como reforço de caixa ante muitas contas geradas pela compra da Chrysler e os planos de renovação dos produtos da marca.
Na crise que quase degolou a empresa há alguns anos, a família Agnelli, controladora, desfez-se de muito patrimônio extra automóvel para salvar a Fiat. E, para blindar a Ferrari, ícone nacional e símbolo da italianidade, sobre a possibilidade de perda ou venda, excetuou-a, sem incluir no pacote que reuniu todas as suas marcas sob o controle da Fiat Auto SpA.
Agora situação parece diferente. Montezemolo, 67, é executivo vitorioso, ex presidente da Cofindustria, a confederação das indústrias italianas, dono de negócios de charme, como os óculos WEB, dos relógios Girard-Perregaux, recém criou companhia de estradas de ferro para concorrer com a rede estatal. Na Fiat, então braço direito do capo di tuttcapi, o mandão maior Gianni Agnelli, fez boa gestão, e na Ferrari transformou-a em marca de griffe,  aumentando produção, preços, lucros, gerando o valor muito superior aos bens físicos.
Há dias foi convidado a dirigir a fusão das companhias aéreas Alitalia e Etihad.
Montezemolo tomou  estrada da dignidade e demitiu-se. Mas a saída não parece problema. Este será vender a Ferrari a cliente não italiano. Causará trauma na Itália.

Picape, o segundo produto Jeep em Recife

Após o Jeep Renegade – vendas pós Carnaval, pois nem Jeep consegue superar os obstáculos da mídia e atenções durante a festa – a fábrica de Goiana, Pe, terá segundo produto: um picape.
Coisa arrumada, diferenciada, situando-se em porte e preço acima de Strada e Saveiro, e abaixo de Nissan Frontier, Mitsubishi, VW Amarok, Ranger, Toyota Hilux e Chevrolet S10. Terá dimensões assemelhadas a estes picapes, então ditos médios, quando surgiram há 20 anos.
Nas diferenças, além do porte está plataforma monobloco – demais aplicam chassis em longarinas e travessas -, e suspensão independente nas 4 rodas.
Motorização flex e diesel. Motores 2.0, 160 cv, e 2.4, 170 cv, ciclo Otto, Flex, e diesel 2.0 170 cv, importados, de produção Fiat. Transmissão em estudo de viabilidade: mecânica de seis velocidades e versões de topo com caixa de dupla embreagem, oito ou nove velocidades – como em versão do Jeep Renegade.
Ao lançamento, os dois extremos, com motor flex tração simples, dianteira, e o diesel 2.0, tração nas quatro rodas e reduzida.
Piloto de avaliação de uma das mulas – veículo disfarçado para não conseguir ser definido - foi sintético: rodar muito mais para automóvel que para picape.Coerente. Todos os picapes feitos no Brasil utilizam-se do secular eixo traseiro rígido, desconfortável no andar por transmitir as irregularidades sentidas por uma roda à outra, além da vibração e da pouca aderência em frenagens de emergência. Têm andar encabritado e sensações de caminhão pequeno. A suspensão independente nas 4 rodas muito amplia o conforto no rodar.

Ciclo

Repete a história. A marca Jeep, mais emblemática variante de automóvel, ao lançar seu picape, na virada dos anos ’40, optou por tê-lo menor ante os então concorrentes. Renova o enfoque e a perceptível diferença para seduzir clientela: conforto de rolagem, melhor dirigibilidade e segurança em estabilidade e frenagem, permitidos pela suspensão independente em todas as rodas.

Negócio

Fiat, agora uma das marcas da FCA – Fiat Chrysler Automobiles -, implanta grande área industrial no Nordeste. Não é tão somente mais um endereço, enclave para produzir mais Fiats. Pode ser, venha a faze-los. Mas base do negócio é relançar marcas Alfa Romeo, Dodge, e Jeep no Brasil.
Novas linhas, novos produtos, novas redes de revendedores. Empreendimento impactante, para 250 mil unidades anuais, fornecedores instalados na planta industrial, grande passo para sedimentar a ousadia da matriz Fiat que, em menos de uma década se transformou: de empresa quase falida, a preocupante concorrente no mercado, líder no Brasil, quinto mercado mundial.

Roda-a-Roda

Mudou – Após seu Fit 2015 receber pontuação marginal em teste de impacto do Insurance Institute for Highway Safety, IIHS, de seguradoras – Honda mudou suporte do para choques frontal. Trocará em 12.000 unidades vendidas.
Aqui – Honda Brasil interpreta a ação como correção e não a aplicará aqui. Diz: “A informação divulgada pela Honda americana sobre o novo Fit nos EUA não se referiu a um recall por falha de produto. Em alguns mercados existem ações chamadas de PUD - Product Update - onde é possível chamar clientes para efetuar atualizações de produto. A alteração em pauta significa uma mudança do produto a fim de se obter melhores classificações no índice ISSH. Dessa forma, não existe relação com a especificação do FIT produzido no Brasil.” 
Bom começo – Série First Edition, inicial de 1.927 unidades – número registra o ano de criação da companhia - do novo utilitário esportivo Volvo XC90, lançado pela Internet, vendeu em 47 horas.
Conceito - Marca tão forte, clientela nem quis saber se o novo motor, de projeto chinês, substituindo os antigos Ford EcoBoost, é bom ou não.
Atualidades – Volvo de automóveis, investe seriamente em segurança e resistência, há anos foi comprada pela Ford e, pré crise econômica dos EUA, vendida aos chineses da Geely.
Audi + - Apesar de economia instável no mundo, Audi consegue superar performance do mercado. E agora quer vender 1,7M de unidades em 2014. Previsão anterior era 1,5M.
O Gato – Jaguar fez enorme festa, criou música, envolveu personalidades inglesas, lembrou ações do agente 007, incluindo trazer o carro de helicóptero sobre o rio Tâmisa até uma lancha de alta velocidade que o levou até o final.
Razão – Com o modelo XE, sedã médio, quer triplicar as vendas. O espaço estava vazio desde a saída de produção do modelo X Type, um Mazda de motor transversal e tração dianteira, repelido pelos compradores.
Armas – Intenso uso de alumínio na plataforma modular e na carroceria, motor V6, 3.0, turbo com 340 cv, tração traseira, transmissão de oito marchas, aceleração de 0 a 100 km/h em 5,1s, grande espaço interno, o XE foca competir com BMW Serie 3 e Mercedes Classe C. Lançamento em setembro no Salão de Paris. No Brasil, Salão do Automóvel, outubro.
2008 – Vazaram na Internet fotos do 2008, mini utilitário esportivo a ser lançado pela Peugeot. Thomas Merchant, diretor da marca na matriz, confirma lançamento para o Salão do Automóvel, outubro.


Foco – Peugeot, disse o executivo, aplicará enorme plano de reestruturação no Mercosul para implementar negócios, melhorar as más vendas do bom 208 no Brasil. Investirá para promover imagem da marca no Brasil, Uruguai e Chile. Plano de reestruturação é nome elegante de corte de pessoal.
Mercado – Vendas de 19.132 veículos em agosto significou à Renault crescer 0,4% relativamente aos números de agosto 2013, no período mercado encolheu 17%. Novo Sandero e Logan lideram a marca.
Acerto – Decisão da Renault em fazer localmente veículos da romena linha Dacia – Logan, Sandero e Duster -, sugeria condenar o mercado a produtos de segundo nível. Entretanto salvou a operação, fe-la rentável e a mais vendida após as quatro grandes.
Finalmente - Quase um ano após, executivo da Fiat recordou o Leão de Ouro, recebido no último festival do filme publicitário em Cannes, França. Primeiro da América do Sul, disputando contra empresas grandes e de enormes orçamentos – IBM, Google, etccc.
Festa - O prêmio à companhia não tem sido capitalizado como conquista diferenciativa. Foi lembrado por Lélio Ramos, diretor comercial. Durante a apresentação do Uno Novo De Novo, mantinha a estatueta em mãos.
Vem aí – Sobre a nota da Coluna passada quanto ao início da produção local do Golf, Volkswagen esclarece: começará em 2015. Golfs mexicanos, com algumas simplificações relativamente aos modelos alemães atualmente à venda, iniciam ser importados até início da comercialização dos nacionais.
Charme – Nova atividade da Mercedes, alugar carros e utilitários esportivos com e sem blindagem mais Sprinter, tem promoção para os finais de semana: locação de sexta feira ao meio dia, até segunda, mesmo horário, pagará apenas duas diárias. Mais ? Gestor de Negócio-Locação de Veículos Eduardo Mamede 11-99882-5727 /  Nextel:ID.94*131796.
Tecnologia – O sistema de partida Start-Stop, desenvolvido pela Bosch e equipando o Novo Uno exige motor de arranque mais forte, cremalheira reforçada no motor e bateria para suportar seguidamente as demandas. Fiat estreia as novas Heliar EFB, com placas positivas revestidas por malha, capacidade de 60 AH e partida de 500 A.
DNA – Pedro, 16, o mais novo dos Piquet, é campeão de Fórmula 3 Sul Americana, mesmo faltando duas provas para terminar o campeonato. Venceu 13 das 18 provas e é o único piloto a marcar pontos em todas.


Desinteresse – Cadillac sedan de 1951, serie 62, ex do ex presidente argentino Juan Domingo Peron, e pertencente a outro argentino famoso, o penta campeão de automobilismo Juan Manuel Fangio, leiloado pela Silverstone Auctions. Autorização por herdeiros, atingiu US$ 203.504 – uns R$ 450 mil.
Não combina – Fangio implantou em Balcarce, sua terra natal, o melhor museu de automóveis na Argentina doando, obtendo, reunindo excelente acervo. Passou e os herdeiros vendem o que podem. Há meses trocaram por moedas um Torino Gran Routier, o modelo sedã, também do ex campeão. Ninguém na Argentina, governo ou colecionadores se mexeu.


Gente - Sydney Latini, economista, passou. OOOO O Dr Latini, como reverenciado, foi o secretário geral do GEIA. OOOO No grupo encarregado de implantar a indústria automobilística, assunto novo, conseguiu gerir desenho de reconhecida eficiência. OOOO Deixou um livro, o melhor do tema, sobre a implantação desta indústria, e amigos agradecidos pelo convívio rico. OOOO

Um novo Uno para liderar

Quatro anos após lança-lo, Fiat apresentou nova edição do Novo Uno. Assume o nome, e o antigo será mantido em produção, como veículo de menor preço. Ampla reformulação em todos os grupos, de mecânica, estilo e conteúdo, contém diferenciais como o sistema Dualogic de automatização do câmbio através de botões, como o fazem Ferrari e o Alfa Romeo 4C e, para os conscientes da ecologia, o sistema Start-Stop, desligando o motor ao parar em sinais, cruzamentos. Reduz consumo e emissões, em circuito de para e anda, em até 20% do volume. Opcional sistema fixo ao painel, o Easy For You recebe o smart phone, utiliza sua tela, faz e recebe ligações por Bluetooth, vira GPS.
A colocação de atrativos diferenciados e as numerosas mudanças, atingindo até a plataforma, tem a pretensão de ampliar suas vendas em 30%. Hoje quarto lugar na lista dos mais vendidos no mercado, tal percentual  somado às vendas atuais o levariam a 13.000 vendidos mensalmente. Tal número embolará a disputa pelo primeiro lugar nas vendas domésticas, lideradas por outro Fiat, o Pálio, disputando com o VW Gol a posição de mais vendido. Outro da marca, o picape Strada, comanda as vendas dos picapes pequenos, e é tremendo adjutório na soma que leva a Fiat à liderança do mercado, como o faz há 13 anos.