quarta-feira, 15 de julho de 2015

A PULGA ATÕMICA CORRE NA ARGENTINA EM 2016

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NO ANO QUE VEM ACONTECERÁ NA ARGENTINA UM CAMPÉONATO MONOMARCA COM, FINALMENTE, NO 500 ABARTH COMPETIZIONE. O MOTOR PASSA DE 152 PARA 210 CV. A SUSPENSÃO E ABARTH, OS FREIOS SÃO BREMBO E A CAIXA SEQUENCIAL DE SEIS MARCHAS, COM DIFERENCIAL DIANTEIRO AUTOBLOCANTE ALÉM DE M BANCOS SPARCO PARAA RETER MAIS O CORPO. DEVE SER O CÃO CHUPANDO MANGA, CAPAZ DE ACELERAR ATÉ  NUNCA MAIS...
VIA AUTOBLOG ARGENTINA

PRÉDOIO DO ACB PODE VIRAR MUSEU




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Projeto para transformar prédio do Automóvel Clube em museu é entregue à prefeitura

Ideia é fazer de edifício em ruínas na Rua do Passeio um espaço dedicado à história do automobilismo e do rodoviarismo no país

POR 

O salão do antigo Automóvel Clube do Brasil mostra a decadência do prédio na Rua do Passeio - Marconi Andrade
RIO — Restaurada há três anos, a fachada neoclássica pintada de lilás, não traduz o atual estado do prédio do antigo Automóvel Clube do Brasil (ACB), na Rua do Passeio. Por dentro, o espaço é uma ruína. Parte do assoalho do salão principal foi arrancado e o que sobrou do piso está desgastado; as paredes estão sem o reboco e vidros estão quebrados. O glamour do palco de festas do Império sucumbiu. E os encontros políticos do século passado fazem parte de uma história quase esquecida. Em 2004, a prefeitura comprou o imóvel e prometeu reformá-lo. Em um década, com exceção da fachada, nada foi feito.
Agora, a prefeitura tem sobre a mesa uma proposta para para transformar o prédio no Museu do Automóvel Clube do Brasil, dedicado à história do automobilismo e do rodoviarismo no país.
— Meu medo é que o prédio desabe. Quero logo recuperar sua estrutura para, depois, pensar no museu. — conta a arquiteta Maria Parkinson, uma das idealizadoras projeto.
Para pôr o plano em prática, a arquiteta (que é neta de João Parkinson, um dos diretores do ACB nos anos 1920) fechou parceria com bancos e fabricantes de automóveis. O custo da restauração foi estimado em R$ 20 milhões. Segundo Maria, a operação também terá recursos do Governo Federal do PAC Cidades Históricas. O projeto foi mostrado à prefeitura e a expectativa é de que o pacto de salvação seja fechado nos próximos dias.
— Vamos apresentar a carta de intenções nesta semana para concretizar o acordo com a prefeitura — diz Ariel Gusmão, presidente do atual ACB (com sede em São Paulo), e um dos apoiadores do projeto. — O Brasil terá um museu tecnológico.
Procurada, a prefeitura disse que aprovou projeto para a restauração do imóvel por meio do PAC Cidades Históricas e, no momento, aguarda a liberação da verba do Governo Federal, mas ainda não há decisão sobre o uso final do o prédio.
DOS BAILES DO IMPÉRIO AO HISTÓRICO DISCURSO DE JANGO
O Automóvel Clube do Brasil foi fundado no Rio em 1908 por pioneiros do mundo motorizado. Como na época não existia Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), foi o ACB quem criou as primeiras leis e regras de trânsito no país.
Em um tempo sem estradas, o clube reunia os abastados automobilistas da época e promovia longas excursões de carro para desbravar rotas e estimular a construção das primeiras rodovias.
O ACB também teve um papel importante na promoção de competições, a começar pelo Circuito de São Gonçalo, em 1909 — primeira corrida de carros em terras fluminenses. Até a década de 60, era o clube que organizava o automobilismo esportivo no país.
Aos poucos veio a decadência. A pá de cal foi quando os cartões de crédito e seguradoras passaram a oferecer serviços de reboque a seus clientes. Acabava, assim, um dos maiores estímulos para a adesão de sócios ao clube. Na década de 1990, o ACB entrou em insolvência. Anos depois, foi “refundado” em São Paulo. Essa nova associação promove encontros de carros antigos, entre outros serviços
CASSINO FLUMINENSE
Tombado desde 1965, o imóvel foi projetado no século XIX pelo arquiteto Manuel de Araújo Porto-Alegre, o barão de Santo Ângelo. No Segundo Império abrigou um importante salão de baile da capital, o Cassino Fluminense. Inaugurada em 1860, a casa era frequentada pela alta sociedade e pela família imperial. Em 1900, o imóvel passou a ser a sede do Clube dos Diários.
— O momento histórico mais importante do prédio ocorreu em 30 de março de 1964. Neste dia, o presidente João Goulart fez seu último discurso. No pronunciamento ele reafirmou que estava comprometido com as reformas de base — diz Marcus Dezemone — historiador da Uerj e da UFF.
Nos anos 1990, a construção sediou o Bingo Imperial. Quando o imóvel passou às mãos da prefeitura em 2004, o então prefeito Cesar Maia anunciou que o casarão abrigaria um centro de memória da cidade, mas o projeto foi engavetado.UBE SOU+RIO

terça-feira, 14 de julho de 2015

A MAIOR TURBINA A GÁS DO MUNDO BY JLV

 
HArriet, uma centopéia de 109 metros
Não foi à toa que uma estrada francesa no interior do nordeste europeu esteve cheia de gente durante mais de um mês – e não era para torcer pelos maiores ciclistas do mundo durante a realização de um Tour de France.

A centopéia era na realidade um conjunto de quatro cavalos Scania, à frente e atrás de um fantástico reboque feito especialmente para o transporte do maior motor de turbina a gás do mundo, construído numa fábrica da GE na cidade de Belfort e levado a Bouchain, mas de 530 km distante, onde passará a fazer parte de uma nova usina de energia da Electricité de France (EDF).

O planejamento envolveu estudos precisos dos ráios de curva em cada ponto da rota de 148 km, de Belfort a Estrasburgo. No total, nada menos de três anos.

O reboque é feito em três peças separadas, cada uma das quais pode ficar a 90 graus da próxima. A primeira e a terceira peças têm segmentos de 14 eixos, cada um deles com quatro pneus de carga que suportam a secção central, que carrega a turbina. A peça central, que carrega a turbina de 400 toneladas, anda sobre duas plataformas, cada uma com 14 filas de eixos com três pneus cada um. Outros dados de tamanho são 6,65 m de largura e 5,7 m de altura.

A posição dos cavalos está sempre sendo mudada dependendo da necessidade de tração: em subidas mais fortes, por exemplo, o conjunto fica formado de três cavalos puxando e um empurrando.
Assim mesmo, o comboio é tão pesado que outros cavalos são necessários com carga extra. Numa ponte perto da cidade de Colmar, local onde nasceu Frédéric Auguste Bartholdi, o homem que projetou na França a Estátua da Liberdade de Nova York, a arquitetura da ponte precisou que os cavalos ficassem ao lado do comboio, dando equilíbrio à estrutura e evitando danos à obra de arte.

Um serviço muito grande precisa de ferramentas enormes. Trabalhadores tiveram de usar chaves inglesas com bocas de mais de 30 cm para retirar e recolocar sinais rodoviários após a passagem do comboio.
Engenheiros tiveram de construir modelos digitais de pontes e desvios para terem certeza que o comboio poderia passar por cima deles.

A GE e comunidades locais através do norte da França tiveram de investir em melhoras viárias para prepará-los para o transporte.
O comboio, chamado de Convoi Exceptionnel, se desloca com quatro escoltas policiais em motocicletas, duas escoltas privadas em motos, mais um carro à frente e um atrás, além de membros do time de logística da GE.

Os primeiros nove dias, até a primeira metade de julho, foram de deslocamentos terrestres. No dia 7, trabalhadores do porto de Estrasburgo colocarão a turbina numa chata e a enviarão pelo Rio Reno à Alemanha, à Holanda e depois de volta ao sul através da Bélgica e da França ao longo do Rio Escaut. A usina de Bouchain é junto ao rio, de forma que o quilômetro final deverá ser tranqüilo.

HArriet é a maior e mais potente turbina a gás do mundo. Ela consegue chegar a uma eficiência cíclica combinada que excede os 61%, número até aqui considerado o Santo Gral de quando se fala de geração elétrica. Em operação, HArriet vai gerar 600 megawatts em ciclo combinado, suficiente para energizar 700 mil casas francesas.

Este foi o segundo comboio a deixar a fábrica de Belfort em um ano – mas os comboios vão se tornar mais visíveis com o tempo. A GE tem pedidos de 16 unidades da turbina e já foi ‘tecnicamente selecionada’ para outras 53. 
JOSÉ LUIZ VIEIRA -www.cargaetranssporte.com.br

O NOVO MARRUÁ POR JLV



Novo Marruá 4x4

A Agrale tem uma nova geração do utilitário Marruá AM300 4x4, projetado para aplicações severas de prefeituras e companhias de energia na manutenção de redes em locais de difícil acesso.

“A nova geração do Marruá passou por uma importante reformulação, mantendo suas características de produtividade e economia operacional. Com PBT de 6.000 kg, oferece flexibilidade e robustez para operações diárias no campo,” diz José Alberto Mato, gerente de marketing da companhia.


Exernamente, a nova geração traz alterações no capô do motor e nas portas, ambos com maior ângulo de abertura, facilitando o acesso e a manutenção. Internamente tem novo painel de frente, ficando mais ergonômico e espaçoso.

O motor é um diesel Cummins ISF 2.8 de 150 cv, com sistema SCR de pós-tratamento de gases, caixa de mudanças de cinco marchas e de transferência com reduzida. Os freios são ABS e EBD.

O utilitário vem com direção hidráulica, tanque de combustível para 100 litros, ângulo de ataque de 54°, de fuga de 28°, rampa máxima de 60° e capacidade máxima de tração de 9.000 kJOSÉ KUIZ VIERA - CARGAETRANSPORTE.COM.BR

segunda-feira, 13 de julho de 2015

A COLUNA DO BORIS

OPINIÃO POR    BORIS FELDMAN


Chegando lá 

Não vai demorar muito para se ter um automóvel nacional que, por vontade própria, desligue metade dos cilindros do motor…
Ainda falta muito, mas as diferenças entre nossos automóveis e os produzidos no Primeiro Mundo vão se reduzindo. Um estímulo a novas tecnologias foi disparado pelo Inovar-Auto, um plano de incentivos do governo federal que reduz impostos (IPI) à medida que o automóvel apresente melhor eficiência energética. Existem metas a serem cumpridas nesta primeira fase (2013 a 2016) com redução de consumo e emissões. Pelos cálculos do governo, a partir de 2017, com as metas cumpridas, o consumidor irá economizar cerca de R$ 1.150 por ano em combustível.
Foi para se enquadrar nas metas do Inovar-Auto que várias fábricas trouxeram tecnologias desenvolvidas por suas matrizes. A mais significativa foi o motor 1,0 de três cilindros em substituição ao de quatro. Já contam com ele o Hyundai HB20, VW Fox e up!, Ford Ka e Nissan March e Versa. A vantagem? Redução do peso de um pistão com pino e anéis, pino, biela, casquilhos, válvulas, balancins, virabrequim e mais uma pilha de peças. A vantagem não é somente no peso, mas também pela redução de atrito. E quanto mais ele se reduz, mais potência disponível.

Outros dispositivos estão chegando e já foram elencados pelo governo:
Start-Stop – Já está em dois modelos, o Fiat Uno e o BMW 320. Desliga o motor automaticamente quando o carro pára e liga quando vai arrancar. Reduz consumo e emissões no trânsito urbano. O sistema existe há muitos anos na Europa e foi desenvolvido pela Bosch.
TPM – Nada com a tensão pré-menstrual: são as iniciais em inglês de monitoramento da pressão dos pneus, uma luz-alerta que se acende no painel quando sua pressão cai 20% em relação à recomendada. Neste caso, com o duplo objetivo de reduzir consumo (pneu murcho aumenta o atrito) e garantir segurança. Pode funcionar com sensores nos bicos das válvulas que percebem a variação da pressão ou pelo sistema ABS que detecta diferença entre o diâmetro de um pneu em relação aos outros três.
Sinalizador de marcha – Alguns modelos nacionais e importados já contam com este sistema, que indica ao motorista — com uma luz ou setinha no painel — o momento de cambiar para que a rotação do motor seja a mais adequada. Rodar com a marcha correta com o motor sempre na faixa de maior eficiência é fundamental para se reduzir consumo e emissões.
Grade variável – Ainda não existe em modelos nacionais. A grade defronte ao radiador funciona com uma articulação semelhante à de uma persiana. Quando o sistema de refrigeração necessita de maior fluxo de ar, ela se abre completamente. Quando a necessidade se reduz, a persiana vai se fechando. Na estrada, por exemplo, em elevadas velocidades, a necessidade do fluxo de ar é muito inferior ao volume que chega na dianteira e a persiana pode ser quase completamente fechada. No inverno, por exemplo, ela permanece fechada quase todo o tempo, melhorando sensivelmente a aerodinâmica e reduzindo o consumo.
Mas tem mais. Motores de maior cilindrada (1,5) com três cilindros já equipam MINI e BMW. A Ford também desenvolve projeto semelhante. O sistema “Cylinders on Demand” (motor desliga metade dos cilindros quando não são necessários) vai acabar desembarcando por aqui. Mundo globalizado é assim mesmo…
BF

NOVAS VISÕES POR FERNANDO CALMON

ÓCULOS INTELIGENTES
À PROCURA DE CLIENTES


Exibindo Visão aumentada 1.jpg



Por Fernando Calmon

Até agora a ideia dos óculos Google, que usam microcâmera, recursos de realidade virtual e interação com telefone inteligente, não vingou. Tanto que a empresa decidiu reavaliar o projeto e estuda uma segunda geração. Existe também preocupação com a intimidade das pessoas que podem ser filmadas sem autorização.
Mas o conceito mostra aplicação potencial para motoristas, pois o carro é um ambiente mais privativo. Pelo menos assim pensa a MINI, marca da BMW, que apresentou um protótipo no recente Salão de Xangai. Ele se assemelha aos antigos óculos usados por pilotos nos primórdios da aviação de cabine aberta. Ainda não há previsão de lançamento deste acessório de visão aumentada. Se produzido em grande escala, teria preço estimado de um telefone inteligente topo de linha.
Foram citadas sete funções agregadas, a começar pela possibilidade de programar o destino antes mesmo de entrar no veículo e transferir a navegação, inclusive imagens dos pontos de partida e destino. Informações sobre velocidade e seus limites na via são projetadas acima do perímetro do volante, sem ocultar os veículos à frente. Realidade aumentada cria setas virtuais de auxílio à navegação, pontos de interesse ao longo da rota e até espaços livres para estacionar e assim manter o motorista focado no tráfego.
Pequeno ícone aparece no caso de mensagem ou torpedo e pode ser ouvida nas hastes dos óculos, se autorizada por meio de um botão no volante. Visão de raios-X através de portas e colunas dianteiras por meio de microcâmeras instaladas externamente é reproduzida de tal modo a revelar objetos e áreas externas encobertas. Outras microcâmeras nos espelhos permitem monitorar a distância até a guia para evitar raspar as rodas e pneus em manobras de estacionamento.

domingo, 12 de julho de 2015

PERFORMANCE À FRANCESA.

No mercado Público de Porto Alegre, bem ali no cruzamento das vias, há uma mandala de granitos entalhada com filetes de bronze, onde sempre  pisamos por alguns minutos. 
Bem ali, está um velho piano, doado por alguém, maltratado, mas bem afinado - dizem os entendidos.
A música é "la vie en rose" que os mais velhos diriam lembrar aa versão dos dois dois desconhecidos mas profissionais, óbvio, tem muito de Edith Piaf, a voz da :França dos anos 50.....|Um Citroën 15 Six acelerando pela Route  Natioanale 1 cercada de plátanos, aao emtardecer, le paradis...