quarta-feira, 8 de julho de 2015

BMW 101 CONCEPT POR JLV



Moto conceito BMW 101
Numa reunião fábrica-imprensa no Lago Como suíço, a BMW apresentou uma moto conceito que junta o tradicional e o contemporâneo e abre um novo capítulo na história das motos de conceito da BMW.

Seguindo o sonho de liberdade e independência do turismo à americana, a Concept 101 mescla elegância e luxo sobre duas rodas e longas distâncias, só que em autobahnen alemãs – o único local onde pode-se imaginar o piloto realmente ‘abrindo a manete’, querendo voar um pouco sobre o chão.



A denominação 101 é de extração do Novo Mundo: 101 polegadas cúbicas, equivalente a um deslocamento de 1.649 centímetros cúbicos. Os seis cilindros definem uma potência e um torque realmente fabulosos, que pouquíssimos pilotos, fora os de testes ou de competição, podem levar a seus limites. 

Potência e torque de sobra podem ser simplesmente deliciosos quando usados dentro das verdadeiras possibilidades de cada um, sobre interstates aparentemente infinitas e com magníficas vistas das mais diversas. 

Turismo à americana. 


JOSÉ LUIZ VIEIRA - WWW.TECHTLK.COM.BR


JAY LENO E O CARRO MAIS BARATO DO MUNDO

DOIS CILINDROS NA TRASEIRA, 664 CM³, 105KM/H POR POR SÓ 2.700 US$

terça-feira, 7 de julho de 2015

HOJE É DIA DE PERPETUUM JAZZILE

 Nem se fosse o próprio Jobim que tivesse feito arranjo , a coisa sairia melhor...
 Agora, imagine ainda se levarmos em conta que o conjunto é ESLOVENO !!!






segunda-feira, 6 de julho de 2015

DE CARRO POR AÍ COM O NASSSER

Coluna 2715          01.julho.2015                      edita@rnasser.com.br 
Máquina do tempo, o Alfa Romeo 4C
Ele é instigante, reativo, feito quase artesanalmente e, melhor dos mundos, produzido agora já é considerado um futuro Clássico. Claro, tal rótulo não em proveniência nacional, de repórteres mal informados ou comerciantes descompromissados, assim chamando qualquer lata velha cuja característica maior é o peso dos anos.
Clássico, para quem do ramo, é produto com projeto individual reunido a melhor mão de obra, os melhores processos e materiais, caro e de produção contida. Quer um exemplo ? Os mito-marquetados Ferraris candidatam-se a tal rótulo, apenas se com motor 12 cilindros. Automóvel criado de supetão, em poucos dias, produção extra Fiat e limitada pela pequena capacidade da empresa fornecedora do monocoque em fibra de carbono. Construção típica de carros de corrida, congrega resistência com baixo peso, um dos segredos de sua performance. Com pequeno motor, de produção igualmente especial, porém base para futura família, 4 cilindros em linha, construção em alumínio, 16 válvulas, gasolina injetada diretamente e turbo compressor. Seus 1,75 litros produzem 240 cv de potência. O baixo peso, 895 kg, permite ótimo rendimento, um comportamento arisco. A colocação entre eixos traseira ajuda muito na estabilidade.
O Alfa Romeo 4C, no caso aqui relatado, é a recente versão Spyder, conversível – já dirigira, contidamente, a versão Coupé, inaugurando a família. Baixo, relativamente confortável para entrar e sair, oferece a sensação de vestir os ocupantes. 
Não há espaço de sobra e, pela ambiência, a proximidade do solo, o nervosismo na reatividade, lembram os Lotus dos tempos de Colin Chapman.
Não é automóvel para ser o único da família; não serve para levar meninos ao colégio; sequer para fazer compras no mercado. Também não o é para moças, exceto para as que efetivamente gostam de conduzir e entendem do produto, até porque, a noção de rodagem confortável é-lhe antagônica. Como passageiras, reclamarão. O ar condicionado é atravessado sob o painel em couro pespontado em vermelho e, no espaço exíguo, disputa com o joelho esquerdo da, do acompanhante. Para manter-se no solo tem a suspensão endurecida, e a direção é mecânica, exigindo braços e músculos peitorais dispostos. Para os de boa memória, o rodar de um Puma VW, perto do 4C, é de Rolls-Royce.
Acomodado – ou vestindo o automóvel -, pedaleira esportiva, sem alavanca de marchas, apenas botões no console. A alavanca de marchas e seu engatar, característica Alfa, inexistem. Mudanças automáticas no câmbio de seis velocidades e dupla embreagem. No console, botão rotativo em alumínio recartilhado, permite quatro tipos  de regulagens para motor, faixa de mudança de marchas, reatividade da suspensão.

Ronco másculo, elaborado – a Alfa Romeo tem se especializado em manter sua assinatura sonora – avisa logo de sua personalidade. Anda como quiser o freguês. Desde mudar marchas em baixas rotações, como fazê-lo em seu limite, com o motor viril troando pouco atrás de seus ouvidos, e com a música física do turbilhonamento da transformação da queima de ar e gasolina, em energia e ruído. Há artifício eletrônico típico do câmbio – um ruído de aceleração do motor, como se fosse automóvel com caixa de marchas sem sincronização, exigindo ao motorista uma acelerada para compatibilizar velocidade, rotação do motor e do câmbio. Quem ouve tributa homenagens.
Freia muito, e o ABS só opera no limite da irresponsabilidade, curva muito bem, mas lembra a toda hora ser um brinquedo a exigir identidade. Bobeou, ele tende a sair de traseira, demandando contra esterço e cautela para acelerar na correção. É daqueles automóveis que resgatam a exigência de cumplicidade para conduzi-lo. Pista de Balocco, a grande fazenda ex Alfa, ex Fiat e agora FCA nas proximidades de Milão, e pomposamente chamada FCA Prooving Ground, com emaranhado de pistas para avaliação, incluindo o circuito escolhido, reproduzindo curvas famosas de autódromos da Fórmula 1. Meu guia na pista, piloto de testes, estava em casa. Andava rápido, contido – limitava a 200 km/h a velocidade máxima -, mas desenhava o circuito in

EL AVVIÓN DE BUQUEBUS..



O Buquebus Francisco é o navio de passageiros mais rápido do mundo, chegando a atingir 107 km/h (58 nós), equipado com motores a jato, movidos por turbinas parecidas com as dos Boeings 747. 

navio mais rápido do mundo

O Buquebus Francisco é uma balsa de alta velocidade, que transporta veículos e passageiros pelo Rio de La Plata, no trecho de 200 km entre Buenos Aires e Montevidéu (Argentina e Uruguai) em apenas duas horas. 

wartsila incat Buquebus Francisco

Sua capacidade é de 1000 passageiros e 150 veículos, contando com grandes portas e rampas de acesso atuando como uma extensão rodoviária entre as duas capitais. 

navio mais rápido do mundo

O navio de passageiros mais rápido do mundo, que teve um orçamento de 110 milhões de Euros, possui turbinas da General Electric, movidas a gás natural liquefeito (GNL), reduzindo em até 98% as suas emissões. 

navio mais rápido do mundo

O navio Francisco viajou da Nova Zelândia até o Uruguai em uma jornada de 8.500 km, em uma única etapa. Isso foi possível com a instalação de tanques extras de combustível nos espaços para o transporte de carros. 

navio mais rápido do mundo

O Buquebus Francisco tem 99 m de comprimento e 27 m por largura, sendo que a embarcação é composta por dois cascos de alumínio unidos por uma seção central, Cada um dividido em nove compartimentos que alojam os tanques e máquinas. 

navio mais rápido do mundo com turbinas a jato

São 3 andares com elevadores ou escadas de acesso, sendo que o primeiro consiste na plataforma de estacionamento para 150 veículos. O segundo piso é dividido em três áreas: A classe econômica, área de banho no centro, e uma loja duty-free com mais de 1.000 metros quadrados na proa.

O convés 3 consiste da classe economia (atrás), depois um salão, depois os assentos da classe executiva e bem à frente a classe de estar. Cada área de passageiros tem banheiros e cafés. 


navio mais rápido do mundo

Características gerais do Buquebus Francisco:
Comprimento total: 99,00 metros
Comprimento na linha de água: 90,54 metros
Largura: 26,94 metros
Profundidade: 2,98 metros
Peso bruto: 450 toneladas  
Velocidade: 51,8 nós (96 km/h) (carregado), 58 nós (107 km/h) (leve)
Capacidade: 1.024 (passageiros e tripulação) e 150 carros
Motores: 2 turbinas de GNL de 22 MW cada Waterjets: Wartsila LJX 1720S.

NOTA DO EDITOR:
JÁ VIAJEI COM O CARRO   BORDO EM UM MODELO MAIS ANTIGO DA BUQUEBUS E CONCORDO: É MUITO MELHOR QUE AVIÃO. QUASE O MESMO TEMPO DE TRAVESSIA, MAIOR CONFORTO EM CADEIRAS MAIORES E MAIS ESPAÇADAS . AS TURBINAS SÕ MUITO SILENCIOSAS E ISENTAS DE VIBRAÇÃO POIS SUA QUEIMA DE COMBUSTÍVEL É CONTÍNUA COMO A DE UM AVIÃO, QUE NÃO TEM EXPLOSÕES NOS MOTORES. VÊ-LO PASSAR PELO LADO DE FORA É IMPRESSIONANTE, UM VERDADEIRO NAVIO A '90 POR HIRA....

domingo, 5 de julho de 2015

OPINIÃO DE BORIS FELDMAN




AMIGO DA ONÇA



As rodas do Range Rover foram reparadas com solda e submetidas a um extremo esforço do carro acelerando a quase 200 quilômetros por hora…

roda_sertanejo2
FOTO TV GLOBO/DIÁRIO DO PARANÁ
Dizem que raramente um acidente aéreo é provocado por uma única causa, mas pela conjunção de várias delas. Não é muito diferente com os automóveis. No acidente que vitimou Cristiano Araújo e sua namorada:
1 – o Range Rover estava em elevadíssima velocidade. O próprio motorista confessou estar muito acima dos 110 km/h permitidos na rodovia. Cálculos feitos pelo tempo gasto desde a última parada (registrada por câmeras num posto) até o momento do acidente indicam que a velocidade média era de cerca de 160 km/h;
2 – Motorista e empresário do cantor sertanejo estavam protegidos com os cintos. O casal, no banco traseiro, foi cuspido do carro indicando que não tinha afivelado o cinto;
3 – As rodas originais do utilitário esportivo inglês tinham sido substituídas por outras bem maiores (aro de 22”), que exigem pneus de perfil bem mais baixo e, portanto, mais sensíveis a danos e estouros;
4 – O amigo do cantor que lhe deu as rodas (tirou do seu próprio carro que seria vendido) confessou que foram amassadas e levadas para reparo. “Não imaginava que pudessem provocar um acidente” disse, completando que as colocou em seu Range Rover por serem “bonitinhas”.
Dezenas ou centenas de acidentes semelhantes acontecem no Brasil provocados por motivos semelhantes, mas sem despertar o interesse da imprensa e do público. Nem são investigados pela polícia ou pelo fabricante do automóvel, como neste Range Rover. Porém, quando se trata de um famoso cantor sertanejo, todas as atenções se voltam para o acidente e suas possíveis causas.
Outros famosos morreram por esta falsa noção de que o passageiro do banco traseiro não precisa afivelar os cintos. Foi assim com Lady Di em Paris, foi assim com o dramaturgo Dias Gomes em São Paulo. E continuará assim até que se mude a ideia de que “acidente só acontece com os outros”.
No Brasil, a situação é ainda pior, pois o governo não se preocupa com o assunto. Ao contrário de outros países, aqui se coloca a venda qualquer componente do automóvel, mesmo os que envolvem segurança, sem que estejam certificados. O Inmetro dá os primeiros passos para homologar alguns produtos, em ritmo de tartaruga e com toda a burocracia inerente a um órgão do governo. E que nem sempre resiste a “pressões” como no caso dos pneus remoldados, quando falou mais alto o interesse dos empresários envolvidos.
No Range Rover do cantor, as rodas não eram originais e exigiam pneus de perfil mais baixo e, portanto, mais sensíveis a impactos em buracos. A estrada onde ocorreu o acidente era asfaltada e de boa qualidade. Porém, e se na véspera o carro passou por uma cratera que rompeu internamente um pneu? Alguém se lembrou de verificar a presença de bolhas (externas ou internas) na banda lateral?
E as rodas “bonitinhas” colocadas no Range Rover? O amigo (…) do cantor confessou que, antes de oferecê-las para Cristiano, mandou reparar duas delas numa oficina em Goiânia, num processo que exigiu solda e que pode ter deixado fissuras ou trincas internas não visíveis a olho nu. A oficina (nem nenhuma outra no Brasil, com certeza) tem o sofisticado e caro equipamento de ultrassom capaz de detectar esse problema. A roda pode até circular sem problemas em baixa velocidade, mas com o extremo esforço a que é submetida com o carro a quase 200 km/h…AMIGO DA ONÇA