domingo, 24 de janeiro de 2016

SANDERO RS BY GIU BRAMDÃO

OPINIÃO POR BORIS FE LDMAN






Avanços tecnológicos sempre geram controvérsias. A iluminação pública se fazia, até o século 18, com lampiões a óleo que evoluiram para o gás e, no século 19, para a energia elétrica. Os acendedores de lampiões perderam seus empregos. A companhia de gás perdeu parte de seu faturamento...

Como reage cada país ao desenvolvimento tecnológico? Depende do grau de educação da sociedade, do peso da burocracia governamental, do nível de corrupção e do poder dos lobistas.

Quem já dirigiu no Primeiro Mundo percebeu não existir mais frentistas nos postos. O motorista paga o combustível com o cartão de credito na bomba ou no caixa da loja de conveniência.  Por que não existe este mesmo sistema no Brasil? Proibido para “evitar desempregos”.

Quem anda no Primeiro Mundo de ônibus ou bonde percebe não existir cobradores. O ticket é comprado antecipadamente e validado numa maquininha. Ou se paga ao motorista. Por que ainda temos cobradores? Não é difícil explicar...

A legislação brasileira flutua de acordo com os interesses de alguns setores da economia. Ou dos poderes constituídos. Não se eliminam leis esdrúxulas e arcaicas, desde que os beneficiem. Ou  criam-se outras, pelo mesmo motivo.

O Contran eliminou em 2015 a exigência (única no mundo) do inútil extintor de incêndio. Mas seus fabricantes já correram para corromper parlamentares e tentam torná-lo novamente obrigatório, sob a ridícula alegação de “segurança” veicular. Declaram – sem enrubecer – a catastrófica soma de 40 mil desempregos. Nas minhas contas, número suficiente para operar umas duas fábricas de automóveis...

Na década de 40, o presidente Getulio Vargas assinou uma lei permitindo a desapropriação de áreas para a construção de estradas, estações ferroviárias, aeroportos, etc. A ditadura acabou,mas, 75 anos depois, ela permanece intacta, desvirtuada, obsoleta, mal interpretada e tornou-se instrumento jurídico para se desapropriar prédios comerciais cobiçados por órgãos públicos, principalmente do Poder Judiciário. Empresas são sumariamente desalojadas com base nesta excrescência jurídica, com enormes prejuízos para locador e locatário, pois o valor indenizatório é - obviamente -  inferior ao de mercado e não há previsão de reembolso das despesas com a mudança. Quem não concorda que entre com uma ação judicial contra o governo. Que poderá ser julgada exatamente pelo juiz que se aboletou no imóvel. Se ganhar a causa, o ex-proprietário receberá o tal “precatório”, outra imundície jurídica que isenta o poder público de cumprir o determinado pela Justiça.

Leis obsoletas e que passam ao largo do desenvolvimento tecnológico protegem hoje  taxistas contra o Uber. Um sistema de transporte individual mais moderno, seguro, confortável, prático e confiável. Que permite ao passageiro identificar e avaliar motorista, automóvel e sistema. Que informa – com antecedência - quanto vai custar a corrida. E debita o valor no cartão de crédito. Atenua o risco de ser transportado por automóveis imundos e mal cheirosos, conduzidos por motoristas idem, ibidem e, às vezes, embriagados. Vereadores, receosos de perder votos, alegam a ilegalidade do Uber para proibi-lo.

Já está pronto o automóvel autônomo. A indústria automobilística (e a de informática, Google à frente) anuncia sua comercialização dentro de uns dez anos. Mas corre o risco de ser proibido no Brasil, com as prováveis manifestações sindicais (taxistas, motoristas, valets, flanelinhas, estacionamentos) alegando incongruências jurídicas do carro sem motorista. Com os aplausos dos órgãos de trânsito, receosos de perder o faturamento das multas: carro autônomo não comete infração de transito...

Deixe seu comentário!

DE CARRO POR AI




Coluna 0416      20.Janeiro.2016                     edita@rnasser.com.br      
Ventos de Detroit
O NAIAS 2016, Salão de Detroit, fez marca curiosa: apesar do mercado  norte-americano ter tido recuperação formidável – de retração absoluta em 2008 para recordes de venda em 2015 -, a mostra organizada pelos revendedores de Michigan teve ausência e falta de atrações de Bentley e Mini, marcas da Volkswagen e da BMW, e Land Rover. Dentre os maiores destaques, poucos serão importados ao mercado nacional.
-------------------------------------------------------------------------------------------------
Mercedes Classe E 2017 – Segue a linha estética aplicada aos irmãos de linha C e S, e as novas formas e largo conteúdo eletrônico – descrito pela Coluna passada – o rotulam como semi autônomo. Mantém a motorização 2,0 turbo. No Brasil até o final do semestre. Razões diversas, gostaríamos de fazer como a Mercedes: pular e esquecer 2016.
-------------------------------------------------------------------------------------------------
Exibindo Foto Legenda 01 coluna 0416 Mercedes-Classe-E.jpg

Exibindo Foto Legenda 01 coluna 0416 Mercedes-Classe-E.jpg
: Mercedes Classe E
-------------------------------------------------------------------------------------------------
Ford Fusion – Dificuldade para a Ford foi modificá-lo, melhorar aparência, confortos, e manter preços e liderança no segmento, onde supera Honda Accord e Toyota Camry. A versão Sport, motor L4, 2,3 litros, 330 cv, emprega tração nas quatro rodas, caixa automática com seis velocidades, suspensão continuamente monitorada para rodar confortável, piloto automático, detector de pedestres, e ParkAssist para vagas perpendiculares. Acima, Platinum, com revestimento em couro, rodas liga leve, 19” e grade personalizadora.
Versão híbrida desenvolveu software para melhorar eficiência. Produzido no México, é importado sem pagar impostos de importação. Primeiro semestre.
-------------------------------------------------------------------------------------------------

ord Fusion
----------------------------------------------------------------------------------------------

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

SETE MINUTOS DE FERRARI GTO

SUBINDO A MONTANHA:PURA MMUSICA...



ALTA RODA




Alta Roda nº 872 — Fernando Calmon — 19/1/16










DETROIT SEM GRANDE IMPACTO

Foi uma das recuperações mais rápidas de que se tem notícia. O mercado interno americano estava tão prostrado em 2009 com “apenas” 10 milhões de veículos vendidos, que nem dava para substituir a frota sucateada a cada ano. Pois, em 2015, venderam-se 17,5 milhões de unidades, recorde que perdurava desde 2000.
Além da crise financeira e imobiliária, o preço de petróleo estava quatro vezes mais alto do que hoje. Essa virada se explica por várias boas razões de fundo econômico, em especial pela exploração do xisto ter diminuído a dependência do país de petróleo importado. O Salão de Detroit, que vai até o próximo dia 24, tinha, assim, muito o que comemorar, mas nem por isso apresentou tantos lançamentos de grande impacto. Na realidade, apenas uma anomalia de cronograma, como comentou Bill Ford, dono da fabricante homônima.
Gasolina barata impulsionou a venda de SUVs, diminuiu a de modelos puramente elétricos (apenas 0,7% do mercado total) e até de híbridos. Em dezembro último, por exemplo, os SUVs praticamente empataram com os automóveis (hatches e sedãs) na preferência do consumidor, pela primeira vez. Cada segmento ficou com quase 40% do total, sendo o restante de picapes e monovolumes.
Entretanto, há uma severa meta de redução de consumo de combustível fóssil imposta pelo governo americano para diminuir emissões de CO2. A média de todos os modelos produzidos por cada marca deverá ser de 23,2 km/l, em 2025. Dessa forma, elétricos puros (a exemplo da versão final do Chevrolet Bolt lançado em Detroit) e híbridos plugáveis em tomadas (caso do VW Tiguan GTE 4x4 Active Concept com bom desempenho 100% elétrico fora de estrada) ajudarão a compensar picapes e SUVs pesados e sedentos por combustível, mas o problema será convencer o cliente a substituí-los. Quanto mais com a gasolina na faixa de R$ 2,40 o litro e tendência de baixa...
De interesse imediato para o Brasil, o Cruze hatch (ver abaixo em Roda Viva) com seu estilo mais próximo ao europeu e que agrada ao comprador aqui. Ford Fusion, produzido no México, recebeu leve atualização estilística e já é praticamente igual ao Mondeo alemão.
Embora os monovolumes representem uma parcela de apenas 7% do mercado americano, a FCA investiu bastante no Chrysler Pacifica, em tudo superior ao Town & Country. É todo novo e inclui recursos como portas corrediças e tampa traseira acionadas sem as mãos, teto solar triplo e até aspirador de pó integrado. No campo dos ainda puramente conceituais, está o SUV grande Kia Telluride, desenhado na Califórnia.
O Salão de Detroit deste ano destaca-se justamente por alguns sedãs e cupês. A Mercedes-Benz lançou a nona geração do Classe E, o mais tecnológico dos seus modelos: permite fazer ultrapassagens a até130 km/h em modo autônomo (basta ligar a seta) e estacionar por meio de controle remoto via aplicativo para telefone inteligente. Chegará ao Brasil no segundo semestre. O cupê Lexus LC 500, além de linhas ousadas, é o primeiro automóvel de tração traseira com caixa de câmbio automática de 10 marchas. Pretende desafiar modelos das três marcas premium alemãs. O novo sedã Hyundai Genesis G90, com grade inspirada na dos Audi, vai pelo mesmo caminho.

RODA VIVA

CRUZE já tem data de início de produção, em Rosario, Argentina, projeto chamado lá de Fênix. Conforme fonte da Coluna, o sedã começa em maio e o hatch, em novembro deste ano. Em geral o lançamento se dá entre dois e três meses depois. Confirmado motor turbo (flex para o Brasil), de 1,4 litro e 150 cv cuja montagem também será feita no país vizinho.
QUANDO a Fiat Toro chegar ao mercado em março próximo (ainda em dezembro de 2015 o Registro Nacional de Veículos Automotores – Renavam já registrava 65 unidades emplacadas pela fábrica) surpreenderá também pelo preço. Apesar de maior e mais cara de produzir do que o Renegade, tem IPI menor por ser picape e não SUV. Pelo menos duas versões já têm nome: Freedom (entrada) e Volcano (topo).
ESTADO geral ao longo do tempo era o temor dos compradores de modelos chineses. Um JAC J3 com 106.000 km rodados, cedido pelo importador, estava em condições dentro da média, segundo o experiente engenheiro e dono de oficina Vinicius Losacco. Resumo da avaliação: desempenho compatível, nível de ruído mais acentuado e embreagem sem suavidade.
REFLEXO da saída de mercado de compradores de menor poder aquisitivo, os automóveis com motores de 1 litro de cilindrada, de três e quatro cilindros, diminuíram a participação nas vendas totais de 36,1% em 2014 para 33,8% em 2015. Em parte devido ao avanço dos SUVs compactos. EcoSport renovado previsto para novembro terá motor de três cilindros, mas de 1,5 litro.
TENTATIVAS de golpe de estelionatários com a remessa de boletos falsos de cobrança do IPVA, principalmente no Estado de São Paulo, demonstram a fragilidade do banco de dados do Renavam. Acesso a endereços de '11proprietários não é permi+

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

OUTRA CADEIRA ELÉTRICA...

Urchfab 1953 Ford Popular with a Saab turbo B204 inline-four

UM PEQUENINO FORD INGLES, O POPULAR,, COM UMA MECANICA DE SAAB TURBO DE 300 CV PARA FAZER DRIFT... COM TRAÇÃO DIANTEIRA. SÓ NA IMGLATERRA...
Urchfab 1953 Ford Popular with a Saab turbo B204 inline-four

Urchfab 1953 Ford Popular with a Saab turbo B204 inline-four

Urchfab 1953 Ford Popular with a Saab turbo B204 inline-four



LIRA DO DELÍRIO: THE CORSETTA

BMW Other | eBay


MOTOR CORVAIR BOXER DE SEIS CILINDROS, 2,4 LITROS EACV RESULTA NISSO QUANDO PENDURADO ATRAS DAS RODAS TRASEIRAS: UMA CADEIRA ELÉTRICA... COM 350 KG, TEM UMA RELAÇÃO  DE TRES QUILOS POR CAVALO VAPOR. AQUI EU JÁ VI COM MOTOR DE CB 750 E CLARO, DE VW, MAS NADA TÃO RADICAL...
     

BMW Other | eBay

BMW Other | eBay


O CORVAIR E SEU MOTOR TRASEIRO