terça-feira, 19 de janeiro de 2016

GEE BEE, O AVIÃO D CORRIDA

O GB 2 , U AVVIÃO DE CORRIDA DDOS ANOS  30 DOS GRAN VIILLE BROT]]AAAHERS.  TINHA UM ENORME MOTOR RAADIALUSADO MAIS TARDE NOS CONSTELLAATION. ERA PRATT E WHITNEY WASP COM 22- LITROS DE DESSLOCAMENTO. ESTE É UMA REPLICA RECENTE NO SEU VOO INAUGURAL A 650 KH
M 

sábado, 16 de janeiro de 2016

OPINIAO POR BORIS FELDMAN


Algumas novidades tecnológicas vão chegando de mansinho, sem muito alarde e divulgadas pelas fábricas só depois de questionadas pelos problemas que geram. Correia dentada é uma delas. Durante dezenas de anos os eixos de comando no cabeçote foram movimentados por correntes metálicas. Idênticas às das bicicletas.
De repente, alguns motores surgiram com a novidade: correia de borracha substituindo a corrente metálica. Segundo as fábricas, por serem mais silenciosas. Mentira: porque custam menos que as metálicas. Mas tão problemáticas que ficaram restritas a motores mais compactos, de menor cilindrada e que equipam automóveis menos sofisticados. Motores de marcas premium continuam aplicando as metálicas. E ninguém jamais reclamou de seu ruído...
São vários os inconvenientes das correias dentadas. Em primeiro lugar, sua vida útil é limitada: com exceção da Ford que acaba de lançar uma correia (banhada em óleo) com duração prevista de 250 mil km, todas as demais devem ser substituídas entre 60 mil e100 mil km. Ao contrário das metálicas que duram toda a vida do automóvel (e mais seis meses...). Além disso, é maior o risco da correia pular dentes da polia e deixar o motor desregulado ou inerte. O que pode ocorrer até ao se tentar fazer o motor pegar no “tranco”.
Outro grave inconveniente da correia de borracha é entregar os pontos muito antes da quilometragem de troca indicada no manual. Se o veículo roda com frequência em regiões de mineração ou em estradas empoeiradas, há um desgaste exagerado da correia e ela se rompe prematuramente. A Volkswagen, por exemplo, enfrentou este problema na Amarok, que não resistia muito mais que 20 mil quilômetros em regiões de minerações. A fábrica tentou resolver com uma vedação mais cuidadosa na tampa do compartimento da correia. Não resolveu. Instalou então um sofisticado sistema de ventilação positiva no habitáculo da correia: ar forçado em seu interior para bloquear a entrada de impurezas.
Em muitos motores, as consequências do rompimento da correia são graves, pois a falta de sincronismo entre eixo comando e virabrequim faz as válvulas baterem nos pistões. Os danos no motor exigem reparo de custo elevadíssimo.
Não bastasse, algumas oficinas ainda agravam o custo da substituição da correia dentada ao inventar a necessidade da troca simultânea de seu rolamento/tensionador, para faturar ainda mais às custas do proprietário do automóvel. Verdadeira picaretagem. Operação desnecessária e não indicada pelo fabricante pois é óbvio que um rolamento de aço resiste muitas vezes mais que uma peça de borracha. Mas a prática se disseminou e já existe até um fornecedor de autopeças (Gates) que oferece no mercado um kit composto da correia e do tensionador. Aumenta seu faturamento, o da oficina e pouco se importa de onerar desnecessariamente o consumidor final. Aliás, o kit é argumento definitivo do mecânico para convencer o dono do carro a concordar com a substituição do rolamento, pois não está relacionado na relação dos itens das manutenções periódicas.
Nosso complexo de “vira-lata” nos instiga a praguejar contra estas picaretagens das oficinas e completar o texto com “só mesmo no Brasil”. Mas outro dia eu lia um teste de longa duração de um Subaru feito por uma revista norte-americana, que incluía os custos totais depois de rodar 80 mil quilômetros com o automóvel. O editor da matéria comenta que conferiu as despesas relacionadas pelos jornalistas que dirigiram o carro e eliminou um dos itens, uma tal “limpeza de bicos injetores”, que segundo ele, “não é indicada pela fábrica”.
Viu como a moda pega até no Primeiro Mundo?

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

DE CARRO OPR AI


Coluna 0316      13.Janeiro.2016                     edita@rnasser.com.br       
Zarooq, nasce o primeiro carro árabe
Competição no mercado de automóveis novos lista marcas a fazer fusão, acordos, ou ser assimiladas, ou desaparecer. Daí ser surpresa, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, sem tradição no ramo, surgir novos fábrica e projeto.
Não é montadora de veículos ocidentais, mas pioneira fábrica com projeto, construção, e aplicação adequada às demandas e exigências de selecionado público local. Produção quase completa, do desenho à construção de partes, estrutura e carroceria. Surpresa e incoerência? Nada surpreende por aqueles lados, de vontades turbinadas por petrodólares – apesar da queda do valor do óleo.
Não se imagine um buggy árabe, mas muito mais, um veículo dimensionado aos esforços para tipo competições em circuito de areia, às exigências de desgaste físico dos pilotos, e a capacidade de ser utilizado fora de circuitos. Daí o poderoso ar condicionado, e o projeto na linha de encontro entre o conforto e o uso em corridas. A Zarooq Motors o descreve com humor: desenho com toque italiano; construção com toque alemão; mecânica com toque dos EUA.
Construção pela Campos Racing, que já andou pela Fórmula 1, com enorme conhecimento sobre carros de corridas, e pretensões Dubaianas: marca perene, sinônimo de todo terreno, performance em competição. Projeto comercial se assenta em duas bases sólidas: um circuito oficial para corridas em areia, para competições e para turistas interessados em alugar o Zarooq e rodar. É o Dubai Off-Road Racing Track, circuito em areia. Nele, campeonato com a série inicial, para divulgar o primeiro automóvel projetado e construído nos Emirados Árabes Unidos, e após fazer versão a uso quase normal, misto em habilidades para andar no deserto e fora dele. Ao momento divulga o caderno de exigências do projeto para filtrar fornecedores. Não deve ser barato, nem de produção intensiva.
Como é
Aparência agressiva por Anthony Jannarelly, desenvolvedor para a Lykan e para a W Motors. Chassis pronto com motor colocado, moldes de carroceria em usinagem, apresentação por protótipos operacionais ao final de fevereiro 2016. Previsão anterior era janeiro.
Comprimento 4200 mm; largura 2084 mm; entre eixos 2820mm, bitolas 2160-2100 mm; ângulo de entrada 45º; saída 53º; altura livre 315 mm; peso 1000 – 1050 kg; velocidade final 200 km/h.
Mais
Motor 3.498 cm3; V6, entre 400 e 500 cv; entre eixos traseiro; chassi em tubos de aço S355; suspensão off Road; rodas, pneus, amortecedores, de competição. Preço não divulgado. Mais? Mídias sociais #zarooq #sandracer #زاروق
Zarooq, aos não iniciados, é a mais rápida das serpentes do deserto.

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Exibindo Foto Legenda 01 coluna 0315 - Zarooq.jpg

 Zarooq, made in Dubai
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Algumas coisas a mais sobre o Fiat Toro
Ao lançar aos o picape Toro, Fiat quer ampliar seu portfólio, vendas e participação no mercado. Corre para revigorar produtos atuais, desenvolver versões, e criar novos, arrostando a difícil missão de manter a liderança de vendas, onde está há 13 anos.
O Toro é o primeiro desdobramento Fiat da plataforma Small Wide, criada para nova geração de produtos, iniciada pelo bem sucedido Jeep Renegade. Ainda no primeiro semestre, o ora dito Mobi, carro de entrada, substituto do Mille. Logo após, próximo produto Jeep, sintetizando as atuais linhas Compass e Patriot.
O Toro fará parte do novo segmento inaugurado pela Renault com o Duster Oroch, mediando entre os picapes pequenos, como o líder Fiat Strada, e o degrau superior, dos picapes grandes, para onde migraram Chevrolet S 10, Toyota HiLux, Mitsubishi L200, Ford Ranger ...
Além da posição mercadológica, o Toro é diferenciado pelas linhas, pela preocupação aerodinâmica, pela composição plástica mais próxima de automóveis que de caminhões.
Mais
Coluna obteve com fonte da FCA dados adicionais. Em comparação ao Oroch, com motorizações 1,6 e 2,0, transmissão mecânica de 5 e 6 velocidades, o leque de versões tem mais amplitude em motores, transmissões, tração e decoração.
Novidade maior é aplicar motor não disponível no Renegade vendido no mercado nacional – ele também é produzido em Melfi, Itália, e dali exportado ao mundo. É o engenho de quatro cilindros, 2,4 litros, 190 cv – o utilizado no Freemont com transmissão automática de seis velocidades. Outros grupos de moto transmissão serão os já conhecidos no Renegade: diesel, 2,0 e 170 cv com transmissão de nove velocidades; Flex 1,8, 139 cv, e transmissão Dualogic, automatizada, com seis velocidades.                .
Tração nas 4 rodas e marcha reduzida, opção nos diesel.
No resto se equivalem, apesar do comprimento, quase 4,90m, da maior altura do solo, 21 cm nos Flex e 22 cm nos Diesel. Peso na caçamba, respectivos 650 kg e 1.000 kg. Apesar da proveniência das informações, não parece razoável uma tonelada de carga livre na caçamba para as versões diesel.

Quanto ?
 Versão
  Motor
     Transmissão
    Preço  R$ 
Freedom
1,8
Dualogic 6V
75.000
Opening Edition
1,8
#
         81.000
Diesel 4x2
2,0
Mecânica, 6V
91.000
Diesel 4x4
2,0
#
         99.000
Volcano Diesel
2,0
Automática 9V
113.000*

*Volcano Diesel com tratamento de automóvel, pintura perolizada, rodas em liga leve, revestimento em couro. Marco no Toro, a tampa traseira da caçamba é bi partida e permite um acessório Mopar para estende-la.

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Toro
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Com tecnologia Mercedes empacota novo Classe E
Mostrado no Salão de Detroit, ora em curso, o novo Mercedes Classe E, mais rentável série da marca, é maior, conceitos estéticos vistos nos Classes C e S, muita tecnologia.
Produto não decepcionou: maior ante versão anterior, com ditames aerodinâmicos mandando esticar o capô, inclinar o para brisas e recuar o teto,
Obteve Cd de 0.23, medida de resistência ao ar, marca excelente para sedã.
Além da sugestão de dinamismo, a 10ª. geração novo Classe E vem empacotada por tecnologia com foco preciso: manter clientes e atrair outros tentados por Audi A6 e BMW Series 5, líderes de vendas. Ao novo Classe E aplicam o carimbo de Semi Autônomo por conta do pacote de auxílios eletrônicos como o Assistente de Mudança de Faixa – dois segundos após o motorista acionar a seta, um conjunto de radar e câmera movem a direção se a faixa estiver desocupada; Piloto Remoto de Estacionamento – pelo celular faz o Classe E entrar e sair de garagens e vagas. Foi truque em BMW num filme da série 007 e ano passado agregado à Series 7 da marca concorrente; V2X– por celular troca informações com outros carros rodando à frente, podendo receber informações da estrada, de pistas geladas a carros quebrados no acostamento.
No interior maior espaço, em especial para o banco traseiro, o conceito de Inteligência Aerodinâmica inclui duas telas – uma à frente do motorista, substituindo os instrumentos e outra ao centro do painel, 20 cm, botões sensíveis a toque no volante.
Motorização a gasolina conhecido motor L4, 185 cv e 300 Newton-metro de torque.
Versão híbrida com potência combinada de 280 cv, transmissão 9G Tronic – automática com 9 velocidades. Novo diesel 2,0 não virá ao Brasil. Aqui à venda fim do 1º. semestre.
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Mercedes Classe E 2016, aerodinâmica e confortos eletrônicos
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Na Bahia, novo autódromo
Leitores da Coluna sabiam das ações da jornalista Selma Moraes, presidente da Federação de Automobilismo da Bahia, para implantar um autódromo em seu estado. Município de São Francisco do Conde, a pouca distância de Salvador e acesso por terra, mar e ar, bancou o investimento com vistas a se tornar base para o aproveitamento do potencial econômico gerado pela atividade das corridas. Prefeito Evandro Almeida mostrou visão pouco usual.
O Autódromo Internacional da Bahia, foi inaugurado passado fim de semana, com provas de sua especialidade: corridas em pista de terra, com 1.700m de extensão, 14m de largura e de motocross. A área total de 850.000 m2 quadrados permite muita expansão.
Próximos passos, construção de pistas de kart, de asfalto. Vitória da visão, garra e determinação da jornalista Moraes, exemplo a ser seguido.
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Autódromo na Bahia começa com circuito de terra
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  Roda-a-Roda
Nada a ver – Apesar de pequena queda de vendas, causada pelo Dieselgate, a questão das emissões superiores às normas dos EUA, outras empresas VW cresceram: Porsche vendeu 225 mil unidades, recorde de produção, com liderança dos SUVs Macan e Cayene. Maior mercado, China.
Mais – Em crescente ascensão Audi vendeu 1,8M, superando em 20%, 300 mil unidades os planos para 2015. Nos EUA, maior mercado, e no Brasil, dos menores, cresceu.
Mais – Audi inicia importar o A1 Sportback, 4 portas em versão mais potente: novo motor 1,8 TFSI faz 192 cv, levando-o aos 100 km/h em 6,9s, a R$ 125 mil. Opção com motor 1,4 e 125 cv por R$ 107 mil. Transmissão dupla embreagem, com 7 velocidades. Pacote é concorrente de Mini.
Questão – Coisa secular, invenções e criações são registradas para impedir cópias por concorrentes. Com o software Ford SmartDeviceLink, ocorre o contrário: a companhia incentiva concorrentes a adotá-lo. O sistema coleta, conecta e controla aplicações de SmartPhones a partir dos veículos.
Facilidades – O Smart.... é software de fonte aberta contendo a plataforma Sync@AppLink, provendo aos clientes acessar as aplicações favoritas através de comando por voz. Conceito é, quanto maior o número de usuários, mais rápido será o desenvolvimento de aplicações.
Cruze – GM argentina divulgou foto final do modelo Cruze a ser feito lá em versões hatch e sedã, e exportado ao Brasil. Linhas e motor novos, 1,4 litro + turbo = 155 cv. O Cruze é originalmente coreano, onde a GM comprou a Daewoo, e não foi feito no Brasil por conta do não entendimento com o sindicato dos metalúrgicos de São José dos Campos, SP.
Mais um – Início de fevereiro BMW apresentará ao mercado brasileiro seu modelo X1. Importado, é um SAV da base de entrada da marca.
Atraso – VW postergou a apresentação do Gol Trend. Será em março. Como a Coluna informou, ênfase em atualização de confortos de conectividade.
De novo – Enquanto não vem o modelo novo, mudança é para criar atrativos. Para marcá-lo, mudanças estéticas nos faróis, para choques, disposição no painel. Na mecânica, o novo motor 1.0 de três cilindros.
Marco – Apesar da retração do mercado, vendas do Jeep Renegade em dezembro foram façanha: 6.976 unidades – 300 sobre o então líder Ford EcoSport, dezembro de 2012, último mês antes da indústria nacional declinar.
Veraz – À apresentação do Renegade no Salão do Automóvel, Sérgio Ferreira, diretor geral da marca, asseverou, seria líder de mercado. Pareceu falaz, mas fechado 2015, na relação entre volume e meses de venda, lidera.
Exemplo – Allison, maior fabricante mundial de transmissões nomeou David Graziosi presidente. Exemplo para a administração brasileira com 39 ministérios e 20 mil ! funções para assessores indicados sem maiores exigências.
Tudo eu - Grazioni acumulará com as funções de: 1 - Diretor Financeiro; 2 - Supervisor de Operações; 3 – Compras; 4 - Qualidade e Confiabilidade; 5 -Assuntos Legais/Corporativos; 6 - Comunicações/Auditoria Interna; 7 - Recursos Humanos, Informações e Serviços; além de 8 - Tesouraria.
Cafezinho e água, imagina-se, a cargo da sra. Mary Smith.
Ajuda – 3M desenvolveu nova fita crepe para os serviços em pintura de veículos. Ganhos de tecnologia em maior capacidade de contorno nas peças, isolamento nas beiradas e a vantagem de não deixar resíduos quando submetida à elevada temperatura nas oficinas com estufa para pintura.
Antigos, 2 – O Pebble Beach Concours d’Elegance, 3º. domingo de agosto, mais entojado dos encontros mundiais de automóveis antigos, aula de como fazer, em grande expansão, apesar do crescendo no preço dos ingressos.
Mais – Antes com estacionamento contido ou nas estradas em seu entorno, em Carmel, California, o desmesurado movimento de público fez utilizar os campos de golfe do hotel The Lodge, onde se abriga, e atingindo a insuportabilidade. Uma foto aérea interpretaria a massa humana como alguma passeata pró ou contra os automóveis antigos, meras manchas em seu meio.
E mais – Para frear excesso de visitantes, organizadores resolveram aumentar custo do ingresso. De US$ 100 vem galgando números e para 2016 tenta conter visitantes sem perder faturamento. Ingressos agora incluindo estacionamento no green subiram a US$ 325 – uns R$ 1.300 -, e para dar tempo a juízes e jornalistas observar os automóveis, abrirá das 10h30 às 17h.
Clássico, já! – Melhor rótulo para distinguir um automóvel é tê-lo como Clássico. Por entendimento mundial tal classificação é restrita aos de projeto e construção superiores, melhores materiais e distinção por luxo ou performance.
Poucos - Seleção muito restrita, no Brasil, apesar da liberalidade no uso da palavra, apenas dois veículos são assim classificados: o Willys Itamaraty Executivo – a limousine -, e o Brasinca 4200GT e seu sucessor Uirapuru.
Mercedes – O último Clássico pós-Guerra é o Mercedes SE, cupê ou conversível produzido do início de ’60 a 1971, motores entre L6 2,2 litros e V8 3,5, no Brasil apelidado Charuto. Agora surgiu outro candidato: o SLS AMG. Preparação AMG, GT com portas asas de gaivota – abrindo para cima, como o inspirador 300 SL.
Mudança – Para o Brasil foram importadas umas 80 unidades entre 2010 e 2012. Com todos os ônus, incluindo o inexplicável imposto de importação a 35%, e IPI e ICMS em cascata. A primeira, em Brasília, por R$ 800 mil e os últimos exemplares a R$ 450 mil.
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I COOM OO NNAASSSE

Mercedes SLS AMG, futuro clássico
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De volta - Porém mercado alemão iniciou demandar por eles, enxergando qualidades não vistas quando disponíveis, pagando entre US$ 150 mil e US$ 180 mil, superior ao custo quando O Km.
Negócio - Com a desvalorização do Real, o valor no Brasil, US$ 110 mil por unidade usualmente pouco rodada, levou agência em S Paulo a exportar quatro exemplares e tem encomenda de 20. Comercialmente é situação insólita e em termos de antigomobilismo, o início do caminho para ser considerado Clássico.



quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

ALTA RODA COM FERNANDO CALMON




Alta Roda nº 871 — Fernando Calmon — 12/1/16







VENCEDORES E VENCIDOS





Em um ano tão depressivo como 2015, com queda geral nas vendas de 26,6% (houve recuos mais expressivos de 41%, em 1981, 33%, em 1987 e 28%, em 1998), todos os 15 segmentos em que esta coluna divide o mercado sofreram bastante com exceção de um, os SUVs compactos. Enquanto os carros esporte e stations mergulharam 48% e 34%, respectivamente, os utilitários esporte pequenos subiram nada menos de 34% sobre os resultados de 2014.
Tudo indica que podem continuar a crescer com a confirmação, logo no primeiro dia útil de janeiro, da produção do Nissan Kicks ainda este ano no Brasil. Hyundai já trabalha em projeto semelhante. Renault lançará o Captur de dimensões um pouco maiores. Faltam apenas Toyota e VW. O HR-V é o novo líder do segmento, mas o Renegade tende a ultrapassá-lo em 2016, inclusive por ter maior capacidade de fabricação.
Onix, mesmo separado do sedã Prisma, foi individualmente e pela primeira vez o modelo mais comercializado (125.931 unidades) com uma vantagem de apenas 3.368 unidades sobre a dupla de hatches Palio/Palio Fire. Os BMW Série 3 e 4 desbancaram também o Fusion do comando do segmento médio-grande. Entre as picapes médias a Hilux quase quebrou os 20 anos de liderança da S10.
Nosso ranking soma hatches e sedãs da mesma família e igual distância entre eixos, independentemente do nome do modelo. Sedãs com entre-eixos de significativa diferença classificam-se à parte (Grand Siena, Logan, Etios e outros). A base é a do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores). Só são citados os modelos mais representativos, considerada ainda a importância do segmento. Dados compilados por Paulo Garbossa, da consultoria ADK.
Compacto: Onix/Prisma, 13,6%; HB20 hatch/sedã, 11,3%; Palio/Fire/Siena, 9,6%; Ka hatch/sedã, 8,6%; Gol/Voyage, 8,59%; Fox, 5,51%; Uno, 5,5%; Sandero, 5,4%; up!, 3,7%; Classic, 3,4%; Fiesta hatch/sedã, 3,3%; Grand Siena, 3%; Etios hatch, 2,4%; Logan, 2,1%; City, 1,83%; Etios sedã, 1,8%; Cobalt, 1,6%; March, 1,59%; Versa, 1,21%; C3/DS3, (1,19 %); Punto, 1,14%; Clio, 1%; 208, (1%). Onix/Prisma confirmam liderança.
Médio-compacto: Corolla, 31%; Civic, 14%; Focus hatch/sedã, 10%; Cruze hatch/sedã, 9,4%; Golf/Jetta, 8,8%; Sentra, 6%; A3 hatch/sedã, 3,6%; Fluence, 3,5%; C4 Lounge, 3%; Lancer, 1,6%; Peugeot 308, (1,5%); Bravo, 1,3%. Corolla aumenta margem.
Médio-grande: BMW Séries 3 e 4, (29%); Mercedes C, 28%; Fusion, 27%. Novo líder, bem apertado: BMW.
Grande: BMW Série 5/6, (35%); Mercedes E/CLS, 31%; Jaguar XF, 20%. BMW confirma.
Topo: Mercedes S, 50%; 300C, 16%; BMW Série 7, (12%). Classe S com muita folga.
Esporte: Boxster/Cayman, 25%; BMW Z4, (23%); 911, (13%). Liderança apertada.
Station: Weekend, 56%; SpaceFox, 36%; Golf Variant, 5%. Weekend amplia vantagem.
SUV compacto: HR-V, 27%; Renegade, 21%; Duster, 18,5%. Novo líder já ameaçado.
SUV médio-compacto: Tucson/ix35, 36%; Outlander, 11%; Sportage, 9%. Líderes sossegados.
SUV médio-grande: Hilux SW4, (39%); Santa Fe/Grand, 11,55 %; XC60, (11,52%). Sem ameaça à Toyota.
SUV grande: Pajero Full/Dakar, 31%; Grand Cherokee, 16%; BMW X5/X6. Pajeros tranquilos.
Monovolume pequeno: Fit, 48%; Spin, 31%; Idea, 9%. Fit consolidado.
Crossover: ASX, 55%; Range Rover Evoque, 23%; Freemont/Journey, 19%. Liderança folgada.
Picape pequena: Strada, 54%; Saveiro, 31%; Montana, 13%. Strada imbatível.
Picape média: S10, (28,8%); Hilux, 28,4%; Ranger, 14%. Difícil S10 manter posição.

RODA VIVA

PREVISÕES para o mercado interno de veículos (incluídos leves e pesados) em 2016 são desanimadoras. Todos os números, qualquer que seja a fonte, permanecem negativos. Fenabrave espera menos 5,9%, Anfavea menos 7,5% e a média em uma pesquisa entre jornalistas do setor, menos 9,4%. Produção deve ficar estagnada, apesar de previstos 8% de aumento nas exportações.
CONTRARIAMENTE ao esperado, o aumento nominal das tabelas ficou abaixo do índice de inflação (IPCA), sem contar bônus e descontos, segundo a Anfavea. Vários importadores deixaram de repassar a desvalorização cambial, mas certamente o farão este ano. Quebra de escala de produção também deverá ser repassada aos preços este ano e talvez ultrapasse a inflação pela primeira vez em mais de 10 anos.
FENABRAVE está otimista quanto ao anúncio em breve do plano de renovação de frota. O maior problema é encontrar sustentação financeira, pois o governo permanece exaurido no seu balanço fiscal. Para caminhões com mais de 30 anos a ideia é trocar por outro menos usado. Quanto a automóveis e motos com mais de 15 anos, é partir para um zero-km. O carro seria reciclado ou sucateado e o interessado receberia um crédito.
EM PLANOS semelhantes, na Europa e EUA, os governos sempre entraram com dinheiro para estimular o consumidor. Também no exterior há inspeção técnica veicular (emissões e de segurança) e toda uma cadeia de reciclagem. Essa infraestrutura, praticamente, inexiste aqui. O ministro Armando Monteiro acenou que algo sairá da cartola. Tomara que não seja um coelho...
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2