sexta-feira, 19 de junho de 2015

segunda-feira, 15 de junho de 2015

JANTAR ALFA ROMEO DIA 24 DE JUNHO





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DO NOSSO AMIGO NASSER:
camarada,

                     colecionadores e apreciadores de Alfa Romeo no Brasil marcaram programa adequado: dia 24 do corrente, jantar em 11 cidades, para comemorar, em restaurante italiano, o anúncio da volta da marca, os grande planos de expansão, mudança nos produtos e no processo produtivo. à data a FCA, controladora da marca anunciará o projeto e reabrirá o Museu Alfa.

Creio, a festividade brasileira será a única no mundo, e é uma curiosidade movida pela paixão: a alfa já esteve no brasil como fabricante, foi-se, e hoje sequer tem representante.

vale um espaço ? grato Nasser

FUNDAÇÃO MEMÓRIA DOS TRANSPORTES

SGON – Quadra 01 – nº 205 CEP 70610 – 610 Brasília-DF, Brasil
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Alfisti em concentração

Alfisti, termo italiano pelo qual se tratam os admiradores da marca Alfa Romeo, se organizam em 10 capitais para jantar entre o expectativo e o comemorativo. Será na noite do dia 24, e em meio a comida e vinhos italianos brindarão o retorno da marca e o anúncio de novos produtos. À data, pela manhã, em Milão, Itália, próxima a Arese, onde foi a grande fábrica da marca, a direção da FCA, Fiat Chrysler Automobiles, controladora da Alfa Romeo, por Sergio Marchionne, CEO do grupo, anunciará os próximos passos para o reerguimento da marca: conceito, produtos e seu cronograma, investimentos, métodos industriais - a Alfa em nova fase quer ter na Itália a onda tecnológica que envolve os veículos da alemã Audi.
A Alfa Romeo busca mudar sua colocação e voltar a ser marca refinada, daí o retorno à tração traseira, ao maior porte dos automóveis e de possível utilitário esportivo, hoje produto mandatório no mercado.
A proposta da reunião disseminada entre as cidades com maior base de aficionados da marca, foi de Roberto Nasser, curador do Museu Nacional do Automóvel. Apresentada durante o III Encontro Alfa Romeo, em Caxambu, MG, a sugestão foi imediatamente adotada pelo Alfa Romeo Clube, e seu braço mineiro logo assumiu a organização e produziu o cartaz do evento, aqui ilustrado.
Desdobramento traçado por Túlio Silva, um dos condutores do Alfa Romeo Clube/MG, é o de coincidir o número de Alfisti com os anos de história da marca Alfa: 105 - aparentemente o total de convivas o superará.
Curiosidade no fato, de conhecimento o Brasil é o único país onde se realiza tal evento de boas vindas ao projeto de crescimento, e com quem a Alfa tem o mesmo vínculo passional entre seus veículos e os proprietários. Alfa Romeo foi o primeiro caminhão montado aqui - eram os famosos e resistentes FNM -, e o Brasil, extra Itália, foi o único país com produção e desenvolvimento de produto Alfa Romeo - as versões do pioneiro JK e seu sucessor, o AR 2300. A marca retirou-se do país, mas os Alfisti dela cuidam, preservam os automóveis, proveem importação de peças, trocam segredos de manutenção, fazem indicações, tentam salvar e preservar as unidades representantes.
Aparentemente tal messe terá facilidades: no evento a FCA anunciará a reabertura do Museu Alfa, em Arese, por pressão do governo italiano, do estado da Emilia Romagna, imprensa consciente, e de Alfisti de todo o mundo, incluindo os brasileiros, signatários de petição mundial contra o encerramento e a ameaça de venda do acervo. O Museu Alfa, como espaço histórico-cultural, e seguindo similares de outras marcas, é fonte de referência técnica e de facilidades de indicação de literatura e partes para manutenção.
O evento está

A expectativa dos Alfisti diz respeito ao prazo da volta da marca ao país, prazos, produtos, rede de distribuição e assistência técnica.

MITOS COM BORIS FELDMAN

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MI ENGANA QUE EU GOSTO


Mercedes ML 320 CDI 2008, primeiro utilitário diesel sem reduzida a receber número Renavam e ser licenciado
A lei é clara e objetiva: para ser jipe e ter motor diesel, tem que ter “reduzida”. Mas as fábricas “convenceram” o governo de que seus dispositivos eletrônicos substituem a exigência legal.
O Brasil é o país do jeitinho, do jogo de cintura, da malandragem. Temos maestria para lidar com estes desvios de conduta que ignoram padrões éticos e morais. Presença indelével em cada canto e cada esquina. Nas empresas, pistas, postos, oficinas, lojas, fábricas, concessionárias…
Stock Car de mentira– A mais badalada e disputada categoria do automobilismo brasileiro é também uma das maiores mentiras de marketing. Pura enganação, pois não estão na pista os automóveis “sugeridos” ao público. Apenas um logotipo da marca na grade. A disputa é emocionante exatamente porque todos utilizam a mesma mecânica. Carro nenhum da Stock Car tem sequer um parafuso da marca que o patrocina. Mas depois tem anúncio de fabricante afirmando que “ganhamos a prova tal graças ao desempenho e resistência do nosso automóvel”….
Etanol aditivado – Gasolina aditivada é importante para manter limpo o motor. Os aditivos evitam a formação de depósitos carboníferos na câmara de combustão, provocados pelo elevado teor de carbono (acima de 80%) da gasolina. Mas alguns postos tem a cara de pau de oferecer etanol aditivado, apesar de seu teor de carbono inferior a 40%. Ou seja, é praticamente impossível a presença destes depósitos no motor que queima o derivado da cana.
“Reduzida” – A lei é clara e objetiva: para ser considerado jipe e direito ao diesel, tem que ter, além da tração integral, o redutor da relação final de marchas, a chamada “reduzida”. Quem começou a engabelação foi a Mercedes-Benz que “convenceu” o Denatran a homologar o ML 320 CDI”, alegando a presença de dispositivos eletrônicos que substituem o redutor mecânico. Uma afronta aos princípios básicos da mecânica e à nossa inteligência. Outra lorota foi do jipe Agrale Marruá: a primeira marcha muito curta fazia o papel da “reduzida”. Caminho aberto para um festival de enganações: exemplos recentes são o Renegade e Mitsubishi Outlander, ambos diesel sem a “reduzida”. Se a lei é obsoleta, mude-se a lei. Mas, no país do jeitinho…
ABC – A obrigatoriedade do extintor de incêndio é uma vergonha e prova concreta da corrupção que corre solta no Brasil. Depois que carburador e distribuidor foram para o museu, apenas três ou quatro países continuam exigindo esta inutilidade. Ao invés de eliminá-lo, as fábricas ainda botaram mais lenha na fogueira da corrupção (e a mão mais fundo no bolso do brasileiro) e fizeram aprovar a troca do tipo AB por outro mais caro, o ABC. Pode?
Preço da revisão – Picaretagem dupla. A fábrica anuncia revisões com preço fixo para atrair o freguês. Na hora da dita cuja, algumas concessionárias apelam para a empurroterapia e inventam limpeza de bico, lubrificação da maçaneta, revisão da sonda lambda e dobram o preço. Outra é da oficina que anuncia revisão “de férias” por apenas R$ 99,00. Com o carro já desmontado, ligam para o proprietário informando-o de que “infelizmente” o amortecedor estava quebrado, o suporte do motor trincado, a bomba de água vazando….. e a conta subiu para R$ 1.150. “Pode fazer, doutor?”
Start-stop de araque – Motor flex e sistema start-stop (liga e desliga automaticamente o motor) são incentivados pelo Inovar-Auto e reduzem impostos recolhidos pela fábrica. A BMW anunciou ambos, mas se “esqueceu” de avisar (para motoristas e governo) que o start-stop não funciona com etanol no tanque, só com gasolina. Pode?
Opala SS – Só para chegar no sétimo (não é a conta de mentiroso?), a GM lançou o Opala SS, com pinta de esportivo. “SS significa Super Sport, como no Impala SS?” Não, disse a GM: vem de “Separated Seats”. Bancos Separados, em inglês…
BF
ESTE ARTIGO É DE AUTORIA DE BORIS FELDMAAN

sexta-feira, 12 de junho de 2015

DOMINGO TEM ENCONTRO NO SAMBÓDROMO

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DE CARRO POR AÍ COM O NASSER



Coluna 2415            10.junho.2015                      edita@rnasser.com.br
Qual a próxima fusão? com a FCA? ou sem ela?
A Fiat Chrysler Automobiles continua sendo o eixo para tentativas uniões entre fábricas de veículos. Sergio Marchionne, CEO, o ítalo canadense autor da corajosa investida de sobrevivência sobre a Chrysler, somou as duas companhias e projeta vender 7M de unidades em 2018. Aposta na expansão mundial da marca Jeep, no ressurgir da Maserati e da Alfa Romeo. Tal volume colocará a FCA em 6º. lugar mundial de vendas.
Em 2009 Marchionne vaticinava, a disparada na competição pelo mercado, a insustentabilidade dos custos de desenvolvimento, e a queda de rentabilidade, apenas permitiriam a sobrevivência de grupos com vendas anuais de 5M. Tempo passou e hoje projeta, tal volume para o nível de equilíbrio tenha dobrado. Na prática repete, décadas após, movimento no mercado norte-americano e no europeu - fusão de marcas em nome da sobrevivência.
Para união ou fusão somar 10M de unidades anuais listagem descarta atuais líderes Toyota, Volkswagen, GM, Ford, Hyundai-Kia, Renault-Nissan. Maior entre as menores, Peugeot e Citroën - PSA, em fase de arrumação entre gerir prejuízos, quedas no mercado e o convívio do impensável: empresa familiar sócia do estado francês e da chinesa Dongfeng.
Indiana Tata, insondável, é de produtos antagônicos: os Tata para início de motorização, e os Land Rover e Jaguar, destinados a Sahibs e Bwanas. Na primeira página da agenda da FCA estão Honda e Suzuki. Entretanto, fusões entre ocidentais com orientais tem a separá-las a pantanosa área do desencontro de filosofias. Assim os contatos de pro atividade são mantidos, mas não excluem outros como Mercedes e BMW. Negócios com a Volkswagen, objeto de muita mídia há dois anos, fora do campo prático: seu no. 1 se demitiu, sacudiu a empresa, e substituto formal apenas em outubro.
Outro caminho já sugerido pela FCA é associar-se, para fornecer a parte automobilística aos magos da eletrônica Apple, Google, querendo entrar no mercado de automóveis -; e Tesla, maior dos produtores de elétricos.
Enfim, se nos últimos anos o mercado mundial passou por grandes mudanças – perda da liderança norte americana para a Toyota; encolhimento da GM; absorção da Chrysler; pânico na PSA -, a globalização e a competitividade prometem novas e rápidas mudanças. No funil da economia entram muitos, saem poucos – e isto significa, a FCA não é a única noiva da temporada.
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Mercado parado, mas com novidades
Para o Brasil, o ano de 2015 é o ano do Trem Fantasma: cada curva um susto. Índices anti econômicos em crescimento e a mais absoluta falta de consciência, direção e ideia consistente do governo para mostrar iniciativa de corrigir as trapalhadas lulopetistas do governo Dilma1. O poder pelo poder, exercitado sem educação, cultura ou conhecimento, custa caro aos pagantes.
Mercado de veículos novos anda igual. Vende mais apenas em suvs e veículos premium, os de elevado preço e consequente status. Nos outros, queda.
A indústria, no oposto ao governo investe e cria novidades, mesmo pequenas, em aparente contra senso. Mas é esta a diferença entre a iniciativa privada, pagando contas e impostos, e os governos, em lado oposto, apenas recolhendo e reclamando. À base do lamento a economia do medo e da tristeza não reage. Só o fará com novidades e atrativos para vender e rodar a roda da economia – como instiga a indústria do automóvel.
Mitsubishi
Nesta semana novidades em três marcas. De maior expressão, Mitsubishi tropicalizando o Lancer montado/produzido em Catalão, Go, aplicando vivencia e competência da marca para elevá-lo do solo a 17 cm, e re acerto de suspensão. Diz Robert Rittscher, brasileiro, presidente da Mitsubishi,“para quem busca mais conforto, mantendo qualidade, segurança e ótimo custo x benefício.”
Aumento de altura sugere maior volume, acertos melhorarão convivência com o meio ambiente nacional e, no visual, novo para choques dianteiro, com centro na cor do veículo, e molduras cromadas nas grades. Rodas em liga leve, aro 16”, calçando pneus 205/60, verdes – de menor abrasão ao solo.
Rico em confortos, dentre eles sensores de falta de luz, de chuva, piloto automático, controles de áudio e telefone no volante, multi media por toque em tela de 17,5 cm. Teto solar e bancos com insertos de couro arrematam. 9 almofadas de ar. 5 estrelas nos principais testes de segurança.
Motor quatro cilindros, frontal, transversal, 2 litros de cilindrada, 16V, 160 cv e 20 quilos de torque para acionar transmissão automática CVT em 6 marchas virtuais, ou mecânica com 5 velocidades. Suspensão independente nas 4 rodas, Mac Pherson frontal e Multilink traseira.

Lancer, quanto custa
Versão
R$
Lancer 2.0 MT
68.990
Lancer 2.0 HL
73.990
Lancer 2.0 HLE
85.490
Lancer 2.0 GT
89.490
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Lancer melhora em versão nacional

A ORQUESTRA DA POLÍCIA FEDERAL

SÓ  INSTRUMENTOS E LUXO PERTENCENTES AO POVO BRASSILEIRO, SEM PALAVRAS...

quinta-feira, 11 de junho de 2015

OFF: SUSPENSÃO ATIVA PARA HUMANOS BY JLV



Prótese controlada pelo subconsciente
Próteses controladas por impulsos musculares existem desde o fim da década de sessenta, mas sempre com severas limitações. Elas funcionam com sensores sob a pele que controlam, por exemplo, um braço. O problema é que os sensores recebem impulsos de mais de um músculo, o que degrada seu desempenho e acaba demandando muita experiência para operar corretamente e torna a prótese vagarosa, imprecisa e frequentemente frustrante.

Uma solução para esse problema é usar conjuntos de sensores mais precisos, que tornam o membro, para todos os propósitos práticos, controlado pela mente. Esse método já é usado com sucesso em membro superior e até mesmo em mãos artificiais, mas com menos êxito pelos membros inferiores. 

A razão é que os membros superiores usam um controle mais consciente do que os inferiores. As pessoas usam mãos e braços para executar tarefas de alta coordenação, enquanto o uso e controle das pernas é muito menos consciente. As pernas são controladas por intermédio de uma complexa série de movimentos executados pelo pé e pelo tornozelo, sem que o cérebro se aperceba disso. É o que acontece, por exemplo, quando se coloca uma meia, com perna e pé fazendo o que deve, mas sem um ajuste automático de nosso sistema neuromuscular. Subir e descer um degrau sem tropeçar é muito mais difícil. 

A nova tecnologia de controle pela mente de próteses inferiores da islandesa Össur é compatível com sua linha de produtos biônicos (pés, pernas, joelhos), próteses computadorizadas inteligentes capazes de aprender em tempo real a se ajustar ao modo de andar, à velocidade e ao tipo de piso.
O sistema de controle funciona através de sensores MyoElectric implantados e desenvolvidos pela Alfred Mann Foundation. Com o tamanho de um palito de fósforo, os sensores são implantados nos músculos residuais do côto. Um receptor tipo fio em espiral dentro da prótese pega os impulsos e os transmite sem fio ao computador do membro robótico. Os sensores e o membro robótico agem como uma coluna cibernética: em vez do usuário conscientemente controlar os movimentos do membro, o usuário envia um comando inconsciente à prótese, que controla o movimento.

Thorvaldur Ingvarsson, líder do projeto da prótese controlada pela mente, diz que “A tecnologia permite que a experiência com a prótese se torne intuitiva e integradora. O resultado é o movimento físico instantâneo da prótese da maneira que o amputado quer. Ele não precisa mais pensar a respeito dos movimentos, porque seus reflexos inconscientes são automaticamente convertidos em impulsos myoelétricos que controlam sua prótese biônica.”

Dois voluntários tiveram a tecnologia implantada durante um ano como a parte 'primeira-num-homem'. Ambos os amputados são muito positivos a respeito do projeto e os testes continuam.

Jon Sigurdsson, presidente e CEO da Össur assevera que “As pernas prostéticas biônicas controladas pela mente são uma extraordinária revolução. Adaptando-as não apenas aos movimentos intencionais do indivíduo, mas às ações intuitivas, estamos mais pertos do que nunca da criação de próteses verdadeiramente integradas com seus usuários.”
JOSÉ LUIZ VIEIRA - WWW.TECHTALK.COM.BR