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sábado, 10 de setembro de 2016

Étoile Filante volta a Bonneville

Por Jason Vogel


Nos anos 50, os carros a turbina pareciam ser o futuro. Um dos fabricantes a testar a novidade foi a Renault que, em 1954, começou a projetar o Étoile Filante (estrela cadente). Com carroceria aerodinâmica de fibra de vidro desenvolvida em túnel de vento, turbina Turbomeca de 270cv, rodas de magnésio e pesando apenas 950 quilos, o bólido foi levado ao deserto de sal de Bonneville, em Utah, nos Estados Unidos. 

Lá, em 4 de setembro de 1956, o Étoile Filante estabeleceu um recorde de velocidade até hoje não superado por carros a turbina de sua categoria (menos de 1.000 quilos): 308,85km/h. Ao volante estava Jean Hébert (1925-2010), piloto e engenheiro de provas da fábrica.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Alta Roda com Fernando Calmon

SEGMENTO EM EXPANSÃO

Tradicionalmente o mercado brasileiro recebe influência do europeu em particular pela preferência por modelos de menores dimensões. O Brasil, no entanto, seguiu alguns caminhos próprios ao criar dois segmentos. Um deles só existe aqui, até hoje: picapes pequenas com capacidade de carga de até quase 700 kg. A pioneira Fiat 147 surgiu em 1978. Outra “criação” nacional foi o SUV compacto derivado de um hatch convencional, ou seja, com estrutura monobloco. O Ford EcoSport estreou em 2003 e só oito anos depois chegou o rival direto, Renault Duster.

O fenômeno de crescimento dos SUVs de todos os tamanhos se iniciou nos EUA. No ano passado, pela primeira vez, americanos compraram mais utilitários esporte que automóveis. Na Europa,

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Nova linha de SUVs Renault no Brasil


Ontem, 2 de agosto, durante uma visita ao complexo industrial Ayrton Senna, o CEO da Renault, Carlos Ghosn anunciou que a marca vai ampliar sua linha de SUVs no Brasil com a chegada dos modelos Kwid, Captur e Novo Koleos, que irão se unir ao Duster.


“Com este novo planejamento de produto, esperamos conquistar uma parte significativa do crescente segmento de SUVs”, comentou Carlos Ghosn. O CEO também anunciou que o SUV Captur será fabricado no Brasil, na mesma linha que atualmente produz Duster, Sandero, Logan, Duster Oroch e Sandero Stepway, em São José dos Pinhais e que isso irá contribuir para o crescimento da Renault no país.

O Renault Kwid deve ser lançado no início de 2017, assim como o topo de linha Novo Koleos, que será importado. O Renault Captur deve ser comercializado a partir do primeiro semestre de 2017.


Apesar do atual contexto econômico, Ghosn também confirmou que todos os investimentos anunciados para o país estão mantidos. O primeiro ciclo de investimentos (2010-2015), no valor de R$ 1.5 bilhão, foi concluído antecipadamente. Já o segundo ciclo (2014-2019), no valor de R$ 500 milhões, está em andamento, conforme o planejado.


segunda-feira, 4 de julho de 2016

De Carro por aí com Roberto Nasser


Bom, bonito, o Kia Sportage

Quarta edição, sucesso de vendas crescente, projeto premiado, Kia Sportage inicia ser vendido no Brasil e, com esperanças de José Luiz Gandini, importador, de retomar a posição de mais vendido da marca.

Mudou tudo, incluindo design atualizado e conteúdo. Terá sido o último Sportage sob o lápis de Peter Schreyer, festejado designer, presidente da Kia. Deve se aposentar em dois anos e próxima geração surgirá em 2021. Embute muita dedicação para se tornar referência, linhas agradáveis, grade e frontal inconfundíveis,

segunda-feira, 13 de junho de 2016

De Carro por Aí com Roberto Nasser


Prius, em híbridos Toyota aponta o futuro

Lançamento do híbrido Prius sinaliza não ser apenas mais um automóvel no caminho tecnológico do futuro. Ao contrário a Toyota, pelo produto e pela moldagem da apresentação, o quer como o veículo para tal destino. A empresa assumiu trilha corajosa: até 2050 100% dos Toyota elétricos, híbridos elétricos ou por célula de combustível. Para caracterizar a pretensão de liderança tecnológica nipônica, fez apresentação em Brasília, na Embaixada do Japão, envolvendo o corpo diplomático, executivos públicos, alguns jornalistas especializados e, para dar certeza da importância do produto, o peso da estrutura diretiva da empresa. Mark Hogan, único não japonês no board mundial; Steve St Angelo, CEO para a América Latina, Koji Kondo, e  Miguel Fonseca, presidente e vice da Toyota no Brasil.

Prius é o mais vendido híbrido do mundo, em quarta geração, superando 5,7 milhões de unidades entregues. Emprega motor elétrico gerando 72 cv e outro a gasolina, 1,8 de restritos 98 cv para faze-lo mover-se na arrancada. Para recarregar a bateria, colocada sob o banco, o sistema de desaceleração e freios se encarrega de gerar energia. Ou ligação em tomada de parede.

Modelo atual é feito sobre a nova plataforma TNGA, com ela conseguindo menor altura, mais largura e espaço interno, num desenho eficiente: com CX de 0,24 é o sedã mais aerodinâmico do mundo. O pacote o rotula com o mais econômico no mercado brasileiro, fazendo próximo a 20 km/litro.

Visual intencionalmente futurista, grupo óptico em LEDs espraiando-se pelos para lamas, interior com instrumentação central, tela de 17,5 cm, multi mídia, GPS, câmera de ré, som. Head up display, o projetor de informações no para brisas, facilita a condução. Confortos à altura, como volante multi função, ar condicionado com duas zonas e sensor para concentrar fluxo nos lugares ocupados. Sete almofadas de ar – frontais, laterais, joelho -, sensor para abertura de portas. Enfim o pacote de confortos a cada dia mais rico.

Preço incentivado, sem correção de dólar, R$ 119,950 pretende conseguir 600 clientes com espírito ecológico neste ano.

Prius

Puma Alface (...), o carro do Mohammad Ali

Conta simples, some o fato insólito, o descompromisso nacional em buscar informações, seu disseminar como se tivesse fé pública. O resultado sempre dará em estórias, versões, trocando a falta de essência histórica pelo ágil inventar. O Puma Alface é uma delas.

Conto. É confusão fonética. Referido Alface é o modelo Al Fassi, criado em 1987 sobre o Puma-018 para ser vendido na Arábia Saudita. Amarração do desenvolvimento do produto, desenho comercial e exportação liderada pelo festejado e nascido Cassius Clay, 1942, e ora desaparecido sob o nome muçulmano de Muhammad Ali. Aventura automobilística triangular, ligando Curitiba, Pr, Brasil; Houston, Texas; e a Arábia Saudita.

Operação fugaz, mais lembrada pela confusão iletrada.

Como

Lembrar-se-ão interessados na história dos veículos, o Brasil sempre aplicou, sem imaginação, um cadeado aos portos, inibindo importações, em especial de automóveis – a ideia vesga continua, desprezando a competição do mercado e a competitividade nos custos. Tal muro fez surgir fórmula de juntar carroceria de uma empresa; plataforma mecânica de outra; e produto final como veículo especial, de nicho. A Puma era referência neste caminho. Atrevida, exportou para os EUA, Europa, teve linha de montagem na África do Sul, fez-se conhecida como produtora de esportivo charmoso e barato. Mas na década de ’80 inviabilizou-se, saindo do negócio, cedendo o de fazer, direitos e nome a empresa paranaense, a Araucária, conduzida por Rubens Maluf. O corcoveio da economia nacional, os seguidos planos econômicos, o governo Sarney à base do deixa rolar para o tempo decidir, levaram quase todos os empreendedores ao fim. A Puma tomava este caminho triste.

Entretanto Kevin Haynes, seu representante nos EUA, preocupado com o fenecer do negócio, era amigo do advogado de Muhammad Ali, aposentado como pugilista vencedor, e interessado em aumentar sua renda. Com alguns contatos montaram a fórmula: Ali viria ao Brasil; combinaria o negócio com a Puma; criariam versão a partir do existente. Seria exportado aos EUA onde receberia motor, transmissão e freios do Porsche 911 e, de lá, mandado à Arábia Saudita.

O novo Puma teve sobrenome adicional: seria Puma Al Fassi – de Muhammad Al Fassi, dito Sheik sem sê-lo, controvertido bilionário marroco-saudita e destinatário final dos carros exportados, administrador da fortuna do cunhado, o Príncipe Turkin bin Abdul Aziz, irmão do Rei Saudita Fahd al Saud. E outro pedúnculo: by Mohammad Ali, aval do pugilista com renome mundial.

Para frente

Felipe Nicoliello, editor do bom sítio Pumaclassic, confirma a operação. Muçulmano Ali, então aos 45, veio ao Brasil com seu advogado judeu Richard Hirschfield, um consultor de negócios, e um engenheiro de automóveis. Parte legal, moldaram uma companhia, The Ali Vehicle Industry, para formar joint venture com a fabricante do Puma, a Araucária Veículos, e uma importadora dos EUA, a Inter American Ltd.

Quanto ao produto, em corrida de 21 dias grupo decidiu e criou restrita pré série de duas unidades sobre o modelo P-018 conversível: desenhos, projetos, moldes, ferramentas, adaptações, foram desenvolvidos e viabilizados para atender ao cliente capaz de garantir sua sobrevivência econômica. Um recorde para pequena empresa em dificuldade. Mudanças foram sutil alargamento na carroceria; para lamas frontais com faróis retangulares, e na tampa traseira. Internamente re arranjo buscando mais espaço; aposição de painéis de madeira para valorizá-lo.

Conta a paranaense Gazeta do Povo Ali dispendeu o período em Curitiba, dando expediente na fábrica, sugestões, acompanhando até exportá-las à Arabia Saudita.

A Araucária respirou esperança ante o traçado inicial de vendas – entre 400 a 1440 unidades – para esse, faturamento de US$ 36M, - US$ 25 mil/cada.

Para trás

O tempo drenou expectativas. Polêmico Mohammad Al Fassi, residindo na Arábia Saudita, além de comportamento anti social, gastando US$ 2M anuais apenas em roupas, sustentando uma assessoria com 75 pessoas, cometeu a impropriedade de apoiar o ditador Sadam Hussein, sendo obrigado a correr para os EUA com suas quatro mulheres, filhos e boa parte de bens móveis, incluindo dois Boeing 707. Teve vida curta, morreu aos 50 anos, em 2002.

A tentativa de trabalhar para ganhar dinheiro perdeu fôlego e interesse, e a desistência abalou o trêfego caixa da Araucária, já penalizada pelo mercado ruim, descapitalizada pelos investimentos para modificar o produto, no investir em estrutura e estoque para atender à encomenda. Tropicou e foi comprada pelo fabricante de auto peças Nívio de Lima transformando-a em Alfa Metais, reatando produção. Faleceu precocemente, cessando a produção do Puma.

Com a mudança de vida de Mohammad Al Fassi, feneceu o ponto terminal, Ali refluiu, incluindo outra vertente tentada, com a gaúcha Aldo Auto Capas, fabricante do também pretensamente esportivo Miura.

Último

Da contida pré série, derradeira carroceria Puma Al Fassi 003, então preparada por precaução, relata Nicoliello, ficou guardada de 1987 até 2009, quando Rubem Rossato, diretor da Araucária ao tempo do negócio com Ali, decidiu completá-la. Com auxílio de ex-funcionários do projeto, finalizaram-na, como foram as duas primeiras e exclusivas unidades exportadas para a Arábia Saudita, transformando-a em raridade. Dos Al Fassi exportados, supõe-se existir um remanescente.

Puma Al Fassi – aqui dito Alface

Identificação

Interior refinado, com madeira

Roda-a-Roda

Aqui – Renault quer aproveitar surgimento de serviços de transporte individual, como o Uber, para mostrar as vantagens do Logan – espaço interno, resistência, baixa manutenção. Iniciará movimento em breve.

PSA – Carlos Tavares, número 1 da PSA – Peugeot, Citroën, DS, disse a jornalistas argentinos lançar no Mercosul 17 novos produtos das três marcas. DS é a marca de luxo e terá lojas no Brasil.

Lucros – E informou ter revertido a posição de prejuízo, operando com lucro.

Atrativo – No pacote de incentivo às vendas de seu utilitário esportivo F-Pace, Jaguar criou facilidades: recompra em 24 meses; seguros a 3,88% do valor; pacote de revisões à base de R$ 1 mil/ano.

Dúvidas – Em recente e privada reunião Ford apresentou seu novo motor 1,0 3-cilindros, turbo – o Ecoboost -, 125 cv e 173 Nm de torque, mais potente 1,0 na área do Mercosul. Outros 1,0 Turbo, o Hyundai e VW fornecem 105 cv.

Equação - Entretanto não será nem o mais rápido ou reativo. Ford diz, Fiesta acelera de 0 a 100 km/h em 9,6s. Apesar de menor potência e torque, mais leve, o up! vai da imobilidade aos 100 km/h em 9,5s.

Comparativo – Apresentando seu picape S10, GM fez comparação direta. Começou com o líder HI-LUX Toyota em filmagem de capacidade de ultrapassagem realizada no autódromo Velo Citá em Mogi Guaçu.

Mais uma – Jaguar Land Rover ajustou data de inauguração de fábrica em Itatiaia, RJ: 17, sexta. Não informou a extensão das intervenções industriais. Fábrica pequena, dentro do programa Inovar-Auto, para 18 mil unidades/ano.

Queda – Atualizando testes de impactos e danos a ocupantes, LatinNCAP submeteu Kia Picanto e Peugeot 208. Kia em versão não vendida no Brasil, sem almofadas de ar. Levou nota Zero. Peugeot 208, aqui feito, versão básica, decresceu.

Economia - Em 2014 obteve 4 estrelas para proteção de adultos e 3 para crianças. Novo teste incluiu impacto lateral e resultado piorou pois as barras de proteção foram suprimidas. Entidade não governamental quer padronização internacional dos itens de segurança para reduzir danos físicos em batidas.

Láurea – Prêmio Consumidor Moderno indicou Mercedes-Benz pelo 15o ano como melhor central de relacionamento com cliente de automóveis. Para caminhões, sétima vez. Em 2016 inovou: diretores em rodízio no telemarketing para ouvir clientes, projeto do presidente Philipp Schiemer de integrar a empresa aos usuários.

Solução – Ante queda de vendas do mercado de carros novos, CAOA, revendedora de Hyundai, Ford e Subaru, criou lojas para semi novos. Goiânia, Campinas, S Paulo e pretensões de inaugurar mais 12 em 2016, intenta superar 24 mil vendas. Diz garantir melhor preço, qualidade e procedência.

Festa – Gostas do clima de convívio com outros aficionados, e do friozinho colonial de Tiradentes em julho? Vá ao XXIV Bikefest, 22 e 26 de junho. Aguardam-se 18 mil pessoas em torno de motos clássicas e off road. Mais ? www.productioneventos.com.b

Antigos – Foi-se Jarbas Passarinho, coronel, ex-governador, ministro, senador. Para antigomobilistas, figura importante. Ministro da Justiça, entendeu impossibilidade de o Contran, Conselho Nacional de Trânsito, criar o requerido conceito de Veículo de Coleção, avalizou-o ao Presidente da República. Deu certo.

Estratégia – 18 e 19 de junho Porsche levará pela 3a vez seu modelo 919 às 24 Horas de Le Mans, mais charmosa da provas de resistência. Quer defender título de campeã, fazer pontos para o campeonato de Endurance FIA.

Por dentro - Disputa de engenharia e pilotagem para atingir resultado de marketing, tem ingrediente importante: planejamento. Levantar cenários de disputa, resultados parciais e opções, paradas de reabastecimento, volume, consumo, distâncias.


Gente – André Barros e Marcos Rozen, jornalistas, deixaram a agência AutoDataOOOO Competentes, premiados, Barros quer ficar no setor. Rozen, tocar seu MIAU, digital Museu da Indústria Automobilística. OOOO Matheus Barral, universitário, 19, premiado. OOOO Vencedor do Alan Mullaly Liderança em Engenharia, certame internacional bancado pela Ford com o nome do presidente que anteviu e criou solução para sobreviver à crise de 2009. OOOO Barral levou US$ 10 mil para auxiliar seus estudos. OOOO Juan Carlos Rodrigues, argentino, engenheiro agrônomo, reconhecido. OOOO Terceiro filho do penta campeão Juan Manuel Fangio. OOOO Sentença judicial, por recentes exames de DNA. OOOO Patrimônio material vem sendo reduzido pelos sobrinhos, incluindo venda de veículos históricos. OOOO

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

De carro por aí com o Nasser


Assim, assim, meio carro, meio comercial, o Mercedes Vito
Mercedes-Benz inicia vender o Vito, bem urdida fórmula de veículo de transporte confortável, furgão para trabalho, e van destinada a deslocamento familiar, tipo furgão e limousine. Para transporte de carga, motorização diesel, 1,6 litro de deslocamento, 114 cv de potência e 270 Nm de torque. Nas versões a passageiros – 7 + motorista e 8 + motorista – a motorização flex, 2,0 litros, 16 válvulas, injeção direta, turbo, 184 cv de potência e torque de 300 Nm. Transmissão mecânica, seis velocidades, tração dianteira. O Vito é argentino.

Muda
Não é um furgão pequeno, com durezas e asperezas herdadas de caminhão. É produto específico, com elevada carga de itens de conforto e segurança, num projeto buscando operação econômica. Em segurança, relação ampla em itens, usualmente automobilísticos: alerta de cansaço, trava para arrancada na subida, assistente para influência de ventos laterais, programa de estabilidade, ferramenta eletrônica reduzindo excepcionalmente a ocorrência de derrapagem, batidas e capotagem. Há ainda almofadas de ar para motorista e passageiros, cintos de segurança com ancoragem em três pontos, fixação Isofix para cadeirinhas de crianças, estrutura de proteção, célula de sobrevivência.
A ligação do Vito com a parte automobilística fica clara pela identificação
estética. De frente exibe os traços marcantes das atuais gerações dos automóveis Mercedes - grade, grupo óptico, cortes no capô do motor. Ambas versões tem volumetria e capacidade de manobra compatível aos espaços urbanos. No caso de carga, capaz de deslocar 6 m3, 1.225 kg úteis, revestimento de compensado naval no piso e laterais para proteção à movimentação de carga.
Como o PBT, peso bruto total – soma de veículo mais carga – é pouco superior a três toneladas, vantagem adicional e diferença importante na proposta é permitir ser conduzido por motoristas com habilitação para automóveis.
Vendas iniciadas. Deve ter sucesso, pela combinação de espaço de transporte com tratamento próximo ao de automóveis, e pela quase exclusividade no mercado, onde para passageiros há apenas o J8 da chinesa JAC.

  Quanto custa
MB Vito
Versão
R$
Vito 111 CDI
     104,990
Vito Tourer 119 Comfort 8+1
     129,990
Vito Tourer 119 Luxo 7+1
     139,990


Mercedes-Benz Vito

O Passat, agora em 8ª edição
Brasil tem uma relação umbilical com o Passat: foi o primeiro país extra Alemanha a produzi-lo, a partir de 1974, na grande mudança conceitual firmada na consciência do consumidor local. Quando Volkswagen era sinônimo de coisa antiga, instável, limitada em rendimento, motor traseiro refrigerado a ar/ar, o Passat era desenho do mítico Giorgetto Giugiaro sobre o Audi 80, suspensão com raio negativo de rolagem, linhas de freios cruzadas, direção pinhão e cremalheira, performático, motor frontal, água/ar, estável, veloz. Nada a ver com Fuscas. Na Alemanha virou Santana, e aqui ambos conviveram até o final de 1988 após 897.829 unidades. Destas, 70.200 em versão Iraque, exportadas para este país, em negócio triangular trocados por petróleo, uma das marcas da gestão de Wolfgang Sauer na VW Brasil.
A oitava geração, B8, está sobre plataforma MQB, mesma do novo Golf, Audi A3, com maior distância entre eixos, deslocando-os para as extremidades e criando ótima área interna.
Motorização é revisão do aclamado motor 2 litros, 16 válvulas, injeção direta de combustível e turbo alimentador. Potência ganhou 9 cv indo a 220 e torque saltou 7,2 m.kgf, chegando a 35,7. Transmissão automática DSG com seis velocidades, tração dianteira.
Há desenvolvimentos relativamente à geração anterior do motor, como o acionamento dos comandos de válvulas por corrente; variando na admissão e escape, bomba de óleo por pressão variável de acordo com a demanda do motor. Com tal conjunto mecânico está um segundo mais vivaz de O a 100 km/hora, agora 6,7s e faz 246 km/hora em velocidade final.
Extenso pacote de eletrônica para segurança e coisa interessante como o painel digital podendo exibir instrumentos virtuais com desenho convencional, e ampliar a tela entre os mostradores, na linha vertical de visão do motorista.
O Passat B8 foi eleito Carro do Ano 2015 na Europa, sobre BMW Series 3, Mercedes Classe C e Audi A3. A VW pretende vender 250 unidades anuais, e o a versão B8 para o Brasil foi elevada em 1,5 cm para melhorar a distância livre do solo, utilizando componentes de suspensão para países com piso jogo-duro.

Quanto custa 
Passat B8
Versão
R$
Comfort Line
144.500
Highline
           151.300

Passat B8

Roda-a-Roda
Variação – Mini inicia vender versão Clubman. Longa, 4 portas laterais, mais duas na traseira, motor 2,0, turbo, 192 cv, 280 Nm de torque, transmissão automática de 8 velocidades. R$ 179.950.
Proposta – Ideia é ampliar uso, deixar de ser carro de nicho para solteiros, esticando-o 27 cm, mudando harmonia estética do produto para 4 passageiros.
Pacote – Exigências atuais, consumo e emissões controlados, segurança, conectividade, regulagens para motor e suspensão, pareamento com celular, tela de 22 cm para infodiversão.
Caminho – Mitsubishi criou versão Outdoor sobre crossover ASX. Para choques cinza escuro, faróis com mascara, pneus ATR, mistos, aro 16”, recalibragem da suspensão, melhorando capacidade de andar fora do asfalto.
Mais – Motor 2,0 montado em Catalão, Go, 160 cv, transmissão manual, tração nas 4 rodas. Bem composto, conforto e segurança, versão quer ampliar espectro de uso, nas vias com ou sem pavimentação. A $$ 97.900.
Corrida – Fiat deve fechar o ano como líder de mercado em volume, apesar de alguns meses superada como marca mais vendida. Prepara versões e novos produtos. Destes, em fevereiro, o picape Toro, do porte do Renault Oroch, e novo automóvel pequeno ao início do segundo trimestre.
Definição – Terá várias versões, como o Jeep Renegade, com quem divide a plataforma Small Wide. Motores diesel e flex, transmissões mecânicas e automáticas, tração dianteira e 4 rodas. Inicialmente sem a opção do motor ex-Chrysler, ora FCA, 4 cilindros, 2,4 litro e 172 cv hoje aplicado no Fiat Freemont.
Pequeno – É o Projeto X1H, sobre a estrutura do Novo Uno, porém menor, para ser carro da marca de entrada no mercado. Motor 1.0 ainda quatro cilindros, duas e quatro portas, a limítrofes R$ 29 mil. Em maio 2016.
Final- Em definições, incluindo nome. Coluna sugere Primo. Fácil por pronúncia latina, curto, entendido como parente e como primeiro. E perto de Prime, atual moda de diferenciação no Brasil, onde até hamburger é isto.
Melhor – Ford reverteu tendência do mercado de automóveis e melhorou sua participação nas vendas, apesar da boa concorrência. Deve fechar ano crescendo de 9 para 10,4%, mantendo a 4ª. posição em vendas.
Impeachment – Quem era contra o impedimento da Presidente temendo imobilidade e anomia no país, inicia mudar de posição. Longos 10 meses de inação e desgoverno acabaram exigindo alguma mudança, e a mais amena é a aceitação do pedido de Impeachment.
Panorama - Presidente perdeu o prazo de oferecer medidas concretas, pulso forte e sonhos, e o acatamento do pedido de seu impedimento não implodiu o país. Ao contrário, a Bolsa cresceu 4% como medida de confiança ao fim do desgoverno, e o dólar caiu. Para o investidor, tudo menos Dilma.
Caminho – Eleições em 2016, país polarizado, para não ser dizimado, tudo indica, o PT quererá se desvincular de Dilma. E o caminho mais fácil ante um longo e desgastante processo de Impeachment, será adoecê-la para renunciar.
Cenário – Mercado especula mudança de dois CEO na indústria automobilística nacional ainda neste ano.
Imagem – Anfavea, associação dos fabricantes de veículos, fará ações e
promoções para mostrar-se operacional e ativa? Imagem desgastou-se. Além da perda de produção, vendas e empregos, houve prisão de vice presidente, ex consultor, demissão de representante, indiciação de associados. Executivos fora da Operação Zelottes, da compra de Medidas Provisórias para alongar prazos de incentivos, querem que a entidade seja bem vista - e eles também.
Negócio – Em meio à venda de ativos para fazer caixa e permitir rolar investimentos, como a participação nos hospitais D’Or, Banco Pactual, demandando pela Coluna, informou não se manifestar sobre vender os 10% que possui na MMCB, montadora de Mitsubishis em Catalão, Go.
Otimismo – Ante números e projeções negativas quanto ao futuro e indústria automobilística, recebo anotação do Mark Hogan, ex presidente da GM  no Brasil, ex vice da então Corporation, e hoje no Board internacional da Toyota:
Nasser, tenho confiança no Brasil e com certeza vai voltar a crescer em curto prazo. Tomara Mark, tomara.
Promoção – Enquanto concorrente Fiat Toro não chega, Renault fomenta vendas do picape Duster Oroch, com plano Troca Fácil - parcelas menores, entrada baixa, garantia de recompra após usado, tipo leasing sobre leasing.
Sorrisos – Vendas do picape Oroch caracterizam suas projeções de mercado: apenas 30% de clientes da marca. Demais 70% conquistados a outras.
Solução – Autoridades aprovaram o retificador de fluxo, componente para VW colocar na entrada de ar de seus motores diesel 1,6 e 2,0, para cumprir normas de emissões de poluentes. Simples, uma hora para colocação.
Conta - Custará à empresa em torno de 10 euros. Na improjetável soma entre reparos, multas e indenizações, VW mantém o bloqueio inicial de 6,5B Euros.
Prova – Protótipo de carro autônomo da PSA Peugeot Citroën viajou 3.000 km entre Paris e Madri. Saiu, andou, ultrapassou, freou, manobrou sem intervenção do motorista. Como disse Soraya Saenz de Santamaria, vice presidente da Espanha. Hoje não precisamos pensar no futuro. Ele já chegou.
Adeus – Por pensar. Carro autônomo dá fim à liberdade e à auto determinação ao volante, o simbolismo do automóvel desde seu surgimento. Será uma cápsula, um ônibus individual, coisa besta. PSA terá em 2016 15 protótipos.
Ampliação – Fábrica da FPT em Córdoba, Argentina, produzirá o motores diesel Cursor 9, enquadrado nas regras de emissões Euro V. Obediência à norma e tendo o Brasil como cliente viabilizou o negócio. Antes Brasil o importava da França.
Automobilismo – Renault mantém a crença das corridas de automóveis como indutora de tecnologia e formação de imagem. Ampliará sua presença na Fórmula 1, deixando de ser fornecedora de motores para ter equipe própria. Comprou a Lotus.
Antigos – Veículo raro, o VW SP1, produzido em 1972/3 menos de centena de unidades, apenas dois remanescentes eram conhecidos: em Belo Horizonte e outro, quase 0 Km, guardado na fábrica. Colecionador carioca Marcelo Berek localizou terceiro, composto, completo, original, no Rio de Janeiro.
Gente - Stefan Ketter, presidente da FCA - Fiat Chrysler Automobiles América Latina, eleição. OOOO Personalidade no Prêmio AutoData 2015. OOOO
Kenneth Cehlin, controller da área comercial da Scania sueca, desafio. OOOO CFO da Scania America Latina. OOOO Paulo Nemer, empresário, reeleito. OOOO Presidente da ABLA, Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis. OOOO É para ser chamado de doutor e tratado com tapete vermelho. Locadoras absorvem 12% dos veículos vendidos anualmente no Brasil !OOOO Isella Constantini, comunicóloga, brasileira, presidente da GM na Argentina, mudança. OOOO Patriota, convidada pelo governo Macri, aceitou presidir as Aerolineas Argentinas, balaio de gatos que dá US$ 1 milhão de prejuízo/dia. OOOO

O pacote de economia dos caminhões Mercedes
Nas ações para a recuperação da liderança do mercado domésticos de caminhões, a Mercedes-Benz aplica-se com os pneus na estrada. Conversas com operadores, frotistas, motoristas, para adequar produtos às exigências ou as desejado; racionalização industrial com a montagem de todas as cabines na antiga fábrica dos automóveis Classe A e C, em Juiz de Fora. Objetivo é oferecer produtos, baixar custos operacionais.
Começou por mudar o sistema dos cubos traseiros dos eixos dos caminhões Axxor, deixando o projeto alemão e fazendo a adequação para a operação nacional, obtendo ganho na redução de consumo. Outra conquista importante diz respeito à segurança do caminhão, carga e motorista, pelo desenvolvimento nacional do sistema batizado de FleetBoard de telemetria eletrônica para monitoramento e transmissão da dados, sem transmitir por satélite, mas por celular. Simplicidade, racionalidade e custos devem fazer o projeto nacional permear a outras operações da marca no mundo.
Novo Actros, com cuidados aerodinâmicos na cabine, e motor para 13 litros de deslocamento, fazendo 510 cv, o mais potente do país. Alterações atingiram metas opostas como aumentar potência e reduzir consumo. No caso em torno de 5%.
Há, também, de se registrar o aparato mecânico para elevar eixo quando não submetido a carga. Reduz arrasto por diminuir abrasão dos pneus, baixa consumo, e se enquadra na legislação de meio ambiente. E dos pedágios, que suprime o eixo suspenso do cálculo.

Novo Actros

quinta-feira, 9 de abril de 2015

De Carro por Aí com o Nasser


Tríplice Aliança em picape com três caras

Leitor da Coluna sabe, foi aqui onde leu, com antecipação, dos planos e da definição da Mercedes-Benz em fazer um picape para 1t na Argentina. Também foi aqui informado da decisão da Renault em aproveitar a base do novo picape NP 300 Nissan, para fabricar um com sua marca no vizinho país. Internamente o picape Renault é chamado Raptur.

Agora, da mistura de informações, a matriz da Mercedes-Benz confirma:

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Novo Fluence 2015


O Novo Fluence 2015, disponível nas versões Dynamique, Dynamique CVT, Dynamique CVT Plus e Privilège, traz praticidade com equipamentos que facilitam o dia-a-dia. Como o exclusivo sistema walk away closing, único do segmento, que aciona o travamento e o recolhimento dos retrovisores. Para isso, basta o motorista se afastar do carro de posse da chave cartão hands free. Com ela também é possível travar e destravar as portas e dar a partida no motor com mais facilidade.

Outra novidade no modelo é o Isofix, sistema para fixação de cadeirinhas infantis no banco traseiro.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

De Carro por Aí com o Nasser 2014


Em briga pelo mercado Renault atira para cima

Inequivocamente um bom automóvel médio. Soma competências: projeto coreano, motor 2.0 japonês Nissan, transmissão CVT – de polias variáveis – também japonês Aisin, agrupado na Argentina, vendido no Brasil. Coisas da globalização: a Renault comprou a Samsung de automóveis aliou-se à Nissan, usa do talento local para modificar a frente do veículo com a nova assinatura da marca, para iniciar segundo ciclo do produto, ora em meia idade. A mudança, carimbando o rótulo de Novo, é para assumir suoerior postura mercadológica, sem comparar-se com Peugeot 408, Citroën C 4 Lounge, Ford Focus, Chevrolet Cruise, disputando os mesmos clientes. Agora mira nos líderes do segmento, Toyota Corolla e Honda Civic.

Muito entusiasmo. Para fazer o Fluence competir com tais nipônicos deve multiplicar por 10 as atuais 400 unidades mensais.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O bunker dos Alpine por Jason Vogel

Uma incrível coleção escondida no subterrâneo de um quintal belga.

Jean Rédélé, o criador dos esportivos franceses Alpine, morreu em 2007 deixando muitos órfãos. O mais excêntrico deles mora no interior da Bélgica. Ludo Van Orshaegen é um técnico em eletrônica que gosta dos Alpine tão profundamente que construiu um bunker para guardá-los.

Em 1976, Ludo era um garoto de 22 anos que amava o Alpine A110. Conseguiu comprar um, usado, e curtiu seu sonho por um ano, até sofrer um acidente que destruiu o carro.

O tempo passou, veio o casamento e a família. A paixão pela marca de Dieppe teve que esperar. Quando ajeitou a vida, Ludo saiu em busca de um novo Alpine. Depois comprou outro, outro e mais outro... ele sempre jurava para a esposa Rita que seria o último da coleção.

Ludo parece um sujeito bem normal, que gosta de cerveja e se veste de forma simples. Curiosamente, não liga para automóveis em geral - sua paixão é devotada exclusivamente aos Alpine, esportivos feitos de 1955 a 1995, sempre com motor Renault traseiro e carroceria de fibra de vidro.

- São as linhas da carroceria que me atraem. Além disso, é um carro muito gostoso de dirigir. Um kart! - explica.

Inicialmente, os Alpine ficavam guardados em um hangar de metal e tinham o funcionamento afetado pelo inverno belga, de temperaturas em torno de 3°C. Os motores não pegavam e os freios emperravam.

Há cinco anos, começou a construção do bunker no quintal. De fora, o que se vê é apenas um cogumelo de fibra de vidro - parece uma casinhola para guardar apetrechos de jardinagem.


Entrando no cogumelo, Ludo mexe em uns botões e o chão de madeira começa a baixar. Descobrimos que estamos num elevador de carros, que nos leva a uma segunda câmara, escura e vazia. As paredes são de tijolos de cimento, sem acabamento. Parece que é tudo o que há para ver. Ludo vai até o fim de um corredor, tira umas tábuas e revela que há mais um nível subterrâneo.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Alta Roda com Fernando Calmon

Alta Roda nº 802


TIRO CERTEIRO

Quando este colunista esteve em Nova York (EUA), em julho do ano passado, para a prévia mundial do BMW i3, já se sabia que a marca alemã seria a primeira a vender um carro elétrico no Brasil. Decisão ousada, pois a estimativa publicada na coluna era de que custaria em torno de US$ 100.000, ou R$ 230.000, o que se confirmou. Outros modelos elétricos, Nissan Leaf e alguns da Renault, circulam em pequenas frotas cativas. Os fabricantes ainda esperam redução de impostos que cortariam os preços no mínimo em 35%, mas a decisão só deve ser anunciada depois das eleições.
Não se pode dizer que o incentivo atual é zero. Na cidade de São Paulo, onde se espera vender no mínimo um terço do lote inicial de 100 unidades, qualquer elétrico puro está isento do rodízio municipal pelo final de placa. Outras sete capitais também terão o carro à venda. A BMW acertou em trazer apenas a versão REX do i3, que inclui um motor a combustão bicilíndrico (34 cv), de um scooter da mesma marca, para, via um gerador, carregar a bateria e estender a autonomia. Essa é uma forma de diminuir a insegurança do motorista, se não encontrar tomada por perto.
Ao contrário do Chevrolet Volt, híbrido plugável que não se adquire sem o motor a combustão, o i3 tem a versão comum – cerca de 10% mais barata, apenas com bateria de íon de lítio – cuja autonomia varia de 160 a 200 km (nesse caso sem usar o ar-condicionado). A decisão de colocar um tanque de gasolina de apenas nove litros foi resposta à legislação de alguns países que restringem incentivo fiscal se a autonomia com combustível fóssil ultrapassar a da puramente elétrica. Híbridos a gasolina plugáveis permitem distâncias 10 ou mais vezes superior à conseguida com a bateria.
A chegada do compacto i3 ao Brasil coincide com o início da produção, em poucos dias, da fábrica catarinense da BMW. Automóvel elétrico desperta curiosidade por aqui e, assim, a marca espera o benefício de imagem tecnológica. Afinal, esse é um carro projetado desde o início para máxima eficiência. Estrutura monobloco bastante leve une compósitos de fibra de carbono e alumínio, sem coluna B (central) e portas traseiras de abertura reversa. Até pneus têm diâmetro e largura específicos para aproveitar a característica do motor elétrico de entregar torque máximo instantâneo. Motor de 170 cv permite acelerações de 0 a 60 km/h em apenas 3,9 s (bem melhor do que carros comuns), o que o faz extremamente ágil em uso urbano. Velocidade máxima limitada a 150 km/h preserva autonomia.
Interior é espaçoso para quatro passageiros (capacidade homologada) e o porta-malas de 260 litros alinha-se ao de compactos tradicionais. O assoalho plano permite que motorista saia pela porta dianteira do lado direito com facilidade, especialmente útil em cidade e estacionamentos apertados. Também interessante é a conectividade a bordo bem superior ao convencional.
A BMW, com marketing correto e tiro certeiro, está vendendo i3 dentro da capacidade inicial de 40.000 unidades/ano, sem perder dinheiro, enquanto a Nissan acaba de anunciar a desaceleração da produção própria de baterias pela dificuldade do Leaf em decolar no mercado.

Duster ganha série limitada Outdoor


Um dos modelos Renault mais vendidos do Brasil ganha série limitada Duster Outdoor.