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sábado, 22 de outubro de 2016

De Carro por Aí com Roberto Nasser


Novidades Alfa

No processo de relançar a marca com apresentação pontual e de per si de produtos, ampliando leque de versões, preços e clientes, Alfa Romeo aproveitou recém findo Salão de Paris para exibir novas versões. Estão abaixo do Giulia Quadrifoglio e seu poderoso motor V6, 2,9 litros e 510 cv de potência.

Novos brotos na centenária árvore são das famílias Veloce e Super. Nomes felizes, décadas de identificação de produtos-ícones como a esportiva Giulietta, o ágil sedã Giulia 1600, agora aplicados às versões de menores preço, performance e status. Imagem ajudará fazer números de venda.
Motorizações previstas: novo L4 2,0 – evolução do árdego 1,75 do Alfa 4C – turbo, 16 válvulas, injeção direta e saudáveis 280 cv. Parâmetro de tecnologia, produz 400 Nm de torque – como o fez o Dodge Dart com motor 5,2 litros. E novo engenho diesel, 2,2, 210 cv e 470 Nm em torque. É diesel e se destina aos admiradores do Sr. Rudolf Diesel. Ambos inteiramente em alumínio, transmissão automática de 8 marchas, tração permanente nas 4 rodas dita Q4.

Apresentação sutil, em se tratando de França, levou Giulia pintada em releitura do Azul Francês, a cor do país para as corridas.

Preserva nome Quadrifoglio para sinalizar o topo. Abertura do leque por preços cria novos degraus, entretanto mantém a filosofia para marcar o renascimento da marca: em todas as suas versões quer ter rendimento superior às referências miradas, alemães Mercedes C, BMW 3 e Audi 3.

Alfa French Blue, 2,0 Veloce, Super, nomes fortes em sua história.

ES fará esportivos

Nova fábrica de veículos leves, criada em São Bernardo do Campo, SP, a D2DMotors registrou razão social, logo, e assinou compromissos com o Governo do Espírito Santo e a Prefeitura de Jaguaré. Promete construir unidade industrial próximo ano, e a partir de 2019 produzir na pequena cidade ao norte do Estado – 160 km da capital Vitória.

Diz Eduardo Eberhardt, líder do projeto, é realização do sonho de produzir veículo destinado ao lazer, com o que há de mais novo em tecnologia, aliado ao estado da arte em design, com acabamento primoroso, valor extremamente competitivo, aliado ao mais importante, o desenvolvimento 100% nacional.

Informações discrepam entre projeto industrial para dois veículos, um conversível e um utilitário esportivo, e o informe oficial de investimentos, definidos em R$ 22 milhões em três fases para implantar a unidade e atingir a produção de 300 unidades/mensais em capacidade máxima.

Valor parece insuficiente para desenvolver produtos – afinal a empresa comprará de fornecedor externo base mecânica, a partir de motor e transmissão e deve adequá-las aos prometidos veículos -, implantar edifícios industriais, equipá-los para produção – e construir veículos.

Parte das dúvidas deve ser esclarecida durante o Salão do Automóvel – novembro 10 a 20 -, onde Ebercon/D2D dizem estarão presentes, possivelmente com protótipos e dados.

Empresa é de participações, tendo nascido como desdobramento da atividade principal, a fabricação de auto peças pela familiar Arteb, e atua nos segmentos imobiliário, alimentos, bebidas, beleza, e agora automotivo.

Para o Espírito Santo, ocasião do Salão do Automóvel será memorável: conseguirá, após várias promessas, incluindo marcas como Lada e SsangYang, apresentar produtos automotivos de produção local, como os ônibus Volare montados pela Marcopolo em São Mateus, e os projetos da D2DMotors.

ilustração inspirada no esportivo espiritossantense

No Salão Fiat irá aos extremos

Novidades da montadora mineira fixar-se-ão nos extremos de sua linha de produtos, o Mobi e o Toro. Para ambos, versões com novas motorizações.

No menor aplicará o motor 1,0 com três cilindros, 6 válvulas, 72-77 cv e 110 Nm de torque, recém apresentado como equipamento do Uno. Nova versão será distinta tecnologicamente, de maior preço, acima das hoje existentes, movidas pela última geração dos motores Fire, mantidos nos demais Mobi.

Caso e posição idênticos no Toro, inovando com motor 2,4 da família Tigershark. Configuração em alumínio, desenvolvimento comum com Hyundai, a ainda exclusiva invenção Fiat, o cabeçote Multi Air, conjunto produzindo 190 cv e 240 Nm de torque. Fruto de pesquisa junto a clientes, demandando por esportividade, porém sem atração por motor diesel, não haverá versão de trabalho, mas apenas em performance, para ocupar nova posição de mercado. Nova versão estará entre as hoje existentes 1,8 Otto e 2,0 Diesel. Transmissões mecânica de seis velocidades e automática, com nove.

Chery já vende QQ nacional

Primeira chinesa com produção no país Chery iniciou vender seu segundo produto nacional, o pequeno QQ. Reúne apelos como a ótima relação entre conteúdo e preços – com ar condicionado, direção hidráulica e vidros laterais dianteiros com acionamento elétrico custa R$ 29.990; rodas leves e outros confortos, R$ 31.990. Outros apelos, nota AA no índice de economia oficial. Seu motor 1,0 de três cilindros, 12 válvulas pela austríaca Acteco não brilha em performance: produz 69 cv, mas baixo peso auxilia o rendimento. Outro argumento de vendas é integrar a relação Car Group, do Cesvi Brasil, dos carros com menor custo para reparos, aliviando o bolso do consumidor e reduzindo custo de seguro.

Estilo atualizado, integrando frontal e grupo óptico com o habitáculo, alguns excessos como as maçanetas das portas traseiras, e problema típico dos hatches pequenos – como acabar o produto.
Transmissão mecânica cinco velocidades, suspensão frontal McPherson, traseira por eixo rígido.
Fábrica não apresentou o produto, apenas comunicou.

QQ nacional

Roda-a-Roda

Ocasião – Para agilizar participação no recém aberto mercado do Irã, PSA formou joint venture com a SAIPA, para importar, distribuir e produzir Citroëns adequados ao país.
Bússola – Porsche fechou números dos três primeiros trimestres. Cresceu 3%: 178.314 veículos, liderados por 718 Boxster e Macan. Maior mercado não é Europa ou EUA, mas China.
Fim – BMW suspenderá a produção do Mini Paceman ao final do ano. Atraente e simpática como quase todos os carrinhos da marca, versão nunca se encontrou – ou ao mercado.
P'ra frente - Ford adiou para 2018 opção de transmissão automática no Troller. Frustrou revendedores, há tempos cobrando a versão. Razão oficial: conter investimentos.
Negócio - Comerciantes veem como tiro no pé não atender projetada e significativa massa de clientes. Promessa feita em 2013 garantia a opção em dois anos. Passados três, postergada para 2018. Troller hoje vende 1/3 da capacidade industrial instalada, e o pequeno quantitativo limita concessionários.
Mais – Após apresentar SUV Compass com motorização diesel e tração total, Jeep lança versão com motor 4 cilindros, ciclo Otto, 2,0, 16 válvulas e dois variadores para as válvulas. Produz 159-166 cv, 19,9 – 20,5 m.kgf de torque.
Tudo – Exclusivamente em transmissão automática de 6 velocidades, suspensão Mc Pherson nas 4 rodas, confortos, refinamentos internos, boa performance. Tudo para ser o mais vendido da marca, superando o Renegade.
E ? – Preços x conteúdo bem distribuídos. Versão de lançamento, Opening Edition, a R$ 109.490. Inicial Sport, simplificada, R$ 99.990; Longitude, primeira a contar as aletas para mudar marchas no volante; e Limited, a R$ 124.990.

Compass também com motor 2.0

Tapa – Nissan apresentou o novo March em Paris, mas não deu esperanças de atualizar o modelo local. Aqui, sem novidades insistirá na política de criar versões e edições especiais. Para o Salão do Automóvel, a Midnight Edition, marcada por detalhes em preto contra o vermelho da carroceria, para choques mais agressivo.
Frota – Localiza, maior rede de aluguel de carros na América Latina, incluiu Jeeps Renegade em sua frota. Empresa abre leque de opções, incorporando Chevrolet Cobalt, Nissan Versa, Volvo S60 e BMW 320i GT.
Novos tempos – Projeto VAMO, em Fortaleza para compartilhamento de carros elétricos, ganhou mais duas estações. Disponibiliza 8 carros elétricos chineses, de aluguel. Quer chegar a 20 na próxima etapa.
Fácil – Negócio simples, interessado se cadastra e marca data, hora, estação para recebimento. Tarifa inicial de R$ 20 para primeiros 30 minutos. Após, de R$ 0,80 a R$ 0,40/minuto dependendo da extensão da locação.
Negócio – Dana de autopeças aproveitou a conjuntura, baixa liquidez, e a situação de seu fornecedor SIFCO, em recuperação judicial, e fez oferta pela empresa. Juiz e credores satisfeitos, Dana assume e ampliará capacidade de oferecer sofisticados produtos forjados.
Paridade – Deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP) em seu projeto PLC 170/2015, pega carona na regulamentação dos carros antigos para levar alguns conceitos aos antigos modificados, os hot rods.
Supressão – Antigos totalmente originais, reconhecidos no Código de Trânsito Brasileiro como De Coleção, dispensam uso de equipamentos tornados obrigatórios após sua produção. Parlamentar quer rotular os Antigos Modificados como os com mais de 30 anos de produção excluindo-os da obrigatoriedade de uso de encosto de cabeça, air bags, controle de emissões poluentes e de ruídos.
Dubiedade – Pelo texto, em pouco tempo, tais alterações atingirão veículos recentes, permitindo retirar equipamentos originais de segurança. E se o conceito dos Hot Rods é aumentar performance, itens de segurança devem ser implementados – e não abduzidos.
Argentinices – Argentina tem três colecionadores poderosos, do tipo maior fortuna do país, concorrer na Mille Migla Storica, expor no encontro de Pebble Beach. Nível superior ao do nosso antigomobilismo.
Racha - Última Autoclasica, há dias, em Buenos Aires, mostrou um cisma: Goyo Pérez-Compenq, que se ausentara por discordar de não premiação, voltou premiado. E os outros faltaram.
Jeitinho – Coincidência ou não, Daniel Sielecki, o mais internacional dos colecionadores argentinos, mesmo ausente levou um mimo: prêmio pela FIVA, a Federação internacional. Autoclasica foi o único evento sul americano a constar da lista da Unesco no ano da preservação histórica, e para comissão, seu Ferrari 195 Inter, s/n 181 EC, não restaurado, merecia a distinção.

Mathias Sielecki, d, recebe prêmio. Pai ausente

Mercedes E, o sedã mais inteligente

Classe E Mercedes é referência mundial, cunhada durante 10 gerações. Entre os Classe C e o topo Classe S, é o sedã mais vendido da marca, visto como o mais rentável da linha. Melhorá-lo é sempre desafio para equilibrar qualidade e conteúdo, sem arriscar a liderança.

Mercedes bem cumpriu a missão com novo modelo, iniciando ser vendido no mercado brasileiro sob a denominação de E 250. Há em três versões, em mecânica comum, novo motor 2,0 litros, quatro cilindros, injeção direta com 8 pulsos e 200 bar de pressão, gerando 211 cv de potência e 350 Nm de torque a apenas 1.200 rpm – ou seja, grande disponibilidade de força a partir da marcha lenta. Para melhor aproveitar a característica de andar em baixas rotações, nova transmissão 9G Tronic, com nove velocidades e menor tempo de mudança. Dinamicamente 6,9 s para ir a 100 km/h e corte de velocidade a 250 km/h.

Nova carroceria, maior 43 mm, ampliado 65 mm em entre eixos, intensa aplicação de alumínio e aço ultra-ultra resistente, reduziu 65 kg relativamente à geração anterior, e Mercedes fez trabalho de mestre em aerodinâmica, trazendo a resistência a Cd 0,22. Linhas mantém identificação de agilidade, com amplo capô e a solução por ela criada de fazer o teto fluir mantendo aparência de cupê.

Grande ganho foi no conteúdo, implementando prazer na condução. A tecnologia Intelligent Drive o torna o degrau próximo da autonomia com novidadosa capacidade de acompanhar o fluxo de trânsito entre 60 e 200 km/h, freando autonomamente quando necessário. Outros ganhos tecnológicos estão no sensor de mudança de faixa e nos faróis Multibeam LED, cada um com 84 lâmpadas LED, aumentando capacidade de iluminação sem ofuscar motoristas em sentido contrário, de funcionamento digital.

Três versões: Exclusive Launch Edition,R$ 325.900; Exclusive R$ 319.900; eAvantgarde, R$ 309.900.

Mercedes E, sedã mais inteligente do mundo

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

De Carro por Aí com Roberto Nasser


109 cv no Uno 1,3 GSE!

FCA, por sua marca Fiat corre nos últimos retoques na evolução do Uno, a versão GSE. Sigla de Global Small Engine, nova geração mundial de motores de pequena cilindrada. Começa com duas versões: 3 cilindros, 1,0, e projetados 80 cv, e curva de melhor torque na categoria – a grosso modo torque move o carro nas cidades; e 4 cilindros, 1,3 e a surpreendente potência de 109 cavalos vapor – novo GM Onix com motor 1,4 gera 106 cv, e  VW Gol 1,6 104 cv. Para comparar motores, veja quantos cv produz por 1.000 cm3 de cilindrada. Quantidade maior indica modernidade. 

sexta-feira, 15 de julho de 2016

De Carro por Aí com Roberto Nasser


Automóvel: Canela, RS, ganha o Museu dos Azambuja

Conhecidos pela melhor coleção de automóveis nacionais, os irmãos Rogério e Róberson Azambuja, empresário e advogado, tomaram coragem e instalaram o Museu do Automóvel no limite entre as turísticas Gramado e Canela. Noticiou a Coluna  em 01.outubro.2014, adquiriram o fechado Museu do Automóvel, Arte e Cultura, do também gaúcho Carlos Eduardo Warlich, ampliaram o espaço museal a 1.700 m2 para exposição.

Proposta é exibir acervo próprio, alternando com estoque mantido em Passo Fundo no Museu do Transporte Nacional; fomentar o interesse e o

quarta-feira, 13 de julho de 2016

GLE 63 BRABUS 850 no Brasil


Esses dias eu comentava sobre a necessidade de um carro mais alto para poder "manobrar" meu filho de maneira prática e que agradasse a minha coluna.

Eis que a solução dos sonhos aparece no Brasil: GLE 63 BRABUS 850!

Espaço, conforto, potência e torque suficientes para

segunda-feira, 20 de junho de 2016

De carro por aí com Roberto Nasser


Nissan automatiza March e Versa

March e Versa com opção da caixa CVT

Leitor atento, como os da coluna De Carro por Aí, devem ter-se perguntado o porquê de dedicar espaço desmesurado a uma simples caixa de transmissão, coisa simples, uns 5% do valor de um automóvel barato. Questão pertinente. Uma das grandes dificuldades nesta escultura semanal não está no levantar informações, conferir fatos e fontes, entender razões e consequências, coisas usuais à função dos jornalistas, mas no filtrar a enorme massa de informações, de acordo com o variado interesse dos leitores – e faze-las caber neste espaço.

Mas justifico. Caixas automáticas – sejam automatizadas, hidráulicas ou por polias variáveis -, são os equipamentos

sábado, 23 de abril de 2016

De carro por aí com Roberto Nasser


Etios 2017 e seu pacote quase adequado

Toyota deu um bom trato no Etios, produto de entrada no mercado. Ultrapassou mudanças cosméticas e maquiagem para assinalar nova modelia ou criar ocasião para divulgar o produto. Fez ação muito maior, a de elevar o Etios para ampliar a fatia de clientes – e conquistar os em descenso pela situação econômica. A estes migrantes, o atrativo de encontrar produto com bom recheio. Quer vender mais ampliando a faixa de compradores. Tropeços com a série atual do Etios fez a matriz perceber dificuldades na filial brasileira, desde definição do produto até o relacionamento com a imprensa. Isto gerou silenciosa revolução, esvaziando poderes de executivos, dispensa de outros, mudanças na diretoria. Cúpula da empresa entende ter chegado ao piso ideal. Ainda faltam mudanças.

No produto, intervenções amplas. Motores 1,3 e 1,5 litros agora nacionais,

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

De carro por aí com o Nasser


Assim, assim, meio carro, meio comercial, o Mercedes Vito
Mercedes-Benz inicia vender o Vito, bem urdida fórmula de veículo de transporte confortável, furgão para trabalho, e van destinada a deslocamento familiar, tipo furgão e limousine. Para transporte de carga, motorização diesel, 1,6 litro de deslocamento, 114 cv de potência e 270 Nm de torque. Nas versões a passageiros – 7 + motorista e 8 + motorista – a motorização flex, 2,0 litros, 16 válvulas, injeção direta, turbo, 184 cv de potência e torque de 300 Nm. Transmissão mecânica, seis velocidades, tração dianteira. O Vito é argentino.

Muda
Não é um furgão pequeno, com durezas e asperezas herdadas de caminhão. É produto específico, com elevada carga de itens de conforto e segurança, num projeto buscando operação econômica. Em segurança, relação ampla em itens, usualmente automobilísticos: alerta de cansaço, trava para arrancada na subida, assistente para influência de ventos laterais, programa de estabilidade, ferramenta eletrônica reduzindo excepcionalmente a ocorrência de derrapagem, batidas e capotagem. Há ainda almofadas de ar para motorista e passageiros, cintos de segurança com ancoragem em três pontos, fixação Isofix para cadeirinhas de crianças, estrutura de proteção, célula de sobrevivência.
A ligação do Vito com a parte automobilística fica clara pela identificação
estética. De frente exibe os traços marcantes das atuais gerações dos automóveis Mercedes - grade, grupo óptico, cortes no capô do motor. Ambas versões tem volumetria e capacidade de manobra compatível aos espaços urbanos. No caso de carga, capaz de deslocar 6 m3, 1.225 kg úteis, revestimento de compensado naval no piso e laterais para proteção à movimentação de carga.
Como o PBT, peso bruto total – soma de veículo mais carga – é pouco superior a três toneladas, vantagem adicional e diferença importante na proposta é permitir ser conduzido por motoristas com habilitação para automóveis.
Vendas iniciadas. Deve ter sucesso, pela combinação de espaço de transporte com tratamento próximo ao de automóveis, e pela quase exclusividade no mercado, onde para passageiros há apenas o J8 da chinesa JAC.

  Quanto custa
MB Vito
Versão
R$
Vito 111 CDI
     104,990
Vito Tourer 119 Comfort 8+1
     129,990
Vito Tourer 119 Luxo 7+1
     139,990


Mercedes-Benz Vito

O Passat, agora em 8ª edição
Brasil tem uma relação umbilical com o Passat: foi o primeiro país extra Alemanha a produzi-lo, a partir de 1974, na grande mudança conceitual firmada na consciência do consumidor local. Quando Volkswagen era sinônimo de coisa antiga, instável, limitada em rendimento, motor traseiro refrigerado a ar/ar, o Passat era desenho do mítico Giorgetto Giugiaro sobre o Audi 80, suspensão com raio negativo de rolagem, linhas de freios cruzadas, direção pinhão e cremalheira, performático, motor frontal, água/ar, estável, veloz. Nada a ver com Fuscas. Na Alemanha virou Santana, e aqui ambos conviveram até o final de 1988 após 897.829 unidades. Destas, 70.200 em versão Iraque, exportadas para este país, em negócio triangular trocados por petróleo, uma das marcas da gestão de Wolfgang Sauer na VW Brasil.
A oitava geração, B8, está sobre plataforma MQB, mesma do novo Golf, Audi A3, com maior distância entre eixos, deslocando-os para as extremidades e criando ótima área interna.
Motorização é revisão do aclamado motor 2 litros, 16 válvulas, injeção direta de combustível e turbo alimentador. Potência ganhou 9 cv indo a 220 e torque saltou 7,2 m.kgf, chegando a 35,7. Transmissão automática DSG com seis velocidades, tração dianteira.
Há desenvolvimentos relativamente à geração anterior do motor, como o acionamento dos comandos de válvulas por corrente; variando na admissão e escape, bomba de óleo por pressão variável de acordo com a demanda do motor. Com tal conjunto mecânico está um segundo mais vivaz de O a 100 km/hora, agora 6,7s e faz 246 km/hora em velocidade final.
Extenso pacote de eletrônica para segurança e coisa interessante como o painel digital podendo exibir instrumentos virtuais com desenho convencional, e ampliar a tela entre os mostradores, na linha vertical de visão do motorista.
O Passat B8 foi eleito Carro do Ano 2015 na Europa, sobre BMW Series 3, Mercedes Classe C e Audi A3. A VW pretende vender 250 unidades anuais, e o a versão B8 para o Brasil foi elevada em 1,5 cm para melhorar a distância livre do solo, utilizando componentes de suspensão para países com piso jogo-duro.

Quanto custa 
Passat B8
Versão
R$
Comfort Line
144.500
Highline
           151.300

Passat B8

Roda-a-Roda
Variação – Mini inicia vender versão Clubman. Longa, 4 portas laterais, mais duas na traseira, motor 2,0, turbo, 192 cv, 280 Nm de torque, transmissão automática de 8 velocidades. R$ 179.950.
Proposta – Ideia é ampliar uso, deixar de ser carro de nicho para solteiros, esticando-o 27 cm, mudando harmonia estética do produto para 4 passageiros.
Pacote – Exigências atuais, consumo e emissões controlados, segurança, conectividade, regulagens para motor e suspensão, pareamento com celular, tela de 22 cm para infodiversão.
Caminho – Mitsubishi criou versão Outdoor sobre crossover ASX. Para choques cinza escuro, faróis com mascara, pneus ATR, mistos, aro 16”, recalibragem da suspensão, melhorando capacidade de andar fora do asfalto.
Mais – Motor 2,0 montado em Catalão, Go, 160 cv, transmissão manual, tração nas 4 rodas. Bem composto, conforto e segurança, versão quer ampliar espectro de uso, nas vias com ou sem pavimentação. A $$ 97.900.
Corrida – Fiat deve fechar o ano como líder de mercado em volume, apesar de alguns meses superada como marca mais vendida. Prepara versões e novos produtos. Destes, em fevereiro, o picape Toro, do porte do Renault Oroch, e novo automóvel pequeno ao início do segundo trimestre.
Definição – Terá várias versões, como o Jeep Renegade, com quem divide a plataforma Small Wide. Motores diesel e flex, transmissões mecânicas e automáticas, tração dianteira e 4 rodas. Inicialmente sem a opção do motor ex-Chrysler, ora FCA, 4 cilindros, 2,4 litro e 172 cv hoje aplicado no Fiat Freemont.
Pequeno – É o Projeto X1H, sobre a estrutura do Novo Uno, porém menor, para ser carro da marca de entrada no mercado. Motor 1.0 ainda quatro cilindros, duas e quatro portas, a limítrofes R$ 29 mil. Em maio 2016.
Final- Em definições, incluindo nome. Coluna sugere Primo. Fácil por pronúncia latina, curto, entendido como parente e como primeiro. E perto de Prime, atual moda de diferenciação no Brasil, onde até hamburger é isto.
Melhor – Ford reverteu tendência do mercado de automóveis e melhorou sua participação nas vendas, apesar da boa concorrência. Deve fechar ano crescendo de 9 para 10,4%, mantendo a 4ª. posição em vendas.
Impeachment – Quem era contra o impedimento da Presidente temendo imobilidade e anomia no país, inicia mudar de posição. Longos 10 meses de inação e desgoverno acabaram exigindo alguma mudança, e a mais amena é a aceitação do pedido de Impeachment.
Panorama - Presidente perdeu o prazo de oferecer medidas concretas, pulso forte e sonhos, e o acatamento do pedido de seu impedimento não implodiu o país. Ao contrário, a Bolsa cresceu 4% como medida de confiança ao fim do desgoverno, e o dólar caiu. Para o investidor, tudo menos Dilma.
Caminho – Eleições em 2016, país polarizado, para não ser dizimado, tudo indica, o PT quererá se desvincular de Dilma. E o caminho mais fácil ante um longo e desgastante processo de Impeachment, será adoecê-la para renunciar.
Cenário – Mercado especula mudança de dois CEO na indústria automobilística nacional ainda neste ano.
Imagem – Anfavea, associação dos fabricantes de veículos, fará ações e
promoções para mostrar-se operacional e ativa? Imagem desgastou-se. Além da perda de produção, vendas e empregos, houve prisão de vice presidente, ex consultor, demissão de representante, indiciação de associados. Executivos fora da Operação Zelottes, da compra de Medidas Provisórias para alongar prazos de incentivos, querem que a entidade seja bem vista - e eles também.
Negócio – Em meio à venda de ativos para fazer caixa e permitir rolar investimentos, como a participação nos hospitais D’Or, Banco Pactual, demandando pela Coluna, informou não se manifestar sobre vender os 10% que possui na MMCB, montadora de Mitsubishis em Catalão, Go.
Otimismo – Ante números e projeções negativas quanto ao futuro e indústria automobilística, recebo anotação do Mark Hogan, ex presidente da GM  no Brasil, ex vice da então Corporation, e hoje no Board internacional da Toyota:
Nasser, tenho confiança no Brasil e com certeza vai voltar a crescer em curto prazo. Tomara Mark, tomara.
Promoção – Enquanto concorrente Fiat Toro não chega, Renault fomenta vendas do picape Duster Oroch, com plano Troca Fácil - parcelas menores, entrada baixa, garantia de recompra após usado, tipo leasing sobre leasing.
Sorrisos – Vendas do picape Oroch caracterizam suas projeções de mercado: apenas 30% de clientes da marca. Demais 70% conquistados a outras.
Solução – Autoridades aprovaram o retificador de fluxo, componente para VW colocar na entrada de ar de seus motores diesel 1,6 e 2,0, para cumprir normas de emissões de poluentes. Simples, uma hora para colocação.
Conta - Custará à empresa em torno de 10 euros. Na improjetável soma entre reparos, multas e indenizações, VW mantém o bloqueio inicial de 6,5B Euros.
Prova – Protótipo de carro autônomo da PSA Peugeot Citroën viajou 3.000 km entre Paris e Madri. Saiu, andou, ultrapassou, freou, manobrou sem intervenção do motorista. Como disse Soraya Saenz de Santamaria, vice presidente da Espanha. Hoje não precisamos pensar no futuro. Ele já chegou.
Adeus – Por pensar. Carro autônomo dá fim à liberdade e à auto determinação ao volante, o simbolismo do automóvel desde seu surgimento. Será uma cápsula, um ônibus individual, coisa besta. PSA terá em 2016 15 protótipos.
Ampliação – Fábrica da FPT em Córdoba, Argentina, produzirá o motores diesel Cursor 9, enquadrado nas regras de emissões Euro V. Obediência à norma e tendo o Brasil como cliente viabilizou o negócio. Antes Brasil o importava da França.
Automobilismo – Renault mantém a crença das corridas de automóveis como indutora de tecnologia e formação de imagem. Ampliará sua presença na Fórmula 1, deixando de ser fornecedora de motores para ter equipe própria. Comprou a Lotus.
Antigos – Veículo raro, o VW SP1, produzido em 1972/3 menos de centena de unidades, apenas dois remanescentes eram conhecidos: em Belo Horizonte e outro, quase 0 Km, guardado na fábrica. Colecionador carioca Marcelo Berek localizou terceiro, composto, completo, original, no Rio de Janeiro.
Gente - Stefan Ketter, presidente da FCA - Fiat Chrysler Automobiles América Latina, eleição. OOOO Personalidade no Prêmio AutoData 2015. OOOO
Kenneth Cehlin, controller da área comercial da Scania sueca, desafio. OOOO CFO da Scania America Latina. OOOO Paulo Nemer, empresário, reeleito. OOOO Presidente da ABLA, Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis. OOOO É para ser chamado de doutor e tratado com tapete vermelho. Locadoras absorvem 12% dos veículos vendidos anualmente no Brasil !OOOO Isella Constantini, comunicóloga, brasileira, presidente da GM na Argentina, mudança. OOOO Patriota, convidada pelo governo Macri, aceitou presidir as Aerolineas Argentinas, balaio de gatos que dá US$ 1 milhão de prejuízo/dia. OOOO

O pacote de economia dos caminhões Mercedes
Nas ações para a recuperação da liderança do mercado domésticos de caminhões, a Mercedes-Benz aplica-se com os pneus na estrada. Conversas com operadores, frotistas, motoristas, para adequar produtos às exigências ou as desejado; racionalização industrial com a montagem de todas as cabines na antiga fábrica dos automóveis Classe A e C, em Juiz de Fora. Objetivo é oferecer produtos, baixar custos operacionais.
Começou por mudar o sistema dos cubos traseiros dos eixos dos caminhões Axxor, deixando o projeto alemão e fazendo a adequação para a operação nacional, obtendo ganho na redução de consumo. Outra conquista importante diz respeito à segurança do caminhão, carga e motorista, pelo desenvolvimento nacional do sistema batizado de FleetBoard de telemetria eletrônica para monitoramento e transmissão da dados, sem transmitir por satélite, mas por celular. Simplicidade, racionalidade e custos devem fazer o projeto nacional permear a outras operações da marca no mundo.
Novo Actros, com cuidados aerodinâmicos na cabine, e motor para 13 litros de deslocamento, fazendo 510 cv, o mais potente do país. Alterações atingiram metas opostas como aumentar potência e reduzir consumo. No caso em torno de 5%.
Há, também, de se registrar o aparato mecânico para elevar eixo quando não submetido a carga. Reduz arrasto por diminuir abrasão dos pneus, baixa consumo, e se enquadra na legislação de meio ambiente. E dos pedágios, que suprime o eixo suspenso do cálculo.

Novo Actros

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Histórias da pista para a passarela por Jason Vogel

Mostra no Salão de Paris liga o estilo dos carros à evolução da moda

Entre muitos lançamentos, sempre há lugar para um pouco de história. A cada edição do Salão de Paris há uma mostra especial dedicada a temas da sociologia automotiva. Já houve retrospectivas sobre os táxis do mundo, os carros na publicidade e os automóveis nos quadrinhos.

Na edição de 2014, aberta até o próximo domingo, a exposição no Pavilhão 8 de Porte de Versailles mostra as influências da indústria da moda no estilo dos carros (e vice-versa).

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Mercedes-AMG GT, feito a mão para pilotos


Há algumas semanas a Mercedes-Benz lançou o 2º superesportivo da Mercedes-AMG, o GT, e ele chegou trazendo inovações perante os concorrentes, com o “hot inside V”, e promessa de ser um superesportivo puro e voltado para devotos da Nossa Senhora da Combustão Interna.

Claro que, por se tratar de uma Mercedes, o GT não é uma cadeira elétrica, ou melhor, ele pode ser uma se você desejar. Bastam alguns comandos para dar folga aos duendes verdes que controlam toda a eletrônica embarcada, que evita que o dono desavisado não se mate, e você poderá sentir a pureza do torque, o som afinado do escapamento (sim você pode ajustar o belo som que o GT produz) e a adrenalina correr pelas veias.

sábado, 27 de setembro de 2014

Alta Roda com Fernando Calmon


GUERRA DOS ADITIVOS

Política de combustíveis no Brasil continua errática e com alto grau de improvisação. Exemplo mais recente é a lei já aprovada que autoriza o aumento do teor de etanol anidro de 25% para 27,5%, desde que testes comprovem viabilidade técnica. Uma lei condicional! Não seria mais lógico primeiro fazer todas as avaliações e, se aprovada a nova mistura, então encaminhar projeto de lei ao Congresso Nacional? Na realidade, apenas jogada eleitoreira.

Motores modernos têm condição de lidar com esse aumento de mistura sem problema de partida a frio ou falhas de aceleração. Os testes conduzidos pela Petrobras deverão indicar isso, mas ninguém deu atenção aos motores antigos com carburador ou injeções de combustível de primeira geração. Além disso, o consumo pode aumentar marginalmente. A gasolina padrão para limites de emissões e metas de eficiência energética previstas no Inovar-Auto contém apenas 22% de etanol. Com 25% o motorista já perde um pouco em consumo e com 27,5%, mais ainda.

O governo tem feito trapalhadas. Em meados do ano resolveu estimular a melhoria relativa de consumo/autonomia entre etanol e gasolina em motores flex porque a indústria se acomodou e hoje mal consegue manter a paridade esperada de 70%. A nova lei sinaliza apenas que “poderá” haver abatimento de imposto para veículos que alcançarem relação acima de 75%.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

De Carro por Aí com o Nasser 2014


Coluna 3914     24.Setembro.2014


Híbrido, tímido

Demorou, mas o Governo Federal atendeu a parte das sugestões da Anfavea, associação dos fabricantes de veículos, no estabelecer política para os carros híbridos. Classificou-os, quinta feira passada, pela CAMEX, Câmara de Comércio Exterior, como Ex tarifário até o final do próximo ano.
Na prática significa deixar de pagar os inexplicáveis 35% do Imposto de Importação. Pela exceção legal, o valor dos gravames alfandegários poderão variar de acordo com o humor oficial. Atualmente ficarão isentos deste imposto os veículos híbridos a ser montados aqui, importados em método CKD, totalmente desmontados.
Na beirada da legislação, uma regra: imposto varia de acordo com os misteriosos parâmetros do Inmetro para medição da eficiência energética: limite de isenção é 1,68 mega Joule/km. Daí, até 2,07 mJ/km pagará 2% de II.
Veículos prontos, sem previsão de montagem local, tabela diferente: 2% de II até 1,10 mJ/km; 4% até 1,68, e 7% daí a 2,07.

Curiosidade

Pomposo comunicado do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior trata a redução do imposto alfandegário, como “parte das medidas necessárias para a criação de um mercado e atração de investimentos para a produção nacional de veículos que usem novas tecnologias de propulsão“.
Entretanto, visto o mercado e os híbridos nele existentes, a decisão parece enquadrar-se em conceito distante da aritmética e da engenharia, ao contemplar apenas os híbridos sem recarga por tomadas de parede. Ou seja, os dotados de motor a gasolina capaz de mover o veículo e acionar gerador de energia para baterias ou outros motores.
Os outros, híbridos dependentes de recarga em tomadas elétricas, foram barrados no baile do incentivo e, pelo texto, estão fora do parâmetro definido pelo Brasil em sua nova política de estado.
O receio de cobranças populares quanto à possibilidade de o carro híbrido da elite ser recarregado com a mesma energia utilizada pela ascendente Classe C em seus aparelhos de ar condicionado, impediu as facilidades, e os recarregáveis continuarão pagando 35% de Imposto de Importação.

A caminho

Dois veículos à venda no país se enquadram na categoria favorecida: Ford Fusion e Toyota Prius, de prometida produção com a criação de facilidades.
Fusion e Prius devem ter – espera-se –, proporcional redução de preços, pois dentro do cipoal tributário do país, todos os impostos são calculados sobre o valor apurado, que é o do veículo, frete, despesas de porto e os 35% do valor sobre o preço do veículo.


Roda-a-Roda

Ferrari, FCA – Como ficará a Ferrari, pós demissão de Luca De Montezemolo, após 23 anos à frente da empresa? Tudo e nada, por recente declaração de Sergio Marchionne, CEO da Fiat Chrysler Automobiles, FCA, e próximo da Ferrari.
Dúvida – Com mineirismo impregnado por suas mensais vindas ao Brasil, disse o CEO, “nada está incluído, e nada está excluído”, deixando especulações no ar sobre eventual venda da marca, avaliada em US$ 5B, pouco menos da metade da atual dívida do grupo. A Ferrari, por projeto do defenestrado Montezemolo, é extremamente rentável. Faz 12% dos lucros, vendendo apenas 0,16%.
Esforço – Dentre as medidas para afastar a inviabilidade, mesmo associada à chinesa Dongfeng e ao estado francês, a PSA criou nova marca de luxo, a DS. Primeiro conceito, o Divine, aparecerá no Salão de Paris, 2 de outubro.
Personalidade – Três veículos, anteriormente Citroëns, integram a nova marca. O Divine, criado especialmente, é prévia do caminho partindo das bases comuns de Citroën e Peugeot: sofisticação e design. Tem cristais Swarovski nos faróis, carroceria, interior. Motor conhecido, o 1.6 THT turbo, equipamento de Peugeots e Citroëns, porém 270 cv - mais de 100 cv relativamente às versões conhecidas. Estes motores com injeção direta e turbo são generosos.


Crise – Braço alemão da GM, a Opel reduzirá produção na Rússia, operando em um turno diário, e apenas 16 dias de funcionamento nos três meses finais do ano. Fábrica em St Petersburg produz Opel Astra e Chevrolet Cruze.
De volta – Na operação russa, em sociedade com a AvtoVaz, está o jipinho Niva.
Pioneiro – 2015 Mitsubishi inicia vender o primeiro híbrido 4x4 do mercado, o Outlander PHEV. Três motores. Um 2.0 ciclo Otto, 121 cv e dois eletrossíncronos, um em cada eixo, produzindo individualmente 80 cv. Luxuoso, seguro, premiado ao máximo no Euro NCAP, ANCAP e JNCAP. Preço indefinido - dólar, presidente, tudo influi.
Soma – Em termos de produto, melhor do mundo tecnológico: tecnologia do plug in – de ligar na parede – iMiEV; robustez e DNA de Pajero 4x4, e controle de tração e estabilidade do Lancer Evolution. Autonomia de 52 km, recarga completa em R$ 3,50 e consumo. Não se inclui na redução do ex tarifário contado acima.
Mercado – Ao constatar existir mais de 70% dos Porsches já fabricados, marca criou programa Porsche Classic, de treinamento à rede internacional de concessionárias para reparos, serviços e peças originais de época. É número muito grande de clientes para ficar fora da autorizadas. 
Mitsufiat – Por acordo entre matrizes Mitsubishi e a Fiat Chysler, Mitsubishi tailandesa produzirá versão do próximo modelo Triton, portando emblema Fiat. Com ele a antiga marca italiana quer presença em segmento onde não participa.
Como fica – Mitsubishi Motors do Brasil perguntada, respondeu por circular garantindo, o acordo não atinge o mercado brasileiro, onde a MMCB tem fábrica e direito exclusivo de distribuição e comercialização.
Fiatbishi – Inquirida, Fiat declarou não ter informação da parte prática, do como tal avença irá funcionar. O picape misto de Mitsubishi com Fiat não atrapalha os planos do Stradão – modelo maior que o líder Strada, contado pela Coluna semana passada, e 2º. Produto da fábrica em Goiana, Pe.
Nada disto – JAC repele boato circulando no meio, teorizando que a matriz chinesa ao tornar-se majoritária na construção de fábrica em Camaçari, Ba, teria peitado o governo federal condicionando implantação do projeto ao emprego exclusivo de mão de obra e equipamentos chineses.
Peugeot – Novos Peugeot terão mais apuro em tecnologia e conforto, deixando de competir nas partes baixas do mercado. Este definiu a mudança. Versão mais equipada do 208 vende 25% do segmento. Mais simples, apenas 6%. Ao público Peugeot significa refinamento, sem vez para simplificação.
Tapa – Toyota criou oportunidade para fazer notícia e tentar revitalizar o Etios. Contidas novidades na versão XLS: piscas nos retrovisores externos, novas cores branca e azul. Dentro, concessões ao motorista, como banco ajustável em altura, comando do vidro elétrico e Bluetooth.
Ajuste – Instrumentação continua no centro do painel, desconcentrando o motorista, e indicador de combustível agora é digital. Há versão superior, Platinum, com estofamento em couro, tela com GPS, som, câmera de ré e TV.
Acaba - É o último retoque. Próxima versão, por determinação superior, corrigirá as mal feitas adaptações de projeto para colocar direção à esquerda, deixando instrumentação e sistema de ventilação para direção à direita.


Ligeirim – Audi inspirou-se nos pit stops das corridas e racionalizou ações de assistência nos concessionários. Negócio prevê três primeiras revisões em até uma hora, e espaço confortável para espera. Trânsito nas cidades, e o atrapalho no vai e vem, definiu o programa. Por enquanto em S Paulo. Até o final do ano em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Curitiba.
Flex – Motor 1.6 THP da PSA, presente em Citroëns e Peugeot, flex. Com álcool produz 170 cv, contra 163 de origem. Demorou. Fácil fazer flex em motor turbo.
Motor – GM deu um tapa no picape S 10 marcando modelia 2015. Superficial mudança da cor do painel e das laterais. Novo engenho – nem tão novo, lançado nos EUA em 2011 – é L4, 16 válvulas, dois comandos variáveis para admissão e escape. Injeção direta, flex. Transmissão com 6 velocidades à frente.
Curiosidade – Importado, dados discrepam dos fornecidos pela matriz dos EUA. Lá, potência de 196 cv a 6.300 rpm e torque 18,5 m.kgf. Aqui diz potência idêntica, porém torque dispara: 26,3 m.kgf. A álcool 206 cv e 23,7 m.kgf. Nova linha propele o antigo L4 2.4 e 147 cv, anciliaria derivada do Monza, para a versão de entrada.
Game – Para lembrar-se líder e seguir um de seus slogans – a empresa que mais entende de rua no Brasil – Fiat criou jogo com dicas de boas maneiras, tecnologias e para evitar vacilos no trânsito. É o Vacilândia, jogo para smartphones e tablets. Em fiat.com.br/vacilaonao e filmes
Festa – MWM, fábrica de motores, e MAN, de caminhões e ônibus, festejam 40 anos de parceria. MWM fornece motores MaxxForce 3.0H, 4.3H, 4.8H Euro lll, 6.5H e 7.2H Euro III para exportação, e os MAN D08 Euro V (4 e 6 cilindros) ao mercado local e internacional, em caminhões e ônibus MAN.
Carol – Deixando a revista O Mecânico, onde foi repórter e editora, jornalista Carolina Vilanova tem novo veículo, o Portal Oficina News. Notícias diárias e semanais sobre transporte, oficinas, partes, manutenção. Veja em www.oficinanews.com.br.  Com orgulho a Coluna está lá.
Dilmou – Ante desvios de incontados milhões na Confederação Nacional do Transporte, e intimado a depor no Ministério Público, ex senador Clésio Andrade reassumiu a presidência, Dilmou e Lulou: nada sabe e abriu investigação interna.
Na cara - Pessoal ostensivo, moravam e dirigiam veículos incompatíveis com a renda. Principal suspeita ia trabalhar de Porsche Cayenne, parando na garagem da vaga presidencial.
Conjuntura – Brasileirada com um pé no exterior. Mais caro edifício de Miami, o One Thousand Museum, projeto da festejada arquiteta iraquiana Zaha Hadid, das 83 unidades, por nacionalidade, 28%, a maioria, vendida ao pessoal daqui. Apartamentos custam entre US$5M e US$ 15M.
No bolso – Pela não veiculação de publicidade no horário eleitoral gratuito, governo federal deixa de recolher quase R$ 900M. Pesquisa indica, apenas 1/3 dos eleitores o assiste, e destes, 10%, ou seja, 3% do universo, se valem das informações e promessas veiculadas para o voto. De gratuito nada tem. Bem administrado esse dinheiro seria muito útil às carências do país.
Re call – 675 caminhões Ford Cargo 2042 e 2842 chamados a revendas para troca de parafusos de fixação de travessas e componentes ao chassis. Jogo duro. Há perigo do caminhão se desmanchar nas ruas e estradas. Para saber mais, 0800 703 3673 ou www.ford.com.br.
Ford anda em má sequência de problemas de montagem em seus produtos.
Fiat – Em evento mais ameno, troca de óleo do câmbio, Fiat chama modelos Punto, Idea, Doblo Adventure, Bravo fabricados entre 1º de fevereiro de 2012 e 22 de fevereiro de 2014. Tens ? Confira 0800 707 1000 ou www.fiat.com.br.
Gente – Mario Guerreiro, português, jornalista, 56, promoção. OOOO Diretor na comunicação na matriz, será Vice Presidente da área da VW of America. OOOO Desafio. A marca quer crescer no importante mercado norte-americano em seu projeto de liderar a atividade. OOOO Michael Lange o substitui. OOOO Marcus Vinicius Aguiar, engenheiro, mineiro, ex Fiat, mudança. OOOO Diretor de Relações Institucionais, Governamentais e RSE da Renault. OOOO Christophe Musy, francês, engenheiro, novo diretor mundial de peças e serviços da PSA, sobre Peugeot e Citroën. Novos tempos. OOOO
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Corrida longa no Brasil começou com Mercedes

Mercedes-Benz Challenge, temporada própria com oito provas – próxima aos 19 de outubro, Curitiba -, utiliza automóveis da marca em categorias diferentes: os modelos C e os CLA, ambos com preparação AMG, a divisão esportiva da marca. Veículos iguais, preparação oficial e idêntica, a temporada se destaca pela qualidade dos pilotos e, bem organizada, provoca divulgação e agrega conceitos à imagem da Mercedes. Competitividade, valentia, rendimento. Os automóveis utilizam o motor de quatro cilindros mais potente do mundo, o 2.0, 4 cilindros, 16 válvulas, injeção e turbo. Tração nas 4 rodas e transmissão com 7 marchas.
Corridas fazem parte do DNA da marca. No Brasil sua apresentação se deu com a promoção das 24 Horas de Interlagos, primeira de tal duração no país e monomarca no mundo, disse a imprensa à época.


Representação da marca no Brasil, a carioca Distribuidores Unidos, no Rio de Janeiro, mais o Automóvel Clube do Estado de São Paulo organizaram a prova em Interlagos, então nosso único autódromo, com largada às 16h do dia 18 de agosto de 1951.
A Unidos disponibilizou 18 veículos da série 170, gasolina e diesel, escolhendo pilotos destacados no Rio, S Paulo e Porto Alegre. E teve uma dupla feminina, com unidade diesel. Darly Ribeiro e Juze Fittipaldi, mãe de Wilson e Emerson. Tempos distantes. A sede da empresa era no Rio de Janeiro e a Mercedes aproveitou a prova, a media horária e a resistência para promover o produto, convidando o público a vê-lo em revendedor na Praça da Bandeira, RJ.