Em briga pelo mercado Renault atira para cima
Inequivocamente um bom automóvel médio. Soma
competências: projeto coreano, motor 2.0 japonês Nissan, transmissão CVT – de
polias variáveis – também japonês Aisin, agrupado na Argentina, vendido no
Brasil. Coisas da globalização: a Renault comprou a Samsung de automóveis
aliou-se à Nissan, usa do talento local para modificar a frente do veículo com
a nova assinatura da marca, para iniciar segundo ciclo do produto, ora em meia
idade. A mudança, carimbando o rótulo de Novo, é para assumir suoerior postura
mercadológica, sem comparar-se com Peugeot 408, Citroën C 4 Lounge, Ford Focus,
Chevrolet Cruise, disputando os mesmos clientes. Agora mira nos líderes do
segmento, Toyota Corolla e Honda Civic.
Muito entusiasmo. Para fazer o Fluence competir com
tais nipônicos deve multiplicar por 10 as atuais 400 unidades mensais.

