| A Renault francesa e o Caterham Group inglês anunciaram ontem um novo projeto conjunto: projetar, desenvolver e construir carros esporte. Os veículos feitos serão diferentes entre si e terão o DNA de suas respectivas fábricas, embora sejam construídos na planta Alpine de Dieppe, na Normandie, na França. O Grupo Caterham terá 50% da Automobiles Alpine Renault, atualmente 100% de propriedade da Renault. A empresa resultante, Société des Automobiles Alpine Caterham, será criada em janeiro de 2013 e terá como diretor gerente Bernard Ollivier. A fábrica de Dieppe terá assim um futuro sustentável, tornado possível graças ao incentivo e o apoio do governo francês e da Região da Alta Normandie. Carlos Ghosn, chairman e CEO da Renault: “Essa sociedade inovadora com a Caterham incorpora uma antiga tradição: a criação de um carro esporte com o DNA da Alpine, e traz consigo oportunidades para a planta de Dieppe e o desenvolvimento de sua capacidade histórica.” Tan Sri Fernandes, chairman do Grupo Caterham: “Não me sentia tão excitado a respeito de um novo projeto desde que lancei a AirIndia em 2001 e quero agradecer a Carlos Ghosn, Calos Tavares e todos em nossa nova família Renault por acreditarem no Grupo Caterham para criar esta sociedade. Muitas pessoas duvidaram de nós 11 anos atrás quando lançamos nossa linha aérea e tenho certeza que haverá descrenças agora de novo, mas não falharemos com sua crença. Conhecemos o mercado em que estamos entrando, e particularmente em meu playground asiático há uma enorme oportunidade de refazer o modelo AirAsia, dando aos consumidores acesso a produtos excitantes e de custos alcançáveis que casam nossos interesses na Fórmula 1 com tecnologia de ponta e ajudará a fazer seus sonhos virar realidade.” Carlos Tavares, COO (diretor operacional) da Renault: “Nossas ambições de reviver a Alpine dependiam de nossa capacidade de encontrar um parceiro para garantir a lucratividade econômica de tal aventura. Desde o início queríamos colocar a planta de Dieppe no coração do projeto. Hoje, através de nossa sociedade com o Grupo Caterham, podemos entrar em uma nova fase: o projeto de um veículo que incorpora a própria essência do Alpine, um veículo que acenda a paixão esportiva mais uma vez. Poderá se tornar realidade dentro dos próximos três ou quatro anos.” Dato Camarudin Meranun, sub-chairman do Grupo Caterham: “A Fórmula 1 sempre foi nosso ponto de entrada no negócio de automóveis. Nossos planos originais de desenvolver uma sociedade com a Lotus foram postos de lado em estilo espetacular e bem documentado, mas agora temos uma chance muito melhor de desenvolver os carros Caterham em parceria com a Renault e trabalhando com a Caterham Technology, que estão integralmente envolvidos neste novo projeto. Nosso grupo de Fórmula 1 já vem trabalhando com sucesso com a Renault Sport F1 desde o começo da temporada de 2011 e agora vibramos em juntar forças com a Renault na estrada. Junto com a Renault, criamos uma oportunidade da Caterham Cars crescer no próximo estágio de seu desenvolvimento, indo de uma respeitada marca de nicho para um contendor sério no mapa motorizado global.” Comentando, Bernard Ollivier, CEO da Automobiles Alpine Caterham, diz que “Tenho muito orgulho da confiança dada a mim pelos acionistas de ambos os lados. O ‘mapa de estrada’ para os dois carros é claro e simples: respeito pelos DNAs dos carros Alpine e Caterham. Com a paixão e conhecimento do pessoal dedicado a este projeto, temos certeza de chegar a este alvo.” JOSÉ LUIZ VIEIRA WWW.TECHTALK.COM.BR |
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
RENAULT E CATERHAM BY JLV
DE CARRO POR AÍ COM O NASSER
Na China, o novo Santana. Aqui em 2014
E nasceu, na China, o novo Santana – ou o Santana, de novo. Deu forma ao texto da Coluna em agosto, anunciando a brevidade do surgimento do produto, oportunidade mundial aos países com clientes emergentes, e à cobrança do mercado chinês onde, acredite, vendia muitíssimo bem até pouco tempo.
Explicação
simples, o Santana, saído do Brasil depois de largo desenvolvimento e reforços
estruturais para enfrentar jogo duro, fez a passagem da China entre as
classificações de rústica e emergente, aguentou desaforos de envergonhar
Mercedes e Audi. É referência de resistência e continua em produção.
O novo
Santana não usa a plataforma antiga, mas a do Polo, igualmente provada, e o
automóvel é uma espécie de Logan que fala chinês e falará russo, a linguagem da
Índia, do Brasil, afrikaner, turco,
países onde economia e mercado impulsionam vendas.
Lá,
motores 1.4 e 1.6, e aqui nova geração, um dos objetivos dos R$ 342M
emprestados pelo BNDES para produtos novos – Santana e UP!.
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Novo Santana. Mesmo nome,
mas sobre a plataforma do Polo.
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Argentina regulamenta carros de pequena produção
Esforço
dos deputados federais Eduardo Amadeo e Paula Bertol, demanda de corajosos
empreendedores, necessidade gritante, a Comissão de Indústria da Câmara dos
Deputados argentina aprovou o projeto de criação de marco legal para permitir
licenciar veículos de pequena produção. Lá os Autos Artesanales. Anda rápido e será apreciado pela Comissão de
Transportes. Aprovado, como se imagina, irá a Plenário.
Segundo
o deputado Amadeo a regulamentação imediatamente dará partida a 50 empresas,
mobilizando 5.000 famílias tanto para o desenvolvimento e construção de
veículos quanto para de auto peças específicas.
A
situação na Argentina seria curiosa se não fosse trágica. Possui empresas e mão
de obra, produz as melhores replicas da América do Sul, mas a atividade foi
colocada à margem da lei há mais de dez anos, quando se derrogou a figura dos
carros “AFF”- montados fora de
fábrica, neologismo para os veículos artesanais e de pequena produção –
proibindo fabricação e licenciamento.
Reunidos
na ACIARA- Associação de Construtores
Independentes de Automóveis da República Argentina – os pequenos industriais
tem produção em andamento, vendendo serviços ao exterior, e projetos prontos
para dar partida, incluindo um motor argentino.
NISSAN GT-R 2013 BY JLV
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A Nissan teve de ir buscar essa diminuição de tempo não apenas nos 550 cv do trem de força, melhorando suas respostas nas faixas de médio e alto rpm, mas no próprio chassi do GT-R, na rigidez da carroçaria e na suspensão, com molas e amortecedores modificados além de adicionar uma barra estabilizadora na dianteira. No motor, as modificações envolveram novos injetores de maior volume para as gamas de meias e altas rotações, uma válvula de alívio no turbocompressor e uma chicana no cárter para reduzir o atrito rotativo, especialmente durante altas rotações. Após melhorar o centro de rolamento nas curvas levando em consideração a deflexão de buchas e pneumáticos, os engenheiros revisaram amortecedores, molas e barras estabilizadoras visando baixar o centro de gravidade. Novos parafusos foram instalados na suspensão dianteira para aumentar a exatidão do camber e a estabilidade nas curvas. A capacidade dos semi-eixos de levarem torque aos cubos de rodas foi aumentada para melhorar a estabilidade em situações de alta tensão, como em competições. Reforços foram colocados na barra de posicionamento dos painéis de instrumentos e de frente, resultando em maior rigidez de carroçaria e melhor controle de suspensão. O zero a cem do GT-R ano-modelo 2012 já era extraordinário: 2,8 segundos. Para o ano-modelo 2013, é um décimo de segundo melhor. E não ficou só nisso: na pista de Nürburgring o carro conseguiu um tempo de 7 minutos, 19,1 segundos mesmo sob altas temperaturas. Kazutochi Mizuno, criador do GT-R, diz que meio segundo foi perdido no tráfego, indicando que poderia ter feito 7 minutos, 18,6 segundos – bem melhor do que os 7 minutos e 21 segundos do carro de 2012. José Luiz Vieira |
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
UMA MULHER DE VERDADE....
COMEÇO DOS ANOS 20, AEROPORTO DE LOS ANGELES, A ÉPOCA HEROICA DA AVIAÇÃO. UMA RODA CAI DO TREM DE POUSO DE UM BIPLANO, O QUE TRARIA TRÁGICAS CONSEQUÊNCIAS EM UM POUSO FORÇADO. VEJA A SOLUÇÃO DADA POR UMA MULHER DE FIBRA E AÇO COMO NÃO SE TEM MAIS HOJE EM DIA.
ARTE: PININFARINA NO MUSEO FERRARI
VELHO ASSOCIADO DA MARCA DO CAVALLINO RAMPANTE, SERGIO PININFARINA NOS DEIXOU HÁ POUCO. AGORA SUA OBRA E SEU ESPÍRITO SÃO HOMENAGEADOS COM UMA EXPOSIÇÃO NO MUSEU DA MARCA, EM MARANELLO. LÁ ESTÁ TUDO E BOM QUE SERGIO FEZ.
MULTA FARJUTA DE SINAL DE TRANSITO...
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terça-feira, 6 de novembro de 2012
A PONTE SEMPRE GANHA...
Esta fortíssima ponte ferroviária foi construída há mais ou menos 100 anos e tem 3,500 mm de altura, um pouco menos que os 3,710 regulamentares hoje em dia. apesar dos avisos e luzes pelo menos uma vez por mes alguém não acredita...e perde. Aí estão os resultados: às vees é bom acreditar nas placas...
Mandado por RRO
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