quinta-feira, 8 de novembro de 2012

RENAULT E CATERHAM BY JLV

A Renault francesa e o Caterham Group inglês anunciaram ontem um novo projeto conjunto: projetar, desenvolver e construir carros esporte. Os veículos feitos serão diferentes entre si e terão o DNA de suas respectivas fábricas, embora sejam construídos na planta Alpine de Dieppe, na Normandie, na França. 

O Grupo Caterham terá 50% da Automobiles Alpine Renault, atualmente 100% de propriedade da Renault. A empresa resultante, Société des Automobiles Alpine Caterham, será criada em janeiro de 2013 e terá como diretor gerente Bernard Ollivier. A fábrica de Dieppe terá assim um futuro sustentável, tornado possível graças ao incentivo e o apoio do governo francês e da Região da Alta Normandie.

Carlos Ghosn, chairman e CEO da Renault: “Essa sociedade inovadora com a Caterham incorpora uma antiga tradição: a criação de um carro esporte com o DNA da Alpine, e traz consigo oportunidades para a planta de Dieppe e o desenvolvimento de sua capacidade histórica.”

Tan Sri Fernandes, chairman do Grupo Caterham: “Não me sentia tão excitado a respeito de um novo projeto desde que lancei a AirIndia em 2001 e quero agradecer a Carlos Ghosn, Calos Tavares e todos em nossa nova família Renault por acreditarem no Grupo Caterham para criar esta sociedade. Muitas pessoas duvidaram de nós 11 anos atrás quando lançamos nossa linha aérea e tenho certeza que haverá descrenças agora de novo, mas não falharemos com sua crença. Conhecemos o mercado em que estamos entrando, e particularmente em meu playground asiático há uma enorme oportunidade de refazer o modelo AirAsia, dando aos consumidores acesso a produtos excitantes e de custos alcançáveis que casam nossos interesses na Fórmula 1 com tecnologia de ponta e ajudará a fazer seus sonhos virar realidade.”

Carlos Tavares, COO (diretor operacional) da Renault: “Nossas ambições de reviver a Alpine dependiam de nossa capacidade de encontrar um parceiro para garantir a lucratividade econômica de tal aventura. Desde o início queríamos colocar a planta de Dieppe no coração do projeto. Hoje, através de nossa sociedade com o Grupo Caterham, podemos entrar em uma nova fase: o projeto de um veículo que incorpora a própria essência do Alpine, um veículo que acenda a paixão esportiva mais uma vez. Poderá se tornar realidade dentro dos próximos três ou quatro anos.”

Dato Camarudin Meranun, sub-chairman do Grupo Caterham: “A Fórmula 1 sempre foi nosso ponto de entrada no negócio de automóveis. Nossos planos originais de desenvolver uma sociedade com a Lotus foram postos de lado em estilo espetacular e bem documentado, mas agora temos uma chance muito melhor de desenvolver os carros Caterham em parceria com a Renault e trabalhando com a Caterham Technology, que estão integralmente envolvidos neste novo projeto. Nosso grupo de Fórmula 1 já vem trabalhando com sucesso com a Renault Sport F1 desde o começo da temporada de 2011 e agora vibramos em juntar forças com a Renault na estrada. Junto com a Renault, criamos uma oportunidade da Caterham Cars crescer no próximo estágio de seu desenvolvimento, indo de uma respeitada marca de nicho para um contendor sério no mapa motorizado global.”

Comentando, Bernard Ollivier, CEO da Automobiles Alpine Caterham, diz que “Tenho muito orgulho da confiança dada a mim pelos acionistas de ambos os lados. O ‘mapa de estrada’ para os dois carros é claro e simples: respeito pelos DNAs dos carros Alpine e Caterham. Com a paixão e conhecimento do pessoal dedicado a este projeto, temos certeza de chegar a este alvo.”

JOSÉ LUIZ VIEIRA

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DE CARRO POR AÍ COM O NASSER





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Coluna 4512 07.novembro.2012

Na China, o novo Santana. Aqui em 2014


E nasceu, na China, o novo Santana – ou o Santana, de novo. Deu forma ao texto da Coluna em agosto, anunciando a brevidade do surgimento do produto, oportunidade mundial aos países com clientes emergentes, e à cobrança do mercado chinês onde, acredite, vendia muitíssimo bem até pouco tempo.
Explicação simples, o Santana, saído do Brasil depois de largo desenvolvimento e reforços estruturais para enfrentar jogo duro, fez a passagem da China entre as classificações de rústica e emergente, aguentou desaforos de envergonhar Mercedes e Audi. É referência de resistência e continua em produção.
O novo Santana não usa a plataforma antiga, mas a do Polo, igualmente provada, e o automóvel é uma espécie de Logan que fala chinês e falará russo, a linguagem da Índia, do Brasil, afrikaner, turco, países onde economia e mercado impulsionam vendas.
Lá, motores 1.4 e 1.6, e aqui nova geração, um dos objetivos dos R$ 342M emprestados pelo BNDES para produtos novos – Santana e UP!.
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Novo Santana. Mesmo nome, mas sobre a plataforma do Polo.
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Argentina regulamenta carros de pequena produção
Esforço dos deputados federais Eduardo Amadeo e Paula Bertol, demanda de corajosos empreendedores, necessidade gritante, a Comissão de Indústria da Câmara dos Deputados argentina aprovou o projeto de criação de marco legal para permitir licenciar veículos de pequena produção. Lá os Autos Artesanales. Anda rápido e será apreciado pela Comissão de Transportes. Aprovado, como se imagina, irá a Plenário.
Segundo o deputado Amadeo a regulamentação imediatamente dará partida a 50 empresas, mobilizando 5.000 famílias tanto para o desenvolvimento e construção de veículos quanto para de auto peças específicas.
A situação na Argentina seria curiosa se não fosse trágica. Possui empresas e mão de obra, produz as melhores replicas da América do Sul, mas a atividade foi colocada à margem da lei há mais de dez anos, quando se derrogou a figura dos carros “AFF”- montados fora de fábrica, neologismo para os veículos artesanais e de pequena produção – proibindo fabricação e licenciamento.
Reunidos na ACIARA- Associação de Construtores Independentes de Automóveis da República Argentina – os pequenos industriais tem produção em andamento, vendendo serviços ao exterior, e projetos prontos para dar partida, incluindo um motor argentino.

NISSAN GT-R 2013 BY JLV


Tirar um décimo de segundo do zero a cem pode parecer pouco – mas à medida que este tempo já é bastante baixo, este corte se torna mais difícil e significativo.

A Nissan teve de ir buscar essa diminuição de tempo não apenas nos 550 cv do trem de força, melhorando suas respostas nas faixas de médio e alto rpm, mas no próprio chassi do GT-R, na rigidez da carroçaria e na suspensão, com molas e amortecedores modificados além de adicionar uma barra estabilizadora na dianteira.

No motor, as modificações envolveram novos injetores de maior volume para as gamas de meias e altas rotações, uma válvula de alívio no turbocompressor e uma chicana no cárter para reduzir o atrito rotativo, especialmente durante altas rotações.

Após melhorar o centro de rolamento nas curvas levando em consideração a deflexão de buchas e pneumáticos, os engenheiros revisaram amortecedores, molas e barras estabilizadoras visando baixar o centro de gravidade. Novos parafusos foram instalados na suspensão dianteira para aumentar a exatidão do camber e a estabilidade nas curvas.

A capacidade dos semi-eixos de levarem torque aos cubos de rodas foi aumentada para melhorar a estabilidade em situações de alta tensão, como em competições.
Reforços foram colocados na barra de posicionamento dos painéis de instrumentos e de frente, resultando em maior rigidez de carroçaria e melhor controle de suspensão.

O zero a cem do GT-R ano-modelo 2012 já era extraordinário: 2,8 segundos. Para o ano-modelo 2013, é um décimo de segundo melhor.

E não ficou só nisso: na pista de Nürburgring o carro conseguiu um tempo de 7 minutos, 19,1 segundos mesmo sob altas temperaturas. Kazutochi Mizuno, criador do GT-R, diz que meio segundo foi perdido no tráfego, indicando que poderia ter feito 7 minutos, 18,6 segundos – bem melhor do que os 7 minutos e 21 segundos do carro de 2012.

José Luiz Vieira
WWW.TECHTALK.COM.BR

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

UMA MULHER DE VERDADE....

COMEÇO DOS ANOS 20, AEROPORTO DE LOS ANGELES, A ÉPOCA HEROICA DA AVIAÇÃO. UMA RODA CAI DO TREM DE POUSO DE UM BIPLANO, O QUE TRARIA TRÁGICAS CONSEQUÊNCIAS EM UM POUSO FORÇADO. VEJA A SOLUÇÃO DADA POR UMA MULHER DE FIBRA E AÇO COMO NÃO SE TEM MAIS HOJE EM DIA.
TKS, RD!

ARTE: PININFARINA NO MUSEO FERRARI

VELHO ASSOCIADO DA MARCA DO CAVALLINO RAMPANTE, SERGIO PININFARINA NOS DEIXOU HÁ POUCO. AGORA SUA OBRA E SEU ESPÍRITO SÃO HOMENAGEADOS COM UMA EXPOSIÇÃO NO MUSEU DA MARCA, EM MARANELLO. LÁ ESTÁ TUDO E BOM QUE SERGIO FEZ.



MULTA FARJUTA DE SINAL DE TRANSITO...

Você já levou multa por avançar um sinal vermelho?
Se já levou e foi fotografado, provavelmente foi enganado pelo órgão de trânsito emitente da infração..
Se nunca foi, um dia será enganado também. Não acredita? Então veja o que lhe espera: 
Você sabia que na multa, além de aparecer o seu veículo, a foto tem que mostrar também o sinal vermelho aceso e o seu carro sobre a faixa de pedestres ou, na inexistência da faixa, o seu veículo deve aparecer além da faixa de retenção? 
Não sabia, né? Então se liga!
A lei determina que a imagem detectada pelo sistema automático não metrológico de fiscalização (pardal ou furão) deve permitir a identificação do veículo e, no mínimo: 


Deve Registrar 

- A placa do veículo, o dia e horário da infração;

Deve Conter

- O local da infração identificado de forma descritiva ou codificado;
- A identificação do sistema automático não metrológico de fiscalização utilizado, mediante numeração estabelecida pelo órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via;
O foco vermelho do semáforo fiscalizado;
A faixa de travessia de pedestres, mesmo que parcial, ou na sua inexistência, a linha de retenção da aproximação fiscalizada.
Assim está determinado na Resolução 165/2004 do CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO (CONTRAN), e Portaria 16/2004 do DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO (DENATRAN), que seguem anexas.
Sabe por que os órgãos de trânsito não colocam a imagem completa?
- Ou porque não existe qualquer sinalização no asfalto que indique que você está além de onde deveria estar (a responsabilidade de pintar as faixas é deles, mas eles não pintam. Só se preocupam em cobrar multas);
- Ou, pior ainda, na maior roubalheira institucionalizada, eles fotografam o seu veículo em um pardal de velocidade (R$ 127,69) e utilizam essa imagem como se você estivesse avançando um sinal vermelho (R$ 574,62). Você leva 7 pontos na carteira, em vez de 5, e eles passam a mão no seu dinheiro como se estivessem na maior legalidade.
Fazendo a continha dá pra entender fácil, fácil, porque eles não mostram tudo. R$ 574,62 é quatro vezes e meia os R$ 127,69. Mesmo que alguns poucos condutores entrem com recurso e ganhem, os que não recorrem pagam trocentas vezes mais do que órgão de trânsito deixa de receber dos mais esclarecidos. 
Percebeu o porquê de não mostrarem tudo na foto?
Resumindo: As infrações que não contiverem todas as exigências da lei não têm qualquer validade, sendo facilmente invalidadas se o cidadão entrar com recurso argumentando que o auto de infração, por não conter  (colocar as informações que faltam), está em desacordo com o parágrafo 4º da Resolução 165/2004 do CONTRAN e Artigo 6º, da Portaria 16/2004 do DENATRAN. 
Chega de dar dinheiro pra essa bandidagem. 
Conheça seus direitos e entre com recursos sempre que se sentir lesado. 
Envie e-mail para o DENATRAN (denatran@cidades.gov.br) se o seu órgão de trânsito utiliza a prática de emitir autos de infração incompletos, duvidosos e caça-níqueis.
Mas, principalmente divulgue essas informações ao máximo de pessoas que você conhece. A prática tem mostrado que correntes do bem na Internet trazem resultados positivos. 

terça-feira, 6 de novembro de 2012

A PONTE SEMPRE GANHA...

Esta fortíssima ponte ferroviária foi construída há mais ou menos 100 anos e tem 3,500 mm de altura, um pouco menos que os 3,710  regulamentares hoje em dia. apesar dos avisos e luzes pelo menos uma vez por mes alguém não acredita...e perde. Aí estão os resultados: às vees é bom acreditar nas placas...


Mandado por RRO