segunda-feira, 12 de novembro de 2012

CURTINDO O CONSTELLATION

VOEI MUITO NISSO...BELO E PERIGOSO COMO CERTAS MULHERES...













     DIA 18 DE NOVEMBRO - DAS 8 ÁS 14 HORAS 
3 º ENCONTRO DE VEÍCULOS ANTIGOS ESPECIAIS 

          E HOT RODS DO PARQUE DA MOOCA
        RUA BRESSER - CLUBE ESCOLA MOOCA
            Final da Rua dos Trilhos a esquerda
encaminhe gratuitamente seus dados e dados de seu veículo
AS FOTOS DO ANO PASSADO:

DIGA NÃO AO BENZENO!

UMA VELHA RECOMENDAÇÃO QUE FALA DO GÁAS QUE EMANA DOS PLÁSTICOSA DO INTERIOR DOS CARROS MODERNOS. PRESTE ATENÇÃO E NÃO LIGUE O AR IMEDIANTAMENTE COM OS VIDROS FECHADOS!


Um carro estacionado na sombra durante um dia com as janelas fechadas pode conter de 400-800 mg. de Benzeno. Se está no sol a uma temperatura superior a 16º C., o nível de Benzeno subirá a 2000-4000 mg, 40 vezes mais o nível aceitável... 

A pessoa que entra no carro 
mantendo as janelas fechadas inevitavelmente aspirará em rápida sucessão, excessivas quantidades desta toxina. 

O Benzeno é uma toxina que
afeta o rim e o fígado. E o que é pior, é extremamente difícil para o organismo expulsar esta substância tóxica.

Ar condicionado ou ar simples dos  Automóveis 

O manual do condutor indica que antes de ligar o ar condicionado, deve-se primeiramente abrir as janelas e deixá-las assim por um tempo de dois minutos,porém não especificam "o porquê", só deixam entender que é para seu "melhor funcionamento". 


Aqui vem a razão médica:

De acordo com um estudo realizado, o ar refrescante antes de sair frio, manda todo o ar do plástico quente o qual libera Benzeno, que causa câncer (leva-se um tempo para dar-se conta do odor do plástico quente no carro). Por isto é a importância de manter
os vidros abertos uns minutos.

"Por favor não ligar o ar condicionado ou simplemente o ar, imediatamente ao se entrar no carro.
Primeiramente deve-se abrir as janelas e depois de um momento, ligar o ar e manter as janelas abertas uns 2 (dois) minutos."


Além de causar câncer, o Benzeno envenena os ossos,  causa anemia e reduz as células brancas do sangue.
Uma exposiçãoprolongada pode causar Leucemia, incrementando o risco de câncer.
Também pode causar um aborto. O nível apropriado de Benzeno em lugares fechados é de 50 mg/929 cm2. 


Assim, antes de entrar no carro, abrir as janelas e a porta para assim dar tempo a que o ar interior saia e disperse esta toxina mortal.

domingo, 11 de novembro de 2012

KEN BLOCK ACELERA UM FOCUS ST CONTRA UM GOLF GTI

PRESTE ATENÇÃO NOS NÚMEROS DA BRINCADEIRA: 
ESSE ERA O FOCUS QUE A GENTE QUERIA/MERECIA...



O GATO E RATO DO UTADOR DE RUA CONTRA OS RIVAIS: 247 CV E QUASE TRÊS QUILOS DE PRESSÃO COM O CHASSI QUE CONHECEMOS E AMAMOS... 

TOYOTA: UM POUCO DE HISTÓRIA POR JLV



A Toyota Motor Company foi fundada em 1937 por Kiichiro Toyoda, chefe de família dona de uma indústria de tecelagem. Kiichiro fez várias visitas a fábricas de automóveis americanas, vendeu sua tecelagem e um tear automático à Platt Brothers, de Oldham, Inglaterra e investiu o dinheiro em pesquisas automotivas e preparação de protótipos do primeiro Toyota, o sedã AA de seis cilindros em 1936, também o primeiro carro japonês – muito parecido com um Chrysler Airflow, ao tempo o carro mais avançado do mundo em matéria de design.

Quase concomitantemente ao sedã, Kiichiro mostrou um conversível, chamado AB.

Com permissão do governo, iniciou a manufatura do carro – que logo teve de parar e dedicar-se ao esforço de guerra. Com o fim desta e a derrota militar, a quantidade e qualidade dos desafios teria desanimado qualquer um – mas não Kiichiro. Investiu o pouco dinheiro ainda existente e decidiu focar na exportação, fazendo carros e caminhões adequados aos mercados em que seriam vendidos.

Hoje, a história da Toyota mostra um acumulado de muitos milhões de veículos, 50 fábricas no exterior em 27 países e regiões, comercialização de seus produtos em mais de 160 países e regiões, e vendas no ano-fiscal 2012 de cerca de R$ 7,5 bilhões.


Doze modelos históricos definem a Toyota hoje, além dos AA e AB:

• Land Cruiser, apresentado em 1951 como modelo BJ, o primeiro a ser exportado e construído fora do Japão, hoje contando mais de cinco milhões de unidades;
• Corona, pequeno veículo de família apresentado em 1957 e comercializado em 11 gerações até 2011;
• Corolla, lançado em 1966 e comercializado até hoje em quase 40 milhões de unidades de vários tamanhos e tipos;
• Hilux AWD, picape, fins da década de 1960, primeiro veículo a andar no Pólo Norte Magnético;
• Celica, 1970, resposta ao Ford Mustang, vendas de quatro milhões de unidades, em produção até 2006;
• Supra, fins da década de 1970 como versão potencializada do Celica. Em 1986, modelo próprio;
• MR2, carro esporte leve e ágil, motor 1.6 depois 2.0 e 1.8, menos de mil quilos de peso;
• Lexus LS400, fins da década de 1980, rivalizando com os melhores carros de luxo existentes;
• RAV4, hoje entrando em sua quarta geração, um 4x4 ágil e tranqüilo;
• Prius, primeiro híbrido no mercado real mundial, impacto zero no meio ambiente, mais de 2,7 milhões de unidades já vendidas;
• GT98, motor boxer 2.0 de aspiração natural, impulsão traseira;
• FCV-R (fuel cell vehicle – revolution, veículo a células de combustível, uma revolução), prometido pela fábrica para 2015.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

ALTA RODA COM FERNANDO CALMON




Alta Roda nº 706 — Fernando Calmon — 6/11/12



BOM DE SAMBA






Nesse ano histórico de grandes lançamentos e, principalmente, de novos fabricantes estreando no segmento de hatches compactos, o mais importante do mercado brasileiro, o Chevrolet Onix, de fato, se destaca por, digamos, o conjunto da obra. Comparado ao HB20 e ao Etios, outras novidades de impacto, não é mais bonito que o Hyundai, mas as linhas são bastante atraentes. Não é o mais aerodinâmico (Cx 0,35), porém ganha no espaço interno pela maior distância entre eixos (2,52 m) e largura (1,70 m).
Trata-se do verdadeiro sucessor do Celta como carro-chefe da marca, embora este continue em produção mesmo depois de 2014, quando receberá airbags e freios ABS por obrigação legal. A fábrica prevê vendas médias de 12.000 unidades/mês, em 2013, cerca de 40% além do veterano que acabou de completar 12 anos de mercado com poucas alterações. Sua versão sedã, o Prisma, não é mais fabricada em Gravataí (RS) e terá o Onix sedã como herdeiro. Difícil ficou a sobrevivência do Agile.

UM TRUQUE PARA OS PERDIDOS....

SERA QUE É VERDADE?