quinta-feira, 21 de julho de 2011

ALTA RODA COM FERNANDO CALMON


Alta Roda nº 638 — Fernando Calmon — 19/7/11




NINGUÉM PENSOU ANTES




Fazer uma avaliação do atual progresso técnico e projetar o futuro da mobilidade tem sido uma preocupação recorrente no mundo inteiro. Não chega a ser uma preocupação nova, especialmente na Europa, onde existe uma longa tradição de estudar e divulgar os avanços em motores, segurança passiva e ativa, controle de emissões e, mais recentemente, tráfego inteligente, automação ao dirigir e eletromobilidade.


Uma das empresas que mais utiliza esse tipo de comunicação assertiva é a Bosch. Em Boxberg, Alemanha, a empresa promoveu recentemente o sexagésimo encontro técnico internacional, realizado de dois em dois anos, com 330 jornalistas de 35 países. Embora se saiba que o futuro aponte para a tração elétrica, as dúvidas são recorrentes sobre quando realmente isso acontecerá e quanto tempo haverá de convivência com os motores a combustão, seja de forma independente ou coequipando híbridos convencionais ou plugáveis em tomadas.

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DAS VÍTIMAS DE CARROS ANTIGOS

 
AVICA

Da definição:

§ 1º. A Associação das Vítimas de Carros Antigos, doravante chamada AVICA, é uma associação sem fins lucrativos (por motivos óbvios) que tem o propósito de congregar indivíduos com diagnóstico de Síndrome de Antigomobilite Aguda, doença que se caracteriza pela sistemática aquisição intempestiva e malconcretizada de carros antigos, invariavelmente provocando traumas econômicos e/ou psicológicos nas vítimas.

Da associação:

§ 2º. Poderão ser sócios da AVICA quaisquer indivíduos que tenham transformado a aquisição de um carro antigo em um drama familiar, particularmente aqueles que, em função de uma malfadada aquisição, ou de uma tentativa de restauração ainda pior, passaram a ter dificuldade de relacionamento com a sociedade e apresentam intensos sintomas de depressão pós-compra.

§ 3º. Serão considerados sócios honorários da AVICA todos os indivíduos, brasileiros ou estrangeiros, que comprovarem perda patrimonial igual ou superior a 30 salários mínimos na aquisição de carros antigos, despesa considerada a partir do momento em que a vítima demonstrou interesse pelo que deveria ser um "hobby" e transformou-se em uma tragédia.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

DE CARRO POR AÍ COM O NASSER



End eletrônico: edita@rnasser.com.br Fax: (61)3225.5511


Coluna 2911 20jul2011


Automóveis. O que queremos, mercado ou produção?


Dúvida dos consumidores assumida por jornalistas especializados, em visões opostas, ocupam a mídia impressa últimos dias.


O carro nacional é caro? E é pelos elevados impostos e no Custo Brasil?


Certo para quem marcou as duas respostas.


O veículo nacional é caro, muito, relativamente ao que é e ao que contém. Maioria dos exemplos não escapa da combinação de três itens: plataforma antiga, carroceria idem, motor defasado. Ás vezes, mudança nas latas, saudada pela imprensa de visão tópica como novo produto – caso do GM Ágile, feito sobre o Corsa de 1994!


Projetos mais novos disparam nos preços, como, por citar, os Honda Fit e City. Mas há exemplos outros, como o Ford EcoSport, avaliado como detentor do maior lucro líquido dentre os nacionais, ou o inexplicável pulo de preço do Ford Focus – R$ 10 mil, 25% sobre a tabela anterior.

FERRO VELHO É ARTE....

Tudo feito com com peças de carros velhos, grades, engrenagens, frisos, coisas do arco da velha...
Estes trabalhos são do escultor australiano James Corbett, suas obras são muito valorizadas.
As esculturas são feitas com peças de carros e motos velhas. As peças são limpas e soldadas cuidadosamente.

AVIÕES ESTRANHOS...

Ou qualquer m.....voa....Principalmente os dois primeiros. O que inicia é um cruzador voador que só poderia vir da Mãe Rússia. Imagine o que acontecia quando disparava os canhões...O segundo é um avião de corrida dos anos 30, altamente incontrolável...O terceiro é o aeromodelo de guerra da US Air Force, um bombardeiro radiocontrolado sem tripulação. O último é um Ekranoplane, um avião que voa a três metros da superfície e serve muito no mar, lagos ou nas planícies sem fim da Sibéria.






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