quinta-feira, 2 de agosto de 2012

ENCONTRO DA GRANJA VIANA É NESTE DOMINGO!

LA INDUSTRIA AUTOMOTRIZ ARGENTINA, ESA DESCONOCIDA...

A industria de los hermanos sempre foi ignorada por estas bandas. Franco Cipolla, o AUTOR de muitos livros sobre os automóveis do país vizinho, nos oferece aqui uma oportunidade rara de conhecer essa rica história em detalhes. Quem estiver interessa do escreva para ele no email abaixo. Vale muito como informação!
M



 From: fhc_ika@hotmail.com
Subject: Libro Industria Automotriz Argentina
Date: Tue, 31 Jul 2012 21:44:08 +0000


Autor: Franco Cipolla
Año: 2012
Editor: Ediciones del Boulevard
Formato: 23 x 15 cms, 216 páginas
Comentario: origen e historia de las fábricas pioneras en la producción de automotores a gran escala: IAME, IKA, FIAT, SIAM Di Tella, y Mercedes-Benz. Incluye un apéndice sobre IAFA (Peugeot), Ford, GM, y Chrysler.
 
Entregas y/o envíos:
 
  • C.A.B.A., Morón, Haedo, Palomar, Caseros, Santos Lugares, Castelar, Ramos Mejía, Lomas del Mirador, San Justo, San Martín, Villa Ballester, Chilavert, San Andrés, J. L. Suárez. = $ 100.-
  • Pcia. Bs. As. = $ 135.-
  • Cdad. de Santa Fe (CP 3000) = $ 135.-
  • Rosario (CP 2000) = $ 135.-
  • Córdoba (CP 5000) = $ 135.-
  • RESTO = $ 150.-
     
“El inicio de la industria automotriz en la Argentina data de casi tanto como los primeros automóviles que circularon por el país. Fue en 1903 cuando el español Manuel Iglesias comenzó a armar un vehículo de factura artesanal que recién terminó en 1907.

Empero, quizá el primero de todos haya sido el `Anasagasti´ de 1910 que se mantuvo pocos años en producción; aunque las escasas cincuenta unidades (estimativamente) ensambladas no alcanzan para considerar una producción seriada.”

“(…) Impulsado por vaivenes económicos y políticos, la posguerra, y por incorporar a una gran masa trabajadora a la vida industrial de la nación, los militares revivieron los proyectos de alta envergadura que soñaron alguna vez los Generales Savio y Mosconi. Y.P.F., Fabricaciones Militares, Siderurgia Argentina, y ahora, la Aeronáutica militar eran las alma máter de la naciente Industria Argentina.”

“No obstante sería el capital privado (y foráneo) quien pudiera aportar el `know how´ y la asistencia técnica necesaria, tras vasta experiencia en EE.UU. y Europa, a fin de fabricar en el país modelos de automóviles, camionetas, camiones, que habían sido desarrollados en latitudes altamente industrializadas.

Casi al mismo tiempo en que era creada I.A.M.E., Mercedes-Benz comenzaba sus actividades en la Argentina, aunque no es sino hasta 1956 en que I.K.A. produce el primer Jeep en Córdoba, que podemos contar con una verdadera factoría para la producción de automotores en serie a gran escala, y el consiguiente desarrollo de la imprescindible industria autopartista, prácticamente inexistente hasta entonces.”

“(…) Es el fin de esta obra centralizar las actividades de las fábricas pioneras en la producción a gran escala, y en parte de capital nacional, es decir, I.A.M.E., Mercedes-Benz, I.K.A., Fiat, y SIAM Di Tella. (…)”

“(…) Que la historia de estos tiempos formativos de la industria automotriz argentina, sirva para que se profundice la conciencia de cuanto esfuerzo requiere el éxito de una política industrial proyectada hacia el futuro.”


BOWLER LAND ROVER BY JLV



A Bowler é uma preparadora de carros de ralis que agora, após 20 anos, lança o EXR S, versão de rua de seu EXR de competição. Para fazer este carro, a Bowler tem acesso direto a peças, componentes e apoio técnico de trem de força e chassi da montadora, que fica com as vantagens da publicidade volante ‘Powered by Land Rover’. 

Mark Cameron, diretor da Land Rover, diz que “Há mais de 20 anos a tecnologia Land Rover tem estado nos Bowler em alguns dos mais difíceis eventos esportivos off-road do mundo.”



O EXR S é o primeiro Bowler de rua, desenvolvido em resposta à demanda de clientes por um modelo ‘normal’, com as mesmas qualidades de estabilidade, resistência e distribuição de peso do EXR. Seu chassi é o mesmo hidroformado e inclui uma gaiola tubular aprovada para competições. Os painéis da carroçaria são os mesmos feitos em compósito. 


Graças a não ter de estar de acordo com as regras FIA T1, o EXR S é bem mais potente que o EXR: o motor Range Rover de 5 litros com compressor, 550 hp e 705 Nm, é ligado à caixa automática ZF com diferencial de comando elétrico, vai de zero a cem em 4,5 segundos e chega a 250 km/h. 



Como carro de rua e não de competição, o interior do EXR S inclui bancos de couro, controle climático e um sistema de entretenimento de alto nível. O lançamento oficial do EXR S é no festival de velocidade de Goodwood, que começa depois de amanhã. O preço de lista é de cerca de US$ 242 mil. 




DE CARRO POR AÍ COM O NASSER





edita@rnasser.com.br
Coluna 3112 01.agosto.2012


Novo C3, maior e melhor.


Trabalho a sério, a Citroën mudou quase todo o novo C3: plataforma, linhas,
nome das versões de decoração, agora Origine, Tendance e Exclusive, adotou
os motores modificados por sua controladora PSA. O 1.4 evoluiu para 1.45 e
o 1.6 mantendo a cilindrada mas ganhando operação mais solta, disposta e
econômica.
Bom trabalho nestes tempos em que legisladores e computador criam os
parâmetros definidores dos automóveis e, ao final, quase todos se parecem e
se confundem. Não é o caso. Apesar de utilizar a base mecânica comum com os
Peugeot, o C3 mantém individualização e personalidade, e a clara empatia com
o público feminino – importantíssima fatia do mercado.
Estilo desenvolvido no Brasil, responsabilidade para manter ascendente a curva
de vendas como produto mais demandado da marca, as novas características
de tamanho, forma, conteúdo e aprimoramento mecânico devem manter a
individualidade e bons resultados.
O casamento entre as novas características resultou em produto evoluído.
A plataforma maior permite mais conforto interno e habitabilidade, o
desenvolvimento dos motores 1.45 enfatizou a redução de atritos internos,
oferece mais torque em rotações menores, aumentou a potência a 93 cv
quando operando com etanol. O 1.6 passou por ganhos assemelhados, agregou
sistema de abertura variável das válvulas, evolução gerando resultados
idênticos em queda de consumo e gerando maior disposição, produzindo 122 cv
com etanol. Exibe o sistema de partida Bosch, com pré aquecedor, dispensando
o anacrônico tanquinho de gasolina para partida a frio – em engenharia é a
vanguarda do atraso!
Charme, atrevimento estético, conforto no rolar, características de décadas
nos Citroën estão presentes nos novos C3. Visual e operacional das versões
intermediária Tendance e superior Exclusive, chamam atenção pela iluminação
frontal em LED e pelo teto Zenith. É longo para brisas curvado no teto. Dentro,
revestimento com comando manual e, sendo recuado, faz entrar a paisagem.
As sensações de direção macia e precisa, melhor atuação dos freios, o ânimo
dos motores com o câmbio mecânico de 5 velocidades – há automático revisto,
4 marchas, comando no volante –, e o bom entendimento do corpo com o
veículo respondem às demandas do comprador e cumprem o buscado pela
Citroën, fazer um veículo agradável, evoluído, sem perder o charme.
Em resumo, tudo para cumprir sua missão de vender bem, mais, salvar a matriz
em crise.

Fax: 55.61.3225.5511

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Novo Citroën C3, sem perder a tradição
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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

MONOMOTOR DIESEL QUIMANDO QUEROSENE DE AVIAÇÃO BY JLV


Pequenas aeronaves voando com combustível a jato

A aeronave Turbo 182 NXT monomotora a hélice que a Cessna Aircraft Company apresentou dia 23 passado em Oshkosh, é a primeira a queimar combustível de aviação Jet A – o que a torna mais barata de combustível, de melhor desempenho, menor consumo e menos emissões. 



As aeronaves pequenas a hélice normalmente queimam ‘Avgas’, diminutivo de aviation gasoline, semelhante à gasolina para automóveis, mas que contêm chumbo tetraetila (TEL), substância tóxica usada há décadas para ampliar a estabilidade da queima. Até hoje esta era a única opção para essas aeronaves.





2012 FARNBOROUGH AIRSHOW





Novo CVT da Honda by JLV

A Honda há muito defende a transmissão continuamente variável, ou CVT. Agora, avisa que trem uma CVT para veículos médios. A tecnologia da nova transmissão é compatível com o sistema ‘idle stop’ (parar em marcha lenta), no qual o motor para quando não em uso dinâmico, depois volta a funcionar quando o motorista toca no acelerador. A CVT redesenhada tem uma bomba de óleo de alta eficiência e o novo sistema G-Design Shift, sistema coordenado de acelerador, controle hidráulico e redução.
A Honda diz que a nova tecnologia oferece economia de 5% sobre uma CVT convencional e 10% quando comparada a uma caixa padrão de cinco marchas. As respostas do novo sistema também são mais rápidas e suaves do que as das CVTs normais. Os primeiros veículos a terem a nova caixa são o microvan NBOX e o novo StepWGN (perua).


http://www.techtalk.com.br/