sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O NOVO VÍDEO DO KEN BLOCK...

É inegável que o cara é um artista, um showman com muito talento pra dirigir... O final é impagável...

MARTIN MARS, O NAVIO-QUE-VOA...





No noroeste da América do Norte, Califórnia, Oregon e oeste do Canadá, acontecem no verão, a estação seca, incêndios de floresta como os que assolaram há poucos anos as colinas de Los Angeles.
A solução desde 1960 foin usar o maior hidroavião de transporte  da Marinha americana, o Martin Mars. Com 36 metros de comprimento e 62 m de envergadura, a baleia voadora tem quatro motores radiais Pratt&Whirney de 2.000 cv cada um, a gasolina. Podia carregar 250 passageiros ou 30  toneladas de carga em viagens transoceânicas a 400 km/h. Foi concebido para transportar armamentos e munições através dos oceanos sem depender de navios ou aeroportos. Só que chegou no final da Segunda Guerra Mundial e só foram fabricados dois, o Hawaii e o Philippines. Quando foram desativados pela Marinha, foram comprados e adaptados para pegar água em lagos e rios  roçando o casco na água e captando 27.000 litros, que podem ou não ser misturados a bordo com produtos químicos para ampliar a  sua ação  no combate ao fogo. Junto com os dois aviões vieram peças suficientes para operá-los por muitos anos. Na base da Coulson, em Lake Sprout, na Colúmbia Britânica, foi instalada uma completa oficina de manutenção onde, a cada final de estação seca, os próprios pilotos que os manejam asseguram uma desmontagem, verificação e manutenção minuciosas. Motivos óbvios... Podem estar no ar em dez minutos e são equipados com o que há de mais moderno em equipamentos de comunicação e localização.



Veja como funcionam no filme da Coulson.






Filme original da 2ª Guerra Mundial










O ruidoso russo Beriev BE200, o mais moderno:




quinta-feira, 1 de setembro de 2011

LOOPING DE DC-4...

HOMEM QUE É HOMEM, OU A KAPANINA, FAZ LOOPING DE QUADRIMOTOR... DESLIGA TRÊS MOTORES E VOA. O DIABO A QUATRO.



VOO  DE CARGA DE UM VELHINHO...



POUSANDO EM BERLIM



O AVIÃO DA RED BULL

ALTA RODA COM FENANDO CALMON




Alta Roda nº 644 — Fernando Calmon — 30/8/11








AGORA SÃO OUTROS 500





Poucos carros na história da Fiat foram capazes de virar o jogo de forma tão cabal como o 500 ou Cinquecento, como se diz em italiano. Aconteceu em 1957 e se repetiu exatos 50 anos depois, em julho de 2007. O novo 500, releitura modernizada do minicarro original, vendeu o dobro da previsão mais otimista da sede da companhia em Turim. Superou as 700.000 unidades acumuladas, basicamente na Europa, ao atender os desejos da afluente classe média e se tornar o terceiro ou quarto carro da classe alta por suas dimensões ideais para o trânsito e estacionamento urbanos.



Preço elevado não é problema na Europa rica. Tornou-se o primeiro subcompacto a oferecer sete airbags de série (incluindo para joelho do motorista) e uma lista de equipamentos de série inigualável nesse segmento. No Brasil, ao contrário, trata-se de uma grande limitação. Por isso era previsível que, ao preço de lançamento de R$ 63.000, as vendas decepcionassem: apenas 100 unidades/mês, em média.


DE CARRO POR AÍ COM O NASSER


End eletrônico:edita@rnasser.com.br Fax: (61)3225.5511

Coluna 3511 31.ago.2011

Pebble Beach, a praia do antigomobilismo

Há quem goste, os muito pelo contrário, os que dizem nada ter a ver com o Brasil, e os que por razões diversas não conhecem. Porém, mesclando as opiniões, há verdade absoluta: é o maior, o mais elegante, o mais variado dos eventos antigomobilísticos em todo o mundo. Seu programa se expande e já toma uma semana com leilões; na quinta feira, tradicional passeio, evento dentro do evento, com personalidade e patrocínio próprios. E depois, leilões, exposições paralelas, como as de automóveis alemães, novidade deste ano, a retomada do Concorso Italiano, as incontáveis corridas no circuito de Laguna Seca, lindeiro à conurbação charmosa traçada entre Carmel, Pacific Grove e Monterey, na costa californiana.

Pebble Beach, nome genérico, virou expressão porque, em 61 anos de existência moldou seu perfil elegante, distingue seus participantes, traça linhas de participação, comemorando aniversários de marca. Neste, 125 anos da Mercedes-Benz; 50 anos do Jaguar E Type; festejo dos Ferrari GTO – haviam 25 expostas entre as 37 produzidas, e se você pensar que o valor unitário médio é US$ 22M, tinha à sua frente meio bilhão de dólares! E, em torno do evento que é o de maior rendimento, lotação de hotéis,restaurantes, consumo, movimento de financeiras, transportadoras, agregaram-se outras festas utilizando, no mais das vezes, os amplos e muitos gramados dos circuitos de Golf. Evento atrativo, com interesse mundial, mídia especializada de amplo leque de países, evoluiu o perfil, ampliando a vocação de falar com público de ótima capacidade aquisitiva. Daí, apesar do foco ser nos antigos, lá se lançaram cinco veículos pela dezena de montadoras presentes. A Mercedes fez jantar de gala, Cadillac expôs veículos antigos e novos, incluindo o conceito Ciel; Chrysler fez presença; Land Rover mostrou o Range Rover Evoque. A Fiat, lamentou Marco Antonio Lage, diretor de relações corporativas no evento para ver o como os antigos influem na promoção dos novos, não estava presente com o 500, cartão de visitas na volta ao mercado norte-americano.

Voisin C25, Best of the Show em PB


No domingo, ponto alto. Numa das entradas, para polir o orgulho nacional, carreta com baú aberto exibia o corpo de um jato Phenom da Embraer, oferecendo-se ao exame dos freqüentadores de Pebble Beach, consumidores e muitos deles chegando em jatos próprios. Pela outra, a tenda do bom gosto, com automobilia, objetos de arte, esculturas, literatura rara e cara, manuais de proprietário. Antigomobilista brasileiro me pergunta ser caro US$ 1 mil por manual de Ferrari 275. “– Quanto vale o carro? “ indaguei. “– US$ 300 mil”, ouvi. “– Dá 0,3% do preço. Razoável“. Ficou na maior felicidade, comprou e dizia da minha correta avaliação - água de morro abaixo, fogo de morro acima e sujeito quando quer gastar, ninguém segura ... A seguir, no famoso green, os 200 automóveis convidados, incluindo um Bentley Speed Six Gurney Nutting Fixed Head Coupé do argentino ... ! Daniel Sielecki – 2º. lugar no final - submeteram-se a exame sério pelos jurados, em meio aos visitantes que pagaram US$ 200 pelo direito de entrar, ver, freqüentar o charme do lugar, conferir os carros expostos e seu catálogo – aqui, apenas o Carro do Brasil, evento brasiliense para carros nacionais comete o atrevimento - e seus freqüentadores, muitos corajosas combinações de cores, vestidos atrativos, fazendo gênero. Lugar de mídia, atores de cinema, gente da televisão, o night showman Jay Leno, colecionador e apresentador. Ao final, a escolha de Best of the Show sobre a estranha racionalidade do Voisin C25, produzido pelo francês fabricante de aviões. PB abriu espaço a motos, e praticou o que o Carro do Brasil faz aqui pioneiramente há anos: prêmio ao mais conservado, sem restauração.
Você já imaginou ver rápidas corridas onde entram protótipos e carros de Fórmula 1; outra com Mustangs e Camaros primeira série; mais outra com banco de Porsches 356, Alfas Zagato, MGs ...; de Lotus Seven; de automóveis antigos, incluindo um Alfa Romeo P3, amplamente fotografado em detalhes para suprir o tentativo resgate de modelo assemelhado e que pertenceu à coleção Lee, e hoje é objeto de restauração em projeto tocado pelo Museu Nacional do Automóvel, pelo Alfa Romeo Clube de MG, e aficionados brasileiros da marca. Enfim, todos os que sinalizaram atrevimento e audácia, mas aos quais não tínhamos acesso, pela importação barrada. Com um milhar de veículos fica fácil prever a variedade. Mas o som dos motores do tempo em que as rotações ainda eram identificáveis pelos ouvidos, o cheiro da gasolina de elevada octanagem e sem álcool, o barulho dos pneus estreitos no asfalto quente são alegre volta no tempo – e isto só existe nas corridas de Laguna Seca, patrocinadas pela Rolex e pela Mazda. Entrada? US$ 130 com direito a sapear na ampla área de boxes e ver o Arturo Merzario, emocionado, alinhar com o protótipo Alfa que corria nos anos ´60.

MERCURY MARAUDER, UM GALIPÃO LEGAL



Versão quente e luxuosa do Mercury Grand Marquis, versão mais cara e mais bem acabada do Ford Crown Victoria da polícia e dos táxis americanos, esse Mercury tem o motor V-8 aspirado de quatro comandos e 32 válvulas do Mustang com o tamanho do nosso Landau, do qual é neto... 302 cv a 5.750 rpm e 45,4 kgfm de torque a 4.300 rpm, caixa automática de quatro marchas, interior de couro e só fabricada UMA unidade conversível. 

O sedã normal de linha era limitado a 190 km/h de final eletronicamente para evitar vibração destrutiva no cardã, mas fazia de 0 a 100 km/h em 7,5 segundos e o quarto de milha em 15,4 s a 150 km/h, bem respeitável para um carro pesado - 2.040 kg. O consumo médio do sedã era 6,8 km/l. O valor do sedã em 2004 era só US$ 30.850...

RÁDIO MAHAR: TRIBUTE TO DAVE BRUBECK


Comecei a gostar de jazz uns 40 anos atrás por meio do meu grande amigo Paulo Nascimento Silva, agora sumido  na vida. Foi uma revelação saber  que o mundo não se resumia a Beatles e Rolling Stones. E foram as três ultimas músicas, do LP  (Lembram dos LP?) "Time In" que me fizeram a cabeça.
Espero que gostem do meu tributo a um dos maiores personagens do Jazz, junto com o sax mágico de Paul Desmond, outros deus do jJazz.


FREDÉRIC CHOPIN BY BRUBECK