segunda-feira, 31 de março de 2014

ENQUANTO ISSO NOS EUA...

Está sendo usada uma nova máquina de mover barreiras de transito apelidada de "zipper" na Interstate 15, na California. Anda a 15 km/h nos horários de pico abrindo ou fechando pistas co forme o movimento.

domingo, 30 de março de 2014

AUDI SPORT QUATTRO CONCEPT BY JLV



Audi TT Quattro sport concept
O Professor Doutor Ulrich Hackenberg, membro da diretoria de Desenvolvimento Técnico da Audi, apresentou o carro conceito e de show TT Coupé dizendo que o carro foi projetado para corridas, sendo assim uma máquina extrema, para entusiastas do esporte a motor.

Seu chassi de última geração tem suspensão danteira MacPherson e traseira de quatro barras, ambas em alumínio, que dão agilidade de ultra precisão, ajudada por uma quase perfeita distribuição de peso de 54%/46%, com altas cargas e uma colocação da carroçaria bem mais perto da estrada do que o TT anterior de produção. O controle eletrônico de estabilidade ajuda a manter a compostura em conjunção com o sistema Quattro, mas pode ser parcial ou inteiramente desativado se e quando necessário.

Nas curvas, o controle seletivo do torque entra em funcionamento. Sempre que necessário, o torque é transferido das rodas de dentro para as de fora. Essa redistribuição ajuda a empurrar o carro ligeiramente para dentro, aumentando a impressão de precisão e imediatismo.

Boa parte da leveza da carroçaria vem da construção da matriz transversal modular MQS, a mais recente evolução do quadro espacial da companhia, que abaixa o centro de gravidade quando comparado com o TT de segunda geração.


O motor de quatro cilindros e 2 litros entrega 420 cv a 6.700 rpm, estabelecendo nova marca para as unidades desse tamanho – uma potência específica de 210 cv por litro – mais do que o carro de competição R18 de 2001, que pela primeira vez num motor Audi combinava turbocompressor com injeção direta para um torque máximo de 450 Nm entre 2.400 e 6.300 rpm. O TT de conceito também chega aos 450 Nm a esses mesmos giros além de fornecer 312,5 cv por tonelada, com o turbo soprando 1,8 bar.

Comando variável de válvulas, ajuste dos dois eixos-comando, faixa vermelha a 7.200 rpm, caixa compacta de três eixos e dupla embreagem multidiscos, tração em todas as rodas. 

Resultado: zero a cem em 3,7 segundos.

JOSÉ LUIZ VIEIRA - WWW.TECHTALK.COM.BR





HIDROGÊNIO: SOLUÇÃO OU CONFUSÃO?


Por Fernando Calmon
 Estudo recente da Shell prevê que petróleo e derivados só deixarão de ser fonte de abastecimento de veículos em 2070. O pico da demanda ocorreria em 2035, quando combustíveis alternativos, como o hidrogênio, passariam a representar papel crescente. Na realidade a tração elétrica terminaria por se impor, porém há duas vertentes para isso.

Uma seria a conhecida bateria, utilizada há mais de 100 anos, que continua a dever muito em autonomia, peso, volume, tempo de recarga e, em especial, preço, sem falar da infraestrutura a instalar. Também falta equacionar a origem de produção de eletricidade ainda centrada em carvão e gás natural. A depender da matriz energética de cada país, as emissões de CO2 (um dos gases responsáveis pelo aquecimento da atmosfera) poderão não diminuir em relação aos motores atuais mais eficientes. E se o abastecimento é com etanol de cana os elétricos não trariam vantagens (pelo contrário), se as preocupações fossem apenas mudanças climáticas.
A segunda opção para carros elétricos é a pilha a combustível. Conhecida desde 1838, tem fluxo contínuo de eletricidade. Há dois tipos: geração a bordo de hidrogênio por um reformador abastecido a gasolina, diesel, gás natural ou álcool (metanol ou etanol); fornecimento direto de hidrogênio a partir de um tanque pressurizado a 700 bar (3,5 vezes mais que um cilindro de GNV).
Pilha a combustível (fuel cell, em inglês) tornou-se opção às baterias de automóveis há 20 anos. Hidrogênio combina-se ao oxigênio do ar para gerar eletricidade e subprodutos simples: calor e vapor d’água. Reformador a bordo perdeu interesse para o tanque de hidrogênio.
Embora vários fabricantes tenham desenvolvido protótipos, só a Honda iniciou uma experiência prática, em 2008, com 40 unidades. Hyundai, Toyota, Daimler, Nissan, BMW e Volkswagen, entre outras, se animaram e vão produzir automóveis com essa tecnologia em estágio bem inicial.

sexta-feira, 28 de março de 2014

ARAXÁ JÁ TEM DATA: 18 DE JUNHO


NOVO DB6











Um aficionado inglês, coincidente mente chamado de David Brown, está lançando uma réplica do Aston Martins DB5 de James Bond devidamente modernizado. Éd montado em cima de uma plataforma de Jaguar XJR com 500 CV e faz 250 km/h e de zero a cem km/h em 4,6 segundos. 
Etem um banco na tampa da mala para ir assistir as corridas de cavalo em Ascot ou as corridas de carros em Goodwood...
oh, so british!








OFF: EU QUE SOU MALUCO?

O britânico James Brown possui 322 tipos de aspirador de pó.

ALTA RODA COM FERNANDO CALMON




Alta Roda nº 777 — Fernando Calmon — 25/3/14





É SÓ DISCURSO




Maior parte dos que leem essa coluna provavelmente não estará em condições de confirmar as previsões que se multiplicam sobre como se moverão os carros no futuro. Há certo consenso em torno da tração elétrica, apesar dos vários obstáculos a superar. Dúvidas, porém, persistem sobre quando se aposentará definitivamente o veterano (Ciclo Otto tem 147 anos) e quase onipresente motor de combustão interna (MCI). O que já se sabe, para os próximos anos, é a convivência pacífica entre MCI e motores elétricos, de forma separada ou em conjunto por meio de soluções híbridas.
Uma recente e bem fundamentada projeção veio da empresa energética Shell, bem mais conhecida por sua principal atividade petrolífera. Segundo ela, em 2070 só existirão veículos movidos a eletricidade, mas sua adoção, obviamente, será paulatina. Os pesados e os que percorrem grandes distâncias estarão entre os últimos na escala de substituição. Automóveis, em especial os utilizados em cidades quase todo o tempo, trocarão de fonte de propulsão antes. Não há previsão exata, mas pode acontecer entre 2035 e 2050, com coexistência e transição de convencional para híbrido e deste para o elétrico puro.

quinta-feira, 27 de março de 2014

DE CARRO POR AÍ COM O NASSER




Coluna1314 26.Mar.2014                                        edita@rnasser.com.br        
Volkswagen fará carros de baixo preço
Em seu projeto de liderar a produção mundial de automóveis até 2018, a Volkswagen terá uma família de veículos menos elaborados e com preço menor. Atualmente a empresa encontra-se numa furca, ante duas opções: transformar a Seat, sua espanhola sempre em dificuldades em manter-se e crescer, ou criar nova marca, a 13ª de seu portfólio, a ser identificada como de baixo custo.
Para países nascendo para a interação entre consumidor e automóvel.O ponteiro da bússola aponta para as peculiaridades da Índia, amplo, plano e mercado de carros simples ou antigos, porém mandatoriamente de baixo custo. Junto com a China fazem a dupla da expectativa para vendas em volume. Os outros membros dos BRICS – Brasil, Rússia, África do Sul, além de leste europeu, também com espaço para o mercado de entrada estão na mira.
Nada cria, a Renault assim o faz com a romena Dacia; a Nissan exumou a marca Datsun; a Toyota opera com Daihatsu há décadas.
Hoje a proposta é referida internamente como BB – Budget Brand , na realidade do balcão, para quem tem orçamento contado, e anda na corda bamba. Questão básica é responder se o carro será low cust e low price, o que usualmente não ocorre. O Projeto BB baliza preço ao máximo de US$ 8 mil – R$ 20 mil.
A mesa diretora da VWAG deverá bater o martelo pouco antes das férias de verão, no meio do ano.
Fórmula e produção simples, exercício de conhecimento e criatividade para montar carro novo a partir do resgate de componentes e grupos mecânicos já existentes, amortizados, sem custos. Hipotética produção em 2016 ou 2017.
Ciclo interessante. A volta à essência da marca antes identificada Carro do Povo, muito se afastou deste conceito
Aqui, o BMW catarinense
Do leque de produtos a fazer na fábrica que instala em Araquari, SC, a base de dois está definida: motor pequeno, dianteiro, transversal, 1.5, três cilindros, 12 válvulas, injecão direta, tração dianteira. Duas opções permitirão delinear outros atrativos: a tração xDrive para mover as quatro rodas, e a aplicação de turbo alimentador ao motor. Tal estrutura permitirá montar produtos como os novos Mini Paceman e Countryman, e os novos BMW X1 e o futuro X2, seguindo tendência de uso liderada pelo Range Rover Evoque – cara de utilitário, jeito de carro esportivo.
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BMW X2 pode ter este conceito. Imagem via Bimmerpost
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ALFA 2300 40 ANOS: IMAGENS DE xERÉM

O grupo que está viajando 2.300 km para comemorar os 40 anos do lançamento do Alfa Romeo 2300 em 1974. Esse é o ano de fabricação do modelo branco abaixo, ainda fabricado em Xerém, na FNM, onde foram feitas essas fotos dos carros e do grupo. Parabéns a todos os participantes! vIVA IL CUORE SPORTIVO!



A Assessora de Imprensa da Marcopolo, dona do local da antiga fábrica em Xerém, no pé da serra de Petrópolis






MERCEDES CLASSE S63 CUPEAMG BY JLV




Mercedes Classe S 63 Cupê AMG
Para se ter uma idéia deste novo Classe-S: ele faz o 0 a 100 entre 3,9 e 4,1 segundos (dependendo do acabamento)apesar de seu peso nada modesto de 2.070 kg. O fantástico por trás disso é que seu motor V8 biturbo de 585hp de potência e 900 Nm de torque montado a mão pelos técnicos da AMG, ostenta um consumo global (misto urbano/rodoviário) de um litro de gasolina super a cada 11,9 km.

Se esses primeiros dados não forem suficientes para lhe deixar interessado, veja outros: estrutura e carroçaria parcialmente em alumínio, bateria de íons de lítio, fosso do estepe em fibra de carbono e transmissão 4MATIC de 7 marchas que entrega 33% do torque às rodas dianteiras e 67% às traseiras com escolha de modos Eficiente, Esporte ou Manual.

O novo cupê oferece também uma absoluta novidade no que se refere à suspensão: um novo sistema de controle que, entre 30 e 180 km/h, reduz a quantidade de forças laterais nas curvas, para maior conforto dos ocupantes e maior agilidade do veículo. Além desse novo sistema, o carro vem também com o ABC, Active Body Control (controle ativo de carroçaria), e um outro novo sistema, o RSS, Road Surface Scan, que escaneia as ondulações da geometria da estrada.

quarta-feira, 26 de março de 2014

BICICLETA OU MOTO? BY JLV



A China e as bicicletas motorizadas
A China tem hoje mais de 100 fabricantes de veículos motorizados e mais de 130 megacidades (acima de um milhão de habitantes). O país está passando pela maior urbanização da História, com 40 mil pessoas mudando do ambiente rural para urbano a cada dia e fazendo com que os urbanistas tenham de ampliar seus mapas a cada seis meses. 

Várias cidades chinesas já proíbem o uso de motocicletas ou mesmo bicicletas motorizadas – um problemão, já que esses veículos são basicamente usados por trabalhadores para ir de casa para o trabalho e retorno. A razão disso é a quantidade de gases poluentes, que chega a praticamente eliminar a visibilidade acima dos 20 metros nas grandes cidades. A velocidade máxima permitida varia de 20 a 30 km/h.

A solução, claro, é apelar às bicicletas elétricas. Mas há problemas: por lei a velocidade máxima das bicicletas motorizadas é de 25 km/h (Europa) e a maioria dos acidentes, principalmente atropelamentos, tem como principal razão sua falta de ruído. 

A Qoros, 50% de propriedade da gigantesca Chery, desenvolveu a bicicleta elétrica eBIQE. Para garantir sua sobrevivência e imagem, toda sua estrutura gerencial é composta por executivos vindos da Volkswagen, BMW e outras grandes firmas automotivas. Todas as fornecedoras de peças e componentes são do porte de Bosch, Continental, Delphi, Lear, Magna Steyr e TRW. Qualidade e desempenho dinâmico garantidos.

A companhia resolveu diferenciar seus produtos usando sua sociedade com a Microsoft e sua plataforma nuvem Windows Azure para criar uma série de opções de conectividade altamente avançadas para seus clientes – daí o nome de QorosCloud. Em tempo real, ela fornece informações sobre acidentes e incidentes, problemas de tráfego e expectativas de tempo de saída e chegada de deslocamentos.

segunda-feira, 24 de março de 2014

AMANHÃ TEM ANIVERSÁRIO DE ALFA ROMEO: 40 ANOS DE 2300

Às dez horas da mnhã noi che abbiamo il cuore soprtivo estaremos na porta da Fábrica Nacional de Motores, em Xerém, ao pé da serra de Petrópolis, para marcar os 40 anos do início da fabricação da Alfa Romeo 2300 em 1974. Nessa época eu trabalhava lá e vinha de ônibus Alfa Roemo FNM 11.000 para chegar às sete horas da manhã, horário cruel... Entrei no final do 2150 - eu tinha um deles com 2  weber 40 -  e saí poucos meses depois do lançamento da 2300, mas nunca esqueci o Lugar Santo... À tarde teremos fotos e talvez um vídeo desse momento histórico.


O VOLOCÓPTERO POR JLV

Volocoptero de 18 rotores
Embora aparentemente semelhante a helicópteros e quadcópteros, o novo volocóptero de 18 rotores tem características radicalmente diferentes. Nele, seis braços estendem-se da parte central do anel de rotores, dividindo-se em 12 outros braços, com rotores em cada junção. 

Para energia, seis grupos de baterias acionam vinte minutos de vôo sem emissões – mas seus projetistas veem uma hora de vôo dentro de pouco tempo, com extensores de alcance. A expectativa é de velocidade máxima de 100 km/h a uma altitude de 2.000 m para a versão de produção.

A E-Volo alemã garante que seu Volocóptero é mais simples, seguro e limpo que um helicóptero tradicional, além de ser totalmente redundante – são três baterias para cada braço, o que permite que duas baterias não adjacentes podem falhar e assim mesmo o Volocóptero poderá aterrissar. Se o problema for ainda pior, um sistema balístico de separação acionará um para-quedas. 
A E-Volo tem um objetivo ainda maior: o Volocóptero tem de se tornar a peça mais segura de equipamento esportivo aéreo. Lembrando que a maior parte das emergências em helicópteros vem do comportamento do piloto, a E-Volo projetou o Volocóptero com sensores computadorizados a bordo com o papel de determinar e compensar condições adversas de vôo, com o piloto ‘apenas’ controlando a direção. O Volocóptero, então, é muito fácil de pilotar e seu treinamento é muito mais simples do que o de voar um helicóptero.

Seus sistemas eletrônicos são diferentes dos tradicionais: em vez dos tradicionais fly-by-wire, o Volocóptero tem vinte computadores separados e independentes, que poderiam, teoricamente, voá-lo sozinhos. 

Seu primeiro vôo de testes, com várias decolagens e aterrissagens, foi feito dentro de seu próprio hangar com teto operacional de 22 metros e demorou apenas algumas dezenas de minutos. O importante dos resultados desses testes foi a falta quase completa de vibrações e o nível bastante baixo e agradável de ruído. 
JOSÉ LUIZ VIEIRA - http://www.cargaetransporte.com.br/

A ALFA RL COMO LÁZARO, REVIVE!

Como um moderno Lázaro mecânico, a obra maestra de Giuseppe Merosi foi tocada pelas mãos puras e amorosas do mecânico Gilson e voltou à vida. Foi um milagre de amor à máquina e aos automóveis, pois nos 90 anos de idade essa Alfa Romeo Tipo RL de 1923 pouco rodou, havendo até religiosos do cerrado que afirmem a mesma ser  quase zero km. O Diamante do Museu Roberto Lee voltou à vida, mostrando o poder da esperança, da dedicação e do amor ao Automóvel de alguns visionários do Vale Do Paraiba!
Senhores meus leitores, aqui assistimos a uma verdadeira Ressurreição de uma máquina provavelmente única, um momento histórico na cronologia do automóvel no Brasil e no Mundo, ao qual inclinamos  a nossa cabeça em respeito. Hallelujah!

domingo, 23 de março de 2014

REUNIÃO DA GAZOLINE DE MARÇO

COM DIREITO A DOIS ELÉTRICOS, UM DELES O FAMOSO TESLA:

PORSCHE 917K EM MONTEREY

SHUTTLEWORTH AIRPLANE COLLECTION ON THE AIR!

VEJA AOS SEIS MINUTOS O FORD MODELO T SENDO USADO PARA LIGAR UM AVIÃO, O VERDADEIRO MOTOR DE ARRANQUE...

AS AEROVELHARIAS DO PERÍODO EDUARDIANO, COMEÇOS DO SÉC. XX:

O MENOR MOTOR RADIAL DO MUNDO: COISAS DO PATELO...

MOTOR RADIAL EM ESTRELA DE 10 CILINDROS COM DEZ VIRABREQUINS LONGITUDINAIS  SEPARADOS POR 36 GRAUS COM UMA HÉLICE DE PASSO VARIÁVEL, VEJAM SÓ NO FINAL DA MONTAGEM!
O MOTOR É MOVIDA POR INJEÇÃO DE AR E TEM TÃO POUCO ATRITO QUE A PRESSÃO PARA MOVE-LO É DE 1, KG/CM². OS CILINDROS TÊM 18 MM DE DIÂMETRO E 16MM DE CURSO, SOMANDO 40,7CM³ DE DESLOCAMENTO CÚBICO. TEM 398 PEÇAS, QUASE O MESMO DE UM MOTOR EM TAMANHO NATURAL, 280 PARAQFUSOS E TOMOU 1610 HORAS PARA SER FABRICADO. GEPETTO PURO...







MOTORES ESTACIONÁRIOS ANTIGOS

ERAM MOTORES DOS COMEÇOS DO SÉCULO PASSADO, QUE PROVIAM FORÇA MOTRIZ PARA SERRARIAS E INDUSTRIA EM GERAL, ALÉM DE FAZENDAS ONDE TOCAVAM ATÉ A MAQUINA DE LAVAR ROUPAS E A BOMBA D´ÁGUA. OS MAIS ANTIGOS ERAM MOVIDOS A CARVÃO PULVERIZADO´
UM MOTOR BESSEMER DE 85 CV TOCANDO UMA SERRARIA:

O SCHWIMMWAGEN BRASILEIRO, O CARRO DO VERÃO...


UM DONO DE UM SCWIMM ORIGINAL, QUE ESTÁ NO BRASIL DESDE A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL, USOU SEU CARRO COMO MODELO DESTE AQUI,FEITOS EM FIBRA DE VIDRO E COM ALGUMAS DIFERENÇAS COMO O HÉLICE NÃO RETRÁTIL NO MODELO BRASILEIRO. EST[A À VENDA NESSE LINK DO MERCADO LIVRE. O CARRO IDEAL PARA O VERÃO CARIOCA OU PAULISTA...

Com base de fabricação foi copiado o mecanismo do Schiwimmwagen.
Foi batizado como Batráquio nome de um girino, sapo ou rã.
Quase toda mecânica é da Kombi.
100% de estabilidade na água.
Velocidade na água 3,5 nós.
Velocidade na terra 80 quilômetros.
4x4 para poder sair da água quando navegando.
Cor Branca para melhor visualização quando navegando com serração.
Conversível. Com para brisas basculante que apóia sobre o capo dando mais alegria e emoção ao dirigir em lugares de praia ou fazendas.
Banco telescópico central elevado para uma pessoa
A movimentação na água se dá através de um cardã tirado do câmbio
O leme são as próprias rodas dianteiras

sexta-feira, 21 de março de 2014

ALTA RODA COM FERNANDO CALMON



Alta Roda nº 776 — Fernando Calmon — 18/3/14

DISCUSSÃO ESTÉRIL

Afinal, por que se discute tanto o preço da nova geração do Corolla (11ª no mundo e a 4ª aqui)? De fato, o carro que já está nas concessionárias ficou mais caro. Basta ver os porcentuais de aumento para as três versões: GLi, 2,6%; XEi, 3,5% e Altis, 7%; começa em R$ 66.570 e vai a R$ 92.900. A versão de topo, realmente, oferece pouco em relação aos concorrentes diretos.
Por via das dúvidas, na apresentação à imprensa, a Toyota exibiu outra conta relativa aos preços. Segundo ela, o GLi subiu R$ 800, porém equipamentos adicionais e inexistentes na versão anterior custam R$ 4.000,00; no XEi, R$ 1.800 e R$ 6.000, respectivamente; no Altis, R$ 2.500 e R$ 8.000. Tentou mostrar ter cobrado menos do que poderia em um modelo inteiramente novo, maior, mais seguro e econômico, fabricado no Brasil, apenas nove meses depois de lançado em outros mercados.
Problema dessa contabilidade é a existência, quase sempre, de alguma “criatividade”. Os fabricantes costumam esquecer de colocar na conta a retirada de alguns itens existentes no modelo anterior ou nos concorrentes. No XEi, por exemplo, que responde por quase 2/3 das vendas, sumiram a iluminação para o espelho de cortesia do passageiro e o rebatimento elétrico dos espelhos externos.

quinta-feira, 20 de março de 2014

PASSEIO DO RIO MINAS A RAPOSO 2014

INFO: http://cluberiominas.blogspot.com.br/

DE CARRO POR AÍ COM O NASSER



Coluna1214 19.Mar.2014                                        edita@rnasser.com.br        
Consumidor: 10 anos de garantia em peças e serviços
Uma das maiores questões quanto à garantia de manutenção por existência de peças e serviços está em caminho de solução Como toda questão simples, é complexa. Pergunte a algum amigo qual o prazo, obrigatório por lei, para existir partes destinadas à reposição, aptas a manter um automóvel em rodar correto. Ouvirá, na maioria das vezes, 10 anos. Número mágico, na prática não existe.
Nossa legislação, pelo Código Civil, não abriga tal previsão. E a lei específica, o Código de Defesa do Consumidor, sai-se com etérea precisão em seu art 32, # único: “os fabricantes e importadores deverão assegurar a oferta de componentes e peças de reposição enquanto não cessar a fabricação ou importação do produto (…) cessadas a produção ou a importação, a oferta deverá ser mantida por período razoável de tempo, na forma da lei.” 
Nada mais abstrato e inaplicável que o dito período razoável, transformando reclamação em discussão ampla, longa, com poucas chances de resolução do problema do consumidor. Pequena referência às vezes utilizada, da Secretaria da Receita Federal, a Instrução Normativa 162/1998 estabelece prazos para desvalorização contábil e, ao atingir o zero em abatimento, entende-se como o prazo de duração do bem. Em tal tabela automóveis durariam apenas 5 anos.
Muda
Há positiva novidade no setor. Compradora de automóvel chinês Chery, insatisfeita por não encontrar junto à importadora de seu veículo as peças para conserto, foi à Justiça. E, no primeiro passo, sensibilizou os promotores do Ministério Público de São Paulo, gerando um TAC – Termo de Ajustamento de Conduta. Por ele a Chery Brasil e Importação, se compromete junto ao MP a manter em estoque, nas concessionárias, peças para reposição de veículos da marca, para suportar a demanda em todo o país, por 10 anos.
É o primeiro documento formal definindo prazos e clareando o panorama. Foi assinado em agosto de 2013, somente agora divulgado pelo Procon paulista.
O advogado Vinicius Zwarg, especialista em defesa do consumidor, do escritório Emerenciano, Baggio e Associados, defensor da cliente, esclarece: 
"O TAC firmado interpreta o art. 32, § único do CDC, estabelecendo o prazo de 10 anos para reposição de peças de veículos fabricados pela Cherry. Segundo o CDC, cessadas a produção ou importação, a oferta deverá ser mantida por período determinado de tempo, na forma da lei. No entanto, não existe determinação legal neste sentido” 
Trata-se do dever de assistência. No entanto, esta não é eterna. É a razoabilidade que vai determinar o tempo exato de reposição de peças no mercado de consumo brasileiro”.
 Não é lei, mas o primeiro sinal legal para o início deste caminho de proteção ao consumidor de veículos ou outros bens, cuja produção ou importação foi interrompida por qualquer razão, como a descontinuidade ou desinteresse, ou erro de cálculo quanto ao sucesso de vendas. Pode gerar entendimento e sentença judicial, ou servir de base aos consumidores para encaminhar pedido a parlamentares para mudar a LDC. Uma vitória para o consumidor do automóvel, da TV, do DVD, da máquina de lavar ou secar, todos estes que, quebrados e sem manutenção, fomentam a perda e a compra de novos.
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quarta-feira, 19 de março de 2014

BOYS TOYS

Um carro elétrico de enlouquecer qualquer garoto está sendo lançado? É o Henes Broom. tem tração elétrica nas quatro rodas, freios a disco e traçãso nas quatro rodas por só US$ 800 nos EUA. O site é www.henes.com  .
Vem também com banco de couro, farois e luzes funcionais e até um painel formado por um tablet que pode até simular corridas com outros carrinhos, além de sistema de som. Sua velocidade máxima é de 16 km/h, mas pode ser limitado a 8 km/h para iniciantes
Tema carrocerias de Ferrari, Jaguar F Type e Hummer, o computador ensina a dirigir. Exsite um catálogo colorido de luxo com 90 páginas mostrando tudo do carrinho, que pode ser comprado só em forma de chassi sem carroceria






NOVO MUSEU ENZO FERRARI BY JLV

 O segundo museu automotivo Enzo Anselmo Ferrari foi aberto em Modena, Itália, com a presença de Luca di Montezemolo, chefe absoluto da Fiat (Alfa Romeo, Maserati, Ferrari e agora igualmente da Chrysler), e Piero Ferrari, filho de Enzo, dono de 10% da marca. A data comemora o nascimento do homem que fez da Ferrari a marca automobilística quase certamente mais reconhecida no mundo – 18 de fevereiro de 1898.
O museu tem uma enorme e belíssima área que, para muitos, é uma verdadeira máquina do tempo com os principais modelos de carros construídos pelo ‘velho’ e os feitos por seus ‘descendentes técnicos’. Além dos magníficos carros, 18 projetores envolvem os visitantes nos 100 anos de história com imagens, sons e emoções, lembrando arte, desenho, tecnologia e batalhas. 

Os dois museus estão abertos o ano todo exceto no Natal e no Ano Novo. 

terça-feira, 18 de março de 2014

segunda-feira, 17 de março de 2014

LIMPADOR NUNCA MAIS!


O EcoGlas, também conhecido como vidro líquido em diversas partes do mundo, é uma tecnologia inovadora baseada em Dióxido de Silica (Sio2), que permite criar revestimentos de vidro invisíveis e super duráveis em escala nanométrica (até 500 vezes mais finos que um fio de cabelo humano) para praticamente qualquer tipo de superfície, tornando-a fácil de limpar, e protegendo-a de agentes externos.

Os revestimentos criados pelo EcoGlas são indetectáveis, superfóbicos (repelem água e óleo), antimicrobianos, super resistentes, flexíveis, suportam calor, são respiráveis, fisiologicamente inofensivos, fáceis de aplicar e ecologicamente corretos, e suas características impressionantes já foram noticiadas pela mídia por todo o mundo, pelo rádio, televisão e imprensa escrita.

Esta tecnologia é a solução de muitos problemas em residências, indústrias, setor da saúde e na produção e manuseio de alimentos. Nessas áreas a limpeza é vital, e os revestimentos de vidro líquido já se mostraram extremamente eficientes, pois uma superfície suja pode se tornar um ambiente fértil para a proliferação de bactérias. Pode-se chegar a até 60% de economia com produtos químicos de limpeza, e em muitos casos basta utilizar água.

BANGUELA MODERNA POR FERNANDO CALMON

Um velho ditado popular – A Necessidade Faz a Ocasião – se aplica ao mundo automobilístico. Se a prioridade é economizar combustível e diminuir a emissão de gases que aquecem a atmosfera (no caso de combustíveis de origem fóssil), nada mais natural que recursos financeiros e inteligência se juntem.
Esse esforço incluiu automatizar recursos primários usados no passado, quando o motorista manualmente desligava o motor nos congestionamentos ou em longas paradas nos semáforos a fim de economizar combustível. Hoje, com reforço no motor de partida e ajuda eletrônica para monitorar a carga da bateria, muitos carros contam com sistema start-stop (desligar-ligar o motor).
Em seguida se antecipou o corte do motor, em geral abaixo de 20 km/h, quando o motorista tira o pé do acelerador para diminuir a velocidade antes de parar no semáforo, por exemplo. Parece economia de combustível muito pequena, mas no tráfego urbano não é nada desprezível.
Que tal, então, desligar o motor em descidas para economizar ainda mais? Essa manobra sempre foi condenada pelos riscos de segurança e considerada infração prevista no Código de Trânsito. No entanto, há algumas condições – pista plana ou descidas bem suaves – em que programas assumem a responsabilidade de desligar o motor, quando este se encontra em marcha lenta. Ele é religado instantaneamente, se o motorista tocar no pedal de acelerador ou de freio.
A “banguela” moderna e moderada tem nome apropriado em inglês, coasting, cuja tradução livre seria algo como velejar, planar ou rodar no embalo. Testes feitos pela Bosch apontaram que o motor funciona sem necessidade, em média, por cerca de um terço de sua jornada diária. Assim, por que não aproveitar benesses das leis de gravidade/inércia e economizar até 10% de combustível?
Entre as vantagens da combinação coasting e start-stop estão seu preço relativamente baixo e adaptação fácil aos motores a combustão atuais. Além de aproveitar sensores já existentes, poucos componentes precisam ser adicionados, em especial se o veículo está equipado com caixa de câmbio automática.
No caso do câmbio automatizado de duas embreagens – cuja aplicação cresce fortemente em vários mercados – fica ainda mais fácil. Nesse tipo de caixa, dependendo do projeto do fabricante do veículo, o gerenciamento eletrônico de bordo pode colocar o motor em marcha lenta, assim que o motorista levanta o pé do acelerador. Cabe, então, ao coasting a tarefa de desligar e ligar o motor, de acordo com parâmetros de segurança.
Esse sistema é mais eficiente do que os tradicionais, que cortam o fluxo de combustível ao se retirar o pé do acelerador, porque elimina momentaneamente o freio-motor. Dessa forma o veículo aproveita o embalo por uma distância maior e ganha em economia.
Em caixa de marchas manual o desacoplamento da embreagem se faz de forma eletrônica para que o coasting entre em ação somente quando possível.
Para conseguir mais 15% de economia ainda se pode combinar com recuperação da energia de frenagem, gerador/motor elétrico auxiliar mais potente (sistema 48 volts) e bateria compacta de íon de lítio.
Portanto, cortar o consumo em 25% está ao alcance, em função de muito esforço de pesquisa.


domingo, 16 de março de 2014

CAIXA G-TRONIC DE NOVE MARCHAS BYJLV


Nova automática de nove marchas
9-G TRONIC é o nome da primeira transmissão automática de nove marchas com conversor de torque, destinada a automóveis premium e lançada nos sedãs e peruas Mercedes Benz Classe E 350 Blue TEC de motor turbodiesel de 252 hp – que consomem um litro de combustível a cada 18,9 km rodados (18,2 km a perua) e emitem 138 g/km de CO2 (perua 144 g).

A grande vantagem da 9G é a redução da velocidade do motor que aumenta muito o conforto em termos de NVH internos (noise, vibration, harshness) ruído, vibração e aspereza, além de diminuir o ruído externo em 4 dB(A), minimizando a tensão no meio ambiente. Como parte disso, a amplitude de relações de marchas de 9,15 de primeira a nona, permite uma redução claramente perceptível da velocidade do motor e é um fator decisivo do alto nível de eficiência energética e de conforto de rodar.

A redução dos tempos de reação e de mudanças de marchas garantem ótima espontaneidade combinada com extraordinária facilidade de mudanças, tanto no modo manual como, em particular, no modo S. 

A facilidade de mudanças vem de uma série de soluções. O novo sistema de controle permite mudanças quase imperceptíveis e curtas. A combinação de amortecimento torcional de dupla turbina e tecnologia centrifuga pendular no conversor de torque garante extraordinário conforto de marcha. Juntamente com a maior amplitude de relações de marchas, velocidades mais altas podem agora ser atingidas a velocidades de motor mais baixas, ampliando ainda mais o conforto.

Isto de traduz, por exemplo, em poder andar a 120 km/h em nona marcha com o motor girando apenas 1.350 rpm.

Apesar de duas engrenagens a mais e um torque transferível máximo de até mil newton metros, a nova transmissão automática precisa do mesmo espaço de instalação e ainda por cima é mais leve que sua antecessora. Sua carcaça bipartida é feita em liga de magnésio, com cárter em plástico. 

Outro objetivo foi dotar as nove marchas com um mínimo de jogos planetários e elementos de mudanças: quatro jogos simples e seis elementos de mudanças, mais três sensores de velocidade para monitorar sua operação e gerar o sistema de controle da transmissão. Assim, várias marchas podem ser ‘puladas’ em aceleração ou desaceleração, sempre que isso for necessário. 

A nova caixa tem duas bombas: a principal, mecânica e bem menor, fica fora do eixo principal, é acionada por corrente e alimentada por uma bomba auxiliar elétrica.

A Mercedes-Benz desenvolve e produz transmissões automáticas há mais de meio século – um total de 22 milhões. 

A 9G-TRONIC é adequada a trações traseira e múltipla, assim também como sistemas híbridos plug-in e será usada em quase todas as séries de modelos e motores Mercedes nos próximos anos.