quarta-feira, 31 de julho de 2013

NOVO SITE DE JOÃO MENDES


Apertem os cintos, liguem seus motores e pise no acelerador, o siteMemória Motor entra no ar hoje (31). Com um conceito diferenciado de trazer as notícias para os apaixonados por carros, motos e lanchas. A diversidade será o principal atrativo do Memória Motor, que vai dar destaque aos vídeos e fotos de competições antigas, tanto do automobilismo, quanto do motociclismo.
O principal destaque do lançamento do site será o vídeo da última corrida do Autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, além de muitas fotos de competições. O site www.memoriamotor.com.brreúne informações atuais sobre o mundo dos motores (carros, motos e lanchas) e também momentos históricos em foto e vídeo. Além disso o site vai ser um banco de dados da indústria muito útil para os profissionais do setor e também para qualquer visitante. A criação e produção é de João Mendes, jornalista que desde 1977 escreve sobre veículos e competições. A edição de textos fica por conta de Marcus Lauria, criador do site Carpoint News, e a edi& ccedil;ão de vídeo é de Carlos Pereira, editor responsável pela edição dos programas produzidos por João Mendes nos últimos 8 anos.
O site tem produção da João Mendes Artes Cinematográficas Ltda., empresa pioneira na produção de programas para a TV sobre o mundo dos motores. No comando, João Mendes, responsável por quase 3000 edições de programas de TV exibidos por todas a emissoras abertas e por muitas Tvs à cabo.
O grande diferencial do site e ter um valioso arquivo em vídeo que reune vídeos do arquivo da João Mendes Artes Cinematográficas Ltda. que além de produzir programas pioneiros da TV brasileira, garimpou muita coisa para contar a história dos esportes à motor no Brasil e no mundo. Fazem parte deste acervo os programas da série Bike Show, que foi exibido em quatro fases de 1985 a 2007, os 10 anos do Espaço Motor na CNT, algumas centenas de programas da Zona de Aceleração, também da CNT, os 6 anos do Alta Rotação no canal Bandsports, Full Motor da Band Rio e muitas outras produções.
Também na área de vídeo serão colocados os vídeo releases das montadoras para o visitante conhecer os produtos da maneira que o fabricante apresenta e os comerciais antigos que sempre atraem a atenção dos apaixonados por veículos.
Divirta-se e aproveite o site !!

O MAIS VENDIDO SE RENOVA

A dona dessa marca de mais vendida - há quase 40 anos, desde 1976 - é a CG 125 da Honda, embora muita gente pense no Gol ao falar em vendas. A moto do interior do Brasil foi toda remodelada. A aparência é toda nova, dentro do que se convencionou chamar de moto moderna, mas o que realmente importa é a parte ciclística renovada, com  suspensões totalmente mudadas para ter controle melhor dos movimentos  das diversas versões  A CG 150, mais cara, recebe suspensnões de curso mais longo e freios a disco em todas as suas versões. enquanto a 125 na versão de base tem tambor na frente. Este é suficiente se você mora em uma cidade pequena e anda leve e em velocidades comedidas, mas em cidades grandes ou na estrada a 150 tem incontáveis vantagens, entre elas 50% a ais de torque, além de um novo sistema de acionamento suave do freio a disco dianteiro, que torna sua aplicação mais progressiva e menos tendente a travar. Os quadros estão mais firmes e resistentes à torção, afirma a fábrica. E são menos chegados a sambar, com encaixes melhores para as pernas no tanque e a moto teve realmente um avanço técnico. A seguir o release da Honda com os mínimos detalhes:


terça-feira, 30 de julho de 2013

JEAN MANZON EM CAÇAPAVA


SE NÃO ESTIVESSE ACONTECENDO MAIS NADA NO RENOVADO MUSEU LEE, EM CAÇAPAVA, VALERIA A PENA A VIAGEM PELOS 23 DOCUMENTÁRIOS REALIZADOS NOS ANOS 50 E 60 POR JEAN MANZON. FRANCÊS QUE VEI "FAZER " O BRASIL COMO TANTOS EUROPEUS NOS ANOS 30, MANZON FUNDOU UM ESCOLA ESTÉTICA NA FOTOGRAFIA DA REVISTA "O CRUZEIRO" E NO CINEMA COMJ SEUS DOCUMENTÁRIOS  AGORA EXIBIDOS. ALÉM DE TODO O NASCIMENTO DE UMA INDUSTRIA QUE A FERRO E A FOGO MOTORIZOU UMA NAÇÃO, TEMBÉM É VISTO O PROCESSO DE SUBSTITUIÇÃOONDE FICOU OBSOLETO TER UMA BARCA AMERICANA OU UM CARRINHO EUROPEU FRÁGIL, PARA TER UM CARRO BRASILEIRO.
A SEGUIR UM RELEASE DA DANA CORPORATION. QUE EM UM GESTO DE ELOGIÁVEL MECENATO RESTAUROU A OBRA DE MANZON EM MÍDIA DIGITAL.TUDO SUBLINHADO PELA INSUBSTITUÍVEL VOZ DE LUIZ JATOBÁ, O DECANO DOS LOCUTORES BRASILEIROS COM SUA VOZ DE AÇO E VELUDO...

Expo Roberto Lee Classic

A exposição em comemoração ao cinquentenário do museu de Roberto Lee será realizada, de 2 a 4 de agosto, no Centro Cultural de Caçapava (Av. José de Moura Resende, 474). Os visitantes contarão com entrada e estacionamento gratuitos, além de área especial para veículos clássicos. A programação completa está no sitewww.cacapava.sp.gov.br.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

AS DELÍCIAS DA ASPIRAÇÃO FORÇADA E O FACEBOOK...



SÁBADO TEM PUMA CLUB!

Prezados Amigos Antigomobilistas,

Sábado próximo Dia 03 de Agosto teremos nosso Encontro Mensal no Planetário da Gávea no Estacionamento em frente ao Astro Bar...

Enquanto isso um passatempo pra colorir...

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Lembrando que contamos com a presença dos nossos Amigos do RJ Porsche Club!!!

Contamos com a presença de Todos!

Forte Abraço e até lá!



                      

INVEJA DO URUGUAI...

Foi terminada recentemente a reforma e ampliação do Autódromo de Rivera, cidade fronteiriça a Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul., Ampliado para mais de 3 km de extensão, esta pista foi cenário de muitas batalhas no asfalto entre brasileiros e uruguaios. Curta a matéria do Correio do Povo do RS sobre o assunto enquanto ouve um tango,dessa vez uruguaio, pelo autódromo do Rio, destruído ilegalmente em nome do nada...



Velocidade na Fronteira – PitLane visita e acelera no reformado Autódromo de Rivera

http://www.correiodopovo.com.br/blogs/pitlane/wp-content/uploads/2013/07/rivera1-1024x682.jpg
Vista de Rivera e Livramento ao lado da pista já projeta uma parceria gaúcha. Fotos Bernardo Bercht
http://www.correiodopovo.com.br/blogs/pitlane/wp-content/uploads/2013/07/Riveramateria-224x300.jpg
Matéria desta segunda no CP mostra foto do Gaúcho de Velocidade de 1971

domingo, 28 de julho de 2013

AS 24H DE SPA - FRANCORCHAMPS 2013

Com carros esporte mexidos. Demais! Pelo menos são carros de rua adequados à pista,e não naves espaciais a anos luz de distancia de carros de verdade. A corrida foi vencida por uma Mercedes SLS AMG GT3 depois de uma lenha mortal com os Porsche de plantão.
A Série se chama Blancpain Endurance Series, uma marca de relógios finos, e quem venceu foi o ex-campeão do DTM, Bernd Scneider com a Mercedes depois da lenha com o Porsche de Marc Lieb até o final com a faca nos dentes. Arrepiante!

O DIA DO MOTOCICLISTA FOI ONTEM!



ÀS VEZES  VOCÊ SE ENCONTRA NO MEIO DE LUGAR NENHUM, E ÀS VEZES, NO MEIO DE LUGAR NENHUM VOCE SE ENCONTRA...

ISSO É QUE É FESTA!!!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

ALTA RODA COM C FERNANDO CALMON






Alta Roda nº 743 — Fernando Calmon — 23/7/13




CHEGA DE ESPERTEZA



Improvisação, em assuntos que merecem atenção do poder público, infelizmente continua como regra. Demonstração desse descaso aconteceu com a inspeção técnica ambiental (ITA) na cidade de São Paulo. Em nível nacional existe um Plano de Controle de Poluição Veicular (PCPV) que obriga governos estaduais a levantar um inventário de emissões e controlar via inspeção de veículos o nível de poluentes.
Liminar concedida há três meses ao Ministério Público paulista, pela 14ª Vara da Fazenda Pública, determinou a ITA em 128 municípios e em toda a frota movida a diesel no Estado. Nada aconteceu até agora. Em teoria outros Estados poderiam ser acionados, pois o PCPV existe desde 1994. Na capital paulista, a inspeção começou de forma totalmente deturpada há quatro anos.

TICO TICO NO FUBA À MODA RUSSA...


CANCELADO O SETE DE SETEMBRO!

A Diretoria do Veteran Car Club do Rio de Janeiro decidiu cancelar o seu grande evento anual, que ocorre todos os anos no feriado de 7 de Setembro.
O motivo do cancelamento foi o recebimento de diversas mensagens de e-mail e postagens nas redes sociais de uma grande manifestação no dia 7 de Setembro.
A diretoria relutou muito, pois os preparativos do evento já estavam bem adiantados, com toda a programação visual completa. Porém, diante dos fatos, os diretores entenderam que não poderiam colocar em risco a segurança das pessoas e dos automóveis.
Será divulgado, em breve, um evento anual em menores proporções, a ser realizado ainda no segundo semestre no Rio de Janeiro.

VALE TUDO EM MINNESOTA


A magnifica diversidade do movimento nos Estados Unidos, onde vale tido mesmo, desde carros com restaurações de 50 k dollars até picapes de madeira e a o nova onda de rats, carros só recuperados na mecânica e aparência "suja". Divirta-se vendo os carros que entram no espaço de feiras agrícolas de St Paul, Minnesota, onde no inverno congela, mas no verão agita...
"

quinta-feira, 25 de julho de 2013

DE CARRO POR AÍ COM O NASSER





edita@rnasser.com.br           
Fax: 55.61.3225.5511 

Coluna 3013  24Julho.2013




De Utilitários Esportivos, os SUVs, por aí

É o segmento em expansão consistente, de agrado nacional, seja pela posição de dirigir, pela sensação de superioridade, poder, intocabilidade, pela usual e superior resistência para enfrentar os mal educados pisos nacionais ou, simplesmente por permitir incluir-se, conscientemente ou não, numa etérea classificação de macho man. Seja qual for, os utilitários esportivos agradam gregos e goianos, e toda marca tem provocações internas de participar deste segmento mais identificado pelas formas que pelas verdadeiras habilidades – pergunte a seus amigos e amigas, que te-los-ão em quantidade imensurável, como se aciona e qual o modo ideal da tração nas quatro rodas. Terás uma decepção.
Inventora do segmento grande foi a Willys com seu Jeep Station Wagon, no Brasil e Argentina ditas Rural, final da década de ’40. Mais recentemente, em 1977, a então soviética Lada criou o Niva sobre o Fiat 127, base no nosso 147, acredita ? Era brilhante em soluções, caótico em construção, descompromissado em qualidade, como tudo em regime totalitário. Mas ideia e conceito eram brilhantes. A Toyota o entendeu, passou-o a limpo, deu no RAV4, e quase todas as marcas seguiram a fórmula: reforçar plataforma de automóvel, usar mecânica disponível, colocar tração em todas as rodas para melhorar segurança e dirigibilidade.
Hoje o mercado nacional tem o Ford EcoSport que abriu e se manteve, inacreditavelmente solitário durante uma década, até a chegada do Renault Duster. Outras marcas sugerem aptidões e visões assemelhadas, como a Fiat com os Palio Adventure ou Idea; Volkswagen e CrossFox. Sem algo mais em disposição, apenas estampa e o conceitos que seus donos acham ter.
Neste e nos próximos anos, a regra temporal pouco importa, entre nacionais e importados, muitas novidades, como:
Alfa Romeo – Creia, apesar tanto pega e solta, abraça e empurra, amor e ódio, tudo tipicamente italiano, será uma das marcas produzidas na fábrica da Fiat em Goiana, Pernambuco. Lá, em plataforma comum, Dodge e Alfa terão sedãs e utilitários esportivos;
Chevrolet – Importará a nova versão do SUV Captiva;
Fiat – Dizem a revista Car and Driver e o sítio Autoblog.ar, a Fiat corre fazer utilitário esportivo. Será mineiro e sobre a plataforma do Fiat 500 esticado. Verdade é, a plataforma do 500 baseará nova geração Jeep menores. Difícil crer, entretanto, ser na atual fábrica em Betim. Recordista de produção, não admite a novidade de plataforma nova. É muita variedade para a atulhada linha de produção em Betim. Forçará a mão na receita do coquetel. Nesta instalação a Fiat pode fazer utilitário esportivo sobre a bem acertada e resistente plataforma de Palio Weekend e Gran Siena. Próximo ano;

quarta-feira, 24 de julho de 2013

VVR 2013 EM 9 DE NOVEMBRO

O famoso encontro de onibus está próximo. Não percam!

ENCONTROS EM SÃO CAETANO




VEJA TUDO QUE ACONTECEU ANO PASSADO EM NOSSO ESTANDE EM  
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           " EM SETEMBRO  DIAS  07 e 08 
           ( FERIADO DA INDEPENDÊNCIA )"  
1o EXPO VW CLÁSSICO - A MAIOR REUNIÃO DE GRUPOS VW JÁ VISTA 

terça-feira, 23 de julho de 2013

UMA MINIATURA INVOCADA....



O objetivo dos apaixonados por máquinas telecomandadas em miniatura é reproduzir em tamanho menor mas idêntico as máquinas de verdade. Esses afissurados às vezes conseguem até que suas miniaturas façam coisas que os veículos de verdade não conseguem, como os loopings de helicópteros.. Esse cara de Osnabrück fez um  caminhão capaz de trabalhar em um canteiro em miniatura



OS ANOS DE ROMANCE NA F1...

Um filme épico, inesquecível, daqueles de ver va´rias vezes, sobre os anos 50 e seu grande herói Fangio. Sua mulher  Maria, Ascari, Farina e todos os protagonistas do Circo da Formula 1 nos tempos em que, como dizia Froilán Gonzalez que se foi há pouco, os pilotos  eram gordos e os pneus magros:

segunda-feira, 22 de julho de 2013

ALTA RODA COM FERNAND CALMON




Alta Roda nº 742 — Fernando Calmon — 16/7/13






FASE ASCENDENTE





Parar no tempo é a pior situação na indústria automobilística. Tal situação envolveu marcas puramente inglesas, em parte pelos reflexos severos da II Guerra Mundial. Levou o governo britânico a assumir o controle de empresas descapitalizadas e a um plano de fusões. Típico mau gestor, acabou por aumentar os prejuízos e, finalmente, vender por qualquer preço para concorrentes estrangeiros (BMW, Ford e VW).

VAMO0S VOAR...



















sexta-feira, 19 de julho de 2013

DE CARRO POR AÍ COM O NASSER

         


edita@rnasser.com.br           Fax: 55.61.3225.5511 Coluna 2913  17Julho.2013
O jipe da Rainha, ainda melhor
A Rainha Elizabeth II, da Inglaterra, quando dirigia no campo, utilizava um Range Rover. Uma evolução do Defender antigo que possuía e dirigia em propriedades rurais. O Range, tratado com um nível de conforto equilibrado com a disposição de vencer obstáculos, muito utilizou as imagens da Rainha, conduzindo-o – e, como boa mandatária, promovendo o produto de seu país.
Os conceitos, aparentemente inconciliáveis, funcionaram bem e diversificaram-se neste mar de utilitários esportivos grandes, cinza ou pretos que ocupam, com seus muitos metros cúbicos, nossas ruas e estacionamentos.
A Land Rover, hoje indiana, do grupo Tata, refez o automóvel, chamando-o extensamente Land Rover Range Rover Sport, para aproveitar o conceito que, para dificuldades extra asfalto o Range fica melhor e mais crível na foto que Porsche Cayene, BMW X, Audi Q ou Mercedes ML.
Relativamente à versão inicial, muitas mudanças. Desde o uso de chassi e carroceria trocado por carroceria estruturada em alumínio. Quanto à geração anterior, emagreceu 360 quilos! Isto se traduz em disposição, menores consumo e emissões.
Composição rica em confortos e arquitetura mecânica, mantendo o conceito de luxo com insuspeitas habilidades fora de estrada. Motores a gasolina, V6, 3.0 com compressor, fazendo 340 cv, caixa de transmissão ZF 8 velocidades – a mesma do Amarok, por exemplo. Faz 0 a 100 km/h abaixo de 7s. Mais forte, V8, 5.0 também Supercharged, 510 cv, em 5s.
O diabo velho não é sabido porque é diabo – mas porque é velho. Assim, previsível que os acertos de direção, suspensão, habilidades sejam líderes no setor. Aparentemente podem conseguir o feito de oferecer sensações de esportividade, sem renunciar às habilidades fora de estrada, muito auxiliadas pelos diferenciais Torsen, com travamento do posterior, maior distância livre do solo.
No campo conforto, som Meridian com três sistemas de áudio, 1.700 watts e 23 auto falantes, sistema de informação em tela de 8 polegadas, maior área para passageiros.
Versão de topo, V8 Supercharged e amplo pacote de confortos, tem o curioso nome de Autobiography. Preços não definidos, mas conceitualmente coerentes: devem ser tão elevados quanto as montanhas que conseguirá subir.
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Range Rover Sport, luxo e habilidades
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Alconafta, o gasálcool dos argentinos
Ninguém sabe se é para valer, ou se é apenas mais um dos cansativos e estéreis factóides latino americanos – a criação de uns mini fatos para mostrar serviço e desviar atenções –, mas a presidente Cristina Kirchner, da Argentina, fez entusiasmado discurso em Tucumán instigando mudar o perfil das usinas do país vizinho, produtoras de grandes quantidades de açúcar, para transformá-las em indústrias de álcool.
Mas a governante disse da necessidade de investimentos para transformar o açúcar em Alconafta, agregar valor, gerar trabalho, fazer complementariedade com os irmãos brasileiros (sic). E aditou, exigirá acordos com a indústria automotriz, que ganhou e ganha muito dinheiro na República Argentina.
O Alcoolnafta é o nosso gasálcool com adição de apenas 15%, e os argentinos já utilizaram tal mistura no início dos anos ’80, mas o projeto não se solidificou. Começou por não ser encontrável em extensão nacional. A vantagem em preços era tributária, com impostos incidindo apenas sobre a parte gasolina. Entretanto, como preço do álcool era fixado pelo estado e se tornou irreal, duas partes envolvidas no projeto desistiram. O então governo Alfonsin, perdendo pela enorme renúncia fiscal, e os estancieiros perdendo individualmente por produzir a preço controlado em gabinetes. Daí o negócio foi para a funda grota das boas ideias inviabilizadas por governos.
O súbito empuxo agro nacionalista tem explicação econômica: como tudo em governo de gente mandona e em local sem planejamento, a produção de gasolina na Argentina é menor que o consumo, e neste ano o país, quem diria, então auto suficiente e hoje em crise de caixa, gasta US$ 1B ao mês para importar gasolina.
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 Ford chega aos peso quase pesados
A Ford dará mais um passo em sua quase exclusiva atividade de fazer caminhões no Brasil: entrará no segmento dos pesados. É uma espécie de declaração de voto em seu projeto, dividido com a turca Tofas, com quem mantém joint venture, representando a marca neste segmento. A matriz estadunidense abandonou o negócio há alguns anos, deixando ao terceiro mundo tocar a iniciativa.
O novo produto, dito 2248 utilizará motor diesel FPT modelo Cursor 10, deslocando 10 litros.
Novidade é a habilidade de evitar disputa no topo do segmento, briga de cachorro – melhor dizendo – caminhão grande, onde estão os emblemáticos pesos pesados Scania, Volvo, Mercedes e, com lançamento em agosto, Iveco. Optou por colocar o pé na porta iniciando caminho característico: estar no andar inferior da escala dos peso pesados, 17% do mercado.
Com possível influência do sócio árabe de chegar ao centro dando voltas pelas beiradas, domina o entusiasmo, utiliza motor menor, segura o peso bruto combinado em pouco acima de 50 toneladas, faz preço muito abaixo dos dominadores do andar superior, uns US$ 100 mil.
Fornecedora FPT é fábrica da Fiat produzindo e vendendo motores para quem quiser produto de tecnologia recente. No Brasil além dos utilitários Ducatto e Dailly, caminhões Iveco, da mesma Fiat, e goianos Hyundai, o peculiar e agora cearense jipe TAC.
Em agosto.
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Roda-a-Roda
De novo – Luxuosa marca belga, encerrada nas beiradas da II Guerra Mundial a Minerva volta ao cenário por uso do nome e projeto do inglês JM Brabazon. Esportivo de luxo, dentro do espírito ecológico europeu, construção em materiais caros e leves, como a estrutura em fibra de carbono, carroceria em Kevlar. Motor V12 com dois turbos, e dois motores elétricos. Potências e peso não declarados. Aliás aparentemente os belgas não estão para muito papo, exceto dizer que o automóvel arranha os 400 km/h em velocidade final.
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Minerva Brabazon, fênix veloz parece os Audi R8
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Xing BMW – Muita sede de consumo a aplacar, e o mercado chinês tudo consome, inclusive luxo. Perspectivas no setor sinalizam, neste ano a produção de carros Premium superará a da Europa. Audi lidera vendas e em BMW produção do série 5 e vendas na China superaram a dos EUA para a marca – 182.800 x 172.787. Mercado peculiar, mais de 100 cidades com mais de um milhão de habitantes não contam com revendedor de qualquer marca. Outro mundo.
Nissan Go – Outro na Loganmania, o Go da Nissan. A bem sucedida e muito copiada fórmula do Logan é aproveitar plataformas e motores em fim de linha para revive-los com outro revestimento, propósito e preço baixo. Será produzido na Índia, mercado no salto da bicicleta e das motos de pequena cilindrada para os automóveis. Mecânica Renault antiga, 1.200 cm3, câmbio de cinco marchas, construção barata, para custar lá, aproximados R$ 15 mil. Novidade, recupera a marca Datsun, descontinuada há 40 anos quando batizava um mítico esportivo, o 240Z.
Aqui  Hatchback de cinco portas, típico da famílias em crescimento. Pelo preço e pelo tipo de comprador de pouca intimidade e menores exigências quanto ao que leva para casa, será lançado na Rússia, Indonésia, África do Sul. Aqui, também. Fonte da Coluna assegura, no Brasil será o terceiro produto da fábrica em montagem pela Nissan em Resende, RJ, seguindo o March e o Versa. Fim de 2015.
Nome – Aqui deve ter outra denominação, para evitar confusões sonoras com o Gol.
MercadoHora da caça. Promoções, descontos, financiamentos incentivados. Todas as marcas tem-nas para se antecipar à sinalizada estagnação das vendas e pela mudança de ano modelo. Há que tabular sobre produto e preço para saber se há vantagem, em especial quanto aos importados às vezes de produção já encerrada.
Curto – O bolso do comprador anda curto para novas aquisições. O aumento de juros, ao que parece, não é determinante para a redução dos negócios, mas o endurecer a análise dos cadastros pelos bancos e financeiras, eis que o fomento ao consumo endividou as famílias e as prestações já existentes não dão margem a novos compromissos pelos interessados. O nível de aprovação de cadastros despencou.
Mico, 1 – A Toyota baixou o preço do Etios. Quer limpar os pátios porque muda o carro nos próximos dias, como a Coluna antecipou – e a Toyota não concordou. Melhora o interior em materiais, opção de couro nos bancos – para que, um automóvel feito para um consumidor de quarto mundo, como a Índia, de onde o projeto foi desenvolvido ?
Mudança ? - O Etios no mercado brasileiro será o primeiro produto a passar por revisão de estilo em meses de vida, um péssimo registro cadastral. Mas o desastre pode ter resultado positivo, talvez um freio na empáfia que a empresa assumiu no Brasil.
Fim – Acabou a produção do picape Ford Courier. Baixa demanda por sua conformação de trabalho, necessidade de espaço na linha de produção e uso de plataforma solitária.
Mico 2– Revendedor da marca reclama, alguns intelectuais da Ford fizeram custosa campanha de propagando para levar às revendas proprietários de todos os Ford Fiesta, incluindo os modelos espanhóis, importados, gastos e rodados. Estes não apareceram nas oficinas, preparadas para recebe-los, com óleos antigos, minerais e seus filtros. Dos que rodam, poucos o fazem nas proximidades das revendas.
De olho – Carro elétrico ou híbrido no Brasil é tratado, incluindo os Governos nos três níveis, como coisa Eco folclórica. Há dias a Anfavea, associação dos fabricantes, apresentou dados mínimos ao Governo Federal para iniciar uma classificação e o possível estabelecimento de regras tributárias e incentivos, sem o qual seu preço industrialmente superior nunca permitirá presença no mercado.
Conhece ? - Fabricante estadunidense, aqui pouco conhecido, é o maior vendedor. A californiana Tesla, ultrapassando as mais otimistas provisões está vendendo 400 unidades por semana e quer dobrar em 2014. Ao contrário da maioria dos elétricos, não é estrupício estético.
Outro Bienal do Automóvel, Belo Horizonte, 20 a 24 de novembro, no Expominas. Espectro maior: exibição de carros novos, antigos, hots, motos, bicicletas, kartsauto peças locais, e criação de painéis para discussão de temas ligados à mobilidade. Anos ímpares, para não coincidir com os pares, no Anhembi, S Paulo. Empata com igual promoção em Recife, mostrando o cunho regional.
Igual – Governo de Brasília gasta muito para anunciar novos tempos para o transporte público. É nova edição do mesmo sistema errado: ônibus montados sobre chassi de caminhão, reações de caminhão, altura de caminhão, desconforto de caminhão. Envergonham o país. São, conceitualmente idênticos aos primeiros ônibus feitos no Brasil, em 1924, sobre caminhões Ford TT. O produto se aprimorou, mas o conceito é quase secular, como os feixes de molas que emprega.
Mudar – Melhorar o transporte urbano não é trocar os Caminhônibus, mais baratos que ônibus projetados como tal. E para mudar o sistema, há muito a fazer, mais que troca de caminhônibus velhos por caminhônibus novos. A mudança é conceitual, operacional, considerando-se o usuário como parte importante.E começa na intocável caixa preta dos dados, incluindo a relação entre serviço, equipamento e tarifas.
Mais  Tens caminhãozinho Delivery 8-150 da Volkswagen e chegou na hora de rever o motor e turbo ? Informe-se sobre o novo K14 da BorgWarner. Ele quer substituir o original Garret. Diz, sopra melhor em baixas rotações, dá agilidade, custa menos e é equipamento original de outras marcas, diz Newton Juliato, supervisor do produto.
2 Rodas – 7 a 10 de novembro, no Center Norte, S Paulo, a Brasil Cycle Fair 2013, dita a principal feita do mercado nacional de bicicletas. Novidade anunciada, importação das bicicletas Bianchi, italianas.
História – Nas bancas edição especial da revista Racing. O jornalista Lemyr Martins, que cobriu a Fórmula 1 para a Editora Abril juntou histórias, estórias e muitas fotos da carreira de Nelson Piquet. Vale por tudo e como registro. O Piquet tem sido mal tratado pela história, especialmente em Brasília, onde iniciou sua carreira, voltou coberto de glórias, mora, investe, trabalha e forma equipes com talento, comportamento sério e liderança. A ultrapassagem sobre Sena no GP da Hungria é o maior atrevimento na Fórmula 1 moderna e há que ser preservada para o futuro. Bancas R$ 19,90.
Pelo sítio online@motorpressbrasil.com.br R$ 23,90.
Recorde – Um Mercedes-Benz W 196 de 1954, a grosso modo um fórmula 1 dos anos ’50, marcou dois recordes da leiloeira inglesa Bonhams no autódromo de Goodwood: maior preço para um carro de corridas e para um Mercedes: 17,5 M de libras esterlinas, uns R$ 72,7M. O automóvel, um dos dez sobreviventes de série de catorze, foi conduzido por Juan Manuel Fangio, o argentino penta campeão mundial, vencendo nos GPs da Alemanha e Suiça, base da conquista do título mundial pela Mercedes, neste ano retornando às corridas.
E ? - Originalidade do W 196 006/54 atestada pelo Classic Center da Mercedes – a superoficina e galpão de peças e documentos para manter rodando a frota dos Mercedes antigos, exemplo para todas as demais montadoras. Preço exibe, o automóvel se torna mais um degrau no atual panorama de investimentos: comprado por telefone, por adquirente não divulgado. Na prática, uma obra de arte em três dimensões, que pode fazer barulho, vibrar, e até, improvavelmente, seja colocado a correr nas provas para antigos, no próprio Goodwood – desde que o pessoal do Classic Center seja chamado para funcioná-lo.
Lembra – Leitor da Coluna sabe, adquirir automóveis de estirpe é um dos investimentos internacionais do momento. A rentabilidade das aplicações financeiras em economias estáveis é desprezível. Noutras, emocionantes, pois não se sabe das medidas governamentais que punem o capital e, por isto, investidores optam por comprar obras de arte, como o são os carros com história ou sobrenome. Aquece o coração, faz charme com os amigos e, algum tempo após volta aos leilões para ser novamente vendido – por preço maior.
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Mercedes W 196, R$ 72,7M. Investimento prazeroso
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Gente  Marcus Zamponi, 63, jornalista, passou. OOOO Crítico mordaz, raciocínio cortante, fino observador e contador de histórias e causos, Zampa, filho de bolsa fornida, para a qual nunca se voltou, foi traído pela falta de saúde, com quem negociava há alguns anos. OOOO Não sei para onde foi, mas sei, o ambiente se alegrará com a viva inteligência do Zampa. Grande Zampa. OOOO Philip Caldwell, 92, executivo, idem. OOOO Asceta, presidiu a Ford após a demissão de Lee Iacocca, grande crise. A proximidade com Henry Ford II deu-lhe o tratamento de O Príncipe – era o segundo da hierarquia da empresa familiar, e o contra ponto comportamental em estilo. Bancou o lançamento do Taurus, depois líder de vendas nos EUA, e o Fiesta. OOOO

quinta-feira, 18 de julho de 2013

BMW GS, A MOTO DE UM MILHÃO... DE KM!




Existem motos que servem muito para os que gostam de ir até um lugar a 100 km de distancia e voltar, normalmente cansados e com dor nas costas do esforço de se manter na sela  a velocidades inconfessáveis. Existem outras motos que são conhecidas por não quebrar, não encher o saco com manutenção paranóica tentando prever o que vai dar de problemas ( raras hoje em dia, é verdade ). Normalmente são motos confortáveis de tocar, com posições de manejo bem centralizadas e nem sempre uma capacidade nuclear de acelerar, mas que no dia a dia são como um cavalo amigo, nas experientes palavras de  meu camarada Arnaldo Keller, cavaleiro das pradarias sem fim...
A melhor delas foi Serie GS,lançada em 1980 pela BMW, dona de uma marca encouraçada e inoxidável desde as pioneiras Twins de 1923 desenhadas pelo genial Max Fiedler. Desde a segunda Guerra Mundial, quando foram produzidas para a Wehrmacht, o exército nazista, até em versões com tração até na roda do sidecar, as BMW tem uma história no fora-de-estrada. Meio fora de nossa história desse mês existe até uma Ural russa com tração nas três rodas... Passa em qualquer lugar como um supremo Off Road.
Mas voltando à GS: ela foi a encarnação do sonho dequem delirava em ir às centenas de milhares de km rodados em qualquer tipo de estrada, tanto que seu nome vem das palavras alemãs Gëlande, fora de estrada ou  Terra, e Strasse, ou Estrada; assim foi apresentada 32 anos atrás uma moto que refletia a experiência do Paris Dakar, uma moto para ir longe sem problemas. Com umja suspensão de longo curso e a primeira balança traseira de um só braço, as primeiras GS se aproveitavam da grande vantagem das BMW, o motor flat twin muito baixo no quadro, dando m equilíbrio invejável em vias de piso irregular ou desertos de centenas de km. Não foi à toa que um casal de ingleses, Simon e Monika Newbound, são os detentores do recorde de distancia percorrida sem parar. Era de 99.800 km quando eles saíram de casa em uma 1150 e uma herege 650 monocilíndrica com corrente e aumentaram o recorde em 84;000 km para fixá-lo em 183.000 km, ganhando além da citação no Livro Guiness de Recordes o Troféu Kudeferro... e sem grande experiência anterior ou carro de apio... no peito, na raça e na valentia...
Ao longo dos anos de sua produção, que dura até hoje em forma modificada e evoluída, a GS teve primeiro a adoção da balança traseira que isolava a transmissão da suspensão, o chamado Paralever, eliminando assim a famosa levantada das fiofas motociclística ao acelerar ou a sentada ao reduzir. Depois veio a maior das invenções  a frente com uma balança e mono amortecedor, que levantava a moto ao freiar e evitava a afundada de frente ao segurar a moto. Isso também permite que o amortecedor se livre das funções de direção e não precise ter retentores ultra mega blaster para manter as coisas dentro da geometria sem vazar. Em suma, as suspensões são macias e de longo curso com amortecedores controlando bem os movimentos: motos idéias para ir ao Alasca ou sobreviver nas nossas esburacadas vias.
Ao longo do tempo a GS foi sendo modernizada com novos cabeçotes refrigerados a óleo com injeção e ignição digitais, mas o conceito de moto blindada para ir à PQP não mudou. Não é sem um pinguinho de razão que existe uma história dos sois velhinhos que chegaram em uma oficina BMW em Timbuktu, na beira do Saara, perguntando quanto era a revisão de 500.000 km...


Postado por Jonas Mattos