sexta-feira, 30 de novembro de 2012

DE CARRO POR AÍ COM O NASSER





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Coluna 4812  28.novembro.2012

Novo Golf, Audi A3 e A4, Tiguan e Q3 feitos em Curitiba

O Audi A3, agora em modelo atualizado, voltará a ser feito na fábrica da Volkswagen nas beiradas de Curitiba – onde, aliás, a geração anterior foi produzida. Junto, a nova geração do Golf, a 7ª.
Coluna e jornais tem feito circular informações e dúvidas quanto à volta do convívio industrial entre Golf e Audi na fábrica paranaense. Ociosas especulações. Não existem dúvidas a respeito, e o processo está em andamento e no varejo dos detalhes de pré-conformação industrial, com os entendimentos com fornecedores. Coisa clara, sem dúvidas, e comportamento consequente à adoção de nova filosofia anunciada pela diretoria da empresa mãe: incluir o Brasil na linha de produtos atualizados.
Então
Leitor da Coluna sabe, a atual gestão da Volkswagen no Brasil, liderada pelo não engenheiro Thomas Schmall, tanto por resultados internos quanto de condições gerais, surfa na onda que empurra o Brasil como grande e lucrativo mercado, assim como base industrial de grande futuro nos próximos anos relativamente à crise econômica surgida nos EUA permeando para a Europa.
Assim, a decisão é de total renovação de produtos, incluindo os competitivos para consumo mundial. Isto definiu a atualização do Golf.
E Audi?
Por que a marca aparentada com os nossos antigos DKW-Vemag?
Para explicar a aparente curiosidade, há quase um século a Alemanha juntou quatro fabricantes sob a frondosa árvore da DKW, líder em produção de motocicletas e automóveis, uma holding para proteger marcas, produtos e fábricas com diferentes marcas, conformação e segmentação de produtos: Audi, Horch – ambas com origem no brilho do dr. August Horch –, Wanderer e a compradora DKW. A junção foi chamada Auto Union, com a marca das quatro argolas, cada um representando marca diferente.
Mesclar Golf com Audi não é curiosidade industrial, mas compatibilidade entre plataformas e órgãos mecânicos. Um Audi é um Volkswagen evoluído.
O governo federal enzimatizou esta sopa de interesses ao impor 30 pontos percentuais sobre a elevada tarifa do Imposto sobre Produtos Industrializados. A soma da logística, com 35% do Imposto de Importação, o IPI implementado, mais ICMS caro define quem será competitivo no Brasil, com enorme diferença e resultados entre os estrangeiros que apenas bordejarão o mercado, e os produtos nacionais, isentos destas barreiras.
Assim, com a decisão das outras alemãs Mercedes e BMW em ter fábrica no Brasil para atingir competitividade, a Volkswagen não poderia deixar o flanco aberto pois, como se sabe, a marca trabalha esforçadamente em seu projeto Mach 18, para ser
líder mundial em 2018, e não pode excluir a associada que mais cresce fora de um dos mercados em grande expansão e perspectivas de futuro.
Argumento em paralelo, ter produtos atualizados permite fazer troca-troca nas exportações, atendendo mercados com produtos iguais, feitos em vários locais.
Assim,
A plataforma do novo Golf, a 7ª geração, virá para a fábrica paranaense, e sobre ela surgirão os produtos Audi A3 e A4, permitindo projetar também Tiguan e Q3. Em 2014.
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Audi A3 e versões, Golf VII, made in  Curitiba

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E tem mais
Prevendo um primeiro semestre de menores vendas pela volta do IPI cheio e pela agregação de almofadas de ar nos automóveis, elevará seu preço, diminuindo a quantidade de compradores, Thomas Schmall acredita que ao final do exercício haverá um ganho de 2% relativamente aos resultados deste ano.
E anunciou importantes medidas que renovarão a marca no Brasil:
Up!, o pequeno automóvel europeu, como produto de entrada;
Taigun, o pequeno utilitário esportivo sobre o Up!;
Um substituto para a Kombi;
Início da mudança de todos os motores da marca;
Grande ampliação da capacidade industrial da fábrica de Taubaté, SP, para sediar a fabricação do Up!.
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Taigun, produção no Brasil, 2014.
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Renault, de Duster, no Paris-Dakar
Para distanciar-se da imagem de utilitário apenas urbano, valente nas rampas dos shoppings, e marcar presença como carro de resistência e habilidades fora de estrada, a Renault Argentina participará da prova considerada mais exigente do mundo, o Rallye Paris-Dakar.
O nome é mantido em homenagem e identificação à criação por Thierry Sabine, e a prova saiu da África por falta de segurança para competidores, migrou para a América do Sul, e em 2013 largará aos 5 de janeiro em Lima, Peru, passará pela Argentina, e terminará em Santiago do Chile, quinze dias após.
A Renault quer aproveitar o bilhão de telespectadores pois vende o Duster em quase todo o mundo. Preparação por Barattero e motorização por Oreste Berta, o Mago de Alta Gracia – mago pelas mágicas em preparação de motores. O local é a cidadezinha onde mora, próxima a Córdoba, Argentina. Coisa séria.
Roda-a-Roda
Enfim – Após a crise da Effa, que a representava, a chinesa Lifan retomou sua marca, assumiu, o negócio e começa agindo para dar confiabilidade à pequena rede de distribuição. Nesta semana Mark Timber, vice-presidente do grupo e responsável pelas exportações da empresa estará no Brasil.
Negócios – Apresentação à rede, injeção de ânimo, perspectivas com a dinamização de fábrica que possui no Uruguai, e novos produtos. Dentre eles, o prometido SUV X 60 – apesar de X e 60, não é Volvo, com produto com a mesma denominação. Já andou em testes por aqui, lançamento ameaçado, contido mas agora, dizem, surgirá.
Tipo ... – Não há mágica e são todos parecidos. No caso, concorrentes de EcoSport, de Renault Duster, mas principalmente de Tiggo, da Chery. Motor que é o menor da categoria.
Mais um – Agora é a vez do monovolume. A JAC importou, já testa o seu. Sete lugares, motor 2.0.
Velocidade – As montadoras chinesas estão acelerando mais que seus representantes.
Nacional – Dentro de seu projeto de aumentar o conteúdo local – e gastar menos divisas para importar conteúdo – o governo argentino assinou termo com a indústria montadora e os fornecedores de auto peças. Quer saber onde se pode trocar o item exportado pelo fabricado localmente.
Futuro – Por legislação, pressão ecológica e causas econômicas, a Ford corre para lançar nos EUA, ainda em 2012, oito produtos entre híbridos e elétricos, capazes de 17 km/litro. E fez acordo com a GE no criar infraestrutura para reabastecer os veículos elétricos. Um de seus produtos, o C-Max Energi é o híbrido mais econômico, em consumo combinado de 42,5 km/l.
Hábitos – Fez a maior venda setorial, 2.000 C-Max para o governo. E com a GE estudarão hábitos de direção e recarga para aperfeiçoar o método
Razões– Carlos Ghosn, presidente da aliança Renault-Nissan explicou investimentos para aumentar capacidade da fábrica Renault de Curitiba, Pr, a 380 mil unidades/ano – uma por minuto; da fábrica de motores de 400 mil para 500 mil unidades anuais, e fazer fábrica Nissan em Resende, RJ: crescimento.
... II - A Renault no Brasil parou de cair e iniciou levantar há três anos, e o mercado brasileiro auxiliou a fazer 55% das vendas da marca fora da Europa. Somos o segundo mercado mundial da Renault. Há que aproveitar. Investimentos da Renault no Brasil geram sorrisos na França.
Outra – Após anunciar produzir suas motos em Manaus, a inglesa Triumph avisou fará a Daytona 675, mostrada este mês no Salão de Milão, Itália. Modelo remodelado em chassi, visual e motor: três cilindros, 675 cm³ e 128 cv de potência. Parece, o Brasil também é a bola da vez em motos grandes e caras.
Tecnologia – A Ford festeja seu motor EcoBoost 500 mil. Cilindrada reduzida, 4 válvulas por cilindro, comandos variáveis, injeção direta de combustível e turbo. Melhores em rendimento e economia que motores maiores. O primeiro no Brasil chega com o Fusion 2.0 EcoBoost. No desenvolvimento a Ford registrou 125 patentes.
Furo – Pesquisa do agencia J.D. Power na China indicou, um a cada cinco motoristas chineses reclamam de furos nos pneus entre 12 e 24 meses de uso. Mensurou aparência, durabilidade, tração, dirigibilidade e andadura. Levou-a a autoridades chinesas como alarme. Afinal, num universo com 22% dos veículos tendo pneus furados significa muitos acidentes. A japonesa Yokohama é a melhor na foto entre 19 marcas de pneus pesquisadas.
Duas em uma – A Hertz comprou a Dollar Thrifty, sua concorrente nos negócios de locação de automóveis: US$ 2,3B. Será o maior grupo do mundo, em negócios que se espraiam da locação de frotas à de cadeirinhas para bebê.
Década – 10 anos comemora a PSA Peugeot Citroën da realidade de sua fábrica de motores no Brasil, anexo à fábrica das duas marcas em Porto Real, RJ. Fornece para os produtos da marca na América Latina – motores 1.5 e 1.6. Fabricar motores é o que separa homens e meninos nesta atividade.
Futuro – Mexicana Metalsa comprou a ISE, alemã de auto peças. Atuação mundial, a Metalsa há algum tempo assumiu os ativos da Dana, incluindo duas fábricas no Brasil. Faz carrocerias, chassi, transmissões, sistemas de segurança.
Na mão – Inicialmente em S. Paulo e seus 33 mil táxis, empresa Mobinov criou o aplicativo Taxijá. Por ele e dois toques num Smartphone, chama-se um táxi. O sistema utiliza GPS e georeferenciamento, localiza o mais próximo da chamada e, com facilidade, acompanha sua chegada. A motoristas, pequena taxa. A passageiros, grátis. Parece o fim do rádio taxi.
Caravana – Caravana, em vez dos Road Show, evento itinerante tocado pela Ford Caminhões apresenta seus modelos com o novo motor Euro 5. Já fez mais de 1.200 test-drives e promove concurso “Motorista Mais Econômico do Brasil”.
Negócio profissional, além da turma de vender caminhões, representante do Bradesco fala sobre economia, incentivando vendas.
Cegonha – Pesquisa da Scania indica, veículos brasileiros crescerão nos próximos anos, exigindo cegonhas mais fortes para suportar o aumento de peso. Criou versão de seu caminhão P e 360 cv, com eixo dianteiro e outro traseiro, ambos direcionais, e um eixo de tração, todos com rodado simples. A reformulação permite ganho de carga útil.
Retífica RN – Retificadora ativa. Coluna passada informou, o Trailblazer Chevrolet, o camburão fashion da GM, teria transmissão mecânica. Por enquanto apenas automática, período no qual a marca se orgulha tê-lo como o mais caro dos nacionais – e, inexplicavelmente, que alguns importados com barreiras e custos excepcionais de importação. Transmissão mecânica no surgir versão menos enfeitada e dirigida a trabalho.
Outro, o camarada que atrapalhou o Nelson Piquet Jr. na Renault, provocando-a fechar sua equipe de Fórmula 1, transformando-se em fornecedor de motores, não é Fabio, mas Flavio Briattore.
Fórmula 1 – Sempre a prova final da temporada de Fórmula 1, em Interlagos, tem sabor de marmelo, com resultado adiado para não diminuir atenções, mídia, patrocínios, anúncios na TV. Mas este ano por razões várias se transformou numa das provas mais vivas e emocionantes, com acidentes e Sebastian Vettel, sexto colocado, sendo o tricampeão mais novo da F-1.
Gente – Carlos Gomes, português, número um da operação da PSA na América Latina, premiado. OOOO É, pela publicação AutoData, “Personalidade do Ano”. OOOO Gajo porreiro, dizem-no em Portugal. OOOO Brasileiro, bem-sucedido condutor de montadora, pensa mudar de atividade. OOOO Quer mandato eletivo. OOOO Sossega, leão. OOOO

UM CATAMARÃ DE 300 POR HORA...

Isto é o píncaro do delírio: uma barco que anda mais de 300 km/h na ÀGUA... e sobrevive pra contar! É um catamarã de corrida, a chamada Formula Um Offshore montaazdo com Duas turbinnas de helicóptero que não voam mais porém estão perfeitas, cada uma com DOIS MIL CV. Tem que andar isso mesmo...

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

TRACK DAY DO BMW CLUB



O BMW Car Club Brasil tem o prazer de convidá-lo a se inscrever no Torneio de Regularidade de Interlagos.

 Data: 22 a 23 de dezembro, sábado e domingo.

Local: Autódromo de Interlagos

Inscrição: Jan Balder  Tels.: 11 5182-1214 / 11 9742-7672  ou  jbalder@ig.com.br
 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

FLYING WITH CAPT. GODFREY

Um longo filme legal, peça promocional da Eastern Air Lines em 1953 com os meios e formas da Aviação há 60 anos. Ali se retrata o que era voar a 650 km/h no Lockheed Constellation, ultimo grande avião de passageiros antes da era do jato comercial. Nascido em começos dos anos 40, o Connie tinha os mais potentes motores a pistão, com velas, platinados e carburadores, como Deus disse que tinha que ser um motor. Tinham duas fileiras radiais de nove cilindros cada uma, totalizando 18 cilindros, mais de 45 litros de deslocamento e 3.350 CV cada uma, totalizando13.400 CV no total. Eram os mais esforçados motores a pistão jamais fabricado para uso aeronáutico comercial, e isso se refletia em uma durabilidade meio dúbia... A VARIG tinha sempre vários Cyclones em suas bases, pois fazer Rio-Miami sem trocar motor era dia de festa... Mas o filme é mais do que isso: mostra o jantar(!), os instrumentos e meios "eletrônicos" de posicionamento e até uma coisa maldita nos dias de hoje: Godfrey fuma na cabine de comando... E usa um Zippo! Coisa de macho das antigas...

TIFF NEEDELL TESTA A LOTUS 49

O CARRO EM QUE CORREU INICIALMENTE O PRIMEIRO CAMPEÃO MUNDIAL DE FORMULA UM BRASILEIRO, EMERSON FITTIPALDI. POSTERIORMENTE FOI CAMPEÃO COM O 72C. DO TEMPO EM QUE O CARA PILOTAVA MESMO, PASSAVA MARCHA, FEIAVA E MANDAVA NO CARRO: HOMENS DO BRAÇO DE OURO...


INCLUSIVE O TIFF CORREU NISSO... ISSO É QUE É APRESENTADOR! QUANDO EU CRESCER VOU SER ASSIM... TKS RC PELAS INFOS!

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

EU ESSTOU AVISANDO...



Monitoramento de Veículos 2013


 cid:1.1138909791@web46404.mail.sp1.yahoo.com
cid:2.1138909792@web46404.mail.sp1.yahoo.com


SINIAV começa monitoramento a partir de janeiro
        O ano de 2013  vai começar diferente para uma parte dos motoristas  brasileiros. Pelo menos inicialmente para quem vai pegar um carro novo. O SINIAV – um tipo de SIVAM para carros – vai entrar em operação em todo o país, começando obrigatoriamente pelos carros novos. Todos – sem exceção – terão que sair de fábrica com o chip de rastreamento. Não se trata daquele rastreador que o proprietário pode ou não ativar no momento da compra.
        O chip do SINIAV estará sempre ativo e identificando o veículo em qualquer ponto do território nacional, seja em estradas ou vias urbanas. O dispositivo vai custar R$ 5,00 e será cobrado do proprietário na hora de licenciar. Ele vai permitir que os órgãos de trânsito fiscalizem a frota nacional, a fim de evitar roubo/furto de veículos/cargas, controlar tráfego, restringir a O FIM DA PRcesso em zonas urbanas, fiscalizar velocidade média, aplicar multas, localizar veículos roubados, enfim, uma série de funções agregadas.
        O sistema vai utilizar uma série de antenas fixas ou móveis para fiscalizar a frota. Além disso, os carros usados também deverão ser equipados com o chip até julho de 2014. Os estados vão programar as instalações individualmente.
        O serviço deve ser feito no momento do licenciamento. Quem não portar o chip terá de pagar multa de R$ 127,69, além de ter cinco pontos na CNH e ter o veículo retido.
PS: Faltou avisar que se o tempo gasto entre duas antenas for menor que o estipulado, conforme as placas de velocidade, ou seja, andou acima do limite, portanto gastou menos tempo entre as antenas, vai ser multado por excesso de velocidade também!!!

Fonte
http://www.denatran.gov.br/siniav.htmVAI SER

sábado, 24 de novembro de 2012

OFF: CONSTRUÇÃO DE UM VELEIRO

Os 13 meses de construção de uma Fairlie 55 pés de madeira nobre. Fabricado no Estuário do Rio Hamble, na Inglaterra, é mais tradicionalista que a Rainha...

DAIMLER: A PRIMEIRA MOTO DO MUNDO

Um quadro de madeira entre eixos de , entre eixos de 915 mm, 50 kg de peso, motor monocilíndrico vertical refrigerado a ar com 58X100mm de curso, ignição por tubo quente, compressão de 2:1, deslocamento 263 cm³. 0,5 CV, correia unica de transmissão sem ré e com uma só marcha. A PRIMEIRA MOTO em 1886!




sexta-feira, 23 de novembro de 2012

SALÃO INTERNACIONAL DO VEÍCULO ANTIGO


ALTA RODA COM FERNANDO CALMON






Alta Roda nº 708 — Fernando Calmon — 20/11/12




DOIS EXTREMOS NO MERCADO




Pode parecer combinação, mas, claro, não foi. Com datas escassas no calendário para a apresentação de tantos carros, Renault e Chevrolet separaram apenas por algumas horas, no mesmo dia, a apresentação do Clio retocado (terceiro modelo mais barato do mercado, atrás de Ka e Mille) e o do SUV médio-grande Trailblazer (veículo mais caro em produção no Brasil).
A marca francesa adotou uma plástica inspirada no visual do modelo que estreou, recentemente, no Salão de Paris. Aqui, seguiu a toada local e o batizou de Novo Clio. Argentinos são reticentes a essas liberdades de expressão e lá, onde é fabricado, se chama Clio Mio.
Esse sopro de vida fez bem ao compacto, acompanhado por pequenas reformas no quadro de instrumentos e forrações. O preço – bastante sensível nesse segmento -- foi cortado, em média, R$ 700 e parte agora de R$ 23.290 (duas portas) e vai a R$ 28.550 (quatro portas, ar-condicionado e direção assistida). Nenhuma versão traz itens como as três regulagens de altura (banco, cinto e volante) ou alças de teto. Acrescenta de série, porém, o útil computador de bordo. ABS e bolsas infláveis, nem como opcionais, a exemplo dos concorrentes.

A LINHA DAS RIVA MODERNAS

CLASSE NO DESIGN NUNCA É DEMAIS....

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

DE CARRO POR AÍ COM O NASSER


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Coluna 4712 21.novembro.2012



O Renault Fluence, turbo, valente, 180 cv e chamado GT

Nova opção e topo de linha na Renault, o Fluence GT quer utilizar duas parcelas em conta que lhe seja favorável: rendimento com conteúdo, e preço. Chega a R$ 79.000, mais curiosos 370,00. Mesmo preço de Toyota versão Altis, pouco acima de Honda Civic, abaixo de GM Cruze e VW Jetta. Supera-os nesta conta.
GT não significa um esportivo de dois ou dois + dois lugares. Para a Renault é apenas um letreiro para caracterizar a chegada ao Brasil da Renault Sport, seu braço esportivo. O automóvel tem um motor que não é o Nissan que equipa o Fluence, mas o Renault da antiga geração Megane, de origem preparado para resistir às maiores pressões internas geradas pelo turbo, soprando a mistura de gasálcool até 1 bar de pressão – uma atmosfera.
1.998 cm3 de cilindrada, bloco de ferro, cabeçote em alumínio, com maiores câmaras d’água, para aumentar a refrigeração. Turbo, coletor de admissão variável, faz resultados sensíveis: produz torque máximo de 30,6 kgmf de torque a 2.800 rpm. Torque é o que move automóveis e logo acima da marcha lenta entrega  20 kgfm a 1500 rpm. Transmissão com seis velocidades à frente, relações de marcha alteradas para melhor aproveitar a disposição do motor e sua missão com o automóvel. Freios, elementos da suspensão, molas e amortecedores adequados para as novas prestações. Acelera de O a 100 km/h em 8 segundos, e corta a velocidade final aos 220 km/h.

MEIO MILÃO DE ECOBOOST BY JLV



Os motores chamados EcoBoost são de tirar o chapéu por sua eficiência e economia de combustível. A Ford quer se tornar líder nesses quesitos e para isso terá oito carros americanos com consumo na faixa de 17 km/litro – o dobro do volume de apenas um ano atrás, deixando os observadores da indústria achando esses números quase irreais.

Mas o Fusion EcoBoost 2.0 já está no Brasil e na América do Sul, depois de ter sido lançado na América do Norte em alto volume em veículos como o sedã Fusion, o SUV Escape e a picape F-150. Na Europa, a família EcoBoost inclui o 1.0 de três cilindros, possivelmente o mais interessante de todos eles, já que faz sombra a muitos 1.4 e 1.6, é extremamente econômico de combustível e atende às preferências por motores menores na Europa e Ásia.

Pode parecer estranho, mas o tricilíndrico 1.0 será lançado também na América do Norte em carros menores, já que o downsizing em carros maiores está começando a ensinar as vantagens dos motores menores. O novo SUV Escape, ainda grandão, com opção de 1.6 e 2.0, deverá responder por 90% de seu volume de vendas, deixando os V6 bastante de lado. 

O primeiro EcoBoost foi o V6 3.5 do Taurus SHO 2010 – uma escolha lógica para o mercado dos Estados Unidos, em que não se acredita muito em motores realmente pequenos. Em um ano foram 127.683 unidades vendidas, e até o fim do próximo ano mais de 90% de todos os Ford americanos serão equipados com EcoBoosts. Hoje, o Fusion e o Escape ano-modelo 2013, terão 60% de sua produção equipada com os novos motores.

Na Europa, esta tendência é idêntica: a Ford vai triplicar a produção desses motores até 2015, passando das atuais 141 mil unidades para 480.000.

A Tecnologia EcoBoost emprega turbo, injeção direta e comando variável de válvulas, controlados por módulos com centenas de milhares de códigos de computador, para ampliar em 20% a economia de combustível sem sacrificar o desempenho. 
JOSÉ LUIZ VIEIRA
www.techtalk.com.br

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

SÁBADO TEM NEW CLASSICS NA LAGOA!

TRAGA SEU FUTURO CLÁSSICO, TAL COMO UMA ALFA ROMEO, MERCEDES, BMW, AUDI OU PORSCHE PAZRA FESTEJAR CONOSCO!

LIRA DO DELÍRIO: O BURNING MAN...

 O BURNING MAN FESTIVAL É UM EVENTO POP REALIZADO NO BLACK ROCK DESERT, A 20 KM DE RENO, NEVADA. ATÉ NOS VEÍCULOS VALE TUDO...




NA ESTRADA DE SANTOS...



HISTÓRIA : CAMINHO DO MAR : Na ANTIGA estrada de Santos, O CAMINHO DO MAR !Com direito a DKW universal e tudo mais.....prestem atenção nos Porsche. QUEM ME MANDOU NÃO DISSE ONDE FOI PUBLICADO ESSE MATERIAL, QUE ACHEI DE EXTREMO BOM GOSTO E VALOR HISTÓRICO, PORTANTO MEUS AGRADECIMENTOS E DE MEUS LEITORES


  Na estrada de Santos
“Se você pretende saber quem eu sou, eu posso lhe dizer. Entre no meu carro, e na estrada de Santos, você vai me conhecer”. Em 1958, certamente o rei Roberto Carlos ainda não havia composto a música “As Curvas das Estrada de Santos”, mas sua inspiração pode ter vindo da II Subida de Montanha, prova de velocidade realizada na Estrada Velha de Santos, o antigo Caminho do Mar. Está certo que Roberto Carlos se referia à estrada nova, a serra da Via Anchieta – hoje bem velha –, mas naquela época os dois caminhos eram normalmente utilizados pelos paulistanos para ir e vir da Baixada Santista.
De forma parecida com o que ainda se pratica em São Paulo, no Pico do Jaraguá, a prova do Caminho do Mar reunia aficionados por carros e competições no pé da serra, para cumprir a subida de 7,2 km no menor tempo possível. O regulamento da prova dividia os automóveis em duas classes, os normais e os especiais. Os primeiros eram originais de fábrica, com preparo livre porém mantidas as características principais, com classificação em quatro categorias, até 250 cm3, até 1.300 cm3, até 2.000 cm3 e Força Livre. Os especiais eram carros de corrida, com qualquer motor, chassi, suspensão e freios, separados em duas categorias, até 2.500 cm3 e Força Livre.
No dia da corrida, exatamente 10 de agosto de 1958, o clima era de euforia. O público se posicionou ao longo do trajeto, como em provas de rali, para ver de perto carros e pilotos.
Na largada o tempo estava bom, mas da metade do percurso até o topo da serra, mais precisamente da chamada Curva da Morte até o fim, a neblina tomou conta. Prevista para a 8h00, a largada foi dada às 10h15, porque os organizadores queriam esperar o tempo melhorar, sem sucesso. Mesmo assim, a prova transcorreu bem, apesar da visibilidade prejudicada.
Inaugurando a Força Livre da classe Especial, Rafael Gargiulo, pilotando um monoposto com motor Ford 8BA, estabeleceu o recorde da pista, com o tempo de 7min13. Na categoria de até 2.500 cm3 , o vencedor foi Plínio de Cerqueira Leite, com um Volkswagen especial, protótipo parecido com o Porsche 550 Spyder, em 7min51.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

NOVO FORD DE SETE LUGARES BY JLV



Curiosamente, a Ford não o chama de minivan, apesar de suas portas laterais deslizantes e sua altura maior do que as de um sedã. Alguns pensam que é porque a segunda maior fabricante americana não faz um minivan há seis anos – mas será que é isso mesmo?


A Ford diz que não. Para ela, minivans não são mais cool – não estão mais na onda e por isso o novo carro não mais pertence a esta categoria.

O novo veículo, basicamente, é um comercial leve, um furgão Transit Connect inglês com frente inclinada e nariz trapezoidal da atual ‘família’ de automóveis Ford, em versões de cinco ou de sete lugares. A opção de motores será entre dois quatro cilindros, um dos quais capaz de fazer mais de 10,5 km por litro no uso rodoviário, tornando-o o minivan mais eficiente do mercado. 

O problema é que o veículo tem como compradores típicos pais de família de 30 a 42 anos de idade que gostam de sua utilidade mas nem pensam em sacrificar a beleza de seus novos carros. E aí entra a questão do preço. 

Os minivans de sete lugares da empresa, chamados Flex Wagon e Explorer SUV, custam de US$ 30 mil para cima. Seis anos atrás, o minivan da Ford era o Freestar, que foi desativado porque começou a não vender bem, seus compradores preferindo o crossover Escape. O Dodge Grand Caravan concorrente atual custa acima de US$ 20 mil. 

As vendas de minivans no mercado americano chegaram ao máximo de 1,37 milhão de unidades no ano 2000 e no ano passado não passaram de 472.398. 

O Transit Connect Wagon é feito em Valencia, na Espanha, exportado para toda a Europa, para a Ásia e Estados Unidos, neste último usado como táxi e comercializado em 35 mil unidades/ano. Com o novo 7 lugares, a companhia espera vender o dobro.
JOSÉ LUIZ VIEIRA
WWW.TECHTALK.COM.BR

OS BONS TEMPOS DO GRUPO B NO RALLY DE VELOCIDADE

Biertijd.com // Media » Oldskool Rally Compilation

domingo, 18 de novembro de 2012

OS NOVOS RECORDES BRASILEIROS DE VELOCIDADE



 Driver Cup: Cinco novos recordes brasileiros de velocidade são estabelecidos em Gavião Peixoto
Na prova de Quilômetro Lançado realizada na pista de pouso da Embraer, supercarros foram levados ao limite durante a penúltima etapa da Driver Cup em 2012. Resultados foram homologados pela CBA e são as novas marcas oficiais do automobilismo brasileiro
Em um fim de semana de muito sol e calor na região de Araraquara, no interior de São Paulo, cinco novos recorde brasileiros de velocidade foram estabelecidos durante a sétima etapa da temporada de 2012 da Driver Cup. A prova, realizada na pista de pouso da Embraer em Gavião Peixoto, contou com mais de 110 participantes e atraiu pilotos de diversas regiões do Brasil.

Os resultados foram homologados pela Confederação Brasileira de Automobilismo, o que confirma seu caráter oficial no automobilismo nacional. Os cinco recordes foram estabelecidos pelos vencedores da edição de novembro da Driver Cup em uma categoria que premiou os carros mais velozes na prova Quilômetro Lançado, que leva em conta a soma das médias horárias obtidas entre a ida e volta de cada tentativa. Em cada uma destas passagens, os pilotos tiveram um quilômetro para a aceleração, um quilômetro para a tomada de tempos e outro para frenagem em sistema de ida-e-volta, após largada parada.

OBRAS DE ARTE A VAPOR

Nos anos 30 e 40 a moda aerodinâmica foi o furor de toda a industria. até rádios e geladeiras eram otimizadas nas formas... Aqui estão alguns exemplos de locomotivas penteadas nas formas para deslizar melhor no ar:



sábado, 17 de novembro de 2012

NA ÁFRICA QUEM NÃO TEM CÃO....

CAÇA COM GATO...

O SONHO DO CAIPIRA SUECO...

TRATOR COM UM MOTOR VOLVO 240 2.300 TURBO....DEUS SABE COM QUANTOS CV, MAS ORIGINAL TINHA UNS 175...2,3 LITROS... SWEDISH REDNECK EXPRESS...


ANTIGAMENTE OS VOLVO 240 ERAM VISTOS COMO CARRO LERDO DE VELHO...

LOTUS OMEGA VS HOLDEN VXR8

Vicky Butler-Henderson, The woman i could love and marry, aperta e estica em uma pista MOLHADA os dois ícones da GM mundial, e diz que está no Céu....com um carro grande, pesado e muito FORTE.... Eu também, Vicky....

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

ALTA RODA COM FERNANDO CALMON





Alta Roda nº 707 — Fernando Calmon — 13/11/12




TIMIDEZ CONVENIENTE




A quinta fase do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), a partir de janeiro de 2013, coloca o Brasil no rumo certo quanto ao direito à informação sobre o consumo de combustível, além de estimular a competição entre os fabricantes. O PBE é coordenado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) em parceria com o Conpet (programa de racionalização do uso de derivados de petróleo e gás, do Ministério de Minas e Energia, e gerenciado pela Petrobras). Começou em 2008, de forma voluntária e modesta, com a adesão de apenas cinco fabricantes e 54 versões de alguns modelos.
O caráter voluntário continua até hoje, mas deveria – e deverá – ser obrigatório. A importância do programa cresceu ao se tornar um dos critérios para enquadramento no Inovar-Auto, novo regime de produção automobilística do período 2013-2017. Até o ano passado, nove fabricantes (incluindo um importador) participavam: Citroën, Fiat, Ford, Honda, Kia, Renault, Toyota e Volkswagen. Já em 2012 a lista subiu para 20 empresas, das quais quatro produzem no país: Hyundai Brasil, Mitsubishi, Nissan e Suzuki.

KAWA 900, A PRIMEIRA SUPERBIKE FAZ 40 ANOS

 A Kawasaki vinha desde os anos 60 fazendo motos de grande porte, claramente inspiradas nas inglesas BSA, mas com um detalhe cruel: funcionavam todo dia, monótonas que eram. Você saía e sabia que ia voltar no mesmo dia com as mãos limpas, andando numa moto que não precisava de manutenção antes, durante e depois do passeio... Uma relação amorosa estéril!
Lá pelo fim dos anos 60, época das cadeiras elétricas de dois tempos e três cilindros H1 e Ci.a, começou a se desenhar no Horizonte uma tendência no principal mercado do mundo, o americano: as pessoas não queriam motos de dois tempos grandes e fumacentas, com motores canhão do tipo matar ou morrer: ou nada de torque ou um caminhão de potencia chegando de uma vez só.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

CLÁSSICOS NA PISTA EM GRAMADO

os animadíssimos s~pcios do Calssic Car Club do RS encerram com chavew de ouro o seu calendário de 2012 com umaq prova de regularidade no Kartódromo Tommqasini em Gramado, vencida pelo Porsche 914, mas foi uma pena que a parte do Mini não apareça. A sequencia do MG TD é fantástica e o Opala espetacular com seu estilão Sideways...

CONVITE COPA DKW 8/12

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Coluna 4612 14.novembro.2012


Grand Siena, o melhor da turma do Logan
Tem ares de “já vi em algum lugar”. É verdade. A novidade do Grand Siena é ser produto de cruza entre o físico e o etéreo, a realidade e o conceitual. Explico que na prática o Grand Siena é a visão da Fiat sobre Renault Logan, Nissan Versa, Chevrolet Cobalt, a junção do conceito com elementos frontais de sua linha. Um carro espaçoso para receber clientes com capacidade aquisitiva – ou de se endividar – em ascensão. Saem do carro pequeno ou do usado para ter um novo com mais espaço.
A Fiat aproveitou o bom nome e a boa imagem do Siena, produzido em 813 mil unidades em quatro gerações, entre 1997 e 2011, criou o novo produto sobre a plataforma utilizada no Weekend e picape Strada, ampliou a distância entre eixos – na verdade a medida de conforto no interior dos automóveis – em 13,7 cm. Mais 6 cm em largura, 5,3 na altura. Dá para perceber o ganho.
Na formulação deu atenção especial no compatibilizar os órgãos mecânicos e no desenvolver conceitual da dinâmica do automóvel. É macio, estável, de rodar confortável, amenizando a reatividade intrínseca aos italianos.  Influi nestas sensações o trabalho realizado na suspensão traseira, evoluída relativamente ao Punto e, resultado em engenharia, aumento da bitola.
Em termos de condução, o bom torque do motor e a agilidade para a mudança das marchas pelas borboletas, e a surpreendente estabilidade fazem a alegria nos trechos de subidas em curvas – para quem gosta.
Internamente bem recebe os usuários e o motorista se sente prestigiado com a boa instrumentação do painel, facilmente visualizável, sem os exercícios de musculatura dos olhos exigidos pela inexplicável disposição do Honda Civic, e ainda, ao ligar a chave de ignição, os ponteiros varrem o quadrante. Lembram importados de maior preço.